Clínica Neurone

Clínica Neurone Neurocirurgiões e Neurologistas especializados em cérebro e coluna. Cuidado clínico e cirúrgico

13/08/2026

Você come porque está com fome... ou porque está tentando aliviar uma emoção?
Comer um chocolate ou um alimento que você gosta não é o problema. A questão é quando a comida se torna a principal forma de lidar com a tristeza, a ansiedade, o estresse ou a frustração.
Isso é conhecido como alimentação emocional.
Reconhecer as próprias emoções é um passo importante para construir uma relação mais equilibrada com a comida. Afinal, ela pode trazer conforto por um momento, mas não resolve a causa do que estamos sentindo.
Você já percebeu alguma vez que estava buscando comida para aliviar uma emoção?

Responsável Técnico: Dr. Rui Portes da Silva Filho
Médico neurocirurgião
CRM-PR 29900 | RQE 2279

10/08/2026

Quando até comer deixa de fazer sentido.
Nem toda mudança na alimentação acontece pelo excesso. Em momentos de depressão, muitas pessoas perdem o apetite, deixam de sentir prazer em comer e passam longos períodos sem se alimentar.
Essa alteração merece atenção, pois uma alimentação inadequada pode impactar tanto a saúde física quanto o bem-estar emocional.
Cuidar da saúde mental também inclui olhar para a alimentação com acolhimento e buscar apoio quando necessário.
Você sabia que a falta de apetite também pode ser um sinal de que algo não vai bem com a saúde mental?

Responsável Técnico: Dr. Rui Portes da Silva Filho
Médico neurocirurgião
CRM-PR 29900 | RQE 22791

06/08/2026

Por que algumas pessoas melhoram da dor e outras continuam sofrendo, mesmo com o mesmo diagnóstico?
Essa é uma das dúvidas mais comuns no consultório.
A resposta é que a dor não depende apenas do que aparece no exame. Cada organismo reage de uma forma diferente, e diversos fatores influenciam a intensidade dos sintomas e a resposta ao tratamento.
O tempo de evolução do problema, o grau de inflamação, o condicionamento físico, a qualidade do sono e até a forma como o sistema nervoso processa a dor fazem diferença.
O exame é uma ferramenta importante, mas ele representa apenas uma parte da avaliação. Um tratamento eficaz começa com uma análise completa e individualizada de cada paciente.
Você já conheceu alguém com o mesmo diagnóstico que o seu, mas que teve uma recuperação completamente diferente? Compartilhe sua experiência nos comentários.

Responsável Técnico: Dr. Rui Portes da Silva Filho
Médico neurocirurgião
CRM-PR 29900 | RQE 22791

03/08/2026

Você está com fome... ou é ansiedade?
Nem toda vontade de comer significa que o seu corpo precisa de alimento.
Em momentos de ansiedade, é comum o cérebro buscar uma sensação rápida de conforto, e a comida pode acabar ocupando esse papel. Por isso, antes de comer, vale a pena fazer uma pausa e se perguntar: o que eu estou sentindo agora?
Aprender a diferenciar a fome física da fome emocional é um passo importante para construir uma relação mais equilibrada e consciente com a alimentação.
Você já percebeu que, às vezes, a vontade de comer aparece mais por causa das emoções do que da fome?

Responsável Técnico: Dr. Rui Portes da Silva Filho
Médico neurocirurgião
CRM-PR 29900 | RQE 22791

31/07/2026

Descobriu uma hérnia de disco? Isso não significa que você vai precisar de cirurgia.
Na maioria dos casos, o tratamento começa com opções menos invasivas, como medicamentos, fisioterapia e outras abordagens para controle da dor.
A cirurgia costuma ser indicada apenas em situações específicas, como comprometimento neurológico, perda de força ou quando os tratamentos conservadores não apresentam o resultado esperado.
Cada paciente deve ser avaliado de forma individual. Mais importante do que o exame é entender a causa da dor e definir o tratamento mais adequado para o seu caso.
Você também achava que toda hérnia de disco precisava de cirurgia?

Responsável Técnico: Dr. Rui Portes da Silva Filho
Médico neurocirurgião
CRM-PR 29900 | RQE 22791

28/07/2026

Sua dor na coluna piora nos dias frios?

