Dra. Maria Cecília

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Dra. Maria Cecília Olá, me chamo Maria Cecilia, sou médica pediatra, apaixonada pelo atendimento humanizado e prevent

Mais do que brincar, essa convivência pode criar oportunidades para desenvolver afeto, empatia, responsabilidade e inter...
16/09/2026

Mais do que brincar, essa convivência pode criar oportunidades para desenvolver afeto, empatia, responsabilidade e interação social.

Cuidar, observar, respeitar o espaço do outro, criar vínculos… são aprendizados que acontecem de forma muito natural nessa relação.

Mas, para que ela seja positiva, é importante lembrar: criança e animal precisam de supervisão, respeito aos limites e cuidados adequados.

Porque, quando existe segurança e responsabilidade, a relação entre uma criança e seu pet pode se tornar uma das memórias mais bonitas da infância.

O que acontece quando uma pediatra de 2026 vai parar em 1985? 😂Provavelmente ela sairia do consultório com algumas recom...
14/09/2026

O que acontece quando uma pediatra de 2026 vai parar em 1985? 😂

Provavelmente ela sairia do consultório com algumas recomendações que hoje fariam qualquer pediatra arregalar os olhos.

Brincadeiras à parte, a pediatria mudou muito nas últimas décadas.

O que era comum naquela época, como oferecer chá para o bebê, usar talco a cada troca ou determinadas orientações sobre sono, foi sendo revisto conforme novas pesquisas trouxeram evidências mais sólidas.

E é justamente isso que torna a medicina tão interessante: ela não para de evoluir.

O que sabemos hoje é resultado de décadas de estudos, descobertas e, principalmente, da disposição de mudar uma conduta quando a ciência mostra que existe uma forma mais segura de cuidar.

Então, se a Dra. Maria Cecília pudesse conversar com a sua versão de 1985, provavelmente teria muita coisa para contar.

E daqui a 40 anos? O que será que estaremos fazendo diferente?

11/09/2026

Talvez o que você mais precise no puerpério não seja de mais uma regra.
Talvez seja de um pouco de ar.

Entre mamadas, noites mal dormidas, choros e uma rotina que parece não ter fim, é fácil sentir que o mundo lá fora continuou enquanto você ficou parada.

Mas você não precisa desaparecer porque virou mãe.

Um passeio tranquilo, com os cuidados necessários, pode ser uma pequena pausa no meio do caos. Um café ao ar livre, uma volta na praça, alguns minutos sentindo o sol da manhã e o vento no rosto.

Não precisa ser um grande programa.
Às vezes, sair de casa já é o programa.

E cuidar do bebê também inclui cuidar de quem está cuidando dele.

Se você está vivendo o puerpério, lembre-se: você ainda existe para além da maternidade.

Uma delas é conversar com Deus.Talvez porque, quando eu penso na infância que desejo proporcionar às minhas filhas, não ...
09/09/2026

Uma delas é conversar com Deus.

Talvez porque, quando eu penso na infância que desejo proporcionar às minhas filhas, não penso apenas no que quero ensinar sobre o mundo.

Penso também no que quero que elas tenham dentro delas quando o mundo ficar difícil.

Quero que cresçam sabendo agradecer pelas coisas simples, reconhecendo que podem pedir ajuda, encontrando um lugar de acolhimento quando estiverem com medo e tendo fé para atravessar aquilo que ainda não conseguem compreender.

E isso não começa quando a criança entende tudo.

Começa quando elas veem os adultos que amam vivendo aquilo que acreditam.

No fim, talvez educar também seja isso: plantar pequenas sementes hoje, sem saber exatamente quando elas vão florescer.

Outro dia ouvi uma mãe dizer:“Tenho a sensação de que meu filho está crescendo e eu estou perdendo isso.”E talvez você t...
07/09/2026

Outro dia ouvi uma mãe dizer:

“Tenho a sensação de que meu filho está crescendo e eu estou perdendo isso.”

E talvez você também já tenha sentido isso.

A rotina aperta, o trabalho ocupa espaço, os dias passam rápido… e vem a culpa por não estar presente o suficiente.

Mas talvez a pergunta não seja quanto tempo você passa com seu filho, e sim como ele se sente nos momentos em que vocês estão juntos.

Uma conversa.
Um abraço.
Cinco minutos sem celular.
Uma história antes de dormir.

Não precisa ser perfeito.

Seu filho precisa sentir que, quando você está ali, você está de verdade.

04/09/2026

Sabe aquela conversa que a gente sabe que precisa ter, mas às vezes não sabe nem por onde começar?

Foi pensando nisso que quero deixar uma indicação de leitura para vocês: 📚 “Como falar sobre sexualidade com as crianças”, de Leliane Rocha.

Uma leitura que pode ajudar a tornar esse assunto mais natural e, principalmente, dar mais segurança para os pais nessa caminhada.

Porque nem sempre precisamos ter todas as respostas. Às vezes, só precisamos saber como começar a conversa.

Salve essa indicação para ler com calma depois!

Setembro Dourado é um convite para falar sobre câncer infantojuvenil, mas, acima de tudo, sobre atenção.Na pediatria, mu...
02/09/2026

Setembro Dourado é um convite para falar sobre câncer infantojuvenil, mas, acima de tudo, sobre atenção.

Na pediatria, muitas queixas fazem parte da infância e nem sempre significam algo grave. O que merece cuidado é aquilo que persiste, se repete ou muda o padrão habitual da criança.

Como mãe, eu sei que é fácil transformar qualquer sintoma em preocupação. Como pediatra, também sei que observar com atenção é diferente de viver com medo.

Conhecer seu filho é uma das formas mais importantes de cuidar dele.

Se alguma coisa estiver diferente e não passar, procure avaliação. Não para entrar em pânico, mas para não ignorar aquilo que merece ser investigado.

💛 Neste Setembro Dourado, informação também é uma forma de cuidado.

Às vezes, a ansiedade começa antes mesmo da primeira colherada.A gente olha para o prato e pensa: “comeu pouco”, “comeu ...
31/08/2026

Às vezes, a ansiedade começa antes mesmo da primeira colherada.

A gente olha para o prato e pensa: “comeu pouco”, “comeu bem”, “precisa comer mais”. E, sem perceber, a refeição deixa de ser uma descoberta e passa a ser uma prova que o bebê precisa passar.

Mas introdução alimentar é aprendizado. E aprendizado não acontece em uma refeição, nem se mede pelo número de colheradas.

É sobre oferecer, permitir que a criança conheça os alimentos e, principalmente, respeitar os sinais que o próprio corpo está começando a ensinar.

Como pediatra e como mãe, eu sei o quanto é difícil confiar nesse processo. Mas talvez uma das coisas mais importantes que podemos oferecer nessa fase seja justamente isso: menos cobrança e mais confiança.

Porque alimentar também é ensinar a criança a ouvir o próprio corpo.

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