28/05/2026
Muitas mães chegam ao consultório dizendo:
“Eu achava que era só ansiedade…”
“Mas parece que tem algo além.”
“E o mais estranho é que eu vejo coisas minhas nele(a).”
A genética, o temperamento, a sensibilidade emocional e até alguns padrões cognitivos realmente podem aparecer em diferentes membros da família.
Mas é importante lembrar:
parecido não significa igual.
Por isso o diagnóstico diferencial precisa ser cuidadoso, humanizado e individualizado.
Nem tudo é “frescura”.
Nem tudo é “falta de limite”.
E nem tudo também precisa virar rótulo.
Às vezes, a criança só está tentando sobreviver a um mundo que a sobrecarrega.
CAEL | Centro de Avaliação Eliane Luna
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