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Ptose. Diplopia. Flutuação dos sintomas.Quando devemos pensar em Miastenia Gravis?Na próxima aula do DNO, vamos partir d...
18/09/2026

Ptose. Diplopia. Flutuação dos sintomas.
Quando devemos pensar em Miastenia Gravis?

Na próxima aula do DNO, vamos partir de um caso clínico para discutir a Miastenia Gravis sob duas perspectivas: a do oftalmologista e a do neurologista.

Para essa conversa, recebo o Dr. Thiago Dias Fernandes, neurologista e neurofisiologista clínico, responsável pelo Serviço de Doenças Neuromusculares e Eletroneuromiografia do HUMAP-UFMS.

Vamos discutir como reconhecer a apresentação ocular, quais sinais aumentam a suspeita, quais exames realmente ajudam e, principalmente, como construir o raciocínio até o diagnóstico.

📅 Segunda-feira | 21/09
⏰ 19h | Horário de Brasília

O link da aula será disponibilizado no grupo do WhatsApp do DNO.

No DNO, a proposta continua a mesma:
menos decoreba, mais raciocínio. Ensinar para praticar.

Te espero na segunda!

CasoClinico Diplopia Ptose

🦎 Cuidado: nem tudo que parece glaucoma é glaucoma.Paciente jovem, 32 anos.O OCT chega praticamente todo “verde”.Mas qua...
16/09/2026

🦎 Cuidado: nem tudo que parece glaucoma é glaucoma.

Paciente jovem, 32 anos.
O OCT chega praticamente todo “verde”.

Mas quando deixamos de olhar apenas para as cores e começamos a interpretar o exame, algo chama atenção: existe uma redução localizada da camada de fibras nervosas e também do complexo de células ganglionares.

Parece glaucoma?

Poderia parecer.

Mas antes de prescrever o colírio, precisamos responder a uma pergunta muito mais importante:

Esse padrão de perda faz sentido para glaucoma?

É aqui que OCT, retinografia, história clínica e exame do paciente precisam conversar.

👉 Passe para o lado e tente chegar ao diagnóstico antes do último slide.

Esse é exatamente um dos grandes desafios da prática: reconhecer quando uma alteração neuroftalmológica está imitando glaucoma — mesmo quando o aparelho insiste em mostrar tudo “verde”.

No DNO, não quero ensinar você a decorar OCT.
Quero treinar como raciocinar diante dele.

Porque entre Timolol e Pulsa existe uma etapa que nenhum aparelho substitui:

o raciocínio clínico.

Em breve, novidades sobre o DNO — Desatando os Nós da Oftalmologia.

Quando o problema parece estar no olho… mas o diagnóstico está muito além dele. 👁️🧠12 anos. Cefaleia. Alteração do humor...
10/09/2026

Quando o problema parece estar no olho… mas o diagnóstico está muito além dele. 👁️🧠

12 anos. Cefaleia. Alteração do humor.
Acuidade visual praticamente preservada.
Edema bilateral de papila.

A primeira pergunta é: o que você pensaria?

Depois surgem novos elementos: náuseas, sonolência, paralisia do VI nervo… e os exames de imagem começam a mudar completamente o raciocínio.

👉 Passe as imagens devagar e tente construir sua hipótese antes de chegar ao diagnóstico.

Esse caso foi apresentado no Congresso Brasileiro de Oftalmologia e resume algo em que acredito muito: Neuroftalmologia não é decorar doenças raras. É aprender a juntar pistas.

Às vezes, o achado está no fundo de olho.
A pista está no cérebro.
E a resposta pode estar… no tórax.

Você teria chegado ao diagnóstico? Em qual slide sua hipótese mudou?

É exatamente esse tipo de raciocínio clínico que vamos treinar no DNO — Desatando os Nós da Oftalmologia: reconhecer padrões, perceber quando alguma coisa não encaixa e saber qual deve ser o próximo passo.

As inscrições estão chegando. Em breve, conto mais por aqui.

Hoje, às 19h, teremos mais uma aula do DNO!Tema: Perda súbita da visãoAlém da aula, faremos também a discussão de um cas...
31/08/2026

Hoje, às 19h, teremos mais uma aula do DNO!

Tema: Perda súbita da visão

Além da aula, faremos também a discussão de um caso clínico, abordando de forma prática e objetiva o raciocínio diante dessa importante urgência oftalmológica.

O link será disponibilizado no grupo do WhatsApp. Espero vocês!

Acuidade visual 20/20, fundo de olho sem alterações signif**ativas e neuroimagem aparentemente normal.Ainda assim, algo ...
27/08/2026

Acuidade visual 20/20, fundo de olho sem alterações signif**ativas e neuroimagem aparentemente normal.

Ainda assim, algo não fechava.

O campo visual mostrava um defeito bitemporal, recorrente e reversível — uma pista que apontava diretamente para o quiasma óptico.

Mas, se não havia uma lesão compressiva evidente, o que poderia explicar o quadro?

A história clínica trouxe a peça que faltava: paciente com lúpus eritematoso sistêmico, apresentando uma rara quiasmite presumida associada ao LES.

Este caso, que tivemos a oportunidade de publicar, reforça uma lição importante: nem toda síndrome quiasmática é compressiva — e uma imagem aparentemente normal não deve encerrar um raciocínio clínico coerente.

Arraste o carrossel e me conte: em qual momento você pensaria no quiasma?

