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Felca revela dependência de álcool para lidar com fobia socialO youtuber Felipe Bressanim Pereira, conhecido como Felca,...
24/10/2026

Felca revela dependência de álcool para lidar com fobia social

O youtuber Felipe Bressanim Pereira, conhecido como Felca, publicou na madrugada desta terça-feira (20) um longo depoimento sobre o bullying sofrido na infância e a fobia social. O vídeo marca o retorno do influenciador ao YouTube após mais de um ano sem publicar na plataforma. Seu último conteúdo havia sido divulgado em agosto de 2025 e abordava a adultização, tema que ultrapassou 50 milhões de visualizações.
No novo vídeo, Felca revela ter fobia social e apresenta um laudo relacionado ao transtorno. Ele também relata como o bullying e os traumas vividos durante o período escolar, somados aos desafios da vida adulta, contribuíram para o desenvolvimento da ansiedade em interações sociais.
Para lidar com a fobia social, Felca conta que recorria ao álcool já na vida adulta para eventos e palestras. "Eu bebia três doses em casa, mais ou menos. Enchia esse cantil de vodca e ia bebendo conforme eu ia sentindo que ainda não conseguia. Em todos os programas que fui, lá estava ele comigo no meu bolso".
"Quando eu percebi, estava dependente disso para sair. (...) Eu bebia só pra enfrentar pessoas", revela
"Quando eu passei a ir em programa toda semana, evento, colab, parceria, eu me vi alcoólatra”, diz o influenciador.
Felca relata que o vício o levou a sofrer um acidente em que quebrou duas costelas após beber para conseguir fazer uma gravação externa.
Para enfrentar a fobia social, o youtuber conta que passou a se expor gradualmente a situações sociais, como palestras, e propõe aos seguidores o desafio "SimFel".
A iniciativa propõe que os participantes, ao longo de três meses, aceitem oportunidades que normalmente recusariam por medo ou desconforto em situações sociais. O objetivo é sair de casa, conhecer pessoas e se abrir a novas experiências.
Felca conta que, até o momento da gravação do vídeo, ficou cinco meses sem sair de casa. "Eu preciso sair de casa para acostumar o meu corpo que
tá tudo bem, que não tem perigo. Ninguém mais representa perigo. A minha expectativa é terminar esses três meses completamente confortável".
No fim do depoimento, Felca fala sobre o apoio dos fãs e seguidores e agradece a eles. “Hoje, se tem algo de que eu sinto mais falta ainda, é conexão com pessoas. Mesmo com a minha fobia social controlada, me relacionar ainda é um desafio.
“Eu quero que falem: ‘Caramba, agora o Felca tá saindo pra tudo. Eu vi o Felca na rua esses dias, cara.’ Pois é. Eu tô. A gente vai estar. Inclusive, se você um dia me ver na rua, fala comigo. Eu vou amar me conectar com você”, completou.
Hiato e repercussão nacional
O fim do hiato foi anunciado pelo influenciador na tarde de segunda-feira (19), em uma publicação nas redes sociais. No post, Felca informou que lançaria um novo vídeo à meia-noite desta terça-feira, após sete meses sem publicações nas redes e mais de um ano sem postar no YouTube.
Leia a reportagem completa em:
Fonte: cnnbrasil.com.br/saúde/felca

Reflexão: A bebida está me ajudando a chegar onde eu quero ou me afastando da vida que desejo ter?
18/10/2026

Reflexão: A bebida está me ajudando a chegar onde eu quero ou me afastando da vida que desejo ter?

Cuidar da saúde mental deixou de ser uma questão individual em um mundo atravessado por crises sociais, pressão econômic...
10/10/2026

Cuidar da saúde mental deixou de ser uma questão individual em um mundo atravessado por crises sociais, pressão econômica e polarização política. Conflitos, eleições e uma avalanche de informações digitais são alguns dos fatores que provocam ansiedade e afetam o emocional das pessoas.
Para o chefe da Unidade de Saúde Mental e Uso de Substâncias da Organização Pan-Americana da Saúde, Opas, Renato Oliveira e Sousa, a responsabilidade de cuidar é coletiva.
Renato Oliveira e Sousa, que também é psiquiatra, conversou com a ONU News, de Washington, para marcar este Dia Mundial da Saúde Mental, em 10 de outubro. Este ano, a série de atividades traz como apelo: “Experiências vividas, ouvidas, vozes reais, mudanças reais.”
A data é dedicada a dar visibilidade às questões de saúde mental no mundo e a promover esforços contínuos de apoio.
A mensagem deste ano coloca no centro do debate quem vive a dor psicológica, o trauma, o luto, a ansiedade e o estigma, não como meras estatísticas, mas destacando a forma como essas pessoas precisam ser ouvidas.A saúde mental contemporânea é profundamente afetada pela pressão econômica, pela ansiedade geracional e pelo desgaste causado por conflitos políticos, desinformação e exposição constante a crises nas redes sociais.
Diante dessa realidade, o cuidado psicológico deve ultrapassar as paredes dos consultórios e traduzir-se em ações concretas de dignidade, trabalho e proteção socia
l
Paralelamente, em meio ao aumento global dos traumas devido a crises e do estigma social sobre doenças mentais, a rede de apoio psiquiátrico e psicológico precisa ser descentralizada por meio do treinamento da própria comunidade para oferecer primeiros auxílios psicológicos.
Para a sustentabilidade desse modelo, torna-se indispensável cuidar também da saúde mental dos próprios cuidadores e acolher, em várias gerações, o relato público e humanizado daqueles que vivem com transtornos mentais.

