Psicóloga Cláudia Ferreira

Psicóloga Cláudia Ferreira O psicólogo atuará com responsabilidade social, analisando crítica e historicamente a realidade política, econômica, social e cultural.

Psicóloga e Sexóloga
CRP: 05/59223

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Especialista em Terapia Cognitivo - Comportamental
Especialista em Sexualidade Humana
Formação em Terapia Cognitiva Sexual
Extensão em Sexologia
Formação em Terapia do Esquema Princípios Fundamentais

O psicólogo baseará o seu trabalho no respeito e na promoção da liberdade, da dignidade, da igualdade e da integridade do

ser humano, apoiado nos valores que embasam a Declaração Universal dos Direitos Humanos. O psicólogo trabalhará visando promover a saúde e a qualidade de vida das pessoas e das coletividades e contribuirá para a eliminação de quaisquer formas de negligência, discriminação, exploração, violência, crueldade e opressão. O psicólogo atuará com responsabilidade, por meio do contínuo aprimoramento profissional, contribuindo para o desenvolvimento da Psicologia como campo científico de conhecimento e de prática. O psicólogo contribuirá para promover a universalização do acesso da população às informações, ao conhecimento da ciência psicológica, aos serviços e aos padrões éticos da profissão. O psicólogo zelará para que o exercício profissional seja efetuado com dignidade, rejeitando situações em que a Psicologia esteja sendo aviltada. O psicólogo considerará as relações de poder nos contextos em que atua e os impactos dessas relações sobre as suas atividades profissionais, posicionando-se de forma crítica e em consonância com os demais princípios deste Código.

A Lei Maria da Penha reconhece cinco formas de violência contra a mulher:Violência física: qualquer agressão que cause d...
02/08/2026

A Lei Maria da Penha reconhece cinco formas de violência contra a mulher:

Violência física: qualquer agressão que cause dor, lesão ou coloque em risco a integridade física da mulher, como empurrões, tapas, socos, queimaduras, estrangulamento e outras agressões.

Violência psicológica: comportamentos que causam dano emocional, diminuem a autoestima ou buscam controlar a mulher. Inclui humilhações, ameaças, manipulação, chantagem emocional, gaslighting, perseguição, isolamento social, controle excessivo, intimidação e desvalorização constante.

Violência sexual: qualquer ato sexual sem consentimento, coerção para manter relações, impedir o uso de métodos contraceptivos, forçar uma gravidez ou ab**to, ou qualquer conduta que viole a autonomia e a liberdade sexual da mulher.

Violência patrimonial: retenção, destruição ou controle de dinheiro, documentos, bens, instrumentos de trabalho ou qualquer recurso financeiro da mulher, comprometendo sua autonomia.

Violência moral: calúnia, difamação, injúria, exposição vexatória e ofensas que atentem contra a honra e a reputação da mulher.

Além dessas formas previstas em lei, é importante conhecer também a violência vicária, reconhecida pela Psicologia e pelo Direito como uma grave forma de violência de gênero.

Violência vicária: acontece quando o agressor utiliza os filhos, familiares, animais de estimação ou pessoas significativas para provocar sofrimento, medo ou controlar a mulher. Pode ocorrer por meio de ameaças, manipulação dos filhos contra a mãe, falsas acusações, impedimento injustificado da convivência ou qualquer conduta que instrumentalize terceiros para feri-la emocionalmente.

A violência raramente começa com uma agressão física. Muitas vezes, ela se inicia com o controle, o isolamento, a manipulação, as humilhações e a perda gradual da autonomia.

Nenhuma forma de violência deve ser normalizada.

Reconhecer os sinais é o primeiro passo para interromper o ciclo da violência. Buscar ajuda não é sinal de fraqueza, mas de proteção, dignidade e cuidado consigo mesma.

💜 Neste Agosto Lilás, compartilhe informação. Ela pode salvar vidas.

