Dr. Hercio Cunha

Dr. Hercio Cunha Dr. Hercio Cunha: Especializado em tratamento cirúrgico da Obesidade, Balão Intragástrico e emagr

Pesquisa com 90 adultos demonstra que a versão pasteurizada da bactéria Akkermansia muciniphila limita a recuperação de ...
22/06/2026

Pesquisa com 90 adultos demonstra que a versão pasteurizada da bactéria Akkermansia muciniphila limita a recuperação de quilos perdidos após dietas hipocalóricas.

Uma publicação da Nature Portfolio, uma renomada editora científica global, revelou que uma bactéria intestinal pode evitar o chamado "efeito sanfona", que significa o ganho de peso posterior a uma dieta efetiva.

Cerca de 90 adultos com sobrepeso ou obesidade foram testados para avaliar o pesadelo daqueles que se mantiveram focados, durante um longo período buscando perder peso.

Estudo científico

Um ensaio clínico randomizado comprovou que a suplementação com a bactéria Akkermansia muciniphila (cepa Muc T) auxilia na manutenção do peso corporal.

Durante o processo, os pacientes passaram por uma dieta de 8 semanas, seguidas por um período de manutenção de 24 semanas. Durante a manutenção, o teste com a microbiota intestinal foi realizado.

Os voluntários foram submetidos a dois tipos de consumo. Um grupo foi submetido a versão pasteurizada - quando a bactéria não está viva, mas seus componentes ainda agem no organismo -, enquanto outro fora submetido ao placebo (substância inativa).

Resultados

O grupo que usou a bactéria recuperou apenas 1,2 kg, enquanto o grupo placebo recuperou 3,2 kg.

Não foram observados eventos adversos graves relacionados ao tratamento. O estudo foi considerado de curto prazo e novos te**es são necessários para validar os resultados em períodos maiores.
Mais: https://www.cnnbrasil.com.br/saude/efeito-sanfona-veja-como-bacteria-intestinal-pode-evitar-fenomeno-em-dieta/

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Milhares de participantes que consumiam mais de 25% das calorias diárias após as 21h, em situações de estresse, apresent...
19/06/2026

Milhares de participantes que consumiam mais de 25% das calorias diárias após as 21h, em situações de estresse, apresentaram uma probabilidade até 2,5 vezes maior de ter hábitos intestinais anormais, como constipação ou diarreia.

Se o estresse causa seus problemas digestivos, comer tarde da noite não lhe fará nenhum favor. Em uma nova pesquisa inicial, milhares de participantes que consumiam mais de 25% das calorias diárias após as 21h, em situações de estresse, apresentaram uma probabilidade até 2,5 vezes maior de ter hábitos intestinais anormais, como constipação ou diarreia.

O estudo é um resumo que ainda não foi revisado por pares, nem publicado em uma revista científica, mas foi apresentado em maio na Digestive Disease Week, um prestigiado encontro anual para profissionais de gastroenterologia, hepatologia e áreas afins. A pesquisa também foi observacional, pois todos os dados foram coletados em um único momento; portanto, não comprova uma relação causal entre estresse, alimentação noturna e saúde intestinal.

“Eu mesma sou uma pessoa que costuma comer tarde da noite, então foi apenas por curiosidade, e não encontrei muitos artigos sobre o assunto”, disse a autora principal, Dra. Harika Dadigiri, explicando por que realizou a pesquisa. A maioria dos estudos sobre os efeitos na saúde de comer tarde da noite se concentra em sono, diabetes, obesidade e refluxo ácido ou DRGE (doença do refluxo gastroesofágico).

Dadigiri e seus coautores analisaram os dados de saúde de 11.149 participantes coletados de 2005 a 2010 da Pesquisa Nacional de Saúde e Nutrição (NHANES) dos Centros de Controle e Prevenção de Doenças dos EUA. Os pesquisadores também incluíram mais de 4.100 pacientes do período de 2013 a 2017 do Projeto American Gut, agora chamado de Iniciativa Microsetta.

A análise dos participantes do American Gut Project, feita pelos pesquisadores, revelou que tanto o hábito de comer à noite quanto altos níveis de estresse estavam associados a uma diversidade significativamente menor de bactérias em seu microbioma intestinal.
Mais: https://www.cnnbrasil.com.br/saude/comer-tarde-da-noite-pode-causar-um-verdadeiro-caos-na-sua-saude-entenda/

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Condição caracterizada pelo retorno do conteúdo gástrico do estômago para o esôfago, pode atingir a cavidade bucal.O cir...
18/06/2026

Condição caracterizada pelo retorno do conteúdo gástrico do estômago para o esôfago, pode atingir a cavidade bucal.

