Raquel Alves - Psicóloga

Raquel Alves - Psicóloga Psicóloga e supervisora Clínica e Hospitalar, Cofundadora do Flor de Cerejeira Instituto de Psicologia; Esp.Psico Hosp; Esp.Luto e Cuidados Paliativos.

Atua principalmente nos seguintes temas: relações familiares, cuidados paliativos, morte e lutos. Psicóloga, Especialista e Mestranda em Cuidados Paliativos; Aperfeiçoamento Psicologia Hospitalar; Aprimoramento-Teoria do Apego e Especialização em LUTO.

 ❤️ [ BEABA CAMPING 🐻⛺️🎣🐴 ]Há experiências que informam…e há aquelas que transformam.Em Agosto de 2025, tive o privilégi...
16/04/2026

❤️

[ BEABA CAMPING 🐻⛺️🎣🐴 ]

Há experiências que informam…
e há aquelas que transformam.

Em Agosto de 2025, tive o privilégio de entrar para o BEABA e fazer parte do “BEABA CAMPING” 🐻⛺️❤️

O Beabá pra quem não conhece, é uma ONG que desmistifica o câncer e outras doenças com leveza, clareza e humanidade — tornando o difícil mais possível de ser compreendido, vivido e ressignificado. É um espaço que nasce da coragem de falar sobre o que, muitas vezes, silenciamos.

E foi dentro desse propósito que vivi o meu primeiro Beabá Camping. ⛺️😍

Uma iniciativa que vai muito além de um acampamento.

É um convite à vida.
Um respiro fora do ambiente hospitalar.
Um lugar onde crianças e adolescentes em tratamento oncológico podem, simplesmente, ser crianças.
Onde o aprendizado acontece com afeto, com troca, com riso… e com muita verdade.❤️🙌

Foram dias intensos, cheios de presença.
De encontros que atravessam.
De olhares, cheiros” e abraços que ensinam mais do que qualquer palavra.

Eu cheguei para contribuir…
mas saí profundamente transformada. 🥹😍

Minha profunda gratidão à Simone Mozzilli, idealizadora desse projeto tão necessário e potente — e a todos os envolvidos no Beabá. Cada voluntário, cada profissional, cada amigo que doa seu tempo, sua escuta e seu cuidado torna tudo isso possível. Existe muito amor sustentando esse projeto.❤️

E se esse relato, toda esta experiência de alguma forma, tocou você…EU te faço um convite:

Se aproxime. Conheça. Apoie o BEABA!

Projetos como o Beabá só continuam existindo porque existem pessoas dispostas a sustentar o que realmente importa.🙌

E sabia que VOCÊ pode se Tornar um sócio doador?

Tornar-se um sócio doador é uma forma concreta de fazer parte dessa rede de cuidado, de ampliar esse impacto e de garantir que mais crianças, adolescentes e famílias possam viver experiências como essa. 🐻❤️

Toda ajuda importa. Toda ajuda chega. Toda ajuda transforma. 🙏🏻❤️

Vem com a gente?!! 🤩🐻❤️

Na minha bio tem o link do BEABA ❤️

[ EU ESCREVO PRA VOCÊ EM UM TEMPO…]Eu escrevo pra você em um tempoem que a comunicação era feita em papel.Ora branco,ora...
02/04/2026

[ EU ESCREVO PRA VOCÊ EM UM TEMPO…]

Eu escrevo pra você em um tempo
em que a comunicação era feita em papel.

Ora branco,
ora amarelado pelo passar dos dias,
dobrado com cuidado,
guardado em um envelope,
postado —
e entregue muito depois.

Eu escrevo pra você em um tempo
em que as palavras eram soltas,
e a emoção, vívida.

Um tempo em que o afeto
não precisava de pressa,
porque se sustentava
na espera.

Eu escrevo pra você em um tempo
em que a distância era concreta,
mas a presença
era imaginada com força suficiente
para aquecer.

Até que, um dia,
entre palavras,
veio a imagem.

Uma fotografia
em preto e branco —
silenciosa,
mas suficiente
para dar contorno
ao que antes
era só sentir.

Eu escrevo pra você em um tempo
em que a aproximação
não se dava pelo corpo,
mas pela fantasia doce
de te pensar perto.

Eu escrevo pra você em um tempo
que não é só passado —
é estado.

Porque há histórias
que o tempo não leva.

Elas permanecem,
como cartas guardadas,
habitando em silêncio
quem aprendeu a amar.