Psicóloga e Sexóloga Cláudia Ferreira - CRP:05/59223
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À querida Erika Januza, Sua coragem ao compartilhar um momento tão delicado da sua vida mostra uma força que vai muito a...
30/07/2026

À querida Erika Januza,

Sua coragem ao compartilhar um momento tão delicado da sua vida mostra uma força que vai muito além dos palcos e das telas. Quando uma mulher escolhe falar sobre sua dor com honestidade, ela também estende a mão para tantas outras que, em silêncio, vivem situações parecidas.

Sua história pode ser um lembrete poderoso de que amor nunca deve caminhar ao lado do desrespeito. Há limites que não podem ser negociados. Nunca negocie o seu inegociável. Nunca aceite que alguém diminua o seu valor, a sua dignidade ou a sua luz.

Você é inspiração para muitas mulheres, não apenas pelo talento que encanta o Brasil, mas pela coragem de ser verdadeira. Que sua voz fortaleça outras mulheres a reconhecerem o próprio valor e a entenderem que merecem relações baseadas em respeito, carinho e reciprocidade.

Você é uma estrela e foi feita para brilhar. Que essa luz continue iluminando caminhos, despertando coragem e mostrando que recomeçar também é um ato de amor-próprio.

Com todo o carinho, admiração e respeito, desejo que seu coração encontre paz, força e muitos motivos para voltar a sorrir. Você merece ser feliz e viver tudo o que há de mais bonito na vida.

Obrigada por sua visita! ❤️ você é incrível!

30/07/2026

"Você vai embora com sua dignidade". Erika Januza
Assista esse vídeo até o final...
Erika, você é incrível e maravilhosa!

Existem coisas que são inegociáveis em qualquer relacionamento: respeito, dignidade, honestidade e segurança emocional.

Quando esses pilares são feridos repetidamente, não estamos falando de um simples erro. Estamos falando de uma relação que machuca, enfraquece a autoestima e faz com que a pessoa comece a duvidar de si mesma.

Muitas mulheres permanecem em relações assim porque acreditam que fizeram algo de errado, porque sentem culpa, medo da solidão, insegurança ou porque foram levadas a acreditar que precisam suportar tudo em nome do amor.

Mas amor não exige que você abra mão da sua dignidade.

Quando alguém desrespeita seus limites de forma recorrente, isso não acontece por falta de aviso. Geralmente, essa pessoa já escolheu colocar os próprios interesses acima do seu bem-estar.

E é importante fazer uma distinção: muitas vezes, o pedido de desculpas aparece apenas quando o comportamento é descoberto ou quando existem consequências. Isso, por si só, não é prova de arrependimento genuíno. Arrependimento verdadeiro se demonstra por mudanças consistentes de comportamento, pela responsabilização e pela reconstrução da confiança ao longo do tempo, não apenas por palavras.

Amor-próprio também é reconhecer quando aquilo que você considera inegociável foi violado e decidir não voltar para o lugar que continua ferindo você.

Você não precisa permanecer onde seu valor é constantemente colocado em dúvida.

Respeito não é um prêmio que se conquista. É o mínimo que deve existir desde o início de qualquer relacionamento saudável.

Cuidar da sua saúde emocional também significa proteger os seus limites e reconhecer que ninguém precisa aceitar desrespeito para ser amado.

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Por um momento, isso pode trazer uma falsa sensação de segurança: "Agora vai dar certo."Mas, com o tempo, percebe que ap...
29/07/2026

Por um momento, isso pode trazer uma falsa sensação de segurança: "Agora vai dar certo."

Mas, com o tempo, percebe que apenas uma pessoa continua fazendo esforço. O outro permanece confortável, sem rever comportamentos, sem assumir responsabilidades e sem demonstrar o mesmo compromisso com a relação.

Enquanto isso, quem tenta sustentar tudo costuma viver em estado de alerta, com medo de desagradar, ansiedade constante, culpa e exaustão emocional.

Em alguns relacionamentos, esse padrão pode ser favorecido por comportamentos manipulativos, que reforçam a ideia de que você precisa fazer cada vez mais para ser amada ou para manter o vínculo. Quando isso acontece, é comum acreditar que, se continuar cedendo, inclusive financeiramente, a relação finalmente ficará bem.

