Consultório de Psicologia Irianna Spínola

Consultório de Psicologia Irianna Spínola Irianna Chaves Spínola Barbosa

Caratinguense, trabalha há 25 anos com crianças e adolescentes.

Colaboradora da Fundação Educacional de Caratinga FUNEC há 24 anos. Atualmente atua no Centro de Assistência à Saúde- CASU, onde exerce o cargo de psicóloga. Coautora da coletânea, Além da Palavra volumes I, II e III, com reflexões pontuais e contemporâneas sobre o homem e suas múltiplas relações. Graduada em Psicologia pelo Centro Universitário de Caratinga-UNEC, licenciada, também, em Ciências

e Matemática pela Fundação Educacional de Caratinga-FUNEC. Pós-graduada em Matemática Superior pela Fundação Educacional de Caratinga- FUNEC e Especialista em Educação Matemática pela Pontifícia Universidade Católica de minas Gerais PUC-MG. Possui estudos complementares e especializações em Neuropsicologia, Técnicas, Te**es de Avaliação Neuropsicológica, Diagnóstico Psicológico Infantil, Ludoterapia, Orientação de Pais, Terapia Cognitivo Comportamental com Crianças e Adolescentes e Treinamento de pais pelo Centro de estudos Avançados em Psicologia- CEAP-MG e Deficiências - estratégias e intervenções no contexto clínico, educacional e institucional.

Queridos pais,uma criança que não sabe lidar com o “não” não precisa apenas ouvir mais “nãos”.Ela precisa aprender o que...
12/08/2026

Queridos pais,

uma criança que não sabe lidar com o “não” não precisa apenas ouvir mais “nãos”.

Ela precisa aprender o que fazer com aquilo que sente quando o “sim” não é possível.

Frustração, raiva, decepção e tristeza fazem parte da vida — e aprender a atravessar essas emoções é uma habilidade que vai sendo construída aos poucos.

É por isso que, diante de uma grande reação, vale olhar além do comportamento.

Seu filho está apenas insistindo?
Ou ainda não desenvolveu recursos suficientes para lidar com a frustração?

E há outra pergunta importante:

O que ele aprende com a forma como nós respondemos?

Quando acolhemos a emoção, mas mantemos o limite, ensinamos algo precioso:

“Você pode não gostar do que aconteceu. Pode ficar bravo, triste ou frustrado. E eu continuo aqui. Mas o limite também continua.”

Isso é muito diferente de abandonar a criança em sua frustração.

É ajudá-la a descobrir que sentimentos difíceis podem ser suportados e passam.

🌱 É assim, nas pequenas experiências do cotidiano, que construímos tolerância à frustração, autorregulação e autonomia emocional.

Porque pequenos sinais não servem para colocar rótulos. Servem para nos fazer prestar atenção.

💗 Salve este post para lembrar na próxima vez em que um “não” parecer grande demais por aí.

Irianna Spinola | Psicóloga

Pai é presença que vira referência.É o olhar que encoraja.A mão que sustenta.O limite que protege.O abraço que diz, sem ...
09/08/2026

Pai é presença que vira referência.

É o olhar que encoraja.
A mão que sustenta.
O limite que protege.
O abraço que diz, sem precisar de palavras:
“Você pode ir. Eu estou aqui.”

Porque, enquanto um filho cresce, talvez um pai nem perceba quantas vezes está ensinando sobre coragem, respeito, amor, responsabilidade e sobre o homem que aquele menino poderá se tornar um dia.

E, quando os filhos crescem, muita coisa muda.
Mas aquilo que foi construído na presença permanece.

Neste Dia dos Pais, minha homenagem a todos os homens que compreenderam que ser pai não é apenas estar na história de um filho.

É ajudar a construir essa história.

