Psicóloga Eva Marques

Psicóloga Eva Marques Um espaço voltado a questões relacionadas ao autoconhecimento, meditação, psicoterapia transpess Bem-Vindos!

Este é um espaço de compartilhamento, onde falarei um pouco sobre minha experiência profissional e de vida! Sou psicóloga clínica na abordagem Transpessoal, e atendo crianças, adolescentes e adultos. Aqui, no site e no blog, você encontrará textos sobre diversos assuntos relacionados a Psicologia, bem como dicas importantes sobre qualidade de vida, saúde e bem-estar. Todo conhecimento só faz sentido quando compartilhado, portanto, aproveite!

Hoje é o Dia Nacional da Adoção.E eu queria falar sobre o que realmente constrói uma família — não o que a biologia defi...
25/05/2026

Hoje é o Dia Nacional da Adoção.

E eu queria falar sobre o que realmente constrói uma família — não o que a biologia define, mas o que a presença cria.

Vínculo se forma na repetição do cuidado. Na resposta sensível. No adulto que aparece — não perfeito, mas consistente. Que acolhe, que escuta, que f**a.

Do ponto de vista do apego, não existe distinção neurológica entre o vínculo biológico e o vínculo construído. O que o cérebro registra como segurança é a presença — não a genética.

Isso não apaga a história. Não ignora a origem. Mas confirma algo fundamental: família é onde o vínculo é construído com amor, presença e segurança. Todo dia.

Para todas as famílias construídas pela escolha — hoje e sempre. 🌿

22/05/2026

Ninguém te ensinou sobre isso.

A menopausa não é só o fim da menstruação. É uma transição neurobiológica que afeta humor, ansiedade, sono e concentração — e a forma como você se sente dentro de si mesma.

A flutuação do estrogênio impacta diretamente os neurotransmissores ligados ao bem-estar emocional.

Então quando você sente que ficou “diferente“, mais
irritada, mais ansiosa, menos reconhecível pra si mesma — isso tem explicação. E tem cuidado.

Você não está exagerando. Seu corpo está em transição.

Alguém já te explicou isso antes?

Toda família passa por momentos difíceis.A questão nunca foi evitar o conflito, e sim, o que acontece dentro dele. Se há...
20/05/2026

Toda família passa por momentos difíceis.

A questão nunca foi evitar o conflito, e sim, o que acontece dentro dele. Se há espaço para falar. Se há escuta de verdade. Se depois da crise vem a reconexão — ou o silêncio que se instala e vai aumentando com o tempo.

Vínculos não se rompem nos conflitos. Se rompem na ausência de reparo.

E reparo se aprende. Em qualquer fase, em qualquer configuração familiar — famílias reconstituídas, homoafetivas, monoparentais, adotivas.

O vínculo não depende do formato. Depende da presença.

O que você sente que ainda precisa ser reparado nas relações da sua família?

Hoje é o Dia Nacional do Combate ao Abuso SexualInfantil.E o post mais importante que posso fazer é esse: informação que...
18/05/2026

Hoje é o Dia Nacional do Combate ao Abuso Sexual
Infantil.

E o post mais importante que posso fazer é esse: informação que protege de verdade.

A prevenção ef**az não começa com o medo do estranho.

Começa com a criança que conhece o próprio corpo, sabe que tem o direito de dizer não — inclusive para
adultos — e sabe que pode contar para um adulto de
confiança sem medo de não ser acreditada.

Isso se ensina. Com linguagem adequada, desde cedo,
sem dramatismo.

Salva esse carrossel e compartilha com quem tem
crianças por perto.

15/05/2026

Hoje é Dia da Família.

E o que eu quero falar não é sobre a família perfeita — é sobre a família segura.

Segurança emocional é o que permite que uma criança sinta, erre e ainda assim saiba que é amada. Que um adulto possa discordar sem medo de perder o
vínculo. Que o conflito exista — porque ele sempre vai existir — mas que depois dele venha a reconexão.

Famílias emocionalmente seguras não são as que não brigam. São as que sabem reparar.

E reparar se aprende. Em qualquer fase. Em qualquer configuração familiar.

Como era falar sobre emoções na família em que você cresceu?

Culpa é uma das emoções mais presentes no consultório quando atendo mães.Culpa por trabalhar. Por querer descansar. Por ...
13/05/2026

Culpa é uma das emoções mais presentes no consultório quando atendo mães.

Culpa por trabalhar. Por querer descansar. Por perder a paciência.

Por não estar presente o suficiente. Por estar presente demais e ter perdido a si mesma no processo.

Clinicamente, culpa crônica sem função — aquela que não gera mudança, só sofrimento — é um sinal de que algo precisa de atenção. Ela consome energia que poderia ir para o cuidado real.

Ela distorce a autopercepção. E ela se retroalimenta: quanto mais a mãe se culpa, menos ela consegue estar presente de verdade.