Mas uma relação saudável não depende do sacrifício constante de apenas uma pessoa.

Na Psicologia, compreendemos que esses padrões podem estar relacionados ao medo do abandono, à baixa autoestima e a crenças disfuncionais construídas ao longo da vida. A psicoterapia ajuda a identificar esses ciclos, fortalecer limites saudáveis e construir relações baseadas em reciprocidade, respeito e responsabilidade compartilhada.

Você não precisa carregar uma relação sozinha para que ela continue existindo.

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Os dados são alarmantes. No Brasil, milhares de mulheres sofrem violência física, psicológica, sexual, moral e patrimoni...
26/07/2026

Os dados são alarmantes. No Brasil, milhares de mulheres sofrem violência física, psicológica, sexual, moral e patrimonial todos os anos, e os casos de feminicídio continuam em números preocupantes. A literatura científica demonstra que crenças machistas, que legitimam o controle, a desigualdade de poder e a objetificação da mulher, estão entre os fatores que sustentam esse cenário. O machismo não apenas adoece; ele também mata.

Por isso, é fundamental buscar profissionais que atuem com base em evidências científicas, ética e conhecimento técnico. Um profissional que romantiza comportamentos machistas, coloca o homem apenas no lugar de vítima ou deixa de trabalhar a responsabilização pelos próprios comportamentos pode, ainda que sem intenção, reforçar padrões que perpetuam a violência. Acolher o sofrimento de um homem é parte do cuidado psicológico. No entanto, acolhimento não significa isenção de responsabilidade. Na Psicologia, responsabilização não é punição; é promover consciência, reflexão e mudança de comportamento.

A Terapia Cognitivo-Comportamental mostra que crenças disfuncionais podem ser identificadas, questionadas e modificadas. Isso inclui crenças relacionadas aos papéis de gênero, ao direito de controlar o outro e à naturalização da violência. Sem esse trabalho, o risco é manter padrões que favorecem relacionamentos abusivos e a repetição da violência.

Precisamos falar sobre machismo com a seriedade que o tema exige. Não se combate a violência minimizando suas causas ou tratando um problema estrutural como se fosse apenas uma diferença de opiniões. A mudança acontece por meio da educação, da responsabilização, de políticas públicas, da atuação ética dos profissionais e do compromisso coletivo com a proteção da vida das mulheres.

Porque, quando a violência contra a mulher continua crescendo, a pergunta que precisamos fazer é: estamos realmente enfrentando as causas desse problema ou apenas tornando a discussão mais confortável? A vida das mulheres merece mais do que discursos superficiais. Merece compromisso, conhecimento científico e responsabilidade ética.

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Nem todo relacionamento abusivo começa com gritos, ameaças ou agressões. Na maioria das vezes, ele começa de forma encan...
26/07/2026

Nem todo relacionamento abusivo começa com gritos, ameaças ou agressões. Na maioria das vezes, ele começa de forma encantadora.

No iní cio, muitas mulheres vivenciam o chamado love bombing: excesso de atenção, declarações intensas de amor, promessas de um futuro perfeito e a sensação de terem encontrado alguém "ideal". Essa intensidade pode criar um vínculo emocional muito forte e dificultar a percepção dos sinais de alerta.

Com o passar do tempo, surgem comportamentos de controle e manipulação. O gaslighting faz a mulher duvidar da própria memória, da sua percepção e até da sua sanidade. Aos poucos, ela passa a acreditar que está exagerando, que é "sensível demais" ou que o problema está nela.

Em muitos casos, começam as críticas constantes, comparações, humilhações sutis, apelidos depreciativos e comentários que destroem a autoestima. Aquela mulher que antes era admirada passa a ouvir que é "difícil", "chata", "louca", "problemática" ou que "atrapalha a vida" do parceiro. A violência psicológica nem sempre deixa marcas no corpo, mas pode deixar feridas profundas na identidade.

