Desvendar-se

Desvendar-se Desvendar(s) é escolher caminhar para o encontro consigo mesmo e com o outro, a partir do autoconhe

Temos como missão auxiliar na promoção do auto-conhecimento e da felicidade autêntica, prestando apoio a todos aqueles que querem dar o melhor de si para a vida, deixando assim sua marca no mundo. Temos como foco o respeito à individualidade e liberdade, buscando realizar nosso trabalho de forma justa, humana, acolhedora.

Mais um post da série "estou mais querendo saber sua opinião do que trazer o que penso" - mas que vou comentar mesmo ass...
13/03/2023

Mais um post da série "estou mais querendo saber sua opinião do que trazer o que penso" - mas que vou comentar mesmo assim pois acho justo 😅

Se eu fosse dar um "título" pro tema atual que rondou na minha cabeça é algo na linha de "Afinal, tecnologia é amiga ou vilâ?"
Pra começo de conversa, obviamente eu acredito que não é nem vilã nem totalmente amiga. É uma ferramenta que, como tudo na vida, depende de como (e quanto) é utilizada.
O que me preocupa nela é a possibilidade de substituição do “humano” que, aos poucos, pode nos conduzir a um estado cada mais desconectado e “automático”, com cada vez menor capacidade de lidar com frustrações e mais imediatismos - entre outros efeitos ainda a serem percebidos...
O que me alegra é a possibilidade de unir o distante, aproximar relações; oportunidades de encontros que de outra maneira seriam impossíveis.
A rapidez da informação também é algo que me alegra mais do que preocupa (mesmo que a quantidade e a forma como muitas vezes está disponível me deixa meio assustada).
Não gosto muito também do tempo de dedicação a esses aparelhos e "apps" todos, um tempo que dá a sensação de ser cada vez maior. Porém, também é verdade que são muitos os aparelhos e apps que ajudam, apoiam e até guiam em vários momentos e questões importantes que passamos (guiando no sentido não apenas prático mas também emocional).
Com isso, é forte em mim um lado que observa.
Observa a minha parte que usa. Observa os usos que vejo à minha volta.
E busca colocar atenção às mudanças que vão chegando.
Nem sempre sem julgar (apesar de tentar).
Essa é uma questão pra você?

"Teria sido mais fácil se...” “Teria sido melhor se...” ⠀Com certeza você já teve pensamentos como esses em algum moment...
05/03/2023

"Teria sido mais fácil se...”
“Teria sido melhor se...” ⠀

Com certeza você já teve pensamentos como esses em algum momento da sua vida. ⠀
Seria mais fácil se tivesse outro emprego, se não tivesse cachorros, se não tivesse filho, se tivesse mais dinheiro...

Seria mais fácil se eu tivesse agido diferente no outro dia, se não tivesse casado com fulano, se as pessoas fossem diferentes, se.... um bilhão de coisas (preencha como quiser)⠀

O ponto é que esse tipo de pensamento que não leva a nada. Não agrega e ainda joga minha energia vital no ralo. Pois pode até ser que teria sido mais fácil, mas não seria melhor.

Isso porque você não seria quem é hoje. A pessoa que está aqui, lendo esse texto, seria outra, completamente diferente - e ouso dizer que, inclusive, essa outra pessoa seria alguém que você não gostaria (também?)

Em resumo: não resolve. Vira um ciclo sem fim.

Nesses momentos preciso reconhecer que estou na minha criança criando fantasias. Preciso reconhecer que estou fugindo, sendo imaturo. E se se estou fugindo, tem algo ali.

Me abraço e, ao mesmo tempo, questiono o motivo buscando lidar com ele. E depois – bom, daí você respira e na hora que vier o “depois” você lida.
Abração!

Esther Perel é autora de um livro muito bom chamado "S**o no Cativeiro". No livro e nessa palestra ela comenta sobre a q...
04/03/2023

Esther Perel é autora de um livro muito bom chamado "S**o no Cativeiro". No livro e nessa palestra ela comenta sobre a questão de desejo e s*xualidade em relações de longa duração.

In long-term relationships, we often expect our beloved to be both best friend and erotic partner. But as Esther Perel argues, good and committed s*x draws on two conflicting needs: our need for security and our need for surprise. So how do you sustain desire? With wit and eloquence, Perel lets us i...

