Renata Burla Comportamental |Psicóloga há mais de 10 anos
|Terapeuta Comportamental
|Ajudo você a se ajudar!
|Presencial e On-line

RENATA BURLA BARRETO
Instagram: renataburla_
Fé que ilumina o caminho 🙏🏻
Esposa, mãe, filha e ser humano antes de tudo ♡
14 anos de experiência clínica 🧠
|Psico-Oncologista🎗️
|Especialista em Terapia Cog.

COISAS QUE EU ACHO CHIQUEVERSÃO PSICÓLOGA 🧠✨Saber dizer “não” sem precisar se justif**ar o tempo todo.✨Pedir desculpas q...
13/08/2026

COISAS QUE EU ACHO CHIQUE
VERSÃO PSICÓLOGA 🧠

✨Saber dizer “não” sem precisar se justif**ar o tempo todo.

✨Pedir desculpas quando percebe que errou.

✨Conseguir ouvir uma opinião diferente sem transformar em briga.

✨Respeitar o tempo e o espaço do outro.

✨Não responder no impulso quando está com raiva.

✨Saber pedir ajuda.

✨Reconhecer os próprios limites.

✨Não usar o silêncio como forma de punição.

✨Conseguir conversar sobre o que incomoda.

✨Não precisar diminuir ninguém para se sentir maior.

✨Assumir responsabilidade pelo que sente e pelo que faz.

✨E, principalmente: ter maturidade para entender que cuidar da saúde mental também é uma forma de autocuidado. 🤍

Autonomia na infância e na adolescência não signif**a deixar sozinho. Signif**a oferecer espaço para experimentar, escol...
13/08/2026

Autonomia na infância e na adolescência não signif**a deixar sozinho. Signif**a oferecer espaço para experimentar, escolher, errar, aprender e tentar novamente, sempre com a presença e o suporte de um adulto.

Quando fazemos tudo pela criança ou pelo adolescente, muitas vezes com a intenção de proteger, acabamos reduzindo oportunidades importantes de desenvolvimento. É no cotidiano, nas pequenas responsabilidades e nas experiências possíveis para cada idade, que a confiança vai sendo construída.

Dar autonomia é permitir que tente primeiro, mas estar por perto quando precisar de ajuda. É orientar sem controlar, acompanhar sem fazer por ele e ensinar que errar também faz parte do processo de aprender.

Porque crescer não é aprender a fazer tudo sozinho. É, aos poucos, descobrir que é capaz de fazer por si, sabendo que existe alguém seguro por perto quando necessário. ✨

Às vezes, quando uma criança ou adolescente diz “não quero conversar”, isso não signif**a necessariamente que não queira...
13/08/2026

Às vezes, quando uma criança ou adolescente diz “não quero conversar”, isso não signif**a necessariamente que não queira ser ouvido. Pode signif**ar que ainda não encontrou palavras para explicar o que sente.

Nem sempre é fácil reconhecer, organizar e expressar emoções. Medo, vergonha, tristeza, raiva, frustração ou até mesmo confusão podem fazer com que o silêncio pareça a única forma possível de lidar com aquilo que está acontecendo.

Por isso, diante de um “não quero falar”, insistir, pressionar ou exigir uma resposta imediata pode fazer com que a criança ou o adolescente se feche ainda mais.

Muitas vezes, o que eles precisam primeiro é sentir que existe um espaço seguro para falar, no próprio tempo e sem medo de julgamentos.

Às vezes, o silêncio não é falta de vontade de conversar. É falta de recursos para dizer o que está acontecendo por dentro.

Escutar também é saber esperar.

E estar disponível pode ser o primeiro passo para que, quando estiver pronto, ele consiga falar. ✨

Quando o “e se?” começa a ocupar o lugar do “agora”, a mente deixa de viver o que está acontecendo e passa a tentar cont...
12/08/2026

Quando o “e se?” começa a ocupar o lugar do “agora”, a mente deixa de viver o que está acontecendo e passa a tentar controlar aquilo que ainda nem aconteceu.

E se der errado? E se eu me decepcionar? E se não for como eu espero? E se algo acontecer?

A preocupação costuma nascer assim, silenciosamente. Aos poucos, o futuro começa a ocupar tanto espaço que o presente f**a pequeno demais.

Pensar sobre possibilidades faz parte da vida. O problema surge quando imaginar cenários passa a ser uma tentativa constante de evitar sentir, errar, perder ou se frustrar.

Nem tudo precisa ser previsto para ser enfrentado.

Às vezes, o que você precisa não é encontrar todas as respostas para o amanhã, mas voltar para o que existe hoje.

O que está sob seu controle agora? 💭

O que você pode fazer neste momento? 💭

O que você precisa sentir, acolher ou simplesmente deixar passar? 💭

Talvez o “e se?” não precise desaparecer. Talvez ele só precise deixar de comandar a sua vida.