Outro mecanismo frequente é o isolamento. Familiares e amigos passam a ser desqualificados, surgem conflitos provocados pelo agressor e, gradualmente, a mulher se afasta da sua rede de apoio, tornando-se mais vulnerável e dependente emocionalmente.

O tratamento de silêncio, as ameaças, a intimidação, a culpa constante e a inversão de responsabilidades também fazem parte desse ciclo. A mulher passa a viver tentando evitar conflitos, agradar e recuperar a pessoa que conheceu no início da relação, sem perceber que aquele comportamento inicial fazia parte da dinâmica de manipulação.

Em muitos relacionamentos abusivos, quando o agressor percebe que já não consegue obter o que deseja ou quando a vítima começa a impor limites, pode ocorrer o descarte. Nessa fase, é comum que a mulher seja culpabilizada pelo fim da relação, como se toda a violência tivesse sido consequência das atitudes dela. Essa inversão de responsabilidade é mais uma forma de violência.

Cada relacionamento abusivo tem sua própria história. Nem todas as mulheres viverão essas fases da mesma maneira ou na mesma ordem. Mas todas compartilham algo em comum: o sofrimento profundo causado por uma relação baseada em controle, medo, humilhação e violência.

As consequências podem permanecer por muitos anos: ansiedade, depressão, sintomas de estresse pós-traumático, baixa autoestima, culpa, medo de confiar novamente e dificuldade para reconstruir a própria identidade.

Se você viveu ou vive algo parecido, saiba que você não está sozinha. A violência psicológica é real, tem consequências sérias para a saúde mental e merece ser acolhida com respeito e tratada por profissionais qualificados. Você não é responsável pela violência que sofreu. A responsabilização pertence a quem escolheu exercer poder, controle e violência sobre você.

Obs: Texto baseado na lei Maria da Penha e estudos científicos, estatísticas sobre a violência psicológica.

26/07/2026

O machismo não é uma questão de opinião, "achismo" ou de interpretações pessoais. Trata-se de um fenômeno social amplamente estudado pela Psicologia, Sociologia e Saúde Pública, com impactos profundos na saúde mental, nas relações interpessoais e na violência contra as mulheres.

Os dados são alarmantes. No Brasil, milhares de mulheres sofrem violência física, psicológica, sexual, moral e patrimonial todos os anos, e os casos de feminicídio continuam em números preocupantes. A literatura científica demonstra que crenças machistas, que legitimam o controle, a desigualdade de poder e a objetificação da mulher, estão entre os fatores que sustentam esse cenário. O machismo não apenas adoece; ele também mata.

Por isso, é fundamental buscar profissionais que atuem com base em evidências científicas, ética e conhecimento técnico. Um profissional que romantiza comportamentos machistas, coloca o homem apenas no lugar de vítima ou deixa de trabalhar a responsabilização pelos próprios comportamentos pode, ainda que sem intenção, reforçar padrões que perpetuam a violência. Acolher o sofrimento de um homem é parte do cuidado psicológico. No entanto, acolhimento não significa isenção de responsabilidade. Na Psicologia, responsabilização não é punição; é promover consciência, reflexão e mudança de comportamento.

A Terapia Cognitivo-Comportamental mostra que crenças disfuncionais podem ser identificadas, questionadas e modificadas. Isso inclui crenças relacionadas aos papéis de gênero, ao direito de controlar o outro e à naturalização da violência. Sem esse trabalho, o risco é manter padrões que favorecem relacionamentos abusivos e a repetição da violência.

Precisamos falar sobre machismo com a seriedade que o tema exige. Não se combate a violência minimizando suas causas ou tratando um problema estrutural como se fosse apenas uma diferença de opiniões. A mudança acontece por meio da educação, da responsabilização, de políticas públicas, da atuação ética dos profissionais e do compromisso coletivo com a proteção da vida das mulheres.

Porque, quando a violência contra a mulher continua crescendo, a pergunta que precisamos fazer é: estamos realmente enfrentando as causas desse problema ou apenas tornando a discussão mais confortável? A vida das mulheres merece mais do que discursos superficiais. Merece compromisso, conhecimento científico e responsabilidade ética.

