Gabriela Novaes Facundes- Psicóloga Clínica

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Psicóloga | CRP 06/147029
📍Campinas – Barão Geraldo
Neuropsicologia TEA
Pós-graduanda em ABA
Psicologia Junguiana
✨ Escuta, verdade, acolhimento e transformação. Olá, seja muito bem vindo (a) sou Psicóloga clínica e me formei em 2015,ao longo da minha trajetória acadêmica e profissional,venho oferecendo atendimento psicológico,visando o bem estar e saúde mental dos meus pacientes. Sou pós graduada em Psicologia organizacional, tenho como abordagem a Psicologia analítica (Jung) atendo adolescente, adultos,idosos,possuo experiência em terapias para crescimento pessoal,autoconhecimento e resolução de conflitos pessoais e profissionais,através da psicoterapia ajudo pessoas a resolverem os seus anseios,a ver a vida de uma forma melhor e a cada dia se tornarem a sua melhor versão. Eu não sei pelo o que você está passando, mas você não precisa passar por isso sozinho (a) eu estarei aqui para te ajudar.Em nenhum momento você será julgado (a) será muito bem recebido (a) acolhido (a) juntos chegaremos ao seu propósito.- “Conheça todas as teorias, domine todas as técnicas, mas ao tocar uma alma humana, seja apenas outra alma humana.” Psicóloga

CRP 06/147029

São Paulo

04/08/2026

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Filho de peixe, peixinho é🖤🤍😍😜
01/08/2026

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01/08/2026
Escuta,verdade, acolhimento,e transformação ✨
28/07/2026

Escuta,verdade, acolhimento,e transformação ✨

No Big Brother Brasil, o jogo de Ana Paula Renault se estrutura menos em alianças clássicas ou estratégias de voto e mai...
23/02/2026

No Big Brother Brasil, o jogo de Ana Paula Renault se estrutura menos em alianças clássicas ou estratégias de voto e mais em uma dinâmica de desestabilização pela palavra. Trata-se de um jogo discursivo, no qual a linguagem não é usada prioritariamente para argumentar, mas para produzir efeito emocional no outro.
Sua comunicação é direta, confrontativa e frequentemente irônica. Ao invés de entrar no mérito das situações, ela tensiona o campo relacional, tocando em pontos sensíveis como incoerências, fragilidades ou contradições dos adversários. Com isso, desloca o oponente do lugar racional para o afetivo, forçando reações impulsivas. Quem perde o controle emocional, perde também o domínio simbólico da cena.
Esse tipo de estratégia funciona especialmente bem em um reality show porque cria narrativa, conflito e polarização elementos centrais para o engajamento do público. A cena deixa de ser sobre “quem está certo” e passa a ser sobre “quem se sustenta emocionalmente”. Ana Paula, ao manter uma postura segura e verbalmente dominante, frequentemente ocupa o lugar de quem conduz o conflito, mesmo quando está sendo confrontada.
No entanto, esse jogo carrega um risco importante: a linha entre confronto estratégico e violência simbólica é tênue. Quando a desestabilização se torna repetitiva ou excessiva, o público pode passar a perceber a estratégia como agressividade, intolerância ou abuso emocional. Nesse ponto, o capital simbólico acumulado começa a se desgastar.
Psicologicamente, não é um jogo de empatia, mas de poder. A palavra é usada como instrumento de controle do campo emocional do outro, colocando-o em posição defensiva. O embate deixa de ser entre sujeitos e passa a ser entre quem fala e quem reage. Assim, o maior triunfo desse jogo não é eliminar adversários, mas fazer com que eles se revelem fragilizados diante das câmeras.
Em síntese, o jogo de Ana Paula se sustenta na capacidade de provocar, sustentar o conflito e sobreviver a ele com firmeza discursiva. É um jogo arriscado, potente e altamente dependente da leitura do público porque, no fim, quem decide se a desestabilização é vista como coragem ou crueldade não é a casa, mas quem assiste.

