Dr Alexandre Alonso

Dr Alexandre Alonso Médico Anestesiologista Pós Graduado em Medicina Intervencionista na Dor pelo Hospital Albert Einstein.

A medicina intervencionista, especialmente os procedimentos minimamente invasivos, constituem uma área relativamente nov...
14/06/2022

A medicina intervencionista, especialmente os procedimentos minimamente invasivos, constituem uma área relativamente nova, rodeada por muitas dúvidas. Entre elas, sua eficácia e duração dos resultados.

Por isso, hoje eu vim abordar um questionamento bastante comum: os procedimentos intervencionistas são apenas paliativos?

NÃO, isso não passa de um MITO!

Chamamos de método paliativo aquele que visa apenas suavizar os sintomas do paciente, sem proporcionar melhora real na causa do problema. Esse não é o caso das técnicas intervencionistas!

O tratamento minimamente invasivo tem os mesmos objetivos que a medicina tradicional, todavia, busca intervir o mínimo possível no paciente, por meio de equipamentos de imagem que possibilitam o monitoramento em tempo real.

Ainda que existam sim medidas paliativas, os procedimentos intervencionistas apresentam uma alta eficácia, segurança e podem ser usados normalmente com finalidade diagnóstica e terapêutica.

Tem alguma dúvida sobre esse assunto? Deixe sua pergunta nos comentários para que eu possa te ajudar!

Dr Alexandre Alonso
Médico Anestesiologista
CRM 7600 / RQE 5614

Um problema desconhecido por muitas pessoas, a espasticidade é um transtorno que afeta o controle muscular e pode causar...
09/06/2022

Um problema desconhecido por muitas pessoas, a espasticidade é um transtorno que afeta o controle muscular e pode causar rigidez, reflexos exagerados dos tendões e até mesmo paralisia.

Permita-me explicar porque isso acontece…

Nosso corpo possui naturalmente o tônus muscular, que nada mais é que a contração involuntária e natural dos músculos, perante estímulos nervosos. É por meio dele que nos movimentamos ou simplesmente mexemos o braço, por exemplo.

Em condições normais, essa ação ocorre através da ligação entre o cérebro, medula espinhal e músculos, feita por vias nervosas.

A questão é que se houver algum problema que interrompa os sinais nervosos, o músculo afetado pode permanecer no que chamamos de estado encurtado, que é como se ele estivesse rígido ou tenso o tempo todo.

As causas para a espasticidade são inúmeras, desde um desequilíbrio nos neurônios motores até doenças associadas (como Esclerose Múltipla e Acidente Vascular Cerebral). Por isso, em caso de rigidez ou dificuldade para se mover, consulte imediatamente um especialista!

Agora que você já conhece esse distúrbio, compartilhe esse conteúdo para que mais pessoas possam acessar essas informações.

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Hoje, 30 de maio, comemora-se o Dia Mundial da Esclerose Múltipla, que tem por intuito promover o diálogo sobre a doença...
30/05/2022

Hoje, 30 de maio, comemora-se o Dia Mundial da Esclerose Múltipla, que tem por intuito promover o diálogo sobre a doença e conscientizar a população não somente a respeito dos sintomas, como também acerca da importância do diagnóstico precoce.

Para quem não sabe, a Esclerose Múltipla é uma condição neurológica, autoimune e crônica, que provoca os mais diversos sintomas, desde mudanças na coordenação motora e equilíbrio, até problemas intestinais.

Precisamos incentivar a conversa sobre esse transtorno, uma vez que o diagnóstico precoce é fundamental para conter a progressão da doença e garantir que o paciente tenha qualidade de vida.

Compartilhe esse conteúdo e permita que mais pessoas possam se informar sobre essa campanha!

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Por que usamos antidepressivos para o tratamento da dor crônica? Creio que essa seja uma das perguntas mais ouvidas no q...
27/05/2022

Por que usamos antidepressivos para o tratamento da dor crônica?

Creio que essa seja uma das perguntas mais ouvidas no que se refere ao tratamento dessa condição!

Esses medicamentos aumentam a disponibilidade de certos neurotransmissores no organismo, como a noradrenalina e a serotonina, os quais atuam aprimorando o controle da dor e auxiliando no tratamento.

Ainda, essas substâncias ajudam na ansiedade, controle de humor e insônia, fatores sabidamente ligados aos episódios dolorosos.

Todavia, independente dos benefícios oferecidos por essa medicação, é fundamental que um especialista seja consultado, para indicar se seu uso é necessário ou não.

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