Esse texto foi elaborado através: Organização Mundial da Saúde (OMS), ONU Mulheres e o Fórum Brasileiro de Segurança Pública, evitando generalizações e reforçando a importância da responsabilização aliada ao acolhimento.

24/07/2026

Relacionamento abusivo: quando o amor deixa de ser um lugar seguro.

Nem todo relacionamento abusivo começa com agressões físicas. Na maioria das vezes, ele se instala de forma gradual, por meio de controle, manipulação, humilhações, ciúmes excessivos, isolamento, ameaças, desvalorização e violência psicológica.

Com o tempo, a mulher pode começar a duvidar de si mesma, sentir culpa por situações que não provocou e acreditar que é responsável pelo comportamento do parceiro. Isso não acontece por falta de inteligência ou força, mas porque a violência psicológica pode alterar a forma como ela percebe a realidade e a si mesma.

Entre as dores mais frequentes estão:
• Medo constante.
• Ansiedade e sensação de estar "pisando em ovos".
• Baixa autoestima.
• Culpa e vergonha.
• Isolamento de amigos e familiares.
• Dificuldade para tomar decisões.
• Tristeza, sintomas depressivos e perda da confiança em si.

Um dos motivos pelos quais é tão difícil sair desse tipo de relação é o ciclo da violência. Após episódios de agressão ou abuso, podem surgir pedidos de desculpas, promessas de mudança, demonstrações intensas de carinho e momentos de aparente tranquilidade. Esse ciclo fortalece a esperança de que "agora será diferente", dificultando o rompimento e aumentando o vínculo emocional com o agressor.

Por isso, muitas mulheres não conseguem identificar imediatamente que estão vivendo um relacionamento abusivo. Outras percebem o abuso, mas encontram dificuldades emocionais, financeiras, familiares ou relacionadas à própria segurança para sair da relação.

A psicoterapia, pode ajudar a mulher a compreender a dinâmica da violência, identificar padrões de abuso, fortalecer sua autoestima, reconstruir sua autonomia, desenvolver estratégias de proteção e tomar decisões de forma mais consciente e segura. Cada caso é único, e o processo terapêutico respeita o tempo, a história e as condições de cada mulher.

Pedir ajuda não é sinal de fraqueza. É um passo importante para recuperar sua segurança, sua autonomia e sua saúde emocional.

Você merece viver uma relação baseada em respeito, cuidado e liberdade.

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A ansiedade faz parte da vida e, em algumas situações, é uma resposta natural do nosso organismo. O problema surge quand...
21/07/2026

A ansiedade faz parte da vida e, em algumas situações, é uma resposta natural do nosso organismo. O problema surge quando ela deixa de ser uma reação momentânea e passa a controlar seus pensamentos, emoções, comportamentos e sua rotina.

Ela pode aparecer por meio de sintomas como coração acelerado, falta de ar, tensão muscular, insônia, irritabilidade, preocupação excessiva, dificuldade de concentração, sensação de que algo ruim vai acontecer e dificuldade para relaxar. Esses sintomas são reais e podem gerar um grande sofrimento.

Muitas pessoas também começam a evitar situações por medo, adiam decisões importantes, deixam de fazer atividades que antes gostavam ou vivem em constante estado de alerta. Embora isso traga um alívio momentâneo, acaba mantendo e fortalecendo a ansiedade.

A Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC), ajuda a identificar os pensamentos que alimentam o medo, compreender a relação entre pensamentos, emoções e comportamentos e desenvolver estratégias para lidar com a ansiedade de forma mais saudável.

Os transtornos de ansiedade estão entre os problemas de saúde mental mais comuns e vêm crescendo significativamente nos últimos anos. Buscar ajuda não é sinal de fraqueza, mas um passo importante para recuperar sua qualidade de vida.

Você não precisa viver em constante estado de alerta. Cuidar da sua saúde mental é um ato de coragem e de autocuidado.

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