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03/08/2026

Cuidado com o que você tem se acostumado a reprimir…

É muito fácil alimentar a raiva quando acreditamos que estamos com a razão. O problema é que, quando a raiva toma conta ...
03/08/2026

É muito fácil alimentar a raiva quando acreditamos que estamos com a razão. O problema é que, quando a raiva toma conta de nós, podemos agir de forma exagerada.

Em vez de tentar resolver o conflito, passamos a querer que a outra pessoa sinta a mesma dor, frustração ou injustiça que estamos sentindo.

Esse exagero não signif**a que a sua dor seja maior ou menor do que a do outro.

Signif**a que você ultrapassa os próprios limites do bom senso e perde a capacidade de avaliar o que é uma reação justa e adequada para aquela situação.

Na maioria das vezes, agir dessa forma não resolve o problema.

Pelo contrário, aumenta o conflito, cria novas feridas e torna muito mais difícil encontrar uma solução.

Nos relacionamentos, isso desgasta a confiança, dificulta o diálogo e afasta pessoas que poderiam construir algo saudável com você.

No trabalho, atitudes impulsivas podem comprometer a convivência, prejudicar a reputação profissional e fechar portas que talvez nunca mais se abram.

Ter razão nem sempre é o mais importante. Saber agir com equilíbrio costuma produzir resultados muito melhores.

Uma mente constantemente exposta ao excesso de estímulos tem mais dificuldade para organizar pensamentos, perceber emoçõ...
02/08/2026

Uma mente constantemente exposta ao excesso de estímulos tem mais dificuldade para organizar pensamentos, perceber emoções e descansar.

O silêncio e um ambiente tranquilo não resolvem todos os problemas, mas criam as condições para que a mente recupere o equilíbrio.

Quando diminuímos o barulho externo, f**a mais fácil ouvir o que acontece dentro de nós, refletir com clareza e responder à vida de forma mais consciente, em vez de apenas reagir.

Como dizia Blaise Pascal, muitos dos problemas humanos surgem da incapacidade de permanecer, por algum tempo, em silêncio consigo mesmo.

Um ambiente sossegado nos lembra que, às vezes, o que mais precisamos não é de mais estímulos, mas de mais presença.

02/08/2026

As atividades manuais têm um efeito profundamente terapêutico porque ajudam a equilibrar a relação entre a mente e o corpo. Em momentos de ansiedade ou estresse, f**amos presos aos pensamentos, preocupações e antecipações.

Quando pintamos, desenhamos, esculpimos, cozinhamos, cultivamos um jardim ou trabalhamos com as mãos, nossa atenção retorna ao momento presente.

Essas atividades exigem concentração, despertam os sentidos e oferecem uma sensação concreta de realização.

Em vez de apenas pensar, começamos a criar. Em vez de tentar controlar tudo pela mente, passamos a transformar a realidade com as próprias mãos.

Do ponto de vista psicológico, esse movimento favorece a regulação das emoções. O ritmo dos gestos, o contato com os materiais e a experiência de ver algo ganhar forma reduzem a tensão interna, organizam os pensamentos e proporcionam uma sensação de calma.

Não é por acaso que muitas pessoas encontram paz ao cozinhar, cuidar das plantas ou fazer trabalhos artesanais.

Fazer algo com as mãos também nos lembra de uma verdade importante: nem tudo se resolve pensando.

Algumas emoções precisam ser vividas, expressas e transformadas na prática. Às vezes, o caminho para uma mente mais tranquila começa pelas mãos.

Observação: encontrou a Dra Giovanna Peron no vídeo? 😂

Falar exige confiança para expor ideias, defender convicções e assumir riscos.Ouvir, porém, requer uma coragem diferente...
31/07/2026

Falar exige confiança para expor ideias, defender convicções e assumir riscos.

Ouvir, porém, requer uma coragem diferente: a humildade de reconhecer que não sabemos tudo e a disposição para sermos transformados pelo que o outro tem a dizer.

Muitas vezes, é no silêncio atento que acontecem os maiores aprendizados e as conversas mais profundas.

A verdadeira maturidade está em saber quando usar a voz e quando abrir espaço para escutar.

Cautela.

Os sonhos são manifestações naturais da nossa mente. Eles surgem de forma espontânea e fazem parte do processo de formaç...
30/07/2026

Os sonhos são manifestações naturais da nossa mente. Eles surgem de forma espontânea e fazem parte do processo de formação dos nossos pensamentos. Afinal, as ideias mais complexas não aparecem de repente. Elas se desenvolvem aos poucos.

O sonho costuma ser um dos primeiros movimentos da mente diante de algo que vivemos. Ele nasce de reações básicas, como medo, curiosidade ou insegurança, e ajuda a dar forma ao que ainda não compreendemos. Aos poucos, aquilo que parecia confuso pode ganhar signif**ado.

Muitos pensamentos têm origem nos sonhos, especialmente aqueles que ainda não chegaram com clareza à nossa consciência. O sonho não procura esconder a verdade. Apenas se comunica por meio de imagens, símbolos e emoções, em vez de explicações diretas. Por isso, mesmo parecendo enigmático, ele pode revelar aspectos muito profundos da nossa vida interior.

Para Jung, os sonhos são uma forma natural de comunicação do inconsciente. Eles não são apenas lembranças ou desejos disfarçados, mas mensagens simbólicas que revelam aspectos da personalidade, conflitos internos, potenciais ainda não desenvolvidos e caminhos para o crescimento psicológico.

"O sonho é uma pequena porta escondida no mais profundo e íntimo santuário da alma."

Os sonhos não são previsões nem meras fantasias. São uma tentativa espontânea da mente de restaurar o equilíbrio psicológico e ampliar a consciência.

29/07/2026

Quando o sofrimento é inevitável, o humor deixa de ser apenas um momento de descontração e passa a ser um ato de liberdade. Rir, mesmo em meio às dificuldades, não signif**a ignorar a dor, mas impedir que ela ocupe todo o espaço da alma. O humor nos lembra que continuamos maiores do que aquilo que nos acontece e que, apesar das circunstâncias, ainda podemos escolher como responder a elas.

Na Gestalt-terapia, entendemos que cada encontro com outra pessoa é uma oportunidade de aprender algo sobre nós mesmos. ...
27/07/2026

Na Gestalt-terapia, entendemos que cada encontro com outra pessoa é uma oportunidade de aprender algo sobre nós mesmos. Quando alguém pensa, age ou sente de um jeito muito diferente do nosso, isso pode causar incômodo. Mas também pode ser uma oportunidade de crescimento.

Muitas vezes, o desconforto diante das diferenças fala mais sobre nós do que sobre a outra pessoa. Ele pode mostrar nossas dificuldades, expectativas e a forma como enxergamos o mundo. Em vez de reagir com críticas ou se afastar, vale a pena se perguntar: o que isso desperta em mim? Por que isso me incomoda tanto?

Ter maturidade emocional não signif**a concordar com tudo. Signif**a conseguir conviver com aquilo que não podemos controlar. É possível discordar com respeito. É possível colocar limites sem tratar o outro com desprezo. É possível reconhecer as diferenças e, ainda assim, manter um diálogo, mesmo que ele não seja perfeito.

A Gestalt-terapia nos convida a enxergar o outro como alguém com sua própria história, seus valores e sua maneira de viver, e não como alguém que precisa corresponder às nossas expectativas. Quando aceitamos isso, a convivência se torna mais leve. E ganhamos mais liberdade para sermos quem somos, ao mesmo tempo em que permitimos que o outro também seja.

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