Cristiane Naves Borba

Cristiane Naves Borba Psicóloga - CRP 01/30225. Psicanalista em formação. Atendimento on-line e presencial

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O que seria da minha existência se eu não me permitisse desejar e romper com as certezas que me acompanham desde os prim...
30/05/2026

O que seria da minha existência se eu não me permitisse desejar e romper com as certezas que me acompanham desde os primeiros laços e entrelaçamentos que constituíram minha história, mesmo que, desde o início, tudo se apresentasse como uma fantasia de completude?

   Será que eu posso confiar em um amigo que acumula relatos recorrentes de confusões, manipulação, crueldade emocional,...
13/05/2026

Será que eu posso confiar em um amigo que acumula relatos recorrentes de confusões, manipulação, crueldade emocional, mentiras e desgaste psíquico em outras mulheres?
⚡Isso deveria nos fazer refletir. Criar vínculos saudáveis também significa prestar atenção nos rastros que certos homens deixam para trás.

29/04/2026

Este é um trecho do curso ‘Sobre Mães e Pais: Uma Visão Psicanalítica’, por Vera Iaconelli.

O nascimento de uma criança muda tudo. Do desejo de ter filhos, às especificidades e desafios da rotina com o bebê, este curso apresenta um novo olhar para a maternidade, paternidade e cuidados com as próximas gerações.

   with .repost・・・Quem nunca quis faltar a sessão?Fernando Lino,Psicólogo e Psicanalista.
19/04/2026

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Quem nunca quis faltar a sessão?
Fernando Lino,
Psicólogo e Psicanalista.

18/04/2026

Como trabalha um psicanalista? Como trabalha um psicólogo?

Bora brincar de: “e depois?”

Meus alunos da .ufcat conhecem esse jogo...rs....

Que acha? Será que o mundo suporta somente soluções imediatas?

O que fazer com a vida que continua depois do nocaute?

Me conta nos comentários....🥰

   Aprecie sua insuficiência.Insuficiente não porque sou falho, menos valoroso ou mesmo incapaz.Insuficiente porque a id...
18/04/2026

Aprecie sua insuficiência.

Insuficiente não porque sou falho, menos valoroso ou mesmo incapaz.

Insuficiente porque a ideia de dominar todas as coisas, de ser invencível e estar no topo do mundo sozinho é uma farsa
capitalista.

Só não aceita as próprias limitações quem está colonizado por uma ideologia predatória.

A imposição de uma vida autossuficiente não permite nos reconhecermos enquanto comunidade.

Enquanto seres humanos vivemos emaranhados numa rede de dependência dos nossos semelhantes.

A própria condição de ser um humano só é possibilitada no contato cultural.
Sozinho a gente não se basta coisa alguma.

   Há histórias que continuam doendo não apenas pelo que aconteceu, mas porque nunca puderam ganhar forma na palavra.Fic...
09/04/2026

Há histórias que continuam doendo não apenas pelo que aconteceu, mas porque nunca puderam ganhar forma na palavra.

Ficam circulando por dentro como peso bruto, sem lugar, sem borda, sem escuta. E o que não encontra linguagem muitas vezes retorna como angústia, repetição, silêncio, cansaço, sintoma.

Contar não apaga o vivido. Mas, às vezes, é o que permite que a dor deixe de ser apenas uma presença muda e passe a ocupar um lugar menos devastador dentro de si.

Talvez uma das coisas mais difíceis da vida psíquica seja justamente esta, transformar em fala aquilo que por muito tempo só pôde ser carregado sozinho.

E, quando isso já pesa demais, um espaço de escuta pode fazer diferença. O Projeto Terapia Popular segue nessa direção, tornando esse cuidado mais acessível para quem precisa.

  ➡️ As opiniões contidas nesse texto não refletem necessariamente a opinião do Metrópoles.Você já sabe que deveria faze...
07/04/2026


➡️ As opiniões contidas nesse texto não refletem necessariamente a opinião do Metrópoles.

Você já sabe que deveria fazer terapia. Já sabe que o exercício físico ajuda, que dormir bem importa, que é bom tentar manter alguma rotina. Existe um mercado inteiro de livros de autoajuda, podcasts motivacionais, aplicativos de meditação e especialistas em bem-estar que não cansa de lhe dizer o que fazer. E ainda assim você não faz. Ou faz, seguindo cada passo prescrito com disciplina, e nada muda de verdade. A depr3ssão continua lá, como uma presença obstinada, indiferente à sua obediência.

O que falta, então? A coragem de saber. E a psicanálise pode ser uma saída.

A psicanálise lacaniana propõe uma resposta que, à primeira escuta, pode soar dura demais, até mesmo injusta: o deprimido sofre de uma covardia moral. Não abandone o texto aqui. Siga até o final, ou retome mais tarde. Essa expressão, formulada por Jacques Lacan e amplamente desenvolvida por uma série de psicanalistas brasileiros como Maria Rita Kehl e Antônio Teixeira não é um insulto nem um diagnóstico moral no sentido tradicional.

Não se trata de dizer que o deprimido é uma pessoa de mau caráter, sem coragem diante dos perigos da vida, fraco ou irresponsável. A covardia de que se fala aqui é de outra natureza: é uma covardia diante de si mesmo. É o recuo diante do próprio desejo.

O psicanalista Antônio Teixeira, ao comentar essa passagem de Lacan, lembra que a palavra francesa usada no original, lâcheté, carrega o sentido de frouxidão, de ausência de tensão. Não necessariamente a frouxidão daquele que foge do perigo físico, mas a frouxidão do sujeito que não sustenta a tensão necessária para se situar diante da própria vida.

Quem se comporta como um frouxo, nesse sentido, é quem não consegue se manter firme diante do que é mais propriamente seu: sua palavra, seu próprio pensamento, sua posição como sujeito do inconsciente nesse pensamento.

➡️ Leia o texto completo no metropoles.com

🤳 Reprodução

Fim do dia ou da noite… por hoje, isso é tudo
02/04/2026

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02/04/2026


Mentira em análise

“O inconsciente é capaz de mentir! [...] O eu minto é perfeitamente aceitável, uma vez que o que mente é o desejo” (Lacan, 2005). “A mentira pode se afirmar como verdade” (Lacan, 1967/2003) pois, “sempre digo a verdade: não toda, pois dizê-la toda não se consegue [...] faltam palavras”.

E se o sujeito em análise mentir? Ao que respondo: ele vai mentir, contem com isso! A mentira faz parte do dizer da clínica, assim como a mentira faz parte do dizer na vida. Não há dizer que consiga prescindir da mentira.

Lacan (1958-1959/2016) nos explica: “Como comunicar aos outros algo que se constituiu como segredo? Resposta: por alguma mentira”.

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