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Ser pai também é dividir o cuidado. 💙É estar presente desde a gestação, acompanhar as mudanças, participar da rotina e e...
09/08/2026

Ser pai também é dividir o cuidado. 💙

É estar presente desde a gestação, acompanhar as mudanças, participar da rotina e entender que cuidar dos filhos é uma responsabilidade construída a dois.

Para muitas mulheres, ter ao lado um pai presente, que acolhe, participa e compartilha as responsabilidades, faz toda a diferença em fases que exigem tanto física quanto emocionalmente.

Hoje, celebramos os pais que fazem da presença, da parceria e do cuidado parte da sua forma de amar.

Feliz Dia dos Pais! 💖

Entenfest Rio das Antas Entenfest - Festa do Marreco
03/08/2026

Entenfest Rio das Antas Entenfest - Festa do Marreco

Unhas que quebram com facilidade, descascam ou não crescem no ritmo esperado costumam ser tratadas apenas com esmaltes f...
31/07/2026

Unhas que quebram com facilidade, descascam ou não crescem no ritmo esperado costumam ser tratadas apenas com esmaltes fortalecedores. Mas, em muitos casos, o problema começa de dentro para fora.

Deficiência de ferro, alterações na tireoide, baixa absorção de proteínas e desequilíbrios hormonais podem afetar diretamente a estrutura da unha, tornando-a mais fina e frágil.

Esse sinal costuma aparecer de forma gradual, e por isso muitas mulheres não relacionam a fragilidade das unhas a nenhuma outra mudança no corpo.
Quando a fragilidade vem acompanhada de queda de cabelo, cansaço ou palidez, esses sinais juntos ajudam a direcionar a investigação para a causa real.

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Fim de semana de diversão e aprendizado Pós-graduação Universidade Positivo Tork n’ Roll Restaurante Veneza - Curitiba. ...
29/07/2026

Fim de semana de diversão e aprendizado Pós-graduação Universidade Positivo Tork n’ Roll Restaurante Veneza - Curitiba. Hotel Nikko

Demorar para dormir, acordar várias vezes durante a noite ou ter um sono que não é reparador são queixas comuns entre mu...
29/07/2026

Demorar para dormir, acordar várias vezes durante a noite ou ter um sono que não é reparador são queixas comuns entre mulheres, mas raramente são associadas a alterações hormonais específ**as.

A progesterona tem ação direta sobre os receptores GABA no cérebro — o mesmo sistema neurológico que os medicamentos ansiolíticos e indutores de sono ativam. Por isso, na fase lútea do ciclo (segunda metade, após a ovulação), quando a progesterona cai antes da menstruação, muitas mulheres sentem o sono mais leve e fragmentado justamente nesses dias. Na perimenopausa, essa queda se torna mais errática e prolongada, o que explica por que a insônia costuma se intensif**ar nessa fase, mesmo antes dos sintomas clássicos da menopausa aparecerem.

Outro ponto pouco investigado é a relação entre queda de estrogênio e apneia do sono: o estrogênio tem efeito protetor sobre o tônus da musculatura das vias aéreas superiores, e sua redução pode favorecer ronco e microdespertares, mesmo em mulheres sem sobrepeso — perfil de apneia que costuma ser subdiagnosticado por não seguir o estereótipo mais associado a homens.

Também vale observar o cortisol noturno: em quadros de estresse crônico, o pico de cortisol que deveria ocorrer pela manhã se desloca, aparecendo durante a madrugada e causando os despertares às 3h ou 4h que muitas mulheres relatam, mesmo sem conseguir identif**ar uma preocupação específ**a naquele momento.

Diferenciar esses três mecanismos — hormonal cíclico, apneia e cortisol — é o que direciona um tratamento realmente ef**az, em vez de recorrer apenas a medidas gerais de higiene do sono.

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Sentir excitação, ter estímulo adequado, desejar o momento — e mesmo assim não conseguir atingir o orgasmo. Esse é um do...
27/07/2026

Sentir excitação, ter estímulo adequado, desejar o momento — e mesmo assim não conseguir atingir o orgasmo. Esse é um dos sintomas se***is femininos mais frequentes e, ao mesmo tempo, mais silenciados, muitas vezes porque a própria mulher acredita que "deve ser só ela" ou que "está fazendo algo errado".

A anorgasmia tem causas variadas, e nem sempre são emocionais. O uso de antidepressivos da classe dos ISRS (inibidores seletivos de recaptação de serotonina) é uma das causas mais comuns e menos discutidas, já que esses medicamentos podem reduzir signif**ativamente a resposta orgásmica como efeito colateral. Alterações hormonais, como queda de testosterona (hormônio também presente e relevante no corpo feminino) e de estrogênio, alterações neurológicas envolvendo o nervo pudendo e até cirurgias pélvicas prévias também podem interferir diretamente nessa resposta.

O problema é que a anorgasmia costuma ser tratada apenas como uma questão psicológica ou de relacionamento, o que faz muitas mulheres investirem anos em terapia de casal sem nunca investigar se existe uma causa física ou medicamentosa por trás — especialmente quando o sintoma começou logo após o início de um novo medicamento.