Porque o futuro merece planejamento, mas o presente merece ser vivido. ✨

Quando a preocupação ocupa espaço demais, a mente pode transformar possibilidades em ameaças e fazer com que o presente ...
12/08/2026

Quando a preocupação ocupa espaço demais, a mente pode transformar possibilidades em ameaças e fazer com que o presente seja vivido como se fosse uma constante antecipação do que pode dar errado.

Nem sempre conseguimos controlar aquilo que pensamos, mas podemos aprender a perceber quando a preocupação está ocupando um espaço maior do que deveria. Dar um passo para trás, respirar e reconhecer o que está sob nosso controle pode ser um caminho para recuperar a tranquilidade.

Cuidar da saúde emocional também signif**a compreender que nem todo pensamento precisa de uma resposta imediata. Algumas preocupações precisam de ação. Outras precisam apenas ser acolhidas e deixadas passar.

A terapia pode ser um espaço seguro para compreender esses pensamentos, desenvolver novas formas de lidar com eles e construir uma relação mais leve com aquilo que sentimos. ✨

O que existe por trás do comportamento?Nem sempre um comportamento é apenas aquilo que conseguimos observar. Muitas veze...
12/08/2026

O que existe por trás do comportamento?

Nem sempre um comportamento é apenas aquilo que conseguimos observar. Muitas vezes, ele é uma forma de expressar algo que a criança ou o adolescente ainda não consegue colocar em palavras.

Quando uma criança diz que não quer ir para a escola, por exemplo, é importante olhar para além da recusa. Pode existir medo, ansiedade, bullying, dificuldade de aprendizagem, conflitos sociais, insegurança ou alguma situação que esteja tornando o ambiente escolar emocionalmente difícil.

O comportamento comunica. Por isso, antes de julgar, rotular ou simplesmente tentar corrigir, é fundamental buscar compreender o que está por trás daquela atitude.

Na psicologia, olhar para o contexto, acolher os sentimentos e investigar as necessidades por trás do comportamento permite construir intervenções mais humanas, respeitosas e efetivas.

Por trás de todo comportamento existe uma história que merece ser compreendida. 😉

O que seu filho vê nas redes pode estar influenciando a forma como ele se enxerga.Na infância e na adolescência, a const...
12/08/2026

O que seu filho vê nas redes pode estar influenciando a forma como ele se enxerga.

Na infância e na adolescência, a construção da autoestima ainda está acontecendo. Por isso, a exposição constante a padrões de beleza, corpos considerados ideais, vidas aparentemente perfeitas e comparações pode afetar a maneira como crianças e adolescentes percebem a si mesmos.

Muitas vezes, aquilo que parece apenas entretenimento pode despertar sentimentos de inadequação, insegurança e necessidade de aprovação. A comparação pode fazer com que o jovem olhe para suas características, seu corpo, sua rotina e até sua própria personalidade acreditando que nunca são suficientes.

Por isso, mais do que controlar o tempo de tela, é importante conversar sobre o que está sendo consumido.

Pergunte o que ele sente ao assistir determinados conteúdos. Observe mudanças no comportamento, na autoestima e na relação com o próprio corpo. Ensine que as redes sociais mostram recortes da realidade e que muitas imagens são produzidas, editadas e cuidadosamente selecionadas.

Seu filho precisa aprender que não precisa se parecer com aquilo que vê para ter valor.

A presença dos pais, o diálogo e o desenvolvimento do pensamento crítico são fundamentais para ajudar crianças e adolescentes a construírem uma relação mais saudável com as redes sociais e, principalmente, consigo mesmos. 😉

Onde a simplicidade encontra a alegria. ✨
09/08/2026

Onde a simplicidade encontra a alegria. ✨

Na adolescência, é comum que os filhos passem a compartilhar menos detalhes da própria vida. Isso não signif**a, necessa...
07/08/2026

Na adolescência, é comum que os filhos passem a compartilhar menos detalhes da própria vida. Isso não signif**a, necessariamente, que deixaram de amar, confiar ou precisar dos pais. Muitas vezes, é uma forma de buscar autonomia e construir sua própria identidade.

Nesse período, preservar o vínculo não signif**a saber tudo o que acontece. Signif**a fazer com que o adolescente saiba que pode procurar os pais quando precisar.

Quando ele não quiser conversar, respeite o espaço, mas permaneça disponível. Evite transformar cada conversa em interrogatório, fazer muitas perguntas seguidas ou reagir com críticas e julgamentos. Às vezes, uma simples frase como “Quando você quiser conversar, eu estou aqui” comunica muito mais segurança do que insistir.

O vínculo também é construído nas pequenas coisas do cotidiano. Um lanche juntos, uma conversa no carro, assistir a algo que ele gosta ou simplesmente estar por perto sem exigir uma conversa profunda.

Adolescentes precisam de privacidade, mas também precisam de presença. O equilíbrio está em respeitar a individualidade sem deixar de acompanhar, orientar e estabelecer limites.

Seu filho pode não contar tudo. E tudo bem. O mais importante é que ele saiba que, quando precisar contar algo importante, encontrará em você um lugar seguro para falar. 😉

Endereço

Campos Dos Goytacazes, RJ

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