*Eleutério Guevane é jornalista-sênior da ONU News.
Fonte: news.un.org

Fonte da matéria completa: un.org"Envelhecer não protege contra as dependências comportamentais.Cuidar também é reconhec...
01/10/2026

Fonte da matéria completa: un.org

"Envelhecer não protege contra as dependências comportamentais.
Cuidar também é reconhecer e acolher."

23/09/2026
Para quem tem problemas com apostas ou foi diagnosticado com transtorno do jogo , determinadas situações funcionam como ...
19/09/2026

Para quem tem problemas com apostas ou foi diagnosticado com transtorno do jogo , determinadas situações funcionam como gatilhos , aumentando o risco de recaídas .
Reconhecer esses gatilhos é importante para manter o controle e proteger a sua recuperação.

14/09/2026
O primeiro Dia Mundial de Prevenção da Síndrome Alcoólica Fetal (SAF) ocorreu em 9 de setembro de 1999, pelo empenho do ...
09/09/2026

O primeiro Dia Mundial de Prevenção da Síndrome Alcoólica Fetal (SAF) ocorreu em 9 de setembro de 1999, pelo empenho do casal canadense Bonnie Buxton e Brian Philcox, que haviam adotado uma criança com essa síndrome.
A criação desse dia objetivou aumentar a conscientização de toda a população sobre os danos que o consumo de qualquer bebida que contenha álcool, pela mulher grávida, pode causar no feto durante o seu crescimento e desenvolvimento.
Todo o álcool consumido pela gestante passa para o feto pela placenta e, em uma hora, a quantidade dessa droga no sangue do feto é igual à da mãe. Como o feto não tem as enzimas necessárias para metabolizá-lo, o álcool f**a muito tempo no corpo, até retornar ao organismo materno e ser eliminado.O álcool pode causar alterações no funcionamento, divisão e no crescimento das células. Todas as células do feto podem sofrer os seus danos, mas os que mais sofrem são os neurônios.

A SAF representa o quadro mais grave e completo dos chamados Transtornos do Espectro Alcoólico Fetal (TEAF). Este espectro abrange todas as manifestações físicas (inclusive malformações de diversos órgãos), cognitivas, comportamentais e de desenvolvimento, de leves a severas, que os indivíduos podem apresentar se expostos ao álcool na vida intrauterina.
Temos que lembrar que o álcool pode estar presente em outras apresentações além das bebidas alcoólicas. Ele pode estar presente nos sacolés alcoólicos, nos chás Kombucha e Jun, em algumas cervejas rotuladas como “sem álcool’, bombons e, como mais recentemente divulgado, em pães.
Não se conhece se existe alguma dose segura de consumo de álcool pela gestante, incapaz de levar a algum dano ao feto. Porém, sabe-se que não só a SAF, como também qualquer sinal e sintoma dentro do TEAF, são totalmente evitáveis, se a grávida não consumir nenhuma quantidade de álcool ao longo de toda a gestação. Essa simples atitude prevenirá o desenvolvimento não só da SAF como também do TEAF, garantindo a possibilidade da criança ter uma vida mais saudável.
Fonte: spsp.org.br

Tabaco compromete fertilidade e sucesso de tratamentos reprodutivosA Organização Mundial da Saúde, OMS, indica que uma e...
08/09/2026

Tabaco compromete fertilidade e sucesso de tratamentos reprodutivos

A Organização Mundial da Saúde, OMS, indica que uma em cada seis pessoas em idade reprodutiva vivenciará a infertilidade, definida como a incapacidade de engravidar após 12 meses ou mais de relações se***is regulares.
O uso do tabaco representa um dos principais fatores de risco. De acordo com a OMS, o fumo afeta a fertilidade feminina, prejudica a qualidade do sêmen, a função sexual masculina e reduz as chances de sucesso em tratamentos de reprodução assistida.
Impacto na saúde reprodutiva de mulheres e homens
O alerta é feito com base em décadas de evidências científ**as.
Estudos realizados entre 2000 e 2026 revelam que mulheres fumantes apresentam um risco 40% maior de infertilidade em comparação com as não fumantes.
Já as ex-fumantes apresentam um risco 25% menor de infertilidade do que as que continuam usando tabaco.
A saúde reprodutora dos homens também é afetada. Analisando 44 estudos com mais de 60 mil homens, o levantamento da agência associou o fumo à disfunção erétil, problemas de ejaculação, menor mobilidade, formato anormal e até ausência de espermatozoides no sêmen.