Feliz Dia dos Pais! Marcelo de Oliveira Barbosa

🧩 **Eu amo montar quebra-cabeças.**Gosto de procurar detalhes, separar as peças, testar possibilidades... e até daquele ...
08/08/2026

🧩 **Eu amo montar quebra-cabeças.**

Gosto de procurar detalhes, separar as peças, testar possibilidades... e até daquele momento em que uma peça *parece* que deveria encaixar — mas simplesmente não encaixa.

Talvez seja por isso que eu goste tanto do que essa br**cadeira pode ensinar às crianças.

Porque um quebra-cabeça ensina muito mais do que encontrar o lugar certo de cada peça.

Ensina a **observar com atenção, experimentar, errar, mudar de estratégia e tentar novamente.**

E, no meio de tudo isso, a criança vai descobrindo algo muito importante:

**“Eu consigo.”**

Nem sempre de primeira.
Nem sempre sem ajuda.
Nem sempre sem se frustrar.

Mas consegue continuar procurando um caminho. 💙

Por isso, quando estiver montando um quebra-cabeça com uma criança, resista um pouquinho à vontade de apontar onde está a peça certa.

Dê tempo. Dê pistas. Faça perguntas. Esteja por perto.

Porque talvez o mais bonito não seja vê-la terminar o quebra-cabeça...

**mas ver o orgulho no seu rosto quando percebe que conseguiu colocar aquela peça sozinha.** 🧩✨

💌 Queridos Pais,Há momentos em que parece difícil alcançar nossos filhos.Falamos, chamamos, tentamos nos aproximar… mas ...
07/08/2026

💌 Queridos Pais,
Há momentos em que parece difícil alcançar nossos filhos.
Falamos, chamamos, tentamos nos aproximar… mas as telas parecem sempre mais interessantes. Elas oferecem novidades, distração e a sensação de estar conectado a um mundo inteiro.
E, diante disso, muitos pais se perguntam:
“Como posso ser uma influência mais forte do que as redes sociais na vida do meu filho?”
Talvez a resposta comece por compreender que você não precisa ser mais interessante do que a internet.
Seu lugar na vida do seu filho não se constrói pela quantidade de estímulos que você oferece: constrói-se pelo vínculo.
Enquanto as redes mostram muitas coisas, é você quem pode olhar verdadeiramente para ele, perceber quando algo não vai bem, acolher os dias difíceis e ajudá-lo a compreender quem ele é — para além das comparações e dos padrões encontrados nas telas.
Sua influência se fortalece nos pequenos encontros do cotidiano:
Quando você se interessa pelo que ele assiste antes de criticar.
Quando escuta suas opiniões, mesmo que sejam diferentes das suas.
Quando deixa o próprio celular de lado para estar presente.
Quando estabelece limites com firmeza, sem abandonar o diálogo.
Nossos filhos talvez não demonstrem, mas continuam nos observando.
Porque a influência dos pais não acontece apenas por meio das palavras. Ela nasce da coerência entre aquilo que dizemos e aquilo que vivemos.
Você talvez não consiga impedir que outras vozes influenciem seu filho.
Mas pode cuidar para que, entre tantas vozes, a sua continue sendo reconhecida como segura, amorosa e presente.
Seu filho não precisa apenas de menos telas.
Precisa encontrar, fora delas, relações que façam sentido.
Com carinho,
Irianna Spínola
Psicóloga e Neuropsicóloga.

🧩 PEQUENOS SINAIS | Episódio 2“Ele começa tudo... mas não termina nada.”Essa é uma das queixas que mais escuto no consul...
06/08/2026

