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Nós, da área da saúde mental, consideramos fundamental desmentir esse tipo de notícia que gera desinformação e pode alim...
25/09/2025

Nós, da área da saúde mental, consideramos fundamental desmentir esse tipo de notícia que gera desinformação e pode alimentar preconceitos e angústias desnecessárias nas famílias. Esse tipo de fala, quando não é baseada em ciência, pode trazer transtornos emocionais e até levar pessoas a tomarem decisões de risco na gestação.

🔎 Mas o que a ciência realmente mostra?
Até o momento, não existe comprovação científica de que o paracetamol cause autismo. Alguns estudos antigos sugeriram associações frágeis, mas pesquisas mais robustas e recentes — incluindo análises comparando irmãos expostos e não expostos — confirmaram que não há aumento de risco para TEA ou TDAH.

🌍 A Organização Mundial da Saúde (OMS) e o Colégio Americano de Obstetras e Ginecologistas (ACOG) reforçam que o medicamento é considerado seguro durante a gestação, quando utilizado sob orientação médica.

🧬 O autismo é um transtorno do neurodesenvolvimento com forte base genética e influências multifatoriais. O aumento nos diagnósticos se deve, em grande parte, a critérios diagnósticos mais amplos e maior reconhecimento clínico, não ao uso de paracetamol.

⚠️ O verdadeiro risco está em deixar febre ou dor sem tratamento, o que pode prejudicar tanto a mãe quanto o bebê.

💡 Informação baseada em evidências protege gestantes e famílias. Sempre converse com seu médico antes de tomar qualquer medicamento na gestação.

Fontes:
Organização Mundial da Saúde (OMS, 2023)
American College of Obstetricians and Gynecologists – ACOG (2021)
JAMA, 2024 – estudo com controle entre irmãos
CDC – dados sobre prevalência e fatores do TEA

Na tentativa de ver os filhos felizes, muitos pais acreditam que oferecer uma grande quantidade de brinquedos é o melhor...
18/09/2025

Na tentativa de ver os filhos felizes, muitos pais acreditam que oferecer uma grande quantidade de brinquedos é o melhor caminho. Mas, na prática, o excesso pode ter o efeito contrário.

📊 Um estudo realizado pela Universidade de Toledo (EUA, 2018) mostrou que crianças em um ambiente com apenas 4 brinquedos brincaram de forma mais criativa, se concentraram por mais tempo e exploraram melhor cada objeto, em comparação com aquelas que tinham 16 brinquedos disponíveis.

👉 O excesso de brinquedos pode trazer:
• Dificuldade de concentração;
• Desinteresse rápido;
• Ansiedade por excesso de estímulos;
• Menor criatividade.

✅ Já quando a criança tem acesso a menos brinquedos, ela:
• Se envolve mais profundamente no brincar;
• Desenvolve atenção e foco;
• Valoriza o que tem;
• Exercita imaginação e resolução de problemas.

✨ Dicas para os pais:
1. Rotacione os brinquedos: deixe alguns à vista e guarde outros para trocar depois.
2. Priorize qualidade, não quantidade: brinquedos que estimulam criatividade são mais valiosos.
3. Brinque junto: a interação com os pais é o presente mais importante.
4. Ofereça experiências: passeios, leitura e tempo de qualidade marcam mais que qualquer brinquedo.

💡 Lembre-se: brincar não depende da quantidade de brinquedos, mas da qualidade das experiências que a criança vive.

📖 Fonte: Universidade de Toledo, Infant Behavior and Development (2018).

Muitas pessoas passam anos convivendo com dificuldades que não conseguem explicar: desatenção, impulsividade, procrastin...
17/09/2025

Muitas pessoas passam anos convivendo com dificuldades que não conseguem explicar: desatenção, impulsividade, procrastinação, esquecimentos frequentes, sensação de “não dar conta”… Até que, um dia, descobrem que existe um nome para isso: TDAH – Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade.

