Psicóloga Claudia Faustino

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23/08/2026

Fabiana Brêga/ Psicologia Relacionamento..
Existe uma contradição curiosa na forma como ensinamos as mulheres a envelhecer.

Nós podemos envelhecer. Afinal, não existe alternativa. Só não podemos parecer que envelhecemos.

Apareceu uma ruga? Corrige.
O cabelo embranqueceu? Pinta.
O corpo mudou? Recupere o de antes.
O rosto perdeu o contorno? Faça alguma coisa.

E eu não tenho absolutamente nada contra fazer alguma coisa.

Podemos pintar o cabelo, fazer Botox, cuidar da pele, treinar, fazer procedimentos, usar maquiagem e tudo aquilo que nos fizer sentir bem.

O que me inquieta é quando o “eu quero” começa silenciosamente a virar “eu preciso”.

Preciso parecer mais jovem.
Preciso esconder minha idade.
Preciso recuperar o corpo que tinha aos 30.
Preciso impedir que percebam que o tempo passou por mim.

Porque existe uma diferença enorme entre cuidar do nosso corpo e passar a vida lutando contra ele para que ninguém perceba que envelhecemos.

E existe uma pergunta ainda mais desconfortável: se uma mulher se sente bonita aos 50, 60 ou 70 anos, por que tantas vezes o elogio ainda é:

“Nossa, você nem parece ter essa idade!”

Como se parecer a própria idade fosse justamente aquilo que ela deveria evitar.

Talvez liberdade seja poder fazer Botox. E também poder ter rugas. Pintar os cabelos ou deixá-los brancos. Eu, particularmente, amo os meus cabelos brancos.

Podemos querer mudar alguma coisa e também olhar para uma marca do tempo e decidir deixá-la exatamente onde está.

Não precisamos criar uma maneira “certa” de envelhecer. Isso seria apenas trocar uma cobrança por outra.

Talvez precisemos devolver às mulheres o direito de envelhecer sem acreditar que o tempo diminui o seu valor.

♥️ E você? Já viveu esse dilema entre envelhecer e sentir que “precisa” continuar parecendo jovem? Isso te incomoda?

Envie este vídeo para aquela amiga com quem você pretende ficar bem velhinha, rindo de tudo isso. ❤️

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20/08/2026

psicologamonicakomora..
Há uma diferença enorme entre quem te quer e quem faz de tudo para te manter. 💭✨

Quem te quer pode ficar enquanto é conveniente, mas quem faz de tudo para te manter valoriza sua presença, cuida do vínculo e constrói a relação todos os dias. 🛠️❤️

Relacionamentos verdadeiros exigem dedicação, reciprocidade e escolhas diárias. Não aceite menos do que você merece. 🌟

Você está sendo mantido ou apenas desejado? 🧐

16/08/2026

Rodrigo Garcia | Conexão
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Existe uma fantasia que adoece muita gente: a ideia de que existe um “eu verdadeiro”, fixo, escondido atrás de máscaras.

📖 NO LIVRO Versões de Mim, de Luiz Fernando Veríssimo, essa ilusão é desmontada com humor e inteligência.

🎭 MAIS TARDE, o texto ganha ainda mais força quando é interpretado por Marco Nanini, trazendo o conflito humano para o corpo e para a voz.

🙏🏼 A ideia central incomoda e liberta: não somos uma coisa só. Somos versões que surgem conforme as relações, as fases da vida e as exigências de cada momento.

Isso não é falsidade. É adaptação psíquica. Cada versão apareceu porque foi necessária.

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😢 O sofrimento não nasce por termos muitas versões, mas quando nos obrigamos a viver presos a apenas uma forma de existir ou quando ficamos ruminando o passado, imaginando que outra escolha teria salvado tudo.

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🔻O CONVITE É MAIS ADULTO:
acolher as escolhas feitas, com ganhos e perdas, sem idealizar caminhos que nunca aconteceram.

UNIDADE NÃO É RIGIDEZ.
Crescer não é descobrir quem você “é de verdade”. É aceitar a própria história, assumir o agora e manter abertura para mudar o que ainda está vivo.

🫵🏻 E VOCÊ, como vê tudo isso?

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15/08/2026

Presta muita atenção aqui!!!!

Daniela Mombach | Psicóloga..
Desenhando pra ficar Obvious 🤭🤍

Corte maravilhoso do poadcast Bom Dia, Obvious da Marcela Ceribelli com CAROL DEL GADO 🌸 ❤️

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15/08/2026

Lumiê Terapias Integradas..
Um dia, você pode precisar das mesmas mãos que hoje escolhe para caminhar ao seu lado.

A doença, o envelhecimento e a perda da autonomia podem nos colocar em uma posição de vulnerabilidade. E é justamente nesses momentos que descobrimos quem realmente somos uns para os outros.

A cena desse vídeo é dolorosa porque mostra algo que vai além da doença de Alzheimer: mostra a violência contra alguém que depende de cuidado e proteção justamente de quem deveria oferecer segurança.

Na psicologia clínica, sabemos que os vínculos construídos ao longo da vida têm um papel importante na forma como enfrentamos períodos de fragilidade. Por isso, cuidar de uma relação não significa apenas estar presente nos momentos bons. Significa também desenvolver respeito, empatia, paciência e responsabilidade diante das dificuldades.

Escolher alguém para dividir a vida é também escolher, de certa forma, quem poderá estar ao nosso lado quando envelhecermos, adoecermos ou precisarmos de ajuda.