❤️
————————————————-
Raquel Alves, 01/04/2026


Essa poesia nasce de uma escuta terapêutica, e do privilégio de escutar o amor que nasceu na escuta e na escrita. 🫠

[“Talvez o verdadeiro empoderamento de uma mulher não esteja em ser forte o tempo todo, mas em se permitir ser humana — ...
23/03/2026

[“Talvez o verdadeiro empoderamento de uma mulher não esteja em ser forte o tempo todo, mas em se permitir ser humana — acolher suas dores, suas fragilidades e, ainda assim, descobrir novas formas de seguir.” Raquel Alves ]

Na ultima sexta-feira (20/03), tive a honra de conduzir duas rodas de conversa sobre empoderamento feminino com mulheres 60+”,no Núcleo de Igualdade Social, uma instituição beneficente que realiza um trabalho profundamente humanizado, oferecendo suporte e acolhimento na esfera biopsicossocial a pacientes com diagnóstico de câncer e seus familiares.

Ali,o cuidado acontece de forma integral: oficinas, movimento,escuta,presença,um olhar que enxerga o ser humano para além da doença.E foi nesse espaço que encontrei histórias que me atravessaram…

Mulheres que chegam,muitas vezes,sustentando a ideia de que precisam ser fortes o tempo todo,mas que, pouco a pouco, vão se permitindo mostrar suas fragilidades, suas dores, suas vulnerabilidades.
E que potência existe nisso.

Não foi possível falar de empoderamento sem olhar para toda a construção de vida dessas mulheres —
suas histórias, suas perdas, suas travessias…
tudo aquilo que as constitui.Porque empoderamento, aqui, não é sobre dureza. É sobre humanidade.

É sobre reconhecer que existe coragem em seguir,
mas também em sentir. Que existe força, sim, mas também existe beleza em se permitir ser frágil.

Saí profundamente tocada por cada história,
por cada partilha, por cada silêncio cheio de sentido.

E com a certeza de que, quando uma mulher se sente acolhida em sua inteireza, algo muito bonito acontece:
ela começa, no seu próprio tempo, a se reconstruir.

E deixo aqui um agradecimento muito especial pelo convite que me foi feito por Mike Carnieli, psicólogo da instituição, e por Maria, assistente social.

Me senti profundamente lisonjeada e honrada por conduzir essas rodas.

Levo comigo um desejo sincero de retornar outras vezes, para seguirmos abrindo espaços como esse —
acolhendo, compartilhando e atravessando, juntas, temas tão importantes e necessários. 🙏🏻❤️

Gratidão pelo 🎁💝

✨ Agora me diga: Você também acredita que a vulnerabilidade faz parte da força? Me conta aqui nos comentários!

23/03/2026

[ Entre um domingo e outro…]

a vida não para —
ela continua, às vezes em silêncio,
às vezes no cansaço,
às vezes tentando só… se reorganizar por dentro.

Nem tudo precisa estar resolvido.

Algumas coisas só precisam de tempo,
de espaço,
de um pouco mais de gentileza com você mesma.

Hoje eu li um poema que me atravessou —
e talvez ele também encontre algo aí em você:

“Mansa, leve, inteira

No espaço curto do tempo,
me perdi.
Feri batalhas,
ergui muralhas,
joguei-me no chão.

Já era verão.
O sol me cegava,
matando-me aos poucos,
sem marca, limite ou razão.

Pudera sair
sem explicação,
caminhar longínqua
na estrada,
na pista,
contramão.

Daria para deixar
resquícios de poeira,
um solo à beira-mar,
sem náufrago,

mansa, leve, inteira.”
(Juliana Batista, Escrevendo Memórias e Poesias)

Que a sua semana comece com mais presença.

A gente se encontra no próximo domingo 🌹

[ Cuidar é um ato coletivo, e ninguém sustenta o cuidado sozinho ] 🦋Entre os dias 11 e 14 de março de 2026, participei d...
19/03/2026

[ Cuidar é um ato coletivo, e ninguém sustenta o cuidado sozinho ] 🦋

Entre os dias 11 e 14 de março de 2026, participei do 12º Congresso Latino-Americano e do 11º Congresso Brasileiro de Cuidados Paliativos.

Um encontro potente, que reuniu diferentes profissionais da saúde, todos conectados por um propósito em comum: o cuidado. 🙌

Os cuidados paliativos buscam promover qualidade de vida a pessoas com doenças ameaçadoras da vida, considerando dimensões físicas, emocionais, sociais e espirituais, com olhar atento ao paciente e à sua família.

