Dr Ivan Humberto Sanches

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A Clínica Femmina é especializada em medicina reprodutiva, tratamento em lipedema, onde a ética e o comprometimento médico estão presentes durante todo o tratamento. Ao longo dos anos, nos sentimos felizes em termos criado bons relacionamentos com nossos clientes, tendo cuidado e respeito individualizados durante cada etapa do processo de tratamento. Com integridade e ética médica por parte do méd

ico e da equipe, buscamos comprometimento e atendimento de excelência ao casal, afinal, um convívio sadio gera resultados positivos. Ser reconhecida como uma clínica reprodutiva que se dedica na busca por resultados positivos na fertilidade de um casal é a nossa maior missão, oferecendo um serviço eficaz e claro para que o cliente tenha um melhor entendimento sobre os modelos de procedimentos, bem como acessibilidade ao custo e recursos do tratamento.

22/05/2026

Se depois da menopausa o seu corpo parece mais rígido, mais dolorido e menos responsivo isso não é apenas “idade”.

O que muitas mulheres não sabem é que a queda hormonal impacta diretamente:
• articulações
• músculos
• ossos
• colágeno
• recuperação muscular
• inflamação
E é por isso que levantar da cama pode parecer diferente o treino pesa mais e o corpo parece menos forte.

Mas aqui está a virada: menopausa saudável não é só tratar sintomas.
É construir um corpo forte, funcional e independente para os próximos 30 ou 40 anos.
Musculação, proteína adequada, vitamina D, creatina, sono e estratégias individualizadas podem mudar completamente essa trajetória.
A pergunta é: você está fortalecendo seu corpo para envelhecer bem ou apenas tentando sobreviver aos sintomas?

Me conta: qual mudança no seu corpo você mais percebeu depois dos 40?

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21/05/2026

Nem todo progresso aparece primeiro na balança.
Muitas mulheres desistem cedo porque acreditam que só existe resultado quando o número diminui.

Mas o corpo feminino após os 40 costuma dar outros sinais antes:
✔ menos inchaço
✔ barriga menos estufada
✔ roupas vestindo melhor
✔ mais energia
✔ sono melhor
✔ menos compulsão

Em muitos casos, a sensação de leveza vem antes da grande perda de peso.
E ignorar esses sinais faz muita mulher abandonar justamente quando o corpo começou a responder.

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20/05/2026

🚨Você passou anos tentando emagrecer fazendo dieta, treinando se cobrando e as pernas continuavam iguais?
Então eu preciso te dizer algo importante: talvez você nunca tenha tratado o problema certo.

Lipedema NÃO é gordura comum.
NÃO é retenção simples.
E definitivamente NÃO é falta de esforço.

O que existe ali é um tecido alterado.
Um tecido com:
• inflamação crônica
• dor
• hipersensibilidade
• alteração linfática
• comportamento metabólico diferente

E é por isso que tratar apenas com foco em “diminuir volume” costuma gerar frustração.
Porque o objetivo real não é só fazer a perna parecer menor.
É mudar o comportamento biológico desse tecido.
Reduzir inflamação.
Controlar progressão.
Melhorar dor.
Devolver qualidade de vida.
E talvez a parte mais difícil disso tudo?
Ter ouvido durante anos: “é só emagrecer.”
Não.
Quando existe lipedema, o jogo é outro.

💬 Me conta com sinceridade: quantas vezes você já se culpou por isso?
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19/05/2026

Se você sente que perdeu a disciplina talvez esteja interpretando o problema errado.

Muitas mulheres após os 40 carregam culpa por não conseguirem manter dieta, rotina ou constância.
Mas o que poucas entendem é que um corpo cansado, inflamado, mal dormido e sob estresse não responde da mesma forma.
Mais fome.
Menos energia.
Mais compulsão.
Mais dificuldade para emagrecer.
Isso não significa que você “desistiu”.

Significa que seu corpo pode ter entrado em modo de defesa.
E quando você entende isso para de se culpar e começa a agir da forma certa.

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Se você sente que já tentou de tudo talvez o problema nunca tenha sido falta de esforço.Dietas restritivas.Treinos inten...
19/05/2026

Se você sente que já tentou de tudo talvez o problema nunca tenha sido falta de esforço.

Dietas restritivas.
Treinos intensos.
Recomeços infinitos.
Frustração acumulada.

O erro de muitas mulheres após os 40 é acreditar que precisam tentar ainda mais forte.
Quando, na verdade, muitas vezes precisam tentar diferente.

O corpo feminino no climatério e na menopausa responde de outra forma.
Mais estresse, mais inflamação, mais resistência metabólica.
Isso não significa que emagrecer ficou impossível.
Significa que insistir no método errado só aumenta a sensação de fracasso.

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Sua cintura não “sumiu” por acaso.Muitas mulheres após os 40 anos começam a perceber que o corpo mudou a barriga aparece...
17/05/2026

Sua cintura não “sumiu” por acaso.
Muitas mulheres após os 40 anos começam a perceber que o corpo mudou a barriga aparece mais fácil, as roupas vestem diferente e a sensação é de que perder a cintura virou algo inevitável.