O cirurgião-dentista desempenha papel fundamental na identificação precoce dessa condição, uma vez que muitas alterações orais podem ser sinais clínicos da doença, inclusive em pacientes que desconhecem o diagnóstico.

A saliva exerce função essencial na manutenção da saúde bucal. Atua na reparação de tecidos duros e moles, contribui para o equilíbrio da microbiota bucal e possui efeito tampão, ajudando a neutralizar ácidos. No entanto, em pacientes com DRGE, a ação ácida frequente pode ultrapassar a capacidade protetora salivar, favorecendo o desenvolvimento de lesões.

O desgaste dentário raramente ocorre de forma isolada. Na maioria dos casos, há uma sinergia entre a erosão (ácido gástrico), a abrasão (escovação inadequada ou uso de dentifrícios abrasivos) e a atrição (contato dente a dente, como no bruxismo). Ela destaca a associação entre DRGE e bruxismo noturno, em que a ação mecânica intensifica os danos em estruturas previamente fragilizadas pelo ácido.

As consequências da perda de tecido dentário podem gerar diversas repercussões como a hipersensibilidade dentinária, comprometimento estético (dentes amarelados e encurtados), aumento da suscetibilidade à cárie, alterações oclusais e a redução da dimensão das coroas clínicas. Essas alterações podem impactar diretamente a função mastigatória, a fala e a qualidade de vida do paciente.

Além dos tecidos duros, a DRGE pode afetar os tecidos moles da cavidade oral, causando aftas, sensação de ardência bucal, boca seca, dificuldade de deglutição e mau hálito. Embora a halitose possa ter múltiplas causas, sua frequência tende a aumentar com a gravidade do refluxo.
Mais: https://www.tjma.jus.br/midia/portal/noticia/521781/campanha-informa-sobre-impactos-da-doenca-do-refluxo-gastroesofagico-na-saude-bucal

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Na China, no Japão e em grande parte da Ásia, ficar de cócoras faz parte do dia a dia.Muitas pessoas descansam nessa pos...
17/06/2026

Na China, no Japão e em grande parte da Ásia, ficar de cócoras faz parte do dia a dia.

Muitas pessoas descansam nessa posição de agachamento profundo com naturalidade, mantendo os calcanhares apoiados no chão enquanto esperam o trem, conversam com amigos ou até fazem uma refeição.

Especialistas em movimento corporal afirmam que o interesse por essa posição está ligado a uma questão maior: a importância de preservar a mobilidade à medida que envelhecemos.

Então, por que algumas pessoas conseguem se agachar com facilidade enquanto outras têm dificuldade até para se manter em pé nessa posição?

Quais são os benefícios do agachamento asiático?

O agachamento é considerado um dos movimentos mais fundamentais do corpo humano.

"Você praticamente não consegue passar o dia sem fazer algum tipo de agachamento", diz Christopher Powers, professor da Universidade do Sul da Califórnia, nos Estados Unidos, que pesquisa como os padrões de movimento influenciam lesões nos joelhos.

"É o que acontece quando você senta em uma cadeira, sai do carro, usa o banheiro ou se abaixa para pegar algo no chão."

Segundo os fisioterapeutas, o agachamento profundo exige maior mobilidade dos quadris, joelhos e tornozelos. Além disso, mobiliza mais partes do corpo do que o agachamento convencional.

Estudos indicam que esse alongamento mais amplo pode ajudar a aumentar a mobilidade e a flexibilidade, reduzir dores nas costas e preservar a independência funcional ao longo da vida.
Mais: https://www.bbc.com/portuguese/articles/cwydn6lw026o

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Não é novidade que a obesidade está associada à doença renal crônica. O que pesquisadores da Universidade de Indiana, no...
16/06/2026

Não é novidade que a obesidade está associada à doença renal crônica. O que pesquisadores da Universidade de Indiana, nos Estados Unidos, queriam saber era se a cirurgia bariátrica, ao promover uma perda de peso sustentada, seria capaz de reduzir essa ameaça aos rins.

Para isso, eles realizaram um estudo retrospectivo envolvendo 4.322 pacientes com obesidade, alguns deles com diabetes tipo 2 também, que foram submetidos ao procedimento cirúrgico. O grupo controle, por sua vez, era composto por 30.919 indivíduos com obesidade, atendidos em um grande sistema de saúde do estado de Indiana, mas que não passaram pela bariátrica.

Os dados registrados ao longo de seis anos mostraram uma redução de 53% no risco de doença renal crônica entre os pacientes operados em relação àqueles que não fizeram a cirurgia bariátrica e metabólica. Por isso, a conclusão dos autores é que o tratamento cirúrgico da obesidade tem enorme potencial para preservar a função dos rins, até mesmo naqueles pacientes com diabetes tipo 2.

