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A administração do tempo vai muito além de organizar tarefas e cumprir horários. Na psicologia, ela está diretamente rel...
20/05/2026

A administração do tempo vai muito além de organizar tarefas e cumprir horários. Na psicologia, ela está diretamente relacionada à forma como lidamos com emoções, ansiedade, autocobrança e prioridades. Muitas vezes, a dificuldade em administrar o tempo não está na falta de horas no dia, mas no excesso de preocupações, no medo de falhar e na dificuldade de estabelecer limites.

O psiquiatra e neurologista Viktor Frankl afirmava que o ser humano precisa encontrar sentido naquilo que faz. Quando nossas atividades estão desconectadas dos nossos valores e propósitos, é comum surgir procrastinação, desânimo e sensação constante de cansaço emocional.

Já o psicólogo Abraham Maslow destacava a importância do equilíbrio entre necessidades pessoais, emocionais e realização individual. Isso nos mostra que administrar o tempo também significa incluir momentos de descanso, autocuidado e saúde mental na rotina.

Na prática clínica, percebemos que pessoas emocionalmente sobrecarregadas tendem a viver em estado de urgência constante. Tudo parece prioridade, e o resultado costuma ser esgotamento, irritabilidade e culpa por “não dar conta”. Por isso, aprender a organizar o tempo é também aprender a respeitar os próprios limites.

Administrar o tempo com saúde psicológica não é produzir o tempo todo. É compreender que existe um ritmo humano, que pausas são necessárias e que cuidar da mente também faz parte da produtividade.




Cuidar de crianças e adolescentes também é estar atento aos sinais que muitas vezes aparecem em silêncio.Mudanças brusca...
19/05/2026

Cuidar de crianças e adolescentes também é estar atento aos sinais que muitas vezes aparecem em silêncio.
Mudanças bruscas de comportamento, medo excessivo, isolamento, tristeza constante, agressividade ou dificuldades escolares podem ser formas de pedir ajuda sem palavras.

O abuso e a exploração sexual deixam marcas profundas no desenvolvimento emocional, psicológico e social.
Por isso, proteger é responsabilidade de todos: família, escola, profissionais e sociedade.

É fundamental criar espaços seguros de escuta, acolhimento e confiança, onde crianças e adolescentes saibam que podem falar sem medo de julgamentos ou ameaças.

Precisamos ensinar sobre respeito ao corpo, limites e proteção, sempre de maneira adequada à idade, fortalecendo vínculos e promovendo segurança emocional.

Silenciar diante da violência permite que ela continue.
Observar, acolher e denunciar são atos de cuidado e proteção.

Toda criança merece crescer com dignidade, segurança e amor.




O uso excessivo de telas tem impactado cada vez mais a saúde emocional, cognitiva e física das pessoas. Celulares, compu...
19/05/2026

O uso excessivo de telas tem impactado cada vez mais a saúde emocional, cognitiva e física das pessoas. Celulares, computadores e redes sociais fazem parte da rotina, mas quando utilizados sem equilíbrio podem gerar consequências silenciosas e profundas.

O excesso de tempo diante das telas pode provocar ansiedade, irritabilidade, dificuldade de concentração, alterações no sono e até um distanciamento das relações reais. Muitas vezes, a mente permanece constantemente estimulada, sem pausas necessárias para o descanso emocional. Isso pode aumentar a sensação de cansaço mental, comparação excessiva e dificuldade de viver o momento presente.

Em crianças e adolescentes, os impactos podem ser ainda maiores, interferindo no desenvolvimento emocional, na socialização, no aprendizado e na construção da autoestima. Já nos adultos, o uso contínuo pode contribuir para estresse, procrastinação e sensação de esgotamento.

Cuidar da saúde mental também envolve aprender a desconectar. Criar momentos longe das telas, valorizar conversas presenciais, o contato com a natureza e atividades que tragam bem-estar são formas de preservar o equilíbrio emocional.

A tecnologia é uma ferramenta importante, mas o excesso pode nos afastar de nós mesmos. O equilíbrio continua sendo um dos caminhos mais saudáveis para uma vida emocionalmente mais leve.

Sua saúde mental importa!




16/05/2026
Pessoas com traços narcisistas podem utilizar mecanismos de manipulação emocional para manter controle, admiração, poder...
16/05/2026

Pessoas com traços narcisistas podem utilizar mecanismos de manipulação emocional para manter controle, admiração, poder ou validação nas relações. Isso não significa que toda pessoa com características narcísicas tenha um transtorno, mas alguns padrões podem aparecer em relações afetivas, familiares, profissionais ou sociais.

Entre os mecanismos mais comuns estão:

Idealização e desvalorização

No início, a pessoa pode colocar o outro “num pedestal”, demonstrando atenção intensa, elogios e sensação de conexão profunda.
Depois, pode começar a criticar, diminuir ou agir com frieza quando o outro deixa de corresponder às expectativas dela.

