01/08/2026
🫁 O cigarro ficou com a fama, mas ele nunca esteve sozinho.
Quando falamos em câncer de pulmão, quase todo mundo pensa no maço de cigarro. E não está errado: o tabagismo continua sendo o principal fator de risco da doença. O problema é o que f**a de fora dessa conta.
O narguilé, muitas vezes tratado como algo social e inofensivo, entrega uma quantidade enorme de fumaça aos pulmões numa única sessão. O cigarro eletrônico chegou vendendo a ideia de alternativa moderna, mas continua sendo inalação de substâncias tóxicas. E o charuto, mesmo sem tragar, expõe a boca, a garganta e as vias respiratórias.
Existe ainda quem nunca acendeu nada e mesmo assim está exposto: o fumante passivo. Quem divide a casa, o carro ou o ambiente de trabalho com um fumante respira a mesma fumaça.
O pulmão é um órgão silencioso. Ele costuma avisar quando a doença já avançou. Por isso, tosse persistente, falta de ar progressiva ou cansaço que não combina com o seu ritmo não devem ser normalizados.
Se você fuma, já fumou ou convive com alguém que fuma, uma avaliação com o pneumologista é o passo mais sensato.
Agende sua consulta com a Pneumologia do Instituto Biocárdios.
☎️ Marcações: (61) 3442-6300
📍 Unidades: Asa Sul e Sobradinho
🖥 Agendamento online através do link na bio.