Com o tema “Tecendo laços de união em cuidados paliativos na América Latina: a importância do trabalho em rede”, o Congresso reforça que ninguém cuida sozinho. 🫂🥰

Um dos pontos mais marcantes dessa experiência foi ter cinco trabalhos expostos, fruto de muito estudo, prática e parcerias.

Agradeço a todos que caminharam comigo: Dr. Renan Gianotto, Dr. Christian Ito, Simone Mozzilli (BEABA), as psicólogas Vanessa Karam, Veronica Andrade, Paula Bertolli, Flávia dos Santos e Luciana Otero, e ao querido enfermeiro Joaquim Vieira Filho.

Para além do conhecimento, reencontrar pessoas queridas, referências e colegas de jornada tornou tudo ainda mais especial. 🥰

E para completar toda esta experiência… o congresso nos traz novas amizades, que entrelaçam conhecimento, risadas, afeto…seguiremos juntinhas: Fer e Gabi 💕

Grata por todos estes dias “clube da sombrinha” ☂️❤️

Foram dias intensos de trocas, aprendizados e também de leveza, com momentos de celebração, encontros e presença. 📚📑

E ainda teve tempo de sair e estar com pessoas especiais para mim: meu irmão Buda, Jú e Xande…amei estar com vcs! ❤️

Saio com o coração cheio e a certeza de que o cuidado só acontece, de fato, quando há escuta, conexão e presença.🙏🏻🥰

Seguimos tecendo juntos. ❤️🙏🏻

Já me preparo, com alegria, para o próximo congresso latino-americano daqui 2anos em Punta del Este. 🇺🇾

[ MUITO ALÉM DO 8 DE MARÇO ] O Dia Internacional da Mulher é simbólico.Mas a realidade das mulheres não cabe em uma data...
05/03/2026

[ MUITO ALÉM DO 8 DE MARÇO ]

O Dia Internacional da Mulher é simbólico.
Mas a realidade das mulheres não cabe em uma data.

Não é sobre flores.
É sobre dignidade.
É sobre justiça.
É sobre humanidade.

Oficializado pela Organização das Nações Unidas na década de 1970, o 8 de março nasce das lutas de mulheres trabalhadoras do início do século XX, que reivindicavam condições dignas de trabalho, direito ao voto e igualdade de direitos.
Essa data surge da resistência — não da celebração vazia.

E então, precisamos perguntar:
que MULHER estamos celebrando?
E o que, de fato, temos a comemorar?

Vivemos em um país onde os índices de feminicídio seguem alarmantes.
Onde a desigualdade salarial ainda é realidade.
Onde cargos de liderança continuam sendo questionados quando ocupados por mulheres.
Onde a maternidade é julgada — e a não maternidade também.
Onde o corpo feminino ainda é tratado como objeto.

Ainda somos interrompidas.
Ainda precisamos provar competência.
Ainda nos exigem força constante — mas raramente nos permitem humanidade.

Ser mulher é atravessar múltiplas camadas:
é ser profissional, mãe ou não mãe, filha, irmã, amiga.
É existir sob expectativas permanentes.
E, ainda assim, continuar sendo potência.

Somos pensamento crítico.
Somos construção.
Somos presença política, científica, espiritual e afetiva.
Somos as que vieram antes e abriram caminhos.
Somos as que sustentam agora.
Somos as que ainda virão.

Este não é um texto apenas para mulheres.

Respeitar mulheres não é gentileza.
É princípio.
Não é favor.
É justiça.

O 8 de março é memória.
Mas o compromisso precisa ser diário.

Não queremos apenas homenagens.
Queremos respeito.
Equidade.
Segurança.
Escuta.

Muito além de uma data, queremos humanidade.

Raquel Alves 🌹

[ SOBRE AMOR, MATERNIDADE E LUTOS INVISÍVEIS ]O luto  não pode ser medido.  Ele não pode ser comparado.  Porque toda dor...
27/02/2026

[ SOBRE AMOR, MATERNIDADE E LUTOS INVISÍVEIS ]

O luto não pode ser medido.
Ele não pode ser comparado.
Porque toda dor é singular. Toda experiência de perda é única.

Mas existem lutos que, além de doerem, também são invisibilizados.
Lutos que não são nomeados.
Não são legitimados.
Não são acolhidos socialmente.

Esse luto tem um nome.

O psicólogo e pesquisador Kenneth J. Doka denominou esse fenômeno como luto não reconhecido — aquele que não é validado socialmente, que não recebe permissão para existir abertamente, e que, por isso, muitas vezes precisa ser vivido em silêncio. Em sua obra Disenfranchised Grief: Recognizing Hidden Sorrow, ele nos lembra que nem toda perda é autorizada a ser chorada, embora seja profundamente sentida.

