Katia Matteazzi Psicóloga

Katia Matteazzi Psicóloga Consultório

21/08/2026

Nem toda birra acontece porque a criança quer desafiar os adultos.

Em muitos momentos, ela ainda não encontrou outra forma de expressar o que está sentindo, lidar com uma frustração ou comunicar uma necessidade.

Isso não significa que toda birra deva ser aceita sem limites. Significa que, antes de corrigir o comportamento, vale a pena compreender o que ele está comunicando.

É justamente nesses momentos que a presença dos pais faz diferença.

Quando a criança está tomada pela emoção, ela precisa encontrar no adulto uma referência de segurança: alguém que consiga acolher o que ela sente, sustentar os limites e ajudá-la, pouco a pouco, a encontrar outras formas de lidar com aquilo.

Ser um apego seguro não significa evitar que a criança se frustre ou retirar todos os limites. Significa estar disponível para ajudá-la a atravessar essas experiências, enquanto ela ainda está desenvolvendo recursos para fazer isso sozinha.

Quando olhamos além da reação, encontramos uma oportunidade de acolher, ensinar e fortalecer o vínculo.

O que costuma estar por trás das birras mais difíceis de lidar na sua casa?

Ao longo de mais de 30 anos de atuação clínica, uma certeza sempre me acompanhou: quando uma criança ou um adolescente i...
20/08/2026

Ao longo de mais de 30 anos de atuação clínica, uma certeza sempre me acompanhou: quando uma criança ou um adolescente inicia um processo terapêutico, os pais também fazem parte dessa caminhada.

A participação da família sempre foi essencial.

Nos últimos anos, porém, os desafios da parentalidade se tornaram ainda mais complexos. A sobrecarga, as mudanças sociais e o desejo de educar com mais consciência fizeram surgir uma necessidade cada vez mais evidente: olhar para a parentalidade de forma mais estruturada.

Hoje, diferentes profissionais dedicam seus estudos e sua prática ao apoio das famílias, contribuindo com perspectivas importantes para esse processo.

Na psicologia, esse trabalho é sustentado pelo conhecimento sobre desenvolvimento humano, comportamento, emoções e relações familiares.

Esse olhar permite compreender cada família em sua singularidade e construir estratégias baseadas em evidências científicas.

Mais do que oferecer respostas prontas, a orientação parental busca fortalecer os vínculos.

19/08/2026

Quando falamos sobre limites, é comum confundirmos disciplina com punição.

Mas elas têm propósitos diferentes.

A punição costuma estar centrada na consequência do comportamento.

Já a disciplina busca ensinar, orientar e ajudar a criança a desenvolver recursos para lidar com suas emoções, necessidades e comportamentos.

E isso não significa que os pais não exerçam a autoridade.

Pais são formadores e precisam ocupar esse lugar, estabelecer limites e conduzir situações difíceis, mas não precisam fazer isso por meio do medo, da ameaça ou da punição.

Educar também envolve presença, diálogo e disposição para resolver problemas junto com a criança.

Significa olhar para o comportamento e se perguntar: “O que meu filho está tentando comunicar com isso?”

Validar a necessidade por trás de um comportamento não significa concordar com ele.

É possível acolher o que a criança sente e, ao mesmo tempo, ensinar o que ela precisa aprender.

Da mesma forma, os pais também precisam ser reconhecidos em suas dificuldades.

Educar exige recursos, presença e disponibilidade, e ninguém nasce sabendo como fazer isso.

Mais do que corrigir atitudes, a orientação parental ajuda construir recursos de autoridade e empatia no seio familiar, livrando as atitudes paternas dos seus próprios traumas.

Você, pai e mãe, ao olhar para a sua infância, qual dessas palavras esteve mais presente: disciplina ou punição?

15/08/2026

Quando uma criança busca atenção o tempo todo, é comum pensarmos que ela está apenas querendo ser o centro das atenções.

Mas nem sempre é isso.

Muitas vezes, o que ela realmente procura é sentir que existe uma conexão segura com quem cuida dela.

Na infância a criança que desenvolve juntos aos pais ou outros familiares e cuidadores um apego seguro encontra excelentes alicerces para seu desenvolvimento socioemocional.

Quando uma criança busca atenção o tempo todo, é comum pensarmos que ela está apenas querendo ser o centro das atenções.

Mas nem sempre é isso.