Gaslighting

É uma forma de manipulação em que a pessoa distorce fatos, nega acontecimentos ou faz o outro duvidar da própria percepção e memória.

Exemplos:

“Você está exagerando.”

“Isso nunca aconteceu.”

“Você entendeu tudo errado.”

Com o tempo, a vítima pode perder confiança em si mesma.

Culpa e inversão de responsabilidade

Mesmo quando causa sofrimento, a pessoa pode se colocar como vítima e fazer o outro sentir culpa.

Frases comuns:

“Olha o que você me obrigou a fazer.”

“Você é sensível demais.”

“Tudo vira problema com você.”

Necessidade constante de admiração

Pode buscar validação contínua, atenção excessiva ou reconhecimento constante.
Quando isso não acontece, pode reagir com irritação, desprezo ou afastamento.

Manipulação emocional pelo silêncio

O chamado “tratamento de silêncio” pode ser usado como punição emocional, gerando ansiedade e insegurança no outro.

Controle sutil

Pode ocorrer através de:

críticas disfarçadas;

ciúme excessivo;

isolamento social;

controle financeiro;

necessidade de saber tudo sobre o outro.

Triangulação

A pessoa envolve terceiros para gerar comparação, competição, ciúme ou insegurança.

Exemplo:

comparar constantemente parceiros, filhos ou colegas;

mencionar outras pessoas para provocar reação emocional.

Falta de empatia

Uma característica marcante é a dificuldade de reconhecer ou validar genuinamente os sentimentos do outro, principalmente quando isso ameaça sua autoimagem. ...
Segue no próximo post

A procrastinação nem sempre é preguiça.Muitas vezes, ela é o reflexo do medo, da ansiedade, da autocobrança excessiva ou...
16/05/2026

A procrastinação nem sempre é preguiça.
Muitas vezes, ela é o reflexo do medo, da ansiedade, da autocobrança excessiva ou até do cansaço emocional.

Existem pessoas que adiam tarefas porque têm medo de falhar.
Outras, porque sentem que nunca serão boas o suficiente.
E há aquelas que estão tão sobrecarregadas emocionalmente que até pequenas responsabilidades parecem gigantes.

A mente humana tenta evitar aquilo que gera desconforto.
Por isso, muitas vezes buscamos distrações rápidas para fugir da pressão interna, mesmo sabendo que depois virá a culpa.

Na psicologia, entendemos que procrastinar pode ser um sinal de que algo dentro de nós precisa de atenção e acolhimento — não apenas cobrança.

Ser produtivo é importante, mas cuidar da saúde emocional também é.

Começar aos poucos ainda é melhor do que permanecer parado.
Pequenos passos também constroem grandes mudanças.

Psicóloga Isabel Nogueira
CRP 06/105269

Na psicologia, muitas vezes a dor que não é olhada não desaparece — ela se repete.Ela encontra outras formas de existir:...
16/05/2026

Na psicologia, muitas vezes a dor que não é olhada não desaparece — ela se repete.
Ela encontra outras formas de existir: nos relacionamentos difíceis, no medo do abandono, na necessidade excessiva de agradar, na raiva acumulada, na ansiedade constante, no vazio que a pessoa não consegue explicar.

Aquilo que não é elaborado emocionalmente tende a retornar.
Não como castigo, mas como tentativa do próprio psiquismo de pedir cuidado, compreensão e reparação.

A dor ignorada costuma se manifestar em padrões repetitivos:

relações que machucam da mesma forma;

escolhas que levam ao sofrimento;

dificuldade em colocar limites;

sensação de não ser suficiente;

necessidade constante de aprovação;

medo intenso de rejeição ou abandono.

Na visão psicológica, o ser humano muitas vezes aprende a sobreviver antes de aprender a sentir.
Então ele cria mecanismos de defesa:

evita;

silencia;

racionaliza;

finge força;

ocupa-se excessivamente;

cuida de todos, menos de si.

Mas emoções não desaparecem apenas porque foram escondidas.
O corpo sente. A mente registra. O inconsciente comunica.

Por isso, a psicoterapia não busca apenas “tirar a dor”, mas ajudá-la a ganhar significado.
Quando a pessoa consegue olhar para sua própria história com consciência, ela começa a interromper ciclos que antes pareciam inevitáveis.

A dor olhada com acolhimento pode deixar de ser prisão e transformar-se em aprendizado, amadurecimento e reconstrução emocional.

Muitas vezes, o que mais adoece não é apenas o sofrimento em si, mas o fato de ter vivido tudo sozinho, sem validação, sem escuta e sem afeto emocional.

E é justamente aí que a psicologia oferece espaço: um lugar onde a pessoa pode existir sem precisar esconder suas feridas.

Fez sentido?
Estou a disposição.