O artigo saiu na Obesity Science and Practice e este é o DOI: 10.1002/osp4.70109

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Fibra em pó pode servir no auxílio para perda de peso, mas não tem efeito de medicação.Soluções boas e baratas viralizam...
15/06/2026

Fibra em pó pode servir no auxílio para perda de peso, mas não tem efeito de medicação.

Soluções boas e baratas viralizam todos os dias na internet. Fórmulas que prometem baixa dificuldade de adesão e custos acessíveis costumam atrair entusiastas preocupados com a saúde ou estética de seus corpos. Dentro desse universo, surge o mito do "Mounjaro de pobre", que atribui a uma fibra em pó o sonho do manequim idealizado.

De origem indiana, o Psyllium tem se popularizado por ser um bom aliado na perda de peso. Com efeito que se assemelha ao inibidor de apetite mais famoso do mundo, a fórmula não funciona propriamente como um medicamento.

O que diz a ciência

Um estudo publicado pela Wolters Kluwer Health traz uma revisão abrangente que investiga o impacto do psílio (psyllium) no peso corporal, no IMC (Índice de Massa Corporal) e na circunferência da cintura em indivíduos com sobrepeso ou obesidade.

A pesquisa descobrir que a fibra natural é predominantemente solúvel e que, quando hidratada, forma um gel viscoso não digerível nem fermentado.

Esse gel aumenta a viscosidade do quimo no intestino delgado, o que retarda a degradação e a absorção de nutrientes. O efeito causa uma "sensação de estufamento" e pode aumentar a saciedade, se consumido antes das refeições.

Além de facilitar a perda de peso, o psílio demonstra efeitos significativos no controle glicêmico (em pacientes com diabetes tipo 2 e síndrome metabólica) e na redução do colesterol.
Mais: https://www.cnnbrasil.com.br/saude/o-que-e-psyllium-e-por-que-ele-e-chamado-de-mounjaro-de-pobre/

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Pesquisa mostra que consumo excessivo, ainda que ocasional, agrava o “fígado gordo”, elevando o risco de fibrose, cirros...
12/06/2026

Pesquisa mostra que consumo excessivo, ainda que ocasional, agrava o “fígado gordo”, elevando o risco de fibrose, cirrose e câncer hepático.

Abusar da bebida alcoólica, mesmo que de vez em quando, pode triplicar o risco de fibrose no fígado em pessoas que já apresentam acúmulo de gordura no órgão, aponta um estudo publicado em abril na revista científica Clinical Gastroenterology and Hepatology. Os resultados reforçam que não importa apenas a quantidade total de álcool, mas também a forma como ele é ingerido.

“O estudo traz evidências robustas, relevantes, de que se deve considerar o padrão de consumo de álcool como fator de risco, e chama a atenção para quem consome de vez em quando uma grande quantidade, o que às vezes pode até parecer um ‘consumo recreativo’”, analisa a hepatologista Carolina Pimentel, do Einstein Hospital Israelita.

O trabalho analisou dados coletados entre 2017 e 2023 de 8 mil participantes do levantamento National Health and Nutrition Examination Survey, nos Estados Unidos. Os pesquisadores observaram que consumir álcool em excesso ao menos uma vez por mês — quatro ou mais doses para mulheres e cinco ou mais para homens — representa um risco maior de fibrose hepática do que ingerir a mesma quantidade diluída ao longo desse período.

Os achados são especialmente preocupantes diante do avanço da esteatose hepática, popularmente conhecida como “gordura no fígado”. A condição, ligada principalmente ao estilo de vida, já afeta cerca de 40% da população adulta mundial. Ela pode desencadear inflamação crônica, cicatrizes, cirrose e até câncer hepático. Atualmente, a doença está entre as principais causas de transplante de fígado.

Nos últimos anos, especialistas também passaram a revisar a classificação dessas doenças. Desde 2023, o popular “fígado gordo” recebeu o nome oficial de doença hepática esteatótica associada à disfunção metabólica (MASLD, na sigla em inglês), pois se sabe que o depósito de lipídios está associado a um conjunto de alterações metabólicas, como obesidade, hipertensão, altas taxas de glicemia e triglicerídeos e baixo colesterol HDL. Mas, se, além de gordura, o indivíduo consome bebida alcoólica com frequência, trata-se da doença hepática metabólica e alcoólica (MetALD).
Mais: https://www.cnnbrasil.com.br/saude/abuso-de-alcool-mesmo-raro-triplica-risco-de-fibrose-no-figado/

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Com o balão intragástrico, espera-se uma perda de peso média de 10 a 25% do peso corporal inicial do paciente. No entant...
11/06/2026

Com o balão intragástrico, espera-se uma perda de peso média de 10 a 25% do peso corporal inicial do paciente. No entanto, a perda de peso pode variar dependendo do comprometimento do paciente com a dieta e exercícios físicos, e da sua adaptação ao novo estilo de vida. O sucesso do tratamento depende da adesão do paciente às orientações médicas.

