09/05/2026
Essa confusão de termos — “usuário”, “dependente”, “viciado” — parece pequena, mas ela faz toda a diferença na hora de abordar, acolher e tratar uma pessoa que vive essa realidade. Usuário é quem consome a substância de forma eventual, recreativa ou circunstancial, sem prejuízos significativos na vida pessoal, profissional ou de saúde — embora já esteja numa zona de risco.
Dependente é quem perdeu o controle sobre o uso: não consegue parar por conta própria, mesmo querendo; a droga passa a ser o centro das decisões; há comprometimento severo da saúde física, mental e dos relacionamentos.
Tratar um dependente como se fosse apenas um “usuário sem força de vontade” é cruel e ineficaz. Assim como tratar um usuário como “caso perdido” é um erro grave.
Na Clínica Anjos do Regaste, trabalhamos com acolhimento humanizado, informação técnica e caminhos reais de saída. O primeiro passo é entender o que realmente está diante de você.
🔗 Acesse o link da bio e fale com quem entende do assunto.