Dra. Angélica Gravino

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Dra. Angélica Gravino Clínica de cirurgia plástica em Campo Grande MS! Dra. Angélica Gravino, é Graduada em Medicina pela Universidade Gama Filho de 2005 a 2010.

Foi Médica Residente em Cirurgia Geral no Hospital Municipal do Campo Limpo (SUS-SP) de 2011 a 2013. Trabalhou também como Médica Residente em Cirurgia Plástica na Associação Beneficente de Campo Grande - Hospital Santa Casa de 2014 a 2017. Obteve o Título de Especialista pela Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica em Março de 2017
Atualmente atende no Hospital HPLAS, em Campo Grande, Mato Grosso do Sul.

“Cirurgião plástico. Não criador de tendências.”Cada paciente apresenta uma anatomia, proporções e características própr...
16/09/2026

“Cirurgião plástico. Não criador de tendências.”

Cada paciente apresenta uma anatomia, proporções e características próprias. É a partir dessa avaliação que defino a indicação e o planejamento de cada cirurgia.

Referências vistas nas redes sociais podem ser interessantes, mas não substituem o olhar clínico e a avaliação individual.

Na cirurgia plástica, técnica, indicação e planejamento precisam estar de acordo com aquilo que faz sentido para cada paciente.

É esse cuidado que orienta o meu trabalho.

Dra. Angélica Gravino
Médica | Cirurgiã Plástica
CRM/MS 7.844 | RQE 5.380

15/09/2026

Neste vídeo compartilho o Episódio 05 da minha trajetória cirúrgica e, dessa vez, chegamos a uma etapa muito especial: 30 dias de pós-operatório.

Já se passou um mês desde a cirurgia e poder acompanhar essa evolução no meu próprio corpo tem sido uma experiência completamente diferente de tudo o que eu vivencio no consultório.

Como cirurgiã plástica, sempre explico às minhas pacientes que o resultado de uma cirurgia não acontece de um dia para o outro. Existe um processo de cicatrização, redução do edema, acomodação dos tecidos e evolução progressiva do contorno.

E viver isso na prática me fez compreender ainda mais essa espera.

Aos 30 dias, já consigo perceber mudanças importantes, mas também entendo que esse ainda não é o resultado final. O corpo continua se transformando e cada fase precisa ser respeitada.

Ao longo desse primeiro mês, também vivi de perto os cuidados do pós-operatório, a importância da fisioterapia, o acompanhamento médico e, principalmente, a necessidade de ter paciência com o próprio corpo.

Essa experiência tem me ensinado muito não apenas como paciente, mas também como cirurgiã.

Porque agora, quando converso com uma paciente sobre o pós-operatório, existe algo a mais: eu também estou vivendo essa experiência.

Esse é o meu resultado de 30 dias. Ainda temos um caminho pela frente, e eu quero continuar compartilhando cada etapa dessa transformação com vocês. ✨

⚠️ A indicação de qualquer procedimento deve ser realizada após avaliação médica individualizada. Cada organismo possui características próprias e os resultados podem variar.

Post elaborado em conformidade com a Resolução CFM nº 2.336/2023.
Sem promessa ou garantia de resultado.

— DRA. ANGÉLICA GRAVINO | CRM/MS 7844 | RQE 5380
📍Campo Grande/MS


14/09/2026

Neste resultado, a paciente chegou com uma queixa muito específica: após a gestação,percebeu uma grande perda de sustentação, flacidez e queda das mamas, alterações que impactaram o formato e a harmonia do colo.

Seu desejo, porém, não era aumentar o volume. Ela queria elevar e remodelar as mamas, melhorar a ptose e recuperar um formato mais harmônico, mantendo uma aparência natural e compatível com o seu corpo.

A proposta foi realizar uma mastopexia sem prótese, utilizando apenas o tecido mamário da própria paciente para reposicionar e remodelar as mamas, sem acrescentar volume artificial.

O resultado apresentado é de 1 mês de pós-operatório. Mesmo ainda sendo uma fase inicial de recuperação, já é possível observar mudanças no posicionamento, no formato e na proporção das mamas, preservando justamente aquilo que a paciente buscava: naturalidade e sem aumento de volume.

Mais do que aumentar, algumas cirurgias têm como objetivo restaurar a forma e a sustentação. E o planejamento deve respeitar a anatomia, as necessidades e aquilo que cada paciente deseja para o próprio corpo.

⚠️ Toda cirurgia apresenta riscos e possibilidade de complicações. A indicação, técnica e conduta devem ser definidas após avaliação médica individualizada.

Post elaborado em conformidade com a Resolução CFM nº 2.336/2023. Sem promessa ou garantia de resultado.

**DRA. ANGÉLICA GRAVINO | CRM/MS 7844 | RQE 5380**

📍 Campo Grande/MS

Neste resultado, a paciente chegou com uma queixa muito específica: após um emagrecimento importante, percebeu grande pe...
11/09/2026

Neste resultado, a paciente chegou com uma queixa muito específica: após um emagrecimento importante, percebeu grande perda de sustentação, flacidez e alteração no formato das mamas.

Seu desejo, porém, não era aumentar o volume. Ela queria restaurar o formato das mamas, melhorar a ptose e recuperar a harmonia, mantendo uma aparência natural e compatível com o seu corpo.

A proposta foi realizar uma mastopexia sem prótese, utilizando apenas o tecido mamário da própria paciente para reposicionar e remodelar as mamas, sem acrescentar volume artificial.

O resultado apresentado é de 1 mês de pós-operatório. Mesmo ainda sendo uma fase inicial de recuperação, já é possível observar a mudança no posicionamento, no formato e na proporção das mamas, preservando justamente aquilo que a paciente buscava: naturalidade, sem aumento de volume.

