Acolha Materna Parental

Acolha Materna Parental Acolhendo sua singularidade!

Hoje, nossa roda de conversa foi atravessada por uma presença muito especial. Ter meu paciente autista compartilhando su...
28/08/2026

Hoje, nossa roda de conversa foi atravessada por uma presença muito especial.

Ter meu paciente autista compartilhando sua história, falando sobre como é ser autista, seus desafios, suas conquistas e o papel da parentalidade em seu processo de amadurecimento até aqui.

Foi um encontro de escuta, respeito e aprendizado. Porque falar sobre autismo também é falar sobre vínculo, acolhimento, autonomia, limites, possibilidades e sobre o quanto uma atuação parental sensível pode favorecer o desenvolvimento sem apagar a singularidade de cada sujeito.

Escutar uma pessoa autista falando sobre sua própria trajetória nos lembra de algo essencial: ninguém melhor do que o próprio sujeito para nos ensinar sobre sua experiência.

Que possamos construir uma parentalidade que não tente moldar a criança para caber no mundo, mas que ofereça segurança e suporte para que ela possa, gradualmente, encontrar seu próprio lugar nele.

Meu carinho e minha gratidão pela disponibilidade, pela confiança e pela coragem de compartilhar sua voz.

Hoje, mais do que falar sobre autismo, nós aprendemos a escutar.

Patricia Lucia Silva .s0ares Greiciane Lucia Silveira Célia Regina pontes Davi Pensador

Paternidade responsável também se aprende.Ser pai é mais do que prover. É estar presente, participar, cuidar, escutar e ...
15/08/2026

Paternidade responsável também se aprende.

Ser pai é mais do que prover. É estar presente, participar, cuidar, escutar e construir vínculo.

Na educação parental e na psicanálise, compreendemos que a presença afetiva também ajuda a construir segurança emocional.

Cuidar não é “ajudar”. É corresponsabilidade.

Que possamos ressignificar o lugar do pai no cuidado e na vida dos filhos.

💭🚨ℹ️🚨💭

O Dia Nacional de Conscientização sobre a Paternidade Responsável é comemorado anualmente em 14 de agosto, conforme estabelecido pela Lei Federal nº 14.623/2023, sancionada em julho de 2023. A data busca alertar a sociedade sobre os direitos e deveres afetivos, morais e materiais na criação dos filhos.

Objetivos da Data:
👉🏽Conscientizar sobre a importância da presença ativa dos pais na vida dos filhos.
👉🏽Reduzir os índices de abandono afetivo e judicialização de pensão alimentícia.
👉🏽Fortalecer os vínculos familiares e o cuidado mútuo.

Vamos continuar essa conversa?

  Vale a pena refletir!
12/08/2026


Vale a pena refletir!

Ser pai é muito mais do que prover. É estar. É participar. É construir vínculo. Na perspectiva psicanalítica, sabemos qu...
09/08/2026

Ser pai é muito mais do que prover. É estar. É participar. É construir vínculo.

Na perspectiva psicanalítica, sabemos que o desenvolvimento emocional de uma criança acontece também na qualidade dos vínculos que ela estabelece. A presença de um pai que escuta, acolhe, sustenta limites e se envolve na vida do filho pode se tornar uma experiência importante de segurança e pertencimento.

Na parentalidade consciente, não buscamos pais perfeitos. Buscamos pais presentes, disponíveis e capazes de reconhecer que também estão aprendendo.

Porque educar também é reparar.
É reconhecer quando erramos.
É pedir desculpas.
É recomeçar.
É permitir que o filho seja quem é, sem precisar carregar expectativas que não lhe pertencem.

Que neste Dia dos Pais possamos olhar para a paternidade para além da ideia de provedor: como presença afetiva, vínculo, cuidado e responsabilidade emocional.

E para aqueles que tiveram uma história paterna marcada pela ausência, pela dor ou pela falta: que também haja espaço para reconhecer essa história, elaborar o que foi vivido e construir novos caminhos.

Ser pai é escolher, todos os dias, ser abrigo e também ponte para o mundo.

Feliz Dia dos Pais! 🌻🫂

Luana Aguiar
Psicanalista e Educadora Parental
Acolha Materna Parental

Na perspectiva psicanalítica, o bebê não nasce apenas para ser alimentado; ele nasce para ser acolhido. Muito antes de c...
07/08/2026

Na perspectiva psicanalítica, o bebê não nasce apenas para ser alimentado; ele nasce para ser acolhido. Muito antes de compreender as palavras, ele experimenta o mundo através do cuidado, do toque, do olhar e da presença de quem o sustenta.