Por isso, observe como a pessoa trata os outros quando ninguém está olhando. Observe como ela reage diante da fragilidade, da frustração e da dependência. Porque caráter não aparece apenas quando tudo está bem.

Hoje você pode estar cuidando. Amanhã poderá ser você quem precisará ser cuidado.

Que nossas relações sejam construídas com respeito suficiente para que, quando a vida nos tornar vulneráveis, ainda encontremos amor nas mãos que nos amparam.

E que nunca confundamos cuidado com obrigação quem ama, cuida sem humilhar, sem ferir e sem violentar.

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Psicologia PsicologiaClínica SaúdeMental Família Relacionamentos

15/08/2026

Daniel Calmon - Terapeuta Comportamental e Medicina Ayurveda..
Talvez você não esteja sendo uma pessoa “boazinha”. Talvez tenha aprendido a desaparecer para não desagradar.

Existe uma diferença entre considerar o que o outro sente e viver em função do que o outro espera de você.

Quem cresceu acreditando que contrariar alguém traz rejeição, conflito ou culpa pode se tornar especialista em se adaptar. Diz que está tudo bem quando não está, aceita situações que incomodam e, muitas vezes, nem percebe que está abrindo mão de si.

Rousseau já havia percebido algo interessante ao diferenciar o amor de si do amor-próprio. Um está ligado ao cuidado com a própria existência; o outro depende muito mais do olhar e da aprovação dos outros.

E talvez seja por isso que algumas pessoas confundam ser flexível com não ter escolha.

Na terapia, isso aparece com frequência. A pessoa diz: “Eu não sei dizer não”, “tenho medo de magoar”, “não gosto de conflito”. Mas, quando investigamos a história por trás desse comportamento, muitas vezes encontramos alguém que aprendeu cedo que, para ser amado ou aceito, precisava ser conveniente.

Por isso, aprender a colocar limites não significa ficar frio ou egoísta. Significa conseguir considerar o outro sem precisar abandonar a si mesmo.

Existe uma pergunta que pode ajudar:

“Eu estou cedendo porque realmente escolhi ou porque não suporto a possibilidade de alguém se decepcionar comigo?”

Parece uma diferença pequena, mas ela muda muita coisa. Porque generosidade é poder escolher abrir mão. Autoabandono é sentir que você não pode escolher outra coisa. 🌱

Se você percebe que vive buscando aprovação, evitando conflitos ou colocando as necessidades dos outros sempre à frente das suas, talvez seja importante olhar para isso com mais cuidado.

A terapia pode ser esse espaço de reconstrução: não para você deixar de se importar com os outros, mas para aprender a não desaparecer de si mesmo enquanto cuida deles.

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13/08/2026

RAINHA DA COCRIAÇÃO 👑💎..
Insistir em aconselhar quem recusa a mudança é o sintoma latente de que nós também necessitamos de integração. Esse cenário nos confronta com a arrogância do ego, que secretamente se julga detentor da lucidez necessária para guiar outra alma. A realidade do autoconhecimento é impessoal: nenhum direcionamento externo transforma um coração que escolheu a rigidez. O despertar da consciência desautoriza intermediários.

Cada indivíduo opera no limite exato da sua janela de percepção. Quem resiste à transformação não busca respostas; está aprisionado ao ganho secundário da própria estagnação. Permanecer na identificação com o sofrimento ou na repetição mecânica da mesma dinâmica existencial gera uma falsa sensação de segurança. A mente teme o vazio do novo; ela prefere a previsibilidade de uma dor conhecida à imensidão da autorresponsabilidade.

Quando sacrificamos nosso alinhamento interno tentando empurrar o outro para a expansão, violamos o tempo dele e dilapidamos a nossa própria frequência vibracional. Os portais internos só se abrem pelo lado de dentro. A nossa urgência em consertar o mundo, na verdade, costuma ser uma fuga inconsciente da nossa própria incapacidade de silenciar e acolher a imperfeição da jornada alheia.

O amor consciente exige o desapego da cura do outro. Respeitar o livre-arbítrio e sustentar uma presença silenciosa e neutra é o ápice da maturidade espiritual. Permitir que o outro vivencie os desdobramentos naturais de suas escolhas não é abandono, é reverência ao processo dele. Muitas vezes, a dor do impacto é o único elemento capaz de romper a casca da mente egoica. Recue, recupere o seu centramento e confie no fluxo inteligente da vida.

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12/08/2026

Graziela Assis..
Às vezes, a pessoa que mais precisa da sua gentileza é justamente aquela que você encontra todos os dias no espelho.

Somos rápidos em acolher quem amamos, em compreender seus erros, respeitar seus limites e lembrar que ninguém precisa ser perfeito. Mas, quando se trata de nós mesmos, a régua muda. A cobrança aumenta. A autocrítica se torna constante.

A forma como você conversa consigo mesmo influencia a sua autoestima, suas escolhas, seus relacionamentos e até a maneira como enfrenta os desafios da vida.

Que tal observar, hoje, qual tem sido o tom da sua voz interior?

Se ela fosse direcionada a alguém que você ama, ela confortaria... ou machucaria?

💭 Talvez o primeiro passo para cuidar da sua saúde mental seja aprender a ser um pouco mais gentil consigo.

E eu quero te fazer uma pergunta:

Você se trata como trataria alguém que ama?

❤️ Compartilhe este vídeo com alguém que precisa ouvir essa reflexão.

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