🧩 PEQUENOS SINAIS | Episódio 2
“Ele começa tudo... mas não termina nada.”
Essa é uma das queixas que mais escuto no consultório.
Muitas vezes, os pais interpretam esse comportamento como preguiça, desinteresse ou falta de compromisso. Mas, antes de colocar um rótulo, vale a pena fazer uma pergunta muito mais importante:
O que esse comportamento está tentando me mostrar?
Persistir em uma tarefa até o fim não é apenas uma questão de vontade. É uma habilidade que depende do desenvolvimento das chamadas funções executivas, um conjunto de capacidades do cérebro que amadurece ao longo da infância e da adolescência.
Isso não significa que toda criança que abandona uma atividade tenha alguma dificuldade, pois um comportamento isolado nunca conta a história inteira.
É por isso que observar o contexto faz tanta diferença.
No carrossel de hoje, eu explico:
• por que isso acontece;
• quando esse comportamento merece mais atenção;
• e uma estratégia simples que você já pode colocar em prática em casa.
Porque compreender vem antes de corrigir.
E quando entendemos melhor nossos filhos, conseguimos ajudá-los com muito mais segurança, respeito e afeto.
✨ Me conta nos comentários: seu filho costuma começar várias atividades e deixar tudo pela metade, ou prefere terminar uma antes de passar para a próxima?

Tem br**cadeiras que ficam guardadas na memória por muitos anos.Talvez você nem se lembre da massinha que modelou quando...
02/08/2026

Tem br**cadeiras que ficam guardadas na memória por muitos anos.
Talvez você nem se lembre da massinha que modelou quando era criança.
Mas é bem provável que se lembre de quem estava sentado ao seu lado.
Brincar de massinha fortalece as mãos, estimula a criatividade, desenvolve habilidades importantes para a aprendizagem... mas ela também oferece algo que nenhum brinquedo consegue entregar sozinho: a oportunidade de criar juntos.
E isso não tem idade.
Crianças aprendem enquanto br**cam.
Adultos desaceleram, se conectam e colecionam memórias.
No fim das contas, a massinha pode até secar.
Mas o tempo compartilhado permanece. infantil

💌 Queridos Pais,Nesta semana, muitos de vocês me fizeram uma pergunta:“Como saber quando devo dizer sim… e quando devo d...
31/07/2026

💌 Queridos Pais,
Nesta semana, muitos de vocês me fizeram uma pergunta:
“Como saber quando devo dizer sim… e quando devo dizer não?”
Talvez essa seja uma das partes mais difíceis de educar um filho.
Porque, quando amamos, queremos acolher. Queremos evitar frustrações, aliviar tristezas e, sempre que possível, ver nossos filhos felizes.
Mas nem todo “sim” é cuidado.
E nem todo “não” é falta de amor.
Às vezes, dizemos “sim” porque estamos cansados, porque não queremos lidar com o choro ou porque sentimos culpa ao ver nossos filhos frustrados.
Em outros momentos, dizemos “não” apenas porque aprendemos que pais precisam ser firmes — mesmo quando aquele limite já não faz sentido.
Por isso, antes de responder, talvez valha a pena se perguntar:
Meu filho precisa disso ou apenas deseja isso?
Esse “sim” vai ajudá-lo ou apenas evitar uma frustração momentânea?
Esse “não” protege, ensina e organiza… ou nasce apenas do medo e da necessidade de controle?
Não existe uma resposta pronta para todas as situações.
Educar também é observar, refletir e ajustar o caminho.
Seu filho não precisa que você acerte todas as vezes. Precisa encontrar em você alguém capaz de acolher seus sentimentos sem abandonar os limites necessários.
Porque acolher a frustração não significa retirar o limite.
Podemos dizer:
“Eu sei que você queria muito. Entendo que esteja triste. Mas, ainda assim, hoje a resposta é não.”
O limite pode provocar choro, raiva e insatisfação. Ainda assim, quando é colocado com respeito, coerência e afeto, ele oferece segurança.
Talvez seu filho não compreenda agora.
Mas, muitas vezes, o “não” que dói por alguns minutos é justamente o que ensina algo importante para a vida inteira.
Às vezes, o maior gesto de amor é o limite.
Com carinho,
Irianna Spínola
Psicóloga e Neuropsicóloga 🌿

**Pequenos Sinais | Episódio 1**Seu filho esquece a garrafinha, o casaco, o material da escola... ou até o que foi busca...
27/07/2026

**Pequenos Sinais | Episódio 1**

Seu filho esquece a garrafinha, o casaco, o material da escola... ou até o que foi buscar no quarto?

