Psicóloga Jamille Novaes

Psicóloga Jamille Novaes Atendimento individual a adolescentes, adultos, e casais. Consultório em Canoas e Atendimento Online. Bem vindo(a)!

Atuo como psicóloga clínica desde 2013 e sou apaixonada pela minha profissão. Sou uma profissional dedicada e ciente da responsabilidade que devemos ter ao trabalhar com a saúde emocional dos nossos pacientes. Formada em Psicologia pela Unisinos, trabalho como terapeuta clínica atendendo adolescentes, adultos e casais. Possuo mais de 13mil horas de prática clínica �. Realizo atendimentos presencia

is na cidade de Canoas e também faço atendimentos online. Sou Especialista em Terapia do Esquema, Especialista em Transtorno de Personalidade Borderline, Especialista em Programação Neurolinguística, Pós-Graduanda em Equilíbrio Alimentar com Ênfase nas Terapias Comportamentais Contextuais, Mestranda da PUCRS e pesquisadora do GPPSI (Grupo de Pesquisa em Psicologia, Saúde e Internet). Possuo experiência no tratamento de pacientes com Transtornos de Humor (Depressão, Bipolaridade), Transtornos de Ansiedade, Transtornos Alimentares, problemas de relacionamento e Transtornos de Personalidade, dentre outros. Convido você a navegar esta página para conhecer um pouco mais sobre meu trabalho. Em meu site você encontra informações sobre as linhas da psicologia com as quais atuo, e como elas funcionam. E para acompanhar meu trabalho mais de perto, me segue lá no Insta! . Para qualquer outra informação sinta-se à vontade para me contatar por WhatsApp, telefone ou e-mail. Se eu não puder lhe atender irei retornar seu contato assim que possível.

07/08/2026

🦎 “Eu preciso ser igual aos outros para conseguir pertencer.”

No vídeo, essa personagem cresceu se sentindo diferente das outras crianças. Enquanto os colegas tinham uma realidade financeira muito diferente da sua, ela foi desenvolvendo a sensação de que não fazia parte daquele mundo.

E experiências assim podem contribuir para o desenvolvimento do esquema de isolamento social e alienação: aquela sensação profunda de ser diferente, não pertencer ou estar sempre um pouco “do lado de fora”.

Mas existe uma parte importante dessa história: nem todo mundo que carrega esse esquema vai se comportar da mesma maneira.

🦎 Algumas pessoas viram verdadeiros camaleões, como a personagem do vídeo. Observam como os outros falam, se vestem, pensam e se comportam e tentam se adaptar ao máximo. Podem mudar gostos, opiniões e até partes da própria personalidade dependendo do grupo. É uma tentativa de combater aquela sensação interna de ser diferente: “ninguém pode perceber que eu não sou como eles.”

🚪 Outras fazem justamente o contrário: evitam situações em que possam se sentir deslocadas. Fogem de festas, grupos, ambientes novos ou situações sociais porque estar sozinhas parece menos doloroso do que correr o risco de sentir novamente que não pertencem.

🧍‍♀️ E há quem simplesmente aceite o lugar de “diferente”. A pessoa entra nos grupos já esperando não se encaixar, f**a mais à margem, participa pouco e interpreta pequenos acontecimentos como confirmação de algo que já acreditava: “Eu sabia. Não sou como essas pessoas e nunca vou pertencer aqui.”

Três comportamentos muito diferentes, mas que podem nascer do mesmo lugar: a sensação de não pertencimento.

E é justamente por isso que, na Terapia do Esquema, não basta olhar apenas para o comportamento. Duas pessoas com a mesma ferida podem desenvolver maneiras completamente diferentes de lidar com ela.

📌 Esse é mais um vídeo da minha série sobre os 18 esquemas da Terapia do Esquema e as diferentes formas como podemos reagir a eles.

✨ Me siga para acompanhar os próximos e, se perdeu algum, os vídeos anteriores estão organizados nos meus S

Ficou com dúvida? Clique nos links da Bio ou me mande uma mensagem 🌷
05/08/2026

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03/08/2026

😂🐼 A gente ri dos pandas porque eles parecem cair do mesmo jeito… de novo… e de novo…

Mas a verdade é que nós também fazemos isso.

Entramos no mesmo tipo de relacionamento. 💔
Aceitamos as mesmas situações. 😞
Reagimos da mesma forma quando somos contrariados. 😣
E depois nos perguntamos por que a história nunca muda.

O problema não é errar. O problema é transformar o erro em um roteiro que se repete a vida inteira.

É aí que a terapia faz diferença: ela ajuda você a entender por que continua repetindo certos padrões e, principalmente, como construir formas mais saudáveis de agir. 💙

Se você sente que está preso(a) nos mesmos ciclos e quer finalmente fazer diferente, clique no link da bio e agende sua consulta. 📲✨

31/07/2026

📌 Esse vídeo foi criado para ilustrar o esquema de defectividade, mas ele também mostra outro esquema muito importante: a inibição emocional.

E isso não foi por acaso.

Na prática clínica, é muito comum que os esquemas apareçam juntos e se alimentem mutuamente.

No caso do João, o esquema principal é a defectividade: ele acredita que, se as pessoas conhecerem quem ele realmente é, vão rejeitá-lo, humilhá-lo ou deixar de gostar dele. Essa crença começou depois de experiências em que foi exposto, ridicularizado e traído justamente quando mostrou sua vulnerabilidade.

Mas, para tentar se proteger dessa dor, ele desenvolveu outra estratégia: passou a esconder seus sentimentos, evitar demonstrar fragilidade e nunca se abrir completamente. É aí que entra a inibição emocional.