Receber esse diagnóstico pode ser transformador. 💡
Não se trata de “rotular”, mas de dar clareza ao que antes parecia um enigma pessoal. Aceitar o diagnóstico significa abrir espaço para o autoconhecimento e, principalmente, para estratégias de manejo que realmente funcionam.

👉 Quais as melhorias que podem surgir com esse processo?
• Autocompaixão: compreender que muitas dificuldades não são “falta de esforço”, mas parte de um funcionamento cerebral específico.
• Ferramentas eficazes: acesso a tratamentos baseados em evidências, incluindo psicoterapia, psicoeducação e, quando indicado, medicação.
• Estratégias práticas: aprender técnicas para organização, gestão de tempo e regulação emocional.
• Relacionamentos mais saudáveis: ao entender seu próprio funcionamento, a comunicação com familiares, amigos e colegas se torna mais clara.
• Melhora da autoestima: quando a pessoa percebe que não é “desorganizada por preguiça”, mas que existem caminhos para lidar com suas dificuldades, ela resgata seu senso de capacidade.

🌱 Aceitar o diagnóstico de TDAH na vida adulta é um passo poderoso em direção à autonomia, ao bem-estar e a uma vida mais leve e funcional.

🔎 Se você se identifica com essas dificuldades, o primeiro passo é buscar uma avaliação neuropsicológica. Esse processo oferece uma compreensão profunda do seu funcionamento cognitivo e emocional, permitindo um diagnóstico preciso e orientando o melhor caminho de tratamento.

💬 Entre em contato e agende sua avaliação neuropsicológica. Seu autoconhecimento pode transformar a sua vida!

📱✨ Crianças agitadas, desatentas, impulsivas… Será TDAH ou excesso de tela?⠀Nos dias atuais, muitas crianças têm apresen...
04/08/2025

📱✨ Crianças agitadas, desatentas, impulsivas… Será TDAH ou excesso de tela?

Nos dias atuais, muitas crianças têm apresentado comportamentos que se assemelham aos sintomas de transtornos do neurodesenvolvimento, como o TDAH. Mas será que estamos diante de um diagnóstico real… ou de um sintoma do estilo de vida moderno?

A verdade é que o tempo excessivo de tela está moldando o cérebro infantil de maneiras preocupantes. Tablets, celulares, TVs e jogos digitais têm ocupado o espaço que, por décadas, era preenchido por interações humanas, brincadeiras ao ar livre, jogos simbólicos e o simples tédio — esse que também tem sua função no desenvolvimento da criatividade e da autorregulação.

📉 Estamos vendo crianças com:
• Dificuldade de atenção e concentração;
• Irritabilidade frequente;
• Baixa tolerância à frustração;
• Sono agitado ou de baixa qualidade;
• Atrasos na linguagem e na socialização.

Sintomas que, muitas vezes, se confundem com TDAH, autismo leve ou até deficiências cognitivas. Mas nem sempre estamos falando de um transtorno — muitas vezes, estamos falando de um cérebro sobrecarregado de estímulos digitais e carente de experiências reais.

🎯 É por isso que avaliar é essencial.
A avaliação neuropsicológica permite diferenciar o que é, de fato, um transtorno do que pode ser uma consequência do ambiente. E isso faz toda a diferença na escolha do caminho terapêutico mais adequado.

🚨 Atenção, mães, pais e cuidadores:
O uso de telas na infância não é neutro. Ele molda comportamento, aprendizado, sono e vínculo afetivo. Precisamos refletir com urgência sobre o estilo de vida que estamos permitindo às nossas crianças.

📍 O equilíbrio é possível, mas exige consciência, limites e, muitas vezes, orientação profissional.

🔍 Se você tem dúvidas sobre o comportamento do seu filho, não espere.
Procure uma avaliação neuropsicológica e descubra como ajudar com mais clareza e segurança.

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Catalao, GO

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