É fácil pensar que ele “não presta atenção”. Mas, muitas vezes, o que está acontecendo é algo diferente: o cérebro ainda está desenvolvendo uma habilidade chamada **memória de trabalho**.

Antes de interpretar um comportamento, vale a pena compreendê-lo.

No carrossel de hoje, explico por que isso acontece e compartilho maneiras simples de estimular essa habilidade no dia a dia.

👉 Deslize para aprender mais.

Seu filho costuma esquecer as coisas com frequência? Quero saber nos comentários.

PsicologiaInfantil EducaçãoPositiva Crianças Neurodesenvolvimento PequenosSinais IriannaSpínola

“É só uma br**cadeira...”Será mesmo? Quando uma criança br**ca de esconde-esconde, ela faz muito mais do que procurar al...
25/07/2026

“É só uma br**cadeira...”
Será mesmo?
Quando uma criança br**ca de esconde-esconde, ela faz muito mais do que procurar alguém atrás da porta ou de uma árvore.
Enquanto se diverte, o cérebro trabalha intensamente.
🧠 Ela precisa prestar atenção às pistas.
🧠 Planeja onde vai se esconder.
🧠 Controla o impulso de sair correndo antes da hora.
🧠 Aprende a esperar.
🧠 Lida com a expectativa de ser encontrada.
🧠 Comemora, frustra-se, tenta novamente.
Tudo isso acontece em poucos minutos.
É por isso que, na infância, br**car é uma das formas mais poderosas de aprender.
E existe algo ainda mais importante: quando um adulto entra na br**cadeira, não está apenas oferecendo diversão. Está dizendo, sem palavras:
“Eu gosto de estar com você.”
Essa sensação de segurança, conexão e pertencimento é um dos maiores presentes que podemos oferecer às crianças.
Não é preciso brinquedos caros. Não é preciso uma br**cadeira perfeita.
Às vezes, alguns minutos de esconde-esconde já são suficientes para fortalecer habilidades que serão importantes por toda a vida.
💙 Da próxima vez que seu filho disser “Vamos br**car?”, lembre-se: ele pode estar convidando você para participar do desenvolvimento dele.
Qual br**cadeira marcou a sua infância? Quero muito ler nos comentários.
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🌿 Queridos pais,Existe uma ideia silenciosa que machuca muitas famílias: a de que um bom pai ou uma boa mãe nunca erra.M...
24/07/2026

🌿 Queridos pais,
Existe uma ideia silenciosa que machuca muitas famílias: a de que um bom pai ou uma boa mãe nunca erra.
Mas isso não existe.
Vocês vão perder a paciência. Vão dizer palavras das quais se arrependerão.
Haverá dias em que o cansaço falará mais alto. Dias em que vocês perceberão, tarde demais, que poderiam ter feito diferente.
E sabem de uma coisa? Isso não significa que vocês fracassaram.
Os filhos não precisam crescer ao lado de adultos perfeitos. Precisam crescer ao lado de adultos presentes.
Adultos que conseguem olhar para si mesmos com humildade. Que conseguem dizer:
“Eu errei.”
“Desculpe por ter gritado.”
“Vamos tentar de novo?”
É nesses momentos que a criança aprende algo precioso: ela aprende que amar não é nunca falhar.
É permanecer. É reparar. É reconstruir o vínculo depois da ruptura.
Porque, na vida, seu filho também vai errar. E a forma como você lida com os seus próprios erros será uma das maiores lições que ele levará para sempre.
Talvez o presente mais valioso que você possa oferecer ao seu filho não seja a perfeição. Seja a coragem de continuar presente, mesmo depois de um dia difícil.
Com carinho,
Irianna Chaves Spínola Barbosa
Psicóloga | Neuropsicóloga

Endereço

Rua Princesa Isabel 150
Caratinga, MG
35300074

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