06/09/2026
Neste vídeo falo sobre uma dúvida cada vez mais frequente no consultório: quando o preenchimento deixa de ser a melhor estratégia e o lifting facial passa a fazer sentido?
Ao longo do conteúdo, explico que preenchimentos e procedimentos dermatológicos podem ser excelentes ferramentas para tratar determinadas alterações do envelhecimento, mas não substituem o tratamento cirúrgico quando existe um grau mais importante de flacidez e queda dos tecidos.
Com o passar dos anos, não ocorre apenas perda de volume. A pele perde elasticidade, os tecidos sofrem alterações de sustentação e os contornos da face podem se modificar. Nesses casos, tentar compensar a flacidez apenas com volume pode não proporcionar o resultado esperado e, em algumas situações, pode até deixar a face visualmente mais pesada.
É justamente nesse momento que o lifting facial, quando bem indicado, pode ser considerado: para reposicionar os tecidos, tratar a flacidez e restaurar os contornos faciais de maneira mais abrangente, sem depender exclusivamente de preenchimentos.
A indicação, porém, não é definida apenas pela idade. Ela depende da anatomia, qualidade da pele, grau de flacidez, distribuição dos tecidos e expectativas de cada paciente.
Mais do que escolher entre preenchimento ou cirurgia, o objetivo é entender qual tratamento realmente corresponde ao que a face precisa naquele momento, sempre buscando naturalidade, proporção e segurança.
⚠️ A indicação de procedimentos estéticos ou cirúrgicos deve ser realizada após avaliação médica individualizada. Cada paciente apresenta características próprias, e os resultados podem variar. Toda cirurgia envolve riscos e possíveis intercorrências.
Post elaborado em conformidade com a Resolução CFM nº 2.336/2023.
Sem promessa ou garantia de resultado.
— DRA. ANGÉLICA GRAVINO | CRM/MS 7844 | RQE 5380
📍Campo Grande/MS