Mas o que poucas entendem é que isso envolve muito mais do que “engordar”.

Alterações hormonais, cortisol elevado, inflamação, sono ruim e estresse podem mudar completamente a forma como o corpo feminino responde.

Seu corpo não está estragado.
Ele está reagindo.

E quando você entende isso a transformação deixa de parecer impossível.

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16/05/2026

🚨Você acorda inchada e acha que o problema foi o jantar de ontem?
Nem sempre.

Muitas vezes, o que piora o inchaço não é só a alimentação.
É como o seu corpo começa a manhã.

Sono ruim, estresse logo ao acordar, cortisol elevado, café correndo, pouca hidratação.
Tudo isso pode fazer seu corpo reter mais líquido, aumentar a inflamação e deixar aquela sensação de barriga estufada o dia inteiro.
Seu corpo não está “travado”.

Talvez ele só esteja reagindo a uma rotina que ninguém nunca te ensinou a ajustar.
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MetodoLEVE12

15/05/2026

Se você está na menopausa e sente que sua mente “não é mais a mesma” isso merece atenção.

Esquecer palavras.
Perder foco.
Sentir a mente lenta.
Dormir mal.
Ficar mais ansiosa ou irritada.
Não isso não é fraqueza e também não é “frescura”.

A transição menopausal não impacta apenas os hormônios.
Ela também provoca mudanças importantes no funcionamento cerebral.

Quando entendemos isso, paramos de tratar apenas sintomas isolados e começamos a cuidar da mulher de forma mais estratégica, individualizada e inteligente.

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14/05/2026

Os hormônios influenciam no ganho de peso.
Mas eles não contam toda a história.

O problema é que muitas mulheres entram na menopausa acreditando que o corpo “estragou” e que agora nada mais funciona.
Só que o ganho de peso após os 40 anos envolve muito mais do que hormônios:
- inflamação
- cortisol elevado
- sono ruim
- resistência à insulina
- retenção
- excesso de estresse.
-
Seu corpo não está contra você.

Ele só está sobrecarregado e em modo de defesa.
E quando você entende isso… o emagrecimento deixa de parecer impossível.

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A SOP “Síndrome dos Ovários Policísticos” agora passa a ser chamada de:➡️ SOMP — Síndrome Ovariana Metabólica Poliendócr...
14/05/2026

A SOP “Síndrome dos Ovários Policísticos” agora passa a ser chamada de:

➡️ SOMP — Síndrome Ovariana Metabólica Poliendócrina (em português)
➡️ PMOS — Polyendocrine Metabolic Ovarian Syndrome (sigla internacional em inglês)

A mudança foi publicada oficialmente na revista científica The Lancet no estudo:“Polyendocrine metabolic ovarian syndrome, the new name for polycystic o***y syndrome: a multistep global consensus process”.

Durante anos, o nome “ovários policísticos” gerou confusão porque a síndrome não é causada por cistos ovarianos. Na maioria das vezes, o que aparece no ultrassom são folículos que não amadureceram completamente, e não cistos patológicos. Além disso, muitas mulheres com a síndrome nem apresentam esse padrão nos ovários.

A nova nomenclatura busca representar melhor a complexidade da condição, que envolve alterações hormonais, metabólicas, reprodutivas e até emocionais.

👉 “Poliendócrina” porque vários hormônios estão envolvidos, como insulina, androgênios, LH e AMH.
👉 “Metabólica” porque existe forte relação com resistência à insulina, ganho de peso, diabetes tipo 2 e maior risco cardiovascular.
👉 “Ovariana” porque os ovários continuam fazendo parte da síndrome, mas não são o único foco da condição.

A decisão foi resultado de um consenso internacional gigantesco: 14 anos de debates científicos; participação de 56 organizações médicas e grupos de pacientes; mais de 22 mil respostas de mulheres e profissionais de saúde no mundo inteiro!

Segundo os pesquisadores, o nome antigo contribuía para confusão, atraso no diagnóstico e uma visão limitada da síndrome, focando apenas nos ovários e na fertilidade, quando na verdade a condição afeta múltiplos sistemas do organismo. A expectativa é que a nova nomenclatura ajude as mulheres a receberem diagnóstico mais cedo, além de ampliar a compreensão da síndrome tanto entre pacientes quanto entre profissionais de saúde.

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13/05/2026

Você come “direitinho”, mas continua sentindo pernas pesadas mais inchaço e desconforto constante.
E aí vem a frustração: “Mas eu estou fazendo tudo certo…”

Talvez o ponto esteja aqui, alguns alimentos considerados comuns ou até “saudáveis” podem funcionar como gatilhos inflamatórios em mulheres com lipedema.

Os principais?
- Glúten (em mulheres sensíveis)
- Açúcar refinado
- Excesso de óleos vegetais ricos em ômega-6

Isso significa que eles causam lipedema? Não.
Mas podem contribuir para manter o ambiente inflamatório ativo e isso dificulta o controle dos sintomas.
E aqui está o mais importante a alimentação não substitui tratamento médico.
Mas quando bem orientada, pode ser uma ferramenta poderosa no manejo clínico.

💬 Me conta: qual desses aparece mais na sua rotina?
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