É nesse lugar que vivem muitas mulheres.

A mulher que desejou engravidar e não conseguiu.
A mulher que tentou inúmeras vezes e precisou lidar com a ausência.
A mulher que, por circunstâncias da vida, não pôde ser mãe.
A mulher que escolheu não ser mãe, mas ainda assim precisou enfrentar julgamentos, invalidações e violências simbólicas.

Ao ouvir a fala de Solange Couto no Big Brother Brasil, afirmando que uma mulher não se torna mãe porque não sabe amar, é impossível não reconhecer o impacto de uma frase como essa sobre tantas histórias atravessadas por esse luto invisível.

Porque essa fala desconsidera a complexidade da existência humana.
Desconsidera limites do corpo.
Desconsidera escolhas legítimas.
Desconsidera dores silenciosas.

A maternidade não é régua de amor.
O amor não se restringe à experiência de gerar um filho.

Existem mulheres que amaram filhos que nunca puderam segurar.
Existem mulheres que amam profundamente sem nunca terem sido mães.
Existem mulheres que transformam o mundo através do cuidado, da escuta, da presença e daquilo que constroem todos os dias.

Se você carrega esse luto — reconhecido ou não — saiba:
o que você sente é legítimo.
sua dor merece espaço.
e o seu amor nunca esteve, nem estará, em falta.

Com respeito e acolhimento,
Raquel Alves 🌹

[ Há dores que precisam apenas de um lugar seguro para existir…]Hoje, retorno.Retorno não apenas ao trabalho,  mas ao lu...
23/02/2026

[ Há dores que precisam apenas de um lugar seguro para existir…]

Hoje, retorno.

Retorno não apenas ao trabalho,
mas ao lugar onde as histórias encontram espaço,
onde o silêncio também fala, e onde cada encontro carrega a potência de um recomeço.

As férias foram um tempo de pausa.
Pausa que nutre.
Que silencia o ruído.
Que devolve presença.

Um tempo de voltar para dentro,
para que agora eu possa voltar ao outro
com mais inteireza, escuta e verdade.

Reabrir esse espaço é, para mim, um gesto de compromisso com aquilo que é mais humano:
sustentar processos,
acolher travessias,
testemunhar dores,
e também os nascimentos internos
que acontecem, muitas vezes, em silêncio.

Aos meus pacientes, minha profunda gratidão
pela confiança de permitir que eu caminhe ao lado de vocês em territórios tão íntimos.

Aos que chegam, e aos que permanecem por aqui,
sejam bem-vindos.

Este é um espaço onde nada precisa ser apressado.
Onde cada um pode, no seu tempo, tornar-se quem é.

Eu retorno diferente.
Mais silenciosa por dentro.
Mais inteira.
Mais presente.

E pronta, mais uma vez,
para acolher tudo aquilo que pede escuta.

Meu trabalho é caminhar ao lado de quem perdeu alguém — até que a dor deixe de ser abismo
e se torne ponte.

Com carinho,
Raquel Alves 🌹

02/02/2026

[ ONDE O CUIDADO FAZ MORADA]

Olá! Sejam muito bem vindos. 🌸

Começo o mês, o ano com esta linda poesia da minha amiga, trazendo palavras que me acompanham ao longo do meu trabalho…elas me lembram que cuidar não é correr, é estar.
É sentir a textura do chão,
sem perder a coragem de voar.

Aqui não existe pressa para ser forte.
Existe espaço para ser inteiro.
Para duvidar, cansar, recomeçar.
E permitir que o amor nos encontre, até nos dias mais silenciosos.

Se você já caminha comigo, seja bem-vindo de volta.
Se você chega agora, que se sinta em casa.
Este é um lugar de escuta, vínculo e presença.

A poesia citada no vídeo é da minha amiga e também psicóloga Juliana Batista, do livro Lisbela – escrevendo memória e poesia. ❤️

Que esta poesia possa te abraçar, te acolher.

Obrigada por estar aqui, por confiar, por caminharem comigo. 🙏🏻

👉E me conta: o que você deseja que more em você neste ano?

