Beatriz A. Canesin M. do Carmo - Psicologia Clinica

Beatriz A. Canesin M. do Carmo - Psicologia Clinica Formada pela PUC de Campinas - SP e pós-graduada em dinâmica dos grupos pela SBDG atuo como Psicó

Nem todo fim chega acompanhado apenas de tristeza.Às vezes, junto com a ausência de alguém, aparece uma sensação inesper...
06/08/2026

Nem todo fim chega acompanhado apenas de tristeza.

Às vezes, junto com a ausência de alguém, aparece uma sensação inesperada de alívio, silêncio ou até de voltar a respirar.

E isso também comunica algo.

Não significa que a pessoa não foi importante. Não significa que não existiu amor ou história.

Significa que talvez aquela relação estivesse exigindo mais de você do que você conseguia sustentar.

Muitas vezes, ficamos presos à ideia de que sentir falta é a única prova de que algo teve valor. Mas existem relações que foram importantes e, ainda assim, deixaram marcas de desgaste, tensão ou afastamento de quem somos.

A paz depois de uma despedida pode revelar aquilo que você não conseguia perceber enquanto tentava fazer dar certo.

Nem sempre o coração sente apenas a perda. Às vezes, ele também reconhece espaço para voltar a existir.

Você já sentiu uma paz que não esperava depois de se afastar de alguém?

Vamos conversar, se você quer compreender melhor o que seus relacionamentos revelam sobre suas necessidades, limites e escolhas, eu posso te ajudar nesse processo.

Blue Valentine mostra algo desconfortável: a gente nem sempre percebe quando começa a se perder dentro de um relacioname...
04/08/2026

Blue Valentine mostra algo desconfortável: a gente nem sempre percebe quando começa a se perder dentro de um relacionamento.

Não é sobre culpa. É sobre consciência.

Se você quer olhar para seus vínculos com mais clareza e perceber padrões que se repetem, eu posso te ajudar nesse processo.

Nem todo relacionamento termina quando acaba.Alguns continuam existindo dentro da gente, não como presença do outro, mas...
30/07/2026

Nem todo relacionamento termina quando acaba.

Alguns continuam existindo dentro da gente, não como presença do outro, mas como memória emocional ativa que influencia escolhas, limites e formas de se relacionar.

Você pode seguir a vida, mas ainda reagir como se estivesse naquela história.

Pode mudar o cenário, mas repetir o padrão. Pode encerrar o contato, mas não encerrar o impacto.

Isso não é fraqueza. É o que acontece quando algo não foi totalmente compreendido e integrado.

Se você sente que repete padrões ou ainda se percebe presa em histórias que já terminaram, eu posso te ajudar a olhar para isso com mais clareza.

O abandono emocional raramente começa de forma evidente.Ele não chega como uma decisão clara, mas como pequenas renúncia...
28/07/2026

O abandono emocional raramente começa de forma evidente.

Ele não chega como uma decisão clara, mas como pequenas renúncias que parecem justificáveis no início.

Você começa deixando de dizer o que sente para evitar conflito.

Depois, passa a ignorar o incômodo para manter a paz.

Em seguida, vai ajustando comportamentos, opiniões e limites para não gerar afastamento.

E quando percebe, já está mais preocupado em preservar a relação do que em se reconhecer dentro dela.

Esse é um sinal silencioso de auto abandono: quando o que você sente começa a ter menos espaço do que o que o outro espera de você.

Não é sobre culpa. É sobre consciência.

Porque, aos poucos, você vai deixando de se escutar, e isso altera a forma como você se posiciona, escolhe e se relaciona.

Relações saudáveis não exigem que você se silencie para continuar pertencendo.

Elas permitem presença, verdade e limite.

Em que momento você percebe que começa a se deixar de lado para evitar perder alguém?

Se você sente que tem se afastado de si nas suas relações e quer reconstruir essa presença interna, vamos conversar, eu posso te ajudar nesse processo.

22/07/2026

Às vezes, o que nos prende em uma relação não é o amor, mas o medo de perder, de ficar sozinho ou de abrir mão do que já conhecemos.

O autoconhecimento nos ajuda a entender o que estamos buscando no outro e o que precisamos aprender a construir em nós.

Porque reconhecer nossas necessidades também é um passo para escolher relações mais saudáveis e conscientes.

Se fez sentido para você e sente que precisa olhar para essas questões com mais profundidade, entre em contato. Posso te ajudar nesse processo.

Se adaptar o tempo todo pode parecer uma forma de manter relações, evitar conflitos ou ser aceito.Mas existe um custo si...
16/07/2026

Se adaptar o tempo todo pode parecer uma forma de manter relações, evitar conflitos ou ser aceito.