Existe uma ideia muito difundida de que interesse precisa virar ação imediata.Que gostar é chegar, insistir, “dar um jei...
09/02/2026

Existe uma ideia muito difundida de que interesse precisa virar ação imediata.
Que gostar é chegar, insistir, “dar um jeito”.
Mas maturidade afetiva não funciona assim.
Maturidade afetiva é perceber quando há abertura
e quando não há.
É compreender que:
falar sem convite pode ser invasivo
insistir pode atravessar
triangulações criam ruído
e nem todo interesse precisa ser verbalizado
Às vezes, o gesto mais respeitoso é não avançar.
Observar.
Respeitar o tempo.
Deixar que o outro também escolha.
Limite não é medo.
Limite é ética relacional.
É saber que vínculo não se constrói pela pressão,
mas pela reciprocidade espontânea.
Quando existe interesse real, ele encontra caminho.
Quando não existe, forçar só cria desconforto.
Maturidade afetiva é sustentar o próprio desejo
sem transformar o outro em objeto de conquista.
E isso não é frieza.
É cuidado com o outro e consigo.🌱

January 2026 🌱
25/01/2026

January 2026 🌱

🜂 Quando um povo perde o nome, o que acontece com a alma?Na psicologia junguiana, o nome não é um detalhe.Ele é um símbo...
18/01/2026

🜂 Quando um povo perde o nome, o que acontece com a alma?
Na psicologia junguiana, o nome não é um detalhe.
Ele é um símbolo de identidade, de pertencimento e de inscrição no mundo.
Quando uma pessoa perde o nome, ela não perde só uma palavra
perde o fio que a liga à sua origem.
No Brasil, milhões de pessoas negras e pardas carregam sobrenomes europeus
não porque essa seja sua raiz psíquica profunda,
mas porque houve uma violência simbólica radical:
o apagamento do nome africano.
Na linguagem do inconsciente coletivo, isso é uma ruptura arquetípica.
Os nomes africanos carregavam clã, território, ancestralidade, função espiritual.
Ao serem substituídos por nomes impostos, ocorreu algo semelhante a um complexo traumático coletivo:
uma identidade obrigada a sobreviver sem espelho.
Quando Jung fala de sombra, ele não se refere apenas ao que é pessoal,
mas também ao que uma cultura inteira não pôde integrar.
A ausência de sobrenomes africanos no Brasil é uma sombra cultural.
Ela não desapareceu , apenas foi empurrada para o inconsciente.
E o inconsciente sempre encontra formas de se expressar:
no corpo,
na sensação difusa de não pertencimento,
na pergunta silenciosa: “de onde eu vim?”
Não é coincidência que tantas pessoas negras ou pardas busquem hoje reconstruir narrativas,
resgatar símbolos,
nomear a si mesmas de outras formas.
Isso não é moda.
É um movimento de individuação coletiva.
Recuperar a história não é voltar ao passado
é permitir que a psique volte a circular onde foi interrompida.
Porque quando um povo perde o nome,
a alma não morre
ela espera.

Verão 💛🩷✨☀️
12/01/2026

Verão 💛🩷✨☀️

Existe uma diferença importante entre observar a sociedade e reduzir a complexidade humana a regras simplistas.É verdade...
12/01/2026

Existe uma diferença importante entre observar a sociedade e reduzir a complexidade humana a regras simplistas.
É verdade que aparência, dinheiro e corpo influenciam oportunidades.
Mas transformar isso em leis absolutas diz menos sobre o mundo e mais sobre a história emocional de quem fala.
Quando alguém afirma que:
pessoas “feias” são rejeitadas por definição
mulheres precisam se moldar a um único padrão
homens “de valor” desejam apenas um tipo específico de corpo
não está fazendo análise social, está organizando a própria dor.
A experiência pessoal vira lente única.
E a lente vira regra.
O problema desse tipo de discurso não é só a generalização.
É o efeito que ele produz:
culpa, vigilância constante do corpo, medo de não ser suficiente e relações baseadas em performance, não em presença.
Beleza pode abrir portas.
Mas não sustenta vínculos.
Não constrói intimidade.
Não cura feridas antigas.
Reduzir o humano a estética e status é uma forma sofisticada de desespero não de força.
Talvez a pergunta não seja
“quem é bonito o suficiente?”
mas
“quem precisou acreditar nisso para continuar existindo?”

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