Muitas vezes, o que ela realmente procura é sentir que existe uma conexão segura com quem cuida dela.

Compreender essa diferença pode transformar a forma como enxergamos muitos comportamentos da infância.

Vale a pena refletir: o que o comportamento do seu filho pode estar tentando comunicar?

Compreender essa diferença pode transformar a forma como enxergamos muitos comportamentos da infância.

Vale a pena refletir: o que o comportamento do seu filho pode estar tentando comunicar?

A educação dos filhos, muitas vezes, é apresentada como uma escolha entre dois extremos: ser firme ou ser acolhedor, imp...
13/08/2026

A educação dos filhos, muitas vezes, é apresentada como uma escolha entre dois extremos: ser firme ou ser acolhedor, impor limites ou demonstrar empatia.

Mas a realidade é bem diferente.

A empatia não enfraquece a educação. E os limites não precisam ser sinônimo de rigidez.

Quando pais conseguem acolher as emoções dos filhos sem abrir mão de orientá-los, criam um ambiente seguro para que a criança aprenda a lidar com suas frustrações, desenvolva autonomia e construa relações mais saudáveis ao longo da vida.

Educar não é evitar conflitos. É transformar cada desafio em uma oportunidade de ensinar.

A parentalidade não exige perfeição. Ela convida ao aprendizado, à presença e à construção de vínculos que fortalecem toda a família.

E você, quando precisa corrigir seu filho, sente que tende mais para a empatia ou para a rigidez?

10/08/2026

Seu filho não precisa do seu grito para entender um limite.

O que realmente faz diferença é a forma como esse limite é construído: com clareza, consistência e constância.

Educar não é falar mais alto, é ensinar com segurança.

Você tem dificuldade em colocar limites sem elevar a voz?

Conta aqui nos comentários. 👇

07/08/2026

Use essas frases para incentivar e fortalecer o vínculo com seu filho. ➡️

“Eu acredito em você, está aprendendo.”

“Só é uma dificuldade que não define quem você é.”

“Errar faz parte. Vamos tentar de outro jeito, juntos ?”

“Tenho orgulho do quanto você se esforça, não apenas do resultado.”

“Você é amado em todos dias; nos dias fáceis e difíceis.”

Essas frases podem parecer simples, mas ajudam a construir uma forma mais saudável da criança enxergar a si mesma, suas capacidades e seus desafios.

A autoestima não se constrói em um único elogio, mas nas conversas de todos os dias.

A orientação parental ajuda a tornar essas conversas mais conscientes, acolhedoras e favoráveis ao desenvolvimento emocional dos filhos.

Você sabe quais palavras o seu filho precisa ouvir?

24/07/2026

Você quer acertar a sua carreira, fazer a escolha correta para o seu futuro, mas para isso precisa, antes, responder com clareza a essas três perguntas:

1- Quem eu sou?
2- Quais habilidades eu carrego?
3- Que tipo de vida desejo construir?

Entender e refletir sobre esses pontos evita grandes frustrações.

Se você não sabe como chegar a essas respostas, me envie uma mensagem que te explico!

15/07/2026

A maternidade e a paternidade transformam a vida de um jeito que ninguém consegue explicar completamente.

Falam sobre o amor que nasce, sobre os primeiros sorrisos e as conquistas. Mas quase ninguém prepara você para o cansaço, para as dúvidas, para a culpa que aparece sem convite ou para a sensação de não saber se está fazendo o suficiente.

Criar uma criança não exige pais perfeitos. Exige adultos dispostos a aprender, reparar quando necessário e construir uma relação baseada em vínculo, respeito e presença.

Se você já se sentiu perdido em algum momento da sua jornada como pai ou mãe, saiba que você não está sozinho.

Qual foi a maior surpresa que a maternidade ou a paternidade trouxe para você?

14/07/2026

A decisão de uma escolha profissional não pode ser fundamentada por expectativas dos pais, comparações ou nos próprios sonhos.

A escolha assertiva nasce do encontro entre identidade, habilidade, propósito, realidade e da maturidade emocional.

Escolher por pressão faz que você viva um realidade que pode te trazer angústias, assim como escolher por pressão de uma alta renda ou estabilidade, sem levar em conta os fatores internos.

Que tal viver a experiência de decidir com segurança e tranquilidade?

Descubra como no processo de orientação profissional.

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