O que esperar:

Fatores que influenciam:

A perda de peso pode variar de acordo com a dedicação do paciente à dieta e exercícios físicos, além da sua adaptação ao novo estilo de vida.

O balão e o estilo de vida:

É importante entender que o balão gástrico auxilia na redução da ingestão de alimentos, mas a reeducação alimentar e a prática de exercícios físicos são fundamentais para o sucesso do tratamento.

Acompanhamento médico:

O acompanhamento médico regular é essencial para monitorar a perda de peso, ajustar a dieta e garantir a segurança do procedimento.

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Como escolhas diárias na alimentação podem influenciar inflamação, intestino e imunidade, de um jeito que pouca gente pe...
10/06/2026

Como escolhas diárias na alimentação podem influenciar inflamação, intestino e imunidade, de um jeito que pouca gente percebe.

Todo mundo já ouviu que "comer bem fortalece a imunidade". A frase virou clichê – mas a real relação entre prato e sistema imune vai bem além do suco de laranja. E, sinceramente, não é tão simples quanto parece.

Imunonutrição é o estudo de como os nutrientes modulam a resposta imunológica. Traduzindo: seu sistema imune é um dos que mais gastam energia no corpo. Se a matéria-prima não chega, a defesa cai. Simples assim.

Inflamação: boa, ruim e a que vira rotina

Inflamação é uma resposta natural de defesa. O problema é quando ela vira crônica. E a alimentação tem tudo a ver com isso. Dieta cheia de ultraprocessados, açúcar e gordura de baixa qualidade mantém o corpo em um estado inflamatório leve, mas constante. É como um alarme de incêndio que nunca desliga.

Já padrões como a dieta mediterrânea – vegetais, azeite, castanhas, peixes – fazem o oposto: fornecem ao corpo as ferramentas para regular a inflamação. Não é coincidência.

A comida que acende (ou apaga) o fogo das doenças crônicas

Essa inflamação silenciosa está na base de artrite, doenças inflamatórias intestinais, psoríase, obesidade e até alguns tipos de câncer. A comida não "cura" nada disso, mas funciona como modulador silencioso: pode atenuar ou piorar o processo inflamatório de fundo.

Na prática, quem se alimenta melhor tende a ter uma resposta inflamatória mais controlada. E isso muda o rumo da doença.
Mais: https://www.cnnbrasil.com.br/saude/seu-prato-esta-inflamando-seu-corpo-entenda-com-ajuda-da-imunonutricao/

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Autoridade sanitária cita risco de enganar consumidores e penaliza campanhas em redes, outdoors e imprensa; empresas con...
09/06/2026

Autoridade sanitária cita risco de enganar consumidores e penaliza campanhas em redes, outdoors e imprensa; empresas contestam decisão e avaliam recorrer.

As autoridades francesas anunciaram nesta segunda-feira (4) a aplicação de uma multa de € 2 milhões (US$ 2,34 milhões ou R$11,6 milhões) contra os laboratórios farmacêuticos Novo Nordisk e Eli Lilly após a divulgação de publicidade sobre a obesidade.

A Agência Nacional para a Segurança de Medicamentos (ANSM), organismo público responsável por avaliar os riscos e a eficácia dos produtos farmacêuticos na França, centrou sua decisão na publicidade veiculada ao grande público nas redes sociais, em outdoors e na imprensa, entre outros meios.

As campanhas podem "induzir a opinião pública ao erro em um contexto marcado por forte midiatização e uso indevido crescente dos análogos do GLP-1 (aGLP-1), em particular com fins de perda de peso por motivos estéticos", ressaltou a agência.

A autoridade de saúde determinou uma multa de € 1,78 milhão ao laboratório Novo Nordisk France devido aos anúncios sobre seus medicamentos Saxenda e Wegovy, usados no tratamento da obesidade.

A ANSM também multou a Eli Lilly France em € 108.766 por uma campanha publicitária de seu medicamento contra a obesidade, Mounjaro.
Mais: https://g1.globo.com/saude/noticia/2026/05/04/franca-aplica-multa-milionaria-a-laboratorios-por-publicidade-de-medicamentos-para-obesidade.ghtml

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