02/03/2023

O senso comum leva à compreensão equivocada de conceitos como 'homem cordial', de Sérgio Buarque de Hollanda, e 'banalidade do mal', de Hannah Arendt

Qual o limite entre individual e coletivo? Até onde vai minha liberdade – e qual o grau de impacto de cada ação individu...
26/02/2023

Qual o limite entre individual e coletivo?
Até onde vai minha liberdade – e qual o grau de impacto de cada ação individual?
Uma parte minha f**a incomodada com o fato de que não há uma medida muito certa, mas justamente por isso é uma pergunta que acabo mantendo sempre em mente.
Isso porque quero lembrar, todo tempo que for possível, que não vivo sozinha. Que minhas ações, pensamentos, hábitos impactam e refletem sim, no outro.
E não apenas no “outro” mais direto, mais perto. Muitas vezes nossas ações podem refletir em pessoas que não temos nem ciência – e não é preciso ser alguém famoso pra isso.
Questões coletivas e sociais também entram nessa categoria. Nem tudo é como eu gostaria que fosse. É preciso coragem e vontade pra ver o real e aceitar o que se tem, pra reconhecer nas minhas ações o que está, no mínimo, estranho, incoerente e - porque não? - errado.
E depois de visto, poder decidir qual passo ou posição posso tomar.
Enfim, esse post hoje é mais um esforço de trazer uma inquietação e menos uma proposta de caminhos.
Abs!

A questão de liberdade e responsabilidade tem sido um tema recorrente ultimamente nas sessões. Muitas vezes, mesmo na id...
19/02/2023

A questão de liberdade e responsabilidade tem sido um tema recorrente ultimamente nas sessões.
Muitas vezes, mesmo na idade adulta, nos deparamos como pela primeira vez com o que "posso". Com a consciência de que a permissão vem de mim e não de fora.
E esse poder pode ser embriagador, prazeroso - e consequentemente também destrutivo.
Porém, não é porque me deparo com o "posso", que "faço.
E em seguida sempre vem a pergunta: como é possível então rejeitar aquilo que quero sem ser tirano comigo? Como ser responsável e dizer "não" a um desejo que não faria bem (seja a mim ou ao outro que está comigo e sou co-responsável)?
Novamente aqui a chave é a consciência.
Reconhecer o que quero, de verdade, sem mentir pra mim.
Reconhecer o preço real que custaria cada movimento (tanto o sim quanto o não e o "não sei").
Reconhecer que, sendo adulto e com um ego formado, sou eu a autoridade perante a minha vida e quem decide por mim. Esse papel não é da religião ou da norma externa - elas existem apenas como "balizadores", mas no fundo a decisão é sempre minha. E é aí que mora a liberdade e a beleza dela.
Eu posso dizer um mesmo "não" de lugares internos completamente diferentes.
E o efeito dessa diferença não tem preço.

Uma coisa bem difícil de sentir é a sensação de estar arrastando o mundo enquanto anda. Quando tudo parece pesado demais...
12/02/2023

Uma coisa bem difícil de sentir é a sensação de estar arrastando o mundo enquanto anda. Quando tudo parece pesado demais, cansativo demais, ou até mesmo doloroso demais. Parte dessa percepção vem da sobrecarga gerada pela quantidade de decisões e tarefas, além de todas as responsabilidades presentes na vida. Mas, essas situações só são responsáveis por uma pequena parcela do problema. Boa parte do peso, e a causadora da angústia de verdade, é a carga emocional. Principalmente quando parece que o fardo nunca f**a mais leve.

É praticamente uma punição, não é mesmo?

Junto com esse sentimento costuma vir o desejo de se livrar logo disso, da maneira que for, às vezes mesmo em detrimento próprio. Sendo assim, existem várias maneiras diferentes pelas quais escolhemos, mesmo que inconscientemente, para lidar com a situação. Seja ela compensando de alguma forma, resolvendo a questão, “esquecendo” do problema, se livrando de qualquer jeito, ou até mesmo sofrendo. Pode parecer loucura, mas o número das vezes em que tentamos resolver esse problema nos punindo ou sofrendo é enorme.

Você percebe quando escolhe esse caminho? Quando se coloca nesse lugar?

Ter consciência disso é bem importante. Sem ela não assumimos responsabilidade por nossa posição e continuamos seguindo em frente pelo mesmo caminho, sem perceber o que estamos fazendo conosco.

Para mudar é preciso saber, inclusive, onde é que estamos enroscados. Afinal, se não temos um ponto de partida, não teremos um ponto de chegada. Não adianta correr obstinadamente em qualquer direção apenas pela sensação de estar pelo menos tentando. Isso pode até aliviar no começo, mas não resolve. Concorda?