A diferença entre os dois é importante:

💔 A defectividade fala sobre como a pessoa enxerga a si mesma: “se conhecerem quem eu sou, não vão me aceitar.”

🤐 A inibição emocional fala sobre o que ela faz com isso: “é melhor esconder o que sinto e quem eu sou.”

Por isso, muitas vezes essas pessoas parecem equilibradas, fortes ou reservadas. Nos relacionamentos, costumam ouvir mais do que falar, acolhem muito o outro, mas revelam pouco sobre si mesmas. E, sem perceber, acabam vivendo um grande paradoxo: desejam ser aceitas, mas nunca permitem que alguém conheça quem realmente são.

No fundo, f**a uma pergunta impossível de responder: “Será que alguém me amaria se conhecesse o meu verdadeiro eu?” Afinal, quando você vive escondido, nunca descobre se seria aceito sendo autêntico.

📌 Essa é mais uma parte da minha série sobre os 18 esquemas da Terapia do Esquema. Continue acompanhando os próximos vídeos e confira os anteriores nos meus Stories em Destaque.

30/07/2026

29/07/2026

Vídeo de Bruna Meireles 🫶🏼

😃 Atendendo a pedidos: Turma 2 do grupo de estudos (em um dia de semana para aqueles que não podem aos sábados). Primeir...
27/07/2026

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23/07/2026

💙 Antes de tudo, um esclarecimento importante.

Nenhum transtorno de personalidade pode ser resumido em um único vídeo. Cada pessoa tem sua própria história, seu temperamento, seus recursos, sua rede de apoio e sua forma de lidar com o sofrimento.

Os exemplos que trouxe aqui representam padrões que vemos com frequência na prática clínica e na literatura científ**a, mas não descrevem todas as pessoas com transtorno de personalidade borderline.

🤍 O medo do abandono e a busca intensa por amor nem sempre aparecem em relacionamentos amorosos, até porque nem todo mundo tem um relacionamento amoroso. Quando ele não existe, essa necessidade de vínculo pode ser direcionada para amizades, familiares ou outras relações muito importantes — muitas vezes, inclusive, para a própria mãe. O padrão é o mesmo: medo intenso de perder o vínculo, hipersensibilidade à rejeição e grande sofrimento diante da possibilidade de abandono.

🌪️ A busca intensa por amor é uma das marcas mais conhecidas do transtorno, mas ela costuma caminhar junto com outra característica central: a desregulação emocional. Ou seja, emoções extremamente intensas e dificuldade para recuperar o equilíbrio depois de situações percebidas como rejeição, abandono ou perda.

🌱 Outro ponto importante: crescer com uma mãe narcisista não signif**a que alguém necessariamente desenvolverá transtorno de personalidade borderline. Mas sabemos que essa vivência pode aumentar o risco de a criança aprender uma visão distorcida sobre amor, vínculo e valor pessoal, facilitando a repetição de relacionamentos disfuncionais na vida adulta.

✨ A boa notícia é que isso pode ser transformado. A terapia ajuda a reconhecer esses padrões, construir relações mais seguras e desenvolver formas mais saudáveis de se relacionar consigo e com os outros.

💙 Se você se identificou com esse vídeo — seja porque vive esse padrão ou porque cresceu com um cuidador narcisista — procure ajuda. Você não precisa continuar repetindo a mesma história.

📲 E se você quer entender melhor como a infância molda a vida adulta e aprender a identif**ar esses padrões, siga meu per

21/07/2026
17/07/2026

Antes de falar dos próximos esquemas, aqui está uma legenda no mesmo estilo das anteriores, mantendo a linguagem acessível e sem excesso de termos técnicos.

🤝 “Será que eu dou conta sozinho?”

Quem convive com esse padrão costuma duvidar da própria capacidade para lidar com os desafios da vida. Mesmo sendo inteligente e competente, sente que sempre precisa da opinião, da ajuda ou da aprovação de alguém para tomar decisões.

Isso pode ter várias origens. Às vezes, a pessoa cresceu com pais muito controladores, que faziam tudo por ela e não permitiam que desenvolvesse autonomia. Em outros casos, foi muito criticada, desqualif**ada ou ouviu tantas vezes que era incapaz que acabou acreditando nisso.

E nem todo mundo reage da mesma forma.

🔹 Algumas pessoas passam a depender dos outros para decidir, resolver problemas ou enfrentar situações novas. Sentem muita insegurança quando precisam agir sozinhas.

🔹 Outras evitam qualquer desafio que possa colocar sua capacidade à prova. Preferem não tentar a correr o risco de errar.

🔹 Já outras fazem o movimento oposto: recusam qualquer ajuda e sentem que precisam provar o tempo todo que são completamente autossuficientes. Por trás dessa aparência de independência, muitas vezes existe um enorme medo de parecer incapaz.

O problema é que todas essas estratégias acabam reforçando a mesma crença: “eu não sou capaz”.

A boa notícia é que isso pode mudar. À medida que a pessoa começa a experimentar pequenas conquistas e questionar essa visão sobre si mesma, ela desenvolve mais confiança para enfrentar a vida com autonomia.

📌 Essa é mais uma parte da minha série sobre os 18 esquemas da Terapia do Esquema. Continue acompanhando os próximos vídeos para entender como esses padrões podem aparecer no dia a dia.

💙 E, se você é psicólogo(a) e quer aprender Terapia do Esquema de forma prática, ou busca supervisão clínica para seus casos, é só acessar o link da bio e falar comigo.

Endereço

Rua Quinze De Janeiro 121 Sala 106
Canoas, RS
92010300

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