14/07/2026
🧠 Enquanto você dorme, seu cérebro trabalha.
Existe um sistema chamado glinfático, responsável por uma verdadeira “faxina cerebral”. Durante o sono profundo, o líquido cefalorraquidiano circula com muito mais eficiência, ajudando a remover resíduos metabólicos e proteínas potencialmente tóxicas que se acumulam ao longo do dia, como a beta-amiloide, associada à doença de Alzheimer.
Agora vem uma reflexão interessante.
As mulheres representam cerca de dois terços dos casos de Alzheimer e, ao mesmo tempo, são as que mais sofrem com insônia e outros distúrbios do sono. A ciência ainda investiga se essas condições podem estar interligadas por mecanismos como alterações hormonais e redução da eficiência do sistema glinfático durante o sono.
Ainda não podemos afirmar que dormir mal causa Alzheimer, mas já sabemos que um sono insuficiente ou fragmentado compromete processos essenciais para a saúde do cérebro, prejudica memória, concentração, aprendizado e recuperação do organismo.
Dormir não é um luxo.
Dormir não é tempo perdido.
Dormir é manutenção cerebral.
Se você acorda cansado, demora para pegar no sono, desperta várias vezes durante a noite ou depende de medicamentos para conseguir dormir, talvez o seu corpo esteja pedindo tratamento, e não apenas mais uma noite “empurrada”.
Na minha prática clínica, utilizo acupuntura de verdade e fitoterapia científ**a para investigar a causa da insônia e buscar um sono realmente restaurador, respeitando a individualidade de cada paciente.
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DOI: 10.1038/s41582-018-0032-9
DOI: 10.1016/j.mad.2023.111899
DOI: 10.1016/j.smrv.2021.101572
DOI: 10.1177/15333175241272025