O narcisismo nem sempre aparece de forma evidente.Muitas vezes, ele se manifesta em comportamentos sutis, relações desga...
15/05/2026

O narcisismo nem sempre aparece de forma evidente.
Muitas vezes, ele se manifesta em comportamentos sutis, relações desgastantes e na necessidade constante de validação.

O comportamento narcisista costuma apresentar características como:

• Necessidade excessiva de admiração e reconhecimento.
• Dificuldade em reconhecer os sentimentos e necessidades do outro.
• Sensação de superioridade ou importância exagerada.
• Manipulação emocional para manter controle nas relações.
• Críticas constantes, desvalorização e comparação.
• Dificuldade em assumir erros ou pedir desculpas sinceras.
• Oscilação entre charme, sedução e frieza emocional.
• Busca constante por atenção, poder ou validação externa.
• Relações marcadas por culpa, confusão emocional e dependência afetiva.

Por trás de muitos comportamentos narcisistas, existe uma fragilidade emocional profunda, escondida por máscaras de controle, grandiosidade ou indiferença.

Reconhecer esses padrões é um passo importante para desenvolver relações mais saudáveis, fortalecer limites emocionais e cultivar o autoconhecimento.


Isabel Nogueira
Psicóloga 🌿




O narcisismo é um padrão de funcionamento emocional e comportamental marcado por uma necessidade intensa de admiração, v...
15/05/2026

O narcisismo é um padrão de funcionamento emocional e comportamental marcado por uma necessidade intensa de admiração, valorização e reconhecimento. A pessoa narcisista costuma ter dificuldade em lidar com críticas, frustrações e, principalmente, em reconhecer verdadeiramente os sentimentos e necessidades do outro.

Embora muitas vezes aparente autoconfiança excessiva, superioridade ou controle, o narcisismo frequentemente esconde inseguranças profundas, fragilidade emocional e necessidade constante de validação externa.

Algumas características comuns do comportamento narcisista incluem:

• Necessidade de atenção constante.
• Sentimento de superioridade ou grandiosidade.
• Dificuldade em sentir empatia.
• Manipulação emocional nas relações.
• Sensibilidade exagerada a críticas.
• Busca de controle sobre pessoas e situações.
• Alternância entre charme e frieza emocional.
• Tendência a culpar o outro pelos próprios erros.

É importante compreender que existe diferença entre traços narcisistas e o Transtorno de Personalidade Narcisista.
Traços narcisistas podem aparecer em diferentes pessoas em alguns momentos da vida. Já o transtorno envolve padrões mais rígidos, persistentes e prejudiciais nas relações, no trabalho e na vida emocional.

O impacto do narcisismo costuma aparecer principalmente nos relacionamentos afetivos, familiares e profissionais, gerando desgaste emocional, insegurança, culpa, ansiedade e dificuldade de estabelecer limites saudáveis.

O autoconhecimento, a psicoterapia e o fortalecimento emocional são caminhos importantes tanto para quem apresenta esses comportamentos quanto para quem convive com pessoas narcisistas.


Isabel Nogueira
Psicóloga 🌿



O narcisismo é um padrão de funcionamento emocional e comportamental marcado por uma necessidade intensa de admiração, v...
15/05/2026

O narcisismo é um padrão de funcionamento emocional e comportamental marcado por uma necessidade intensa de admiração, valorização e reconhecimento. A pessoa narcisista costuma ter dificuldade em lidar com críticas, frustrações e, principalmente, em reconhecer verdadeiramente os sentimentos e necessidades do outro.

Embora muitas vezes aparente autoconfiança excessiva, superioridade ou controle, o narcisismo frequentemente esconde inseguranças profundas, fragilidade emocional e necessidade constante de validação externa.

Algumas características comuns do comportamento narcisista incluem:

• Necessidade de atenção constante.
• Sentimento de superioridade ou grandiosidade.
• Dificuldade em sentir empatia.
• Manipulação emocional nas relações.
• Sensibilidade exagerada a críticas.
• Busca de controle sobre pessoas e situações.
• Alternância entre charme e frieza emocional.
• Tendência a culpar o outro pelos próprios erros.

É importante compreender que existe diferença entre traços narcisistas e o Transtorno de Personalidade Narcisista.
Traços narcisistas podem aparecer em diferentes pessoas em alguns momentos da vida. Já o transtorno envolve padrões mais rígidos, persistentes e prejudiciais nas relações, no trabalho e na vida emocional.

O impacto do narcisismo costuma aparecer principalmente nos relacionamentos afetivos, familiares e profissionais, gerando desgaste emocional, insegurança, culpa, ansiedade e dificuldade de estabelecer limites saudáveis.

O autoconhecimento, a psicoterapia e o fortalecimento emocional são caminhos importantes tanto para quem apresenta esses comportamentos quanto para quem convive com pessoas narcisistas.


Isabel Nogueira
Psicóloga 🌿




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