Para receber os próximos casos clínicos e os avisos das aulas do DNO, entre no nosso grupo do WhatsApp pelo link da bio.

CampoVisual Lúpus Oftalmologia

Nem todo verde signif**a normal.Nem todo vermelho signif**a doença.O OCT é uma ferramenta extraordinária, mas não deve s...
23/08/2026

Nem todo verde signif**a normal.
Nem todo vermelho signif**a doença.

O OCT é uma ferramenta extraordinária, mas não deve ser interpretado apenas pelas cores do relatório.

Na próxima aula do DNO, vamos discutir Green Disease e Red Disease a partir de casos clínicos, correlacionando os achados do exame com anatomia, qualidade da imagem e contexto clínico.

Uma aula para quem deseja enxergar além do mapa de cores e interpretar o OCT com mais critério e segurança.

📅 24/08
🕖 19h — horário de Brasília

Entre no grupo do WhatsApp para receber o link da aula https://chat.whatsapp.com/E5at9ML2GD8HfL3SnzrnP9?s=cl&p=i&mlu=4.

Oftalmologia EducaçãoMédica

O OCT pode enganar você?Um campo visual alterado.Uma redução do complexo de células ganglionares.Um OCT com informações ...
22/08/2026

O OCT pode enganar você?

Um campo visual alterado.
Uma redução do complexo de células ganglionares.
Um OCT com informações que, à primeira vista, parecem apontar um caminho.

Mas será que essas informações respondem à pergunta que realmente precisamos fazer?

Glaucoma ou neuroftalmologia?
Alteração verdadeira ou comparação com um banco normativo?
Devemos confiar no verde? E no vermelho?

Este é o Caso da Semana do DNO.

Passe as imagens, analise os exames e tente responder às três perguntas antes de chegar ao final.

🟢 Green Disease
🔴 Red Disease

Na próxima aula do DNO vamos partir justamente daí: entender por que o OCT é extraordinário — mas também por que as cores não fazem o diagnóstico por nós.

📅 Segunda-feira, 24/08

Antes da aula, quero saber sua opinião:

Qual é a sua hipótese para este caso? E qual dado mais pesou na sua decisão?

Deixe nos comentários. Vamos discutir juntos.

DNO — Desatando os Nós da Oftalmologia
Casos clínicos para aprender a pensar, não apenas decorar respostas.

Um dia de muito aprendizado e troca de experiências no treinamento da Cristália.Conversamos sobre olho seco e DEWS II, A...
17/08/2026

Um dia de muito aprendizado e troca de experiências no treinamento da Cristália.

Conversamos sobre olho seco e DEWS II, AREDS2 e suplementação, além do tratamento do glaucoma — sempre aproximando a evidência científ**a da prática e da comunicação com o médico.

Obrigado à Cristália pelo convite e a todos os participantes pela excelente interação. Foi um grande evento!

AREDS2

O campo visual mostra o defeito. Mas será que ele, sozinho, localiza a lesão? 👁️🧠Neste caso da semana, temos uma hemiano...
12/08/2026

O campo visual mostra o defeito. Mas será que ele, sozinho, localiza a lesão? 👁️🧠

Neste caso da semana, temos uma hemianopsia e uma pergunta aparentemente simples:

Radiações ópticas ou trato óptico?

Quando acrescentamos OCT de CFNR, complexo de células ganglionares e a avaliação do nervo óptico, começam a surgir pistas que ajudam a topografar a lesão.

👉 Passe para o lado e tente chegar ao diagnóstico antes do último slide.

E antes de ver a resposta: onde você localizaria essa lesão?

Deixe sua hipótese nos comentários.

Esse é o raciocínio que queremos exercitar no DNO — Desatando os Nós da Oftalmologia: integrar campo visual, OCT e exame clínico para transformar achados em localização e diagnóstico.

📲 Quer acompanhar os próximos casos clínicos e aulas? Entre para o grupo do DNO pelo QR Code no final do carrossel ou clique no link: https://chat.whatsapp.com/E5at9ML2GD8HfL3SnzrnP9?s=cl&p=i&mlu=4

NervoOptico CasoClinico

ANISOCORIA NO CONSULTÓRIO 👁️Uma pupila maior que a outra.Parece simples — até chegar o paciente em que você precisa deci...
08/08/2026

ANISOCORIA NO CONSULTÓRIO 👁️

Uma pupila maior que a outra.
Parece simples — até chegar o paciente em que você precisa decidir: posso observar ou preciso investigar?

Na próxima aula do DNO, vamos discutir a anisocoria de forma prática, pensando no que realmente acontece no consultório:

• Como organizar o raciocínio diante de uma anisocoria
• Quais achados devem chamar atenção
• Quando pensar em causas neurológicas
• Interpretação dos exames
• Casos clínicos reais

📅 10/08
⏰ 19h — horário de Brasília

🔗 O acesso à aula será divulgado pelo grupo do WhatsApp.

Entre no grupo por aqui:
https://chat.whatsapp.com/E5at9ML2GD8HfL3SnzrnP9?s=cl&p=i&mlu=4

Envie este post para aquele colega que também f**a com a pulga atrás da orelha quando encontra uma anisocoria no consultório.

Dr. Glauco Almeida
Glaucoma e Neuroftalmologia

CasoClinico

Endereço

Avenida Afonso Pena, 2833, Centro, Campo Grande/
Campo Grande, MS
79002-072

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