Se você já percebeu esse padrão, saiba que essa sensação tem explicação. E não, não é apenas impressão.
As baixas temperaturas podem aumentar a tensão muscular, deixando os músculos mais rígidos e sensíveis. Além disso, pessoas que já têm algum problema na coluna ou nas articulações podem perceber um aumento dos sintomas durante os dias mais frios.
O mais importante é entender que o frio não causa uma doença na coluna. Ele pode apenas intensificar um problema que já existe, tornando a dor mais evidente.
Por isso, observar quando a dor aparece, o que a desencadeia e como ela evolui é fundamental para um diagnóstico mais preciso e um tratamento adequado.
Você também sente que sua dor na coluna piora quando faz frio? Conte nos comentários.

Responsável Técnico: Dr. Rui Portes da Silva Filho
Médico neurocirurgião
CRM-PR 29900 | RQE 22791

23/07/2026

Nem toda seletividade alimentar é falta de educação.
Em pessoas com TEA (Transtorno do Espectro Autista), a dificuldade para aceitar determinados alimentos pode estar relacionada à sensibilidade com textura, cheiro, temperatura, cor ou aparência dos alimentos.
Por isso, insistir ou forçar a criança (ou até mesmo um adulto) a comer nem sempre é a melhor estratégia. O caminho é compreender a causa e buscar um acompanhamento nutricional individualizado, respeitando o tempo e as necessidades de cada pessoa.
Entender o motivo da seletividade é o primeiro passo para promover uma relação mais saudável com a alimentação.
Você já conhecia essa relação entre seletividade alimentar e o TEA?

Responsável Técnico: Dr. Rui Portes da Silva Filho
Médico neurocirurgião
CRM-PR 29900 | RQE 22791

20/07/2026

Sua dor muda ao longo do dia?
Se ela começa mais leve pela manhã e vai piorando conforme as horas passam, isso pode ser um sinal importante e não apenas consequência do cansaço.
Ao longo do dia, a coluna é submetida a diferentes cargas. Permanecer muito tempo sentado, manter uma postura inadequada ou realizar movimentos repetitivos pode aumentar a sobrecarga e intensificar a dor.
Observar quando a dor aparece, em quais situações ela piora e como ela se comporta durante a rotina pode fornecer informações valiosas para identificar sua origem e direcionar um tratamento mais preciso.
Cada padrão de dor conta uma história. E entender essa história é o primeiro passo para tratar a causa, e não apenas aliviar os sintomas.
A sua dor costuma piorar em algum horário específico do dia? Conte nos comentários.

Responsável Técnico: Dr. Rui Portes da Silva Filho
Médico neurocirurgião
CRM-PR 29900 | RQE 22791

17/07/2026

Comer saudável começa muito antes da hora da refeição.
As melhores escolhas alimentares são feitas no supermercado, não apenas no prato.
Fazer uma lista de compras, evitar comprar por impulso e dar preferência a alimentos in natura ou minimamente processados pode facilitar muito a rotina e ajudar a manter uma alimentação equilibrada ao longo da semana.
Além disso, vale a pena ler os rótulos e não se deixar levar apenas pelas embalagens ou pelas promessas de produtos "fit" e "saudáveis".
Planejamento é um dos maiores aliados de quem busca uma alimentação mais nutritiva e sustentável.
Como é a sua lista de compras? Você costuma planejar antes de ir ao mercado?

Responsável Técnico: Dr. Rui Portes da Silva Filho
Médico neurocirurgião
CRM-PR 29900 | RQE 2279

16/07/2026

Você sente dor na perna há meses e ela sempre volta?
Nem sempre a origem da dor está no lugar onde ela aparece. Em muitos casos, o problema pode estar na coluna, onde os nervos que percorrem toda a perna têm origem.
Quando um desses nervos sofre compressão ou irritação, a dor pode irradiar para o glúteo, coxa, panturrilha ou até o pé, sendo facilmente confundida com uma lesão muscular.
Por isso, identificar a verdadeira causa da dor é essencial para escolher o tratamento mais adequado e evitar que o problema continue se repetindo.
Se a sua dor persiste, irradia para a perna ou vem acompanhada de formigamento ou fraqueza, procure uma avaliação especializada.

Responsável Técnico: Dr. Rui Portes da Silva Filho
Médico neurocirurgião
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