Mais do que aumentar ou modificar, algumas cirurgias têm como objetivo restaurar. E o planejamento deve respeitar aquilo que cada paciente deseja para o próprio corpo.

⚠️ Toda cirurgia apresenta riscos e possibilidade de complicações. A indicação, técnica e conduta devem ser definidas após avaliação médica individualizada.

Post elaborado em conformidade com a Resolução CFM nº 2.336/2023. Sem promessa ou garantia de resultado.

DRA. ANGÉLICA GRAVINO | CRM/MS 7844 | RQE 5380
📍 Campo Grande/MS

09/09/2026

Neste vídeo compartilho o Episódio 04 da minha trajetória cirúrgica, e dessa vez, falando sobre uma etapa que considero fundamental no processo de recuperação: a fisioterapia no pós-operatório.

Depois de passar de cirurgiã para paciente, pude vivenciar na prática a importância de ter um acompanhamento adequado também depois do procedimento. A fisioterapia pode contribuir para uma recuperação mais segura e organizada, auxiliando no controle do edema, na mobilidade dos tecidos e na evolução do processo de cicatrização, sempre respeitando o tempo de cada organismo.

É importante reforçar que o pós-operatório não é igual para todas as pacientes. As condutas precisam ser individualizadas e realizadas por profissionais capacitados, em conjunto com as orientações do cirurgião responsável.

Viver essa experiência do outro lado tem transformado ainda mais a minha forma de enxergar cada etapa da cirurgia. Hoje, como paciente, consigo sentir na pele a importância de cada cuidado que sempre orientei às minhas pacientes.

Essa jornada continua, e cada episódio me faz compreender ainda mais o que existe por trás de uma cirurgia. 🤍

⚠️ A fisioterapia pós-operatória deve ser indicada e conduzida de forma individualizada, considerando o procedimento realizado e a evolução de cada paciente. Técnicas inadequadas ou realizadas fora do momento indicado podem prejudicar a recuperação.

Post elaborado em conformidade com a Resolução CFM nº 2.336/2023.
Sem promessa ou garantia de resultado.

— DRA. ANGÉLICA GRAVINO | CRM/MS 7844 | RQE 5380
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06/09/2026

Neste vídeo falo sobre uma dúvida cada vez mais frequente no consultório: quando o preenchimento deixa de ser a melhor estratégia e o lifting facial passa a fazer sentido?

Ao longo do conteúdo, explico que preenchimentos e procedimentos dermatológicos podem ser excelentes ferramentas para tratar determinadas alterações do envelhecimento, mas não substituem o tratamento cirúrgico quando existe um grau mais importante de flacidez e queda dos tecidos.

Com o passar dos anos, não ocorre apenas perda de volume. A pele perde elasticidade, os tecidos sofrem alterações de sustentação e os contornos da face podem se modificar. Nesses casos, tentar compensar a flacidez apenas com volume pode não proporcionar o resultado esperado e, em algumas situações, pode até deixar a face visualmente mais pesada.

É justamente nesse momento que o lifting facial, quando bem indicado, pode ser considerado: para reposicionar os tecidos, tratar a flacidez e restaurar os contornos faciais de maneira mais abrangente, sem depender exclusivamente de preenchimentos.

A indicação, porém, não é definida apenas pela idade. Ela depende da anatomia, qualidade da pele, grau de flacidez, distribuição dos tecidos e expectativas de cada paciente.

Mais do que escolher entre preenchimento ou cirurgia, o objetivo é entender qual tratamento realmente corresponde ao que a face precisa naquele momento, sempre buscando naturalidade, proporção e segurança.

⚠️ A indicação de procedimentos estéticos ou cirúrgicos deve ser realizada após avaliação médica individualizada. Cada paciente apresenta características próprias, e os resultados podem variar. Toda cirurgia envolve riscos e possíveis intercorrências.

Post elaborado em conformidade com a Resolução CFM nº 2.336/2023.
Sem promessa ou garantia de resultado.

— DRA. ANGÉLICA GRAVINO | CRM/MS 7844 | RQE 5380
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02/09/2026

Neste vídeo compartilho um dos momentos mais esperados pelas pacientes: a alta cirúrgica. Um momento que marca o início de uma nova etapa, agora em casa, mas ainda dentro de um processo de cuidado e acompanhamento.

Após o procedimento, cada orientação é passada de forma individualizada, para que a paciente e sua família estejam preparados para os cuidados necessários durante a recuperação. Repouso, movimentação, alimentação, uso das medicações, cuidados com as cicatrizes e todas as recomendações específicas fazem parte dessa etapa.

Mas a alta não significa o fim do cuidado. Pelo contrário: é quando começa uma fase fundamental do pós-operatório, que conta com o acompanhamento da minha equipe durante toda a recuperação, oferecendo suporte, orientação e segurança em cada etapa.

Nosso acompanhamento se estende por até um ano de pós-operatório, porque entendemos que um resultado cirúrgico não acontece apenas no centro cirúrgico. Ele é construído ao longo do tempo, respeitando a cicatrização e a resposta individual de cada organismo.

Mais do que acompanhar um procedimento, é acompanhar uma paciente em todo o caminho até sua recuperação. 🤍

⚠️ As orientações e o tempo de recuperação são individualizados conforme o procedimento realizado e as características de cada paciente. Toda cirurgia envolve riscos e possíveis intercorrências, e o acompanhamento médico é fundamental durante o período pós-operatório.

Post elaborado em conformidade com a Resolução CFM nº 2.336/2023.
Sem promessa ou garantia de resultado.

— DRA. ANGÉLICA GRAVINO | CRM/MS 7844 | RQE 5380
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