Psicóloga Carla Netto

Psicóloga Carla Netto Psicóloga e sexóloga Clínica CRP: 07/30678
Atendimento psicológico online individual e casal. Aqui você encontra as raizes dos seus sintomas.

Sou especialista em relacionamentos amorosos e genograma familiar sistêmico. Entre em contato para saber mais!

08/06/2026

É muito comum que, quem viveu uma infância e uma adolescência de baixo de mau tempo em casa, carregue a dor de ter sobrevivido maior parte do tempo até que pudesse caminhar com as próprias pernas.

Mas, geralmente, o adulto que viveu dinâmicas como essa do vídeo, irá carregar o medo de desagradar e a ansiedade por desempenhar tudo sozinho pra dentro dos relacionamentos amorosos.

Muitos ainda carregarão a culpa e a sensação de ingratidão à família, mesmo que o abandono afetivo tenha sido literal e não somente psicológico. Muitos cuidarão de pais que, um dia lhes mandaram embora ainda na adolescência, sob fortes ameaças.

Se você se identificou e sente que precisa olhar com mais atenção pra essa dor, eu posso te ajudar com esse conflito interno.
Me siga para conteúdos semelhantes e vamos juntos?

Carla Netto psicóloga e sexóloga, especialista em relacionamentos e genograma familiar

03/06/2026

Muitas vezes, não é a amante que destrói um relacionamento. É a própria família de origem, quando disfuncional. Comentários ácidos, comparações desnecessárias e a falta de posicionamento do marido frente à esposa corroem a relação de forma silenciosa.

Ou melhor, o que destrói é a falta de posicionamento do filho adulto com os pais e a família.

A psicologia sistêmica, com Salvador Minuchin e Murray Bowen, já apontava que quando não há clareza nos limites familiares, o casal perde força e o vínculo conjugal se fragiliza.

No Brasil, pesquisas indicam que conflitos familiares estão entre as principais causas de separações, aparecendo em mais de 30% dos divórcios segundo dados do IBGE. Ou seja, muitas vezes, o casamento não termina pela presença de uma terceira pessoa, mas pela ausência de posicionamento diante da família primária.

Colocar limites não signif**a abandonar ou desrespeitar os pais. Signif**a assumir o papel de adulto, priorizando a família que foi construída. A mãe continua sendo mãe. Mas a esposa, ela é a prioridade da vida conjugal.

✨ Se você sente que sua relação tem sofrido por interferências externas ou pela dificuldade de se posicionar, a terapia de casal pode ser o caminho para restaurar o equilíbrio, fortalecer vínculos e devolver ao casal o lugar de prioridade.

Carla Netto psicóloga e sexóloga, especialista em relacionamento amoroso e genograma familiar transgeracional

psi

01/06/2026

Uma criança/adolescente que presenciou o caos na sua família , pode ser a o adulto que hoje sofre no relacionamento amoroso de ansiedade de separação, que a qualquer briga, já pensa em sair correndo, porque lembra do quanto era difícil ser mediador/a entre as brigas dos pais.

Muitos filhos crescem no meio do conflito e reproduzem esse caos emocional em seus relacionamentos, em sua maioria, por medo de serem abandonados, rejeitados ou não entendidos.

Os filhos salvadores geralmente são os mais velhos, dependendo da dinâmica da família. O mais velho costuma carregar o peso de cuidar dos irmãos, de ser confidente da mãe e rivalizar com o pai OU de ser muito próximo ou parecido com o pai e com isso, receber uma grande implicância da mãe.

Essas são situações comuns de acontecer em lares onde os pais são emocionalmente instáveis ou imaturos.

Esse filho/a pode desenvolver inúmeros problemas na área dos relacionamentos, por achar que precisa salvar os pais e a todos que o rodeiam. Pode também, ter maiores conflitos por desenvolver um apego muito ansioso OU um apego muito evitativo, ou seja, é um forte candidato aos excessos, e onde há excesso, há dor.

Se identificou aqui? Saiba que existe tratamento para que se possa viver um relacionamento saudável, mesmo que a tua família não tenha vivido.

Eu vejo você!

Carla Netto psicóloga e sexóloga- especialista em relacionamentos e genograma familiar

31/05/2026

A filha boazinha demais, geralmente, é a mais velha, aquela que precisou cuidar dos irmãos, e que os pais já tinham preocupações demais, logo, ela jamais os causaria incômodos. Porém, essa filha também não pode ser vista, nem lembrada pelo que ela era, já que pela sua utilidade, se fazia presente.