Quando nos sentimos sem saída, tudo o que precisamos  para nos mover em meio a toda essa desesperança que nos acomete,  ...
05/02/2023

Quando nos sentimos sem saída, tudo o que precisamos para nos mover em meio a toda essa desesperança que nos acomete, é mudar a nossa perspectiva, ou seja, o modo como analisamos situações presentes e até mesmo passadas.
Mesmo que só por um momento.
E vamos precisar de apenas um instante, só com nós mesmas, para buscar a coragem de nos permitir PARAR e sentir o ar entrando e saindo do nosso corpo. E então olhar para dentro e PERMITIR que a nossa capacidade de ver a situação sob outro ângulo,chegue.
O que precisamos de verdade é CONFIAR.
Ela se apresentará em um olhar diferente, sugerindo um caminho novo e nunca imaginado, e que, ao olharmos com atenção, se expande e cresce.
Ao invés de nos exigir uma conclusão, basta a gente saber que, mais alguns pontos à frente, dando seguimento ao cotidiano, o novo caminho vai tomando forma, sem esforço. As respostas chegam ao nosso alcance como o orvalho que se deposita na natureza aos primeiros raios de sol em uma manhã fresca
É bom lembrarmos que, às vezes, o que precisamos é só recuar, dar passos para trás e revisitar um caminho já explorado.
O importante é lembrar de confiar no caminho que está fazendo e que ele no fundo sempre foi a melhor escolha para nossa vida. Acreditar que a mudança já está acontecendo e que é possível quando fazemos tudo o que somos capazes e da melhor forma neste exato momento.
Viver e buscar aprendizados sobre nós mesmas é a inspiração essencial para nossa vida, sendo assim, reconhecer as nossas necessidades, e quais passos nos são possíveis (não só os desejados) é tanto um bom começo como também uma boa parte do caminho.
Então me conta: o que você acredita que dá conta hoje?
E do que tem dado conta nos últimos tempos, de verdade?
Já pensou nisso?!
Conta aqui pra mim, estou curiosa para saber.

E para você que quer saber mais sobre o tema, eu tenho um convite especial!
Clique no link da minha bio e conheça mais sobre o meu novo programa de desenvolvimento pessoal exclusivo para mulheres: “Eu Escolho Mudar”. Um lugar de acolhimento e de crescimento, onde guiarei você em uma linda jornada de autodescoberta e transformação.

E não esquece de aproveitar e treinar o seu “dar conta por hoje”, combinado?

Abraço - e f**a bem!
Alessandra

"O que vale a vida valer a pena?"Como você responderia isso? A resposta, no geral, não é a mesma para todos. O que é ess...
10/01/2023

"O que vale a vida valer a pena?"

Como você responderia isso? A resposta, no geral, não é a mesma para todos. O que é essencial pra você? O que te motiva e faz seu dia brilhar?

E como você pode ter mais disso?
Deixa aqui suas ideias - quem sabe a sua pode influenciar e dar ideias a alguém.
T**a?

A pessoa, enquanto ser humano, é um sistema complexo que funciona dentro de uma dinâmica. Quando estou debilitado num as...
13/12/2022

A pessoa, enquanto ser humano, é um sistema complexo que funciona dentro de uma dinâmica.

Quando estou debilitado num aspecto (como por exemplo o psiquico/emocional) a tendência é também se debilitar em outro (como no corpo), ou um tentar compensar um com o outro como forma de buscar o equilíbrio.

Nesse aspecto cuidar do corpo é sim, essencial. Sono, alimentação, exercício físico, respiração, lazer são coisas fundamentais pra vida e tem um papel indispensável na mudança. Se não tenho um mínimo de energia disponível pra vida, muitas vezes não é possível sustentar olhar pra dor e encarar o processo.

A base de tudo é: comer direito, dormir direito, respirar direito. Onde falta? É possível fazer algo a respeito?

Olá pessoal! Nessa quinta tem palestra e vou falar sobre “Os males de amar demais”. 📝 Se você já se viu em situações ond...
10/10/2022

Olá pessoal!

Nessa quinta tem palestra e vou falar sobre “Os males de amar demais”.

📝 Se você já se viu em situações onde fez de tudo para o outro e nada resolveu.

📝 É recorrentemente rejeitado em suas tentativas de relacionamento, mesmo amando e se entregando bastante.

📝 Tem a tendência a insistir onde não há mais esperança (ou até mesmo de desistir antes mesmo de tentar)

❤️ Se disse sim pra algum destes pontos acima (ou viveu algo parecido), essa palestra é pra você.
Bora?!

🕣 Nos vemos dia 13/out, quinta, às 19:30.

🗣️ Marque na agenda e convide um amigo! (link na bio)

Endereço

R. Pedro Santucci
Campinas, SP
13092228

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