Mas existe um custo silencioso nisso: aos poucos, você começa a se afastar de si.

Quando você está sempre ajustando o tom, mudando decisões, silenciando incômodos ou abrindo mão de limites para não gerar desconforto, algo importante vai se perdendo pelo caminho, a sua referência interna.

E, sem perceber, você passa a funcionar mais para caber do que para existir.

O problema é que isso não acontece de uma vez.

Vai acontecendo em pequenas concessões, que parecem inofensivas isoladamente, mas que, somadas, vão apagando a nitidez de quem você é.

Até que chega um momento em que surge a sensação de cansaço, confusão ou até vazio, não porque você não sabe quem é, mas porque passou tempo demais priorizando o que os outros precisavam que você fosse.

Relações saudáveis não exigem que você se abandone para permanecer. Elas pedem presença, não desaparecimento.

Em quais situações você percebe que tem se adaptado mais do que gostaria?

Se você sente que tem se perdido de si nas suas relações e quer reconstruir essa clareza interna, vamos conversar.

Nem sempre o que chamamos de amor foi vivido com segurança.Muitas pessoas aprenderam a se relacionar a partir da adaptaç...
14/07/2026

Nem sempre o que chamamos de amor foi vivido com segurança.

Muitas pessoas aprenderam a se relacionar a partir da adaptação: lendo o ambiente, evitando conflito, se ajustando para não perder o vínculo e silenciando partes de si para manter a relação funcionando.

Isso pode parecer amor, porque existe conexão, história e vínculo emocional.

Mas, por dentro, muitas vezes existe esforço constante para não se desregular dentro da relação. E isso desgasta.

Se você quer compreender seus padrões nos relacionamentos e reconstruir uma forma mais consciente de se vincular, vamos conversar.

Nem sempre as pessoas mudam de forma tão drástica quanto parece.Às vezes, o que muda não é o outro, é o nível de consciê...
10/07/2026

Nem sempre as pessoas mudam de forma tão drástica quanto parece.

Às vezes, o que muda não é o outro, é o nível de consciência com que você passa a enxergar a relação.

Situações que antes eram justificadas começam a fazer mais sentido.

Padrões que eram ignorados passam a ficar evidentes.

E comportamentos que você tolerava começam a gerar desconforto.

Isso não significa que a pessoa se transformou da noite para o dia.

Significa que você deixou de ignorar o que já estava ali.

O autoconhecimento tem esse efeito silencioso: ele tira o véu das narrativas que a gente constrói para sustentar o que, no fundo, já incomodava.

E nesse processo, surge uma pergunta importante: isso mudou… ou eu só finalmente consegui enxergar?

Você já viveu essa virada de percepção em algum relacionamento?

Se você quer entender melhor os padrões que têm influenciado suas escolhas e relações, vamos conversar, eu posso te ajudar nesse processo.

Nem toda solidão é falta de alguém.Às vezes, ela surge quando passamos tempo demais desconectados de nós mesmos, das nos...
09/07/2026

Nem toda solidão é falta de alguém.

Às vezes, ela surge quando passamos tempo demais desconectados de nós mesmos, das nossas necessidades, desejos e emoções.

Existe uma diferença entre estar sozinho e sentir-se abandonado por si.

Antes de preencher todos os espaços com distrações ou companhia, vale a pena se perguntar:

O que essa solidão está tentando me mostrar?

Você acha mais difícil ficar sozinho ou se encontrar consigo mesmo?

Se você sente que está distante de si e quer construir uma relação mais consciente com a sua própria história, vamos conversar. Eu posso te ajudar nesse processo.

Muitas pessoas não estão vivendo.Estão sobrevivendo com excelência.Funcionam.Produzem.Resolvem.Cuidam de todos.Mas segue...
30/06/2026

Muitas pessoas não estão vivendo.

Estão sobrevivendo com excelência.

Funcionam.
Produzem.
Resolvem.
Cuidam de todos.

Mas seguem organizando a vida a partir de estratégias construídas para suportar o que viveram, e não para expressar quem são.

O que chamamos de personalidade, muitas vezes, começou como adaptação.

O que chamamos de força, às vezes, nasceu da necessidade.

O que chamamos de independência, em alguns casos, foi a única forma encontrada para não depender de ninguém.

Sobreviver é uma resposta inteligente.

Mas chega um momento em que continuar repetindo as mesmas respostas deixa de ser proteção e passa a ser prisão.

Nem tudo o que foi necessário permanecerá necessário.

E perceber isso pode mudar uma vida inteira.

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Rua José Paulino, 235 Centro
Campinas, SP
13013000

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