A filha boazinha demais, geralmente, se cobra demais, se doa demais, tenta resolver a vida de todos a sua volta e a própria sempre f**a em segundo plano, porque ela nunca foi ouvida. O que ela falava, não era levado em consideração, então ela foi se calando para não chatear ninguém.

Já imaginou essa dinâmica num relacionamento amoroso, né? A dificuldade em se expressar será inevitável, a menos que ela entenda as suas travas e os seus traumas.

Portanto, busque ajuda profissional, caso esteja difícil de resolver sozinha (o).

Lembrando que é apenas uma dinâmica, sem generalizações e sem culpabilizar pais.

Com carinho,
Carla Netto psicóloga e sexóloga - especialista em relacionamentos e genograma familiar

22/05/2026

Para a Psicologia Sistêmica, o que não é integrado na nossa história se transforma em destino. Quando uma filha cresce com um pai ausente, rejeitador ou emocionalmente distante, o seu inconsciente registra que o amor masculino é sinônimo de falta e abandono.

Na vida adulta, movida por uma necessidade cega de curar aquela ferida da infância, essa mulher busca o que é “familiar” para o seu sistema. E o padrão de repetição se instala.

A atração pelo indisponível acontece de forma inconsciente sem você perceber, você escolhe parceiros frios, instáveis ou comprometidos. Há uma tentativa infantil de fazer o homem indisponível finalmente “f**ar”, para provar que você tem valor.

O ápice do ciclo do ciclo abandono na gestação: O padrão atinge o seu ponto mais crítico quando essa mulher engravida. No momento em que ela vai se tornar mãe e o parceiro deveria assumir o papel de pai, ele vai embora. O ciclo se fecha com precisão cirúrgica: ela agora revive a solidão da própria infância e o sistema ganha mais uma criança que crescerá sem a presença do pai.

Por que o sistema faz isso?
Não é dedo podre, azar ou falta de aviso. É uma lealdade cega ao trauma. O sistema nervoso repete o cenário doloroso do passado na esperança de que, desta vez, o final seja diferente. Mas enquanto a escolha for feita a partir da ferida daquela menina abandonada, o resultado será o mesmo.

🕊️ Como quebrar essa corrente?
Para interromper esse ciclo e proteger as próximas gerações, a mulher adulta precisa assumir o controle.

A cura sistêmica exige parar de buscar o pai nos parceiros e encarar a dor da ausência original. Signif**a olhar para trás e dizer: “Pai, a sua falta doeu, mas eu deixo o seu limite com você. Eu quebro esse ciclo aqui. Eu escolho homens presentes e escolho uma história diferente para o meu filho”.

É preciso deixar de ser a vítima da história do pai para se tornar a autora da própria vida.

Ressaltando: O fato da repetição acontecer, não justif**a o abandono paterno em hipótese alguma. Neste caso, a mulher/mãe é a vítima de mais um abandono e merece todo respaldo, principalmente, jurídico.

Carla N

20/05/2026

Você tem coragem de ser mais feliz que os seus pais?

Parece um absurdo perguntar isso, mas no fundo do inconsciente, muitos filhos travam a própria vida por uma lealdade invisível ao sofrimento da família.

Quando você vem de um sistema de muita escassez financeira e de mulheres (especialmente a mãe) que só sofreram em casamentos infelizes, prosperar e ter um relacionamento saudável gera uma culpa avassaladora.

O pensamento inconsciente é: “Como posso ter dinheiro, prazer e um amor leve se a minha mãe só teve dor e renúncia?”.

O resultado? O autoboicote.

Mesmo estando com um parceiro incrível, você não consegue se entregar. O corpo gela, a mente cria problemas onde não existe e a sexualidade é bloqueada. O prazer é desligado como uma tentativa torta de dizer: “Veja, mãe, eu continuo sofrendo e sendo igual a você para não ser excluída”.

Honrar os seus pais não signif**a repetir a dor deles. A verdadeira honra é fazer algo bom com a vida que eles te deram.

Você pode olhar para o passado e dizer: “ Eu sinto muito pelo seu sofrimento, mas agora eu escolho ir para a vida". É seguro receber amor. É seguro ter prazer.

Você já sentiu essa culpa incômoda ao perceber que a sua vida está dando certo? Me conta nos comentários

Carla Netto psicóloga e sexóloga, especialista em relacionamentos amorosos e genograma familiar

19/05/2026

A nossa mãe é a nossa primeira referência de amor e segurança no mundo. É no olhar dela que a gente aprende se é segura, amada e protegida.