A amamentação pode ser um desses encontros. Mais do que nutrir o corpo, ela pode fortalecer o vínculo, transmitir segurança e ajudar o bebê a sentir que existe um ambiente suficientemente bom para recebê-lo.

Mas é importante lembrar: o que verdadeiramente alimenta o desenvolvimento emocional não é a perfeição da mãe, e sim uma presença real, sensível e possível. O vínculo nasce do encontro, não da cobrança.

Neste Agosto Dourado, que possamos olhar para a amamentação como parte de um cuidado maior: o cuidado que acolhe, sustenta e ajuda um novo ser a descobrir que o mundo pode ser um lugar seguro para existir.

29/07/2026
Refletindo sobre o encontro de hoje, torna-se fácil reconhecer que vivemos em uma cultura que exige rapidez para tudo: r...
27/07/2026

Refletindo sobre o encontro de hoje, torna-se fácil reconhecer que vivemos em uma cultura que exige rapidez para tudo: responder, resolver, produzir e seguir em frente. Muitas vezes, essa mesma lógica invade a maternidade atípica, fazendo surgir a sensação de que precisamos ser fortes o tempo todo, encontrar respostas imediatas e nunca demonstrar cansaço.

Mas a vida emocional não funciona na velocidade das nossas agendas.

A verdadeira agilidade emocional não está em deixar de sentir, mas em desenvolver a capacidade de reconhecer o que acontece dentro de nós sem permanecermos aprisionadas a um único estado emocional. É poder dizer: “Hoje estou cansada, mas esse cansaço não define quem eu sou.” Ou ainda: “Hoje a dor apareceu, mas ela não apaga toda a minha história.”

Neste grupo de mães atípicas, tornou-se evidente o que cada encontro pode oferecer: um espaço onde não precisamos usar máscaras, onde nossas emoções são acolhidas antes de serem julgadas e onde descobrimos que não estamos sozinhas.

Essa tal agilidade emocional nasce justamente desse acolhimento. Quando somos vistas e escutadas, deixamos de gastar tanta energia escondendo nossas dores e passamos a utilizá-la para cuidar de nós mesmas e daqueles que amamos.

Que possamos aprender, dia após dia, que não existe fraqueza em pedir ajuda, nem atraso em respeitar o nosso tempo. Algumas emoções precisam apenas de um lugar seguro para existir. E, quando encontram esse lugar, deixam de ser um peso e passam a fazer parte do caminho de transformação.

Reflexão:

“Talvez o maior sinal de força não seja conseguir suportar tudo sozinha, mas permitir-se sentir, acolher a própria história e continuar caminhando, um dia de cada vez.”

Que venham os próximos encontros!

Com carinho,
Luana Aguiar.

26/07/2026

Antes de tudo, esse vídeo me faz pensar em algo muito presente na clínica: a palavra “mãe” parece atravessar a casa inteira. Ela é chamada o tempo todo. É quem acolhe, organiza, sustenta, responde e, muitas vezes, se torna o ambiente emocional que permite que todos ao redor existam com segurança.

Na psicanálise Winnicottiana, essa função de sustentação é profundamente importante, mas também exige muito de quem a exerce. Ninguém consegue sustentar o outro continuamente sem, em algum momento, precisar também ser sustentado.

Existe uma tendência de enxergar a mãe apenas pelo lugar do cuidado, esquecendo que antes da função materna existe uma mulher, com sua própria subjetividade, seus limites, suas necessidades e sua história. Quando essa mulher não encontra espaços de acolhimento, corre o risco de viver apenas para responder às demandas externas, afastando-se de si mesma.

Talvez seja isso que esse vídeo nos convide a pensar: por trás de toda mãe que cuida, existe alguém que também precisa ser cuidada. E não há fragilidade nisso. Há humanidade.

No fundo, independentemente da idade ou das responsabilidades que carregamos, todos nós conservamos algo da necessidade de encontrar um lugar onde possamos descansar, sermos compreendidos e existir sem precisar dar conta de tudo. É essa experiência de acolhimento que nos fortalece para voltar ao mundo e continuar cuidando, sem perder de vista quem somos.

Pense nisso com carinho 🫂🌻s, nós que exercemos o cuidado diário, também merecemos ser cuidadas.

Luana Aguiar
Psicanalista | Educadora Parental

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Cachoeiro De Itapemirim, ES

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