Marisa Ecke Facilitando Mudanças

Marisa Ecke Facilitando Mudanças Informações para nos contatar, mapa e direções, formulário para nos contatar, horário de funcionamento, serviços, classificações, fotos, vídeos e anúncios de Marisa Ecke Facilitando Mudanças, Terapeuta, Rua Aguaçú, n. 171, Sala M01, Mezanino/Bloco D/JERIVÁ Condomínio AlphaBusiness, Campinas.

Facilitando Mudanças Humanas e Organizacionais
Psicoterapeuta Transpessoal Sistêmica com Manejo e Integração do Trauma
Formadora e Facilitadora de Constelações Familiares, Estruturais, do Trauma e em Empresas
Terapeuta Renascedora e Energética

“Quero valorizar o que eu vivo.”À primeira vista, parecia apenas uma dificuldade em reconhecer tudo o que já havia conqu...
02/08/2026

“Quero valorizar o que eu vivo.”

À primeira vista, parecia apenas uma dificuldade em reconhecer tudo o que já havia conquistado.

Mas o Campo revelou algo muito mais profundo.

Existe uma parte dela que permaneceu congelada no tempo do trauma.

Uma menina que aprendeu cedo que precisava ser perfeita, não errar, não dar trabalho e corresponder às expectativas para merecer amor.

No inconsciente, o “quero” já não significava apenas valorizar a vida.

Significava ser finalmente vista pelo pai e validada pela mãe.

Enquanto uma parte permanecia esperando esse amor, outra seguia vivendo.

Estudava. Trabalhava. Conquistava.

Mas nunca sentia que era suficiente.

Porque ninguém consegue valorizar plenamente o presente quando ainda espera receber aquilo que faltou no passado.

À luz da teoria do trauma e dos sistemas familiares, a criança faz qualquer coisa para preservar o vínculo com seus cuidadores.

Ela aprende a SILENCIAR o próprio SENTIR.

Silencia a DOR, a RAIVA e suas necessidades.

E adapta sua identidade para continuar pertencendo.

Essa adaptação foi essencial para sobreviver.

Mas, na vida adulta, transforma-se em um padrão de AUTOABANDONO.

A pessoa diz “sim” para todos e “não” para si.

Cuida de todos, mas não consegue cuidar da própria criança interior.

A raiva que não pôde ser expressa permanece viva no corpo, registrada na memória implícita, aguardando um espaço seguro para ser reconhecida, acolhida e integrada.

Muitas vezes, ela desperta justamente diante de pessoas que oferecem um amor mais saudável.

Não porque essas pessoas machucam, mas porque um vínculo seguro desperta dores antigas que nunca puderam ser sentidas.

O caminho de cura começa quando compreendemos que não precisamos mais buscar, nos pais, o amor e a validação que faltaram.

Podemos reconhecer essa menina, acolher sua dor e deixar de exigir dela a perfeição para merecer amor.

Gradualmente, o sistema nervoso percebe que já não é preciso silenciar o sentir para sobreviver.

Então o “quero” deixa de ser uma busca pelo amor que faltou.

E passa a ser a LIBERDADE de VIVER plenamente o que existe hoje.

26/07/2026

E se a adicção não fosse o problema... mas uma tentativa de sobreviver?

Adicção muitas vezes é uma adaptação ao trauma. Não se trata apenas de um comportamento, mas de uma tentativa do corpo de aliviar uma dor que ele não consegue sustentar sozinho.

Quando o sistema nervoso vive experiências de abandono, negligência ou sobrecarga emocional, ele busca formas de encontrar alívio. Esse alívio pode ser imediato, mas costuma ser temporário e, com o tempo, traz consequências para a saúde mental e para a vida.

A adicção não nasce do desejo de destruir a própria vida. Muitas vezes, ela nasce da tentativa de sobreviver a ela.

Você já tinha olhado para a adicção por essa perspectiva?

E se aquilo que você mais tenta esconder for, justamente, a parte que mais precisa ser acolhida?Muitas das reações que h...
23/07/2026

E se aquilo que você mais tenta esconder for, justamente, a parte que mais precisa ser acolhida?

Muitas das reações que hoje incomodam nasceram como formas de proteção diante de um trauma ou de experiências difíceis da nossa história.

A parte que sente medo, que tenta controlar tudo ou que busca agradar o tempo inteiro não surgiu para atrapalhar você. Ela apareceu porque, em algum momento, encontrou essa forma de proteger sua saúde mental e garantir a sua sobrevivência.

Qual parte de você sente que tem tentado chamar sua atenção ultimamente?