Quando esse olhar falta , seja por um abandono físico ou por uma mãe que até estava ali, mas era fria e indisponível , uma ferida profunda se instala. E o problema é que essa dor não f**a no passado. Ela cresce com a gente e bate cartão na nossa vida amorosa.

⚡ Como isso aparece nos seus relacionamentos?
Se você carrega essa ferida, é muito provável que você se reconheça em um desses dois comportamentos:

O medo desesperado de ser deixada: Qualquer sumiço do parceiro ou mudança no tom de voz parece o fim do mundo. Você vive pisando em ovos, tenta agradar em excesso e faz de tudo para ser “indispensável” só para o outro não ir embora.

A armadura da supermulher: Você se tornou a pessoa que resolve tudo sozinha, não pede ajuda e repete que “não precisa de homem para nada”. No fundo, você não se entrega porque o seu corpo associou intimidade com rejeição. Se eu não me apego, ninguém me machuca.

🕊️ O caminho para virar a chave
O grande nó é que quem cuida de todo mundo e está sempre armada não consegue sentir prazer, relaxar ou receber amor. Curar isso não é sobre esquecer o passado, mas sobre entender que a incapacidade da sua mãe em te dar afeto foi um limite dela, e não um defeito seu.

Na terapia, a gente ajuda essa mulher a desarmar as defesas para que ela possa, finalmente, viver um amor leve e seguro.

Se esse conteúdo fez sentido para você, me conta aqui nos comentários: você tende mais a se esquivar ou a sufocar pelo medo do abandono? 👇
A entrevista completa está no YouTube no - autores do vídeo.

saudemental reelsbrasil

18/05/2026

Pessoas com características narcisistas ou com traços de perversão na personalidade, geralmente, sentem prazer em estragar momentos felizes em família, principalmente, em aniversários e datas especiais. Pois são momentos em que eles deixam de ser o centro das atenções e isso é insurportável.

Muitas pessoas carregam traumas de datas festivas pela vida inteira, pois conviveram com alguém na infância em que o humor da pessoa ditava como seria o dia de todos.

Já em relacionamentos amorosos, esse padrão pode se instalar na relação quando um ou ambos flutuam no caos em suas feridas de origem. Se um é mais narcísico, é provável que a convivência será baseada no medo, na lei do silêncio, no “pisar em ovos”.

Romper ciclos de dor vai muito além de entender diagnósticos. É necessário curar as raizes.

Se você se identificou, saiba que aqui no perfil você será apoiada e poderá caminhar comigo nessa jornada de autoconhecimento e auto amor.

Carla Netto psicóloga e sexóloga, especialista em relacionamentos amorosos e genograma familiar

17/05/2026

Muitas famílias se desenvolvem com dependências e papéis muito disfuncionais. E esse tema do vídeo, que é quando a filha, geralmente, a mais velha, assume o papel de cuidadora ou salvadora da mãe e dos irmãos mais novos, paralisa a própria vida em função do seu sistema familiar de origem.

Muitos filhos acabam assumindo papéis de “pais” em casa, ainda mais quando eles presenciam o pai maltratando a mãe ou a mãe se separando e sendo aquela que se vira pra dar conta da família.

Os maiores conflitos pra essa filha começam na fase adulta, onde ela poderá ter dificuldades em se relacionar amorosamente, já que se relacionar (casar) é o marco mais importante de diferenciação da família primária. Ela terá, provavelmente, dificuldades de priorizar o casamento em detrimento à mãe, principalmente.

Uma das dificuldades mais comuns enfrentadas por mulheres que assumem esse papel de salvadora é a culpa por prosperar ou viver coisas que a família nunca viveu ou não teve condições de viver.

E a culpa, conhecida por nós, profissionais da psicologia sistêmica, como neurose de classe, é uma situação extremamente paralisante, capaz de bloquear a sexualidade dessa mulher e, consequentemente, do casal.

Se você se identificou, saiba que essa dinâmica pode ser tratada através da psicoterapia sistêmica, onde olhamos para as raizes dos sintomas, investigando o sistema familiar de três a quatro gerações passadas.
É um trabalho profundo e incrível de análise com o genograma, que é um mapa científico de investigação da família.

Acompanhe o meu perfil para conteúdos como esse e sinta-se a vontade para entrar em contato comigo caso queira mais informações.

Carla Netto psicóloga e sexóloga, especialista em relacionamentos e genosistemas familiares

Não subestime as pequenas mudanças, pois elas tem o poder de mover montanhas internas. 🤍
25/01/2023

Não subestime as pequenas mudanças, pois elas tem o poder de mover montanhas internas. 🤍

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