Perigo do fumo passivo
Para casais que recorrem à reprodução assistida, como a fertilização in vitro, o cigarro reduz expressivamente os resultados positivos.
Pesquisas revisadas pela OMS indicam que o tabagismo pode diminuir pela metade a probabilidade de sucesso em gerar nascidos vivos após os procedimentos.
Mulheres expostas ao fumo passivo apresentam taxas mais elevadas de infertilidade e menores chances de conceber a cada mês de tentativa.
A OMS ressalta que novos produtos contendo nicotina e tabaco, como ci****os eletrônicos, apesar de exigirem mais pesquisas, devem ser usados com cautela.
A organização recomenda que profissionais de saúde orientem pessoas em planejamento familiar sobre os riscos do tabaco e ofereçam apoio baseado em evidências para o tratamento do vício.

Fonte: news.un.org

Para curtir uma noite com os amigos, Matt chegou a beber até passar mal.Sem isso, o jovem de 22 anos do norte da Inglate...
31/08/2026

Para curtir uma noite com os amigos, Matt chegou a beber até passar mal.

Sem isso, o jovem de 22 anos do norte da Inglaterra diz que passaria a noite em silêncio, apavorado com a possibilidade de falar algo errado. O inglês, que trabalha como funcionário de um armazém, diz que sentia como se "não houvesse nenhuma maneira de participar" das conversas que todos os outros pareciam estar curtindo.
Então, há dois anos, ele trocou a cerveja por remédios vendidos com prescrição médica que descobriu nas redes sociais.
Ao se preparar para sair em uma sexta-feira, Matt, cujo nome foi alterado, toma um medicamento que compra ilegalmente online, geralmente usado para tratar epilepsia e dores nos nervos; além de um betabloqueador para diminuir a frequência cardíaca acelerada e relaxar os músculos trêmulos (sintomas físicos da ansiedade).
Ele diz que isso proporciona os efeitos do álcool sem a ressaca.
Mas especialistas afirmam que o uso dessas dr**as sem supervisão médica e em altas doses pode ser perigoso e, em alguns casos, fatal. O uso prolongado também pode levar à dependência; os usuários passam a depender delas para qualquer situação social. Eles também relatam aumento da ansiedade, insônia e pensamentos suicidas quando tentam interromper o uso
Para Matt, que afirma já ter tentado terapia para tratar sua ansiedade social, o que começou como uma forma de lidar com noitadas agora se estende a encontros românticos e reuniões familiares. Sem os medicamentos, diz Matt, há muitas situações sociais que ele "nem se daria ao trabalho de tentar".

A geração sóbria'
A busca por alternativas "mais saudáveis" ao consumo de bebidas alcoólicas ajudou a criar um novo mercado para substâncias divulgadas nas redes sociais como dr**as sociais sem a ressaca.
Elas são vistas como a "alternativa mais limpa e segura", diz Liam Knowles, pesquisador de dependência química da Universidade de Teesside. "[Os usuários] não se sentem tão mal no dia seguinte e é um medicamento — então as pessoas pensam que é mais seguro
Hashtags relacionadas aos medicamentos geram milhares de vídeos em plataformas de mídia social, com usuários sendo incentivados a criar seus próprios coquetéis de medicamentos, conhecidos online como "stacking.

Perigos do vício
Jones, a psicóloga do King's College, argumenta que comparar os danos físicos dessas dr**as com os do álcool pode levar a uma questão mais fundamental: o que acontece quando as pessoas começam a acreditar que só conseguem socializar com a ajuda de substâncias químicas?
"O álcool em grandes quantidades é perigoso, mas também é perigoso tomar medicamentos de forma rotineira sem a supervisão de um médico", afirma ela.
Ela está particularmente preocupada com o fato de que o uso de medicamentos para evitar sentimentos de ansiedade pode reforçar a crença de que situações sociais comuns são assustadoras. O que começa com um comprimido antes de uma festa pode gradualmente se estender a encontros românticos, reuniões de trabalho e à vida cotidiana, diz elaKnowles afirma que os usuários mais jovens muitas vezes não reconhecem sua própria dependência química se, de modo geral, estiverem vivendo bem — mantendo um emprego ou um relacionamento. Em vez disso, associam o vício apenas a pessoas cujas vidas estão visivelmente em ruínas.
Leia o conteúdo completo em:
bbc.com

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