Com carinho,
Raquel Alves 🌹

[ REFÉNS DO LUTO ] O dia de finados se aproxima, e com ele um turbilhão de sentimentos e emoções tomam conta de todos nó...
31/10/2025

[ REFÉNS DO LUTO ]

O dia de finados se aproxima, e com ele um turbilhão de sentimentos e emoções tomam conta de todos nós. Por muitas vezes nos tornamos “reféns do luto”, deixando que a dor e sofrimento ocupe todos os espaços,impedindo o movimento da vida. É quando acreditamos que viver,sorrir ou recomeçar é sinal de esquecimento.Mas o amor verdadeiro não exige prisão, ele pede continuidade.
No entanto, é preciso lembrar que, o luto é um processo,e não um conjunto de fases a serem cumpridas, nem algo que precise ser “superado”, ele precisa ser suportado. E ser suportivo significa aprender a conviver com a ausência, assimilar, acomodar e integrar a perda, permitindo que a dor encontre um novo lugar dentro de nós.

Quando nos permitimos viver o luto com acolhimento, ele se torna um caminho de restauração e reconexão com a vida.Não se trata de esquecer quem partiu,mas de seguir com o amor dentro da vida que continua.

Nos “soltarmos”deste lugar enquanto “reféns do luto”, é dar legitimidade a toda dor sentida e vivida. E quando falo em “soltar”,não me refiro a abrir mão da lembrança ou do vínculo.

Soltar é permitir-se viver o luto em sua inteireza.

É liberar o que precisa sair, tristeza, a raiva, o medo, a culpa, as lágrimas, o amor, tudo aquilo que faz parte desse processo natural e esperado.
Soltar é permitir que o que dói possa se expressar, para que o coração volte a respirar.

Soltar não é esquecer.
É amar de outro jeito.
É transformar a dor em presença suave,em lembrança, em gesto,em amor que permanece.

Por tudo isso,eu desejo que neste dia de finados, você possa se lembrar: não existe forma certa de viver este dia. Cada pessoa encontra o seu próprio jeito de expressar o amor e lidar com a saudade. Talvez seja visitando o cemitério, acendendo uma vela, fazendo uma oração, olhando fotos, ouvindo uma música, ou simplesmente escolhendo o silêncio.Tudo isso é válido. O essencial é que faça sentido para você!

Permita-se viver este dia no seu tempo, do seu jeito, com verdade e respeito à sua história. Porque o luto é o preço do amor que permanece, acolher esse amor, mesmo na ausência, é uma das formas mais bonitas de continuar vivendo.

Com ❤️
Raquel Alves

[ O NATAL POSSÍVEL ]Quando o relógio bater meia noite, famílias e amigos estarão, muito provavelmente abraçados em torno...
24/12/2023

[ O NATAL POSSÍVEL ]

Quando o relógio bater meia noite, famílias e amigos estarão, muito provavelmente abraçados em torno de um único sentimento: o amor.

O amor que nos une, nos alimenta e nos sustenta, é capaz de ultrapassar tempo e espaço, transcendendo toda a existência humana.

Muitos de nós, já não temos mais a possibilidade de vivenciar este abraço “físico” ao tocar do sino, no entanto, é importante lembrar que os laços de amor são ininterruptos, os vínculos de amor são contínuos e pra todo o sempre!

Neste momento, viva o “NATAL POSSÍVEL” pra ti, e não para o outro. Permita-se sentir tudo aquilo é permeado neste momento…
A dor
A saudade
As lembranças
O cheiro e gosto da comida favorita que seu amor fazia…

Como vibrar e sentir o sino de Natal?

Vivendo o seu NATAL POSSÍVEL!!

O que eu desejo a ti que perdeu alguém muito amado, é que você se acolha e se recolha ao que faz sentido pra ti…

Se sentir vontade, homenageie seu amado, faça uma prece, uma oração, uma reza…

Saboreie não apenas dos pratos feitos com carinho e afeto postos à mesa…
Saboreie as lembranças deste vínculo eterno e vivo pra sempre em ti.

Mas lembre se: ao tocar o sino, viva o seu NATAL POSSÍVEL!!

Com todo meu amor,

Raquel Alves, 24/12/2023 🎄

Endereço

Campinas, SP

Horário de Funcionamento

Segunda-feira 02:00 - 20:00
Terça-feira 14:00 - 17:00
Quarta-feira 08:00 - 14:00

Telefone

+5519997132014

Notificações

Seja o primeiro recebendo as novidades e nos deixe lhe enviar um e-mail quando Raquel Alves - Psicóloga posta notícias e promoções. Seu endereço de e-mail não será usado com qualquer outro objetivo, e pode cancelar a inscrição em qualquer momento.

Entre Em Contato Com A Prática

Envie uma mensagem para Raquel Alves - Psicóloga:

Compartilhar

Categoria