19/07/2026

O que você espera que o outro faça por você… que talvez só você possa oferecer a si mesmo? Você espera que o outro ame? Valide? Proteja? Acolha? Muitas vezes, deixamos de dizer “”sim”” para nós porque alimentamos expectativas.

Mas vale uma reflexão: essa estratégia ainda faz sentido para a sua vida?

Com o auxílio da psicoterapia, desenvolver inteligência emocional e mental também é reconhecer que dizer “”não”” não é rejeitar o outro. É deixar de abandonar a si mesmo.

O que você sente que ainda espera receber dos outros?

16/07/2026

Quem você seria se não acreditasse nas crenças que carrega do passado?

Muitas vezes, quando deixamos de dizer “”não”” para o outro, não estamos apenas evitando um conflito. Estamos confirmando uma crença que foi construída muito antes da vida adulta.

“”Se eu disser não, não vão gostar de mim.””
“”Posso ser rejeitado.””
“”Preciso agradar para pertencer.””

Na psicoterapia, essas crenças não surgem do nada. Elas costumam nascer em experiências de trauma e, muitas vezes, por uma lealdade inconsciente ao sistema familiar.

Mas existe uma pergunta que pode transformar tudo: Quem você seria se não acreditasse nessas crenças?

Talvez desenvolver inteligência emocional e mental não seja aprender a dizer “”não””. Talvez seja entender por que você acredita que não pode dizer.

E você? Qual dessas crenças mais conversa com a sua história?

12/07/2026

Por que é tão difícil dizer “”não””?

Na psicoterapia, percebemos que a dificuldade de colocar limites costuma estar ligada a experiências do passado. O trauma não está apenas no que aconteceu, mas também naquilo que faltou: segurança, validação e acolhimento.

Na vida adulta, isso pode fazer com que você diga “”sim”” para o outro, mesmo quando gostaria de dizer “”não””. E o corpo responde: cansaço, ansiedade, irritação e estresse. Esses sinais também fazem parte da nossa saúde mental.

Aprender a dizer “”não”” não é rejeitar o outro. É um passo importante no autoconhecimento e no cuidado com a sua saúde emocional.

E você, quando foi a última vez que disse “”sim”” para alguém, mas queria ter dito “”não””?

Grupos de Constelações do Trauma.!Próximos encontros: 📅 18 de julho — On-line📍 25 de julho — PresencialAs informações co...
12/07/2026

Grupos de Constelações do Trauma.!

Próximos encontros:

📅 18 de julho — On-line
📍 25 de julho — Presencial

As informações completas estão no grupo exclusivo (link na bio).

11/07/2026
O que a prosperidade tem a ver com os traumas da infância?À luz da teoria do trauma, prosperidade não é apenas dinheiro....
09/07/2026

O que a prosperidade tem a ver com os traumas da infância?

À luz da teoria do trauma, prosperidade não é apenas dinheiro.

É também a capacidade de se sentir seguro para existir, ocupar espaço, se expressar, criar, receber e sustentar a própria vida sem precisar se abandonar.

Experiências de abandono, abuso, rejeição ou negligência emocional não afetam apenas a mente. Elas reorganizam o sistema nervoso, o corpo e a forma como a pessoa passa a se relacionar consigo mesma e com a vida.

Quando uma criança vive dor, medo ou insegurança constantes, o organismo faz o que sabe fazer para sobreviver:
se adapta.

O corpo congela.
As emoções são reprimidas.

E surgem padrões inconscientes como:
• agradar para ser aceita
• agradar para manter vínculos
• agradar para sofrer menos
• agradar para sobreviver

Essas estratégias foram inteligentes na infância.

Mas, na vida adulta, podem gerar:
• exaustão constante
• excesso de esforço
• necessidade de provar valor o tempo todo
• desconexão do propósito
• dificuldade de prosperar com leveza

Porque o corpo ainda acredita que sobreviver é mais importante do que se expressar com verdade.

Muitas vezes, a dificuldade de prosperar não está na falta de capacidade.

Está na dor de uma criança que aprendeu que precisava se anular para ser aceita.
E quem vive tentando agradar, raramente consegue sustentar a própria essência.

A Constelação do Trauma, o autoconhecimento e a psicoterapia integrativa permitem olhar para a origem desses padrões, acolher emoções congeladas e restaurar a sensação de segurança interna.

Quando o corpo deixa de viver em estado de ameaça, a vida começa a fluir de outra forma.

Prosperar não é apenas conquistar algo fora (material, relacional…)

É parar de se abandonar por dentro.

Talvez a pergunta não seja:
“Por que ainda não prospero?”

Mas:
“O quanto de mim eu precisei silenciar para sobreviver?

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