A avaliação ideal é multidisciplinar: revisão de medicações em uso, avaliação hormonal, exame ginecológico completo e, quando indicado, acompanhamento com terapia sexual. Entender a causa raiz é o que direciona o tratamento certo, em vez de tentativas genéricas que não resolvem o problema de fato.

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É comum algumas mulheres notarem um pequeno sangramento ou borra de sangue depois da relação sexual e associarem isso ap...
24/07/2026

É comum algumas mulheres notarem um pequeno sangramento ou borra de sangue depois da relação sexual e associarem isso apenas ao "atrito" ou à falta de lubrif**ação, sem dar mais importância — principalmente quando não vem acompanhado de dor.

Esse sangramento, chamado de sangramento pós-coital, pode ter causas simples, como a ectopia cervical (quando o tecido mais interno e sensível do colo do útero f**a exposto e sangra com mais facilidade ao contato), mas também pode indicar pólipos cervicais, cervicite (inflamação do colo, muitas vezes por infecção), atrofia do tecido va**nal — que pode acontecer mesmo em mulheres jovens, associada a determinados anticoncepcionais ou à amamentação — e, em casos mais raros, lesões que precisam de investigação com biópsia.

O problema é que, por não doer e por acontecer só "de vez em quando", muitas mulheres normalizam esse sinal por anos, sem levar a informação para a consulta, mesmo sendo um dos sintomas mais valiosos para identif**ar alterações no colo do útero precocemente.

A avaliação costuma incluir exame especular, coleta de citologia (papanicolau) se estiver desatualizada e, quando necessário, colposcopia para observar o colo do útero com mais detalhe. Identif**ar a causa exata é o que diferencia um achado simples de um sinal que merece acompanhamento mais próximo.

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Mini férias!!!!!
21/07/2026

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Muitas mulheres vivem esse desconforto em silêncio: o desejo está presente, a vontade de ter uma vida sexual ativa també...
20/07/2026

Muitas mulheres vivem esse desconforto em silêncio: o desejo está presente, a vontade de ter uma vida sexual ativa também, mas o corpo simplesmente não permite a penetração. Em vez disso, aparece dor, tensão ou uma sensação de "bloqueio" físico real.

Esse quadro tem nome: vaginismo, uma contração involuntária da musculatura ao redor da va**na que ocorre como um reflexo de proteção, não como uma escolha ou "coisa da cabeça". Ele pode ser primário, quando a mulher nunca conseguiu ter penetração, ou secundário, quando surge depois de um episódio de dor, infecção recorrente, parto traumático ou até uma relação anterior dolorosa que o corpo passou a associar ao perigo.

O problema é que esse sintoma costuma ser mal interpretado — pela própria mulher, pelo parceiro e, às vezes, até em consultas rápidas — como falta de desejo, "frigidez" ou resistência emocional, o que gera culpa e isolamento onde na verdade existe uma resposta neuromuscular específ**a e tratável.

A abordagem costuma envolver avaliação ginecológica para descartar causas orgânicas associadas, fisioterapia pélvica e dessensibilização progressiva, muitas vezes com uso de dilatadores va**nais em processo gradual e acompanhado. Na maioria dos casos, com o tratamento correto, a penetração volta a ser possível sem dor.

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Sentir a barriga inchada às vezes, depois de uma refeição pesada, é comum. Mas quando o inchaço se torna praticamente di...
17/07/2026

Sentir a barriga inchada às vezes, depois de uma refeição pesada, é comum. Mas quando o inchaço se torna praticamente diário, progressivo ao longo do dia e não melhora com ajustes na dieta, o sintoma entra em outra categoria clínica.

Um dos quadros mais subdiagnosticados nesse contexto é o SIBO (supercrescimento bacteriano do intestino delgado), em que bactérias que deveriam estar apenas no intestino grosso colonizam o delgado e fermentam os alimentos ali mesmo, gerando gás e distensão logo após comer. Outra causa relevante é a endometriose intestinal, que pode causar inchaço cíclico associado a alterações do hábito intestinal, muitas vezes confundido com síndrome do intestino irritável. Cistos ovarianos maiores e, em casos mais raros, ascite (acúmulo de líquido na cavidade abdominal) também entram no diagnóstico diferencial quando o inchaço não tem relação nenhuma com alimentação.

Um sinal de alerta importante — e pouco conhecido — é a distensão que piora progressivamente ao longo do dia e "reseta" depois de uma noite de sono: esse padrão é bem mais sugestivo de causa intestinal funcional do que de líquido livre na cavidade, que tende a não variar tanto com o decorrer do dia.

Diferenciar essas causas exige, além do exame físico, uma investigação direcionada — que pode incluir ultrassom transva**nal, exames de fezes e, quando indicado, teste respiratório para SIBO. Tratar o inchaço apenas com dieta, sem esse diagnóstico diferencial, tende a trazer alívio parcial e temporário.

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