Sentir culpa pontual, diante de um erro real, faz parte.

Mas carregar culpa como identidade — “eu nunca sou suficiente“ — não é consciência. É sofrimento desnecessário.

Você merece se olhar com a mesma gentileza que olha para os seus filhos.

Isso também é parte do processo terapêutico. 🌿

O que te gera mais culpa na maternidade? Me conta aqui!

O Dia das Mães passou.E o que f**a, depois das flores e das mensagens bonitas, é o que raramente alguém fala: o cansaço ...
11/05/2026

O Dia das Mães passou.

E o que f**a, depois das flores e das mensagens bonitas, é o que raramente alguém fala: o cansaço que não vai embora. A culpa de sentir que precisava de um tempo.

A saudade de si mesma que a maternidade foi cobrindo
aos poucos.

Ambivalência emocional na maternidade é reconhecida
clinicamente como normal. Amor intenso e exaustão
intensa coexistem — e nenhum cancela o outro.

O que cancela o bem-estar não é o sentimento. É a
ausência de espaço para processá-lo.

Você não precisa ser só gratidão. Você pode ser inteira.
O que você sente que nunca teve permissão de sentir na maternidade?


10/05/2026

Mãe é abrigo mesmo quando está cansada.
É colo que acolhe, voz que acalma, força que continua mesmo nos dias difíceis.

Ser mãe é amar nos detalhes invisíveis:
na rotina corrida, nas noites mal dormidas, nas preocupações silenciosas e no cuidado que nunca descansa.

Neste Dia das Mães, que cada mulher possa se lembrar da grandeza que existe no amor que oferece todos os dias.
Porque mães não criam apenas filhos… elas constroem memórias, segurança emocional e amor que acompanha para a vida inteira. 🤍✨

Feliz dia das Mães a todas vocês! 💐

Amanhã é Dia das Mães.E antes de qualquer celebração, eu queria te perguntar algo que raramente alguém pergunta: você ai...
09/05/2026

Amanhã é Dia das Mães.

E antes de qualquer celebração, eu queria te perguntar algo que raramente alguém pergunta: você ainda sabe quem você é quando não está cuidando de ninguém?

A maternidade transforma a identidade — isso acontece de forma real, inclusive neurologicamente. Mas existe uma diferença entre ser transformada pela maternidade
e ser apagada por ela.

Quando uma mulher perde contato com a própria identidade — com o que gosta, o que precisa, o que a faz sentir viva fora do papel de mãe — o sistema nervoso sente.

Ansiedade, esgotamento, irritabilidade, sensação de vazio que ela não consegue explicar.

Não porque ela é fraca. Mas porque ninguém se sustenta existindo apenas para os
outros.

Recuperar essa identidade não é abandono. Não é egoísmo. É o que torna o cuidado sustentável, pra você e pra quem você ama.

Ter desejos próprios não te faz uma mãe pior. Te faz uma mulher inteira.

Feliz Dia das Mães! Pra você que cuida, e pra você que também merece ser cuidada.

O que você sente que ainda é só seu — além da maternidade?

07/05/2026

Hoje é o Dia Mundial da Saúde Mental Materna.

E eu queria falar sobre algo que aparece muito no consultório, mas raramente em voz alta: a mãe que não está em colapso.

Que funciona, cuida, organiza, aparece. Mas que por dentro sente um cansaço que não passa.

Uma ausência de si mesma que ela não sabe bem nomear.

Isso tem nome. Tem explicação neurobiológica. E tem cuidado.

A maternidade reorganiza o cérebro, o corpo, a identidade. Quando esse processo acontece sem suporte — o custo aparece.

No corpo, nas relações, na forma como a mulher se enxerga.

Cuidar de você não é egoísmo. É o que torna tudo o mais possível.

Quando foi a última vez que alguém perguntou como você estava — não apenas como mãe, mas como mulher?

Nem sempre o sofrimento chega como algo evidente.Às vezes, ele aparece como rotina.Você continua funcionando, cumprindo ...
04/05/2026

Nem sempre o sofrimento chega como algo evidente.

Às vezes, ele aparece como rotina.

Você continua funcionando, cumprindo tarefas, respondendo às demandas…mas com a sensação de estar distante de si mesma.

Isso acontece muito com mulheres que sustentam muitas funções ao mesmo tempo.

Mãe, profissional, parceira, filha.

E, no meio disso, a própria identidade vai f**ando em segundo plano.

Maio é um mês em que eu quero trazer esse olhar com mais profundidade pra vocês.

Porque saúde emocional também passa por se reconhecer.

Se escutar.

Se perceber para além do que você entrega.

Se algo aqui fez sentido, talvez seja o momento de olhar para isso com mais cuidado. 🤍

Endereço

Paulo Cézar Fidelis
Campinas, SP
13087727

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