Psicóloga - Bianca C. F. Lima

Psicóloga - Bianca C. F. Lima CRP 07/34460
🌿 Espaço acolhedor, para autoconhecimento e equilíbrio!
🌙 Agende sua sessão online e dê mais um passo para ressignif**ar sua jornada!

Entre mães e filhas existe amor, mas também existem histórias que o silêncio não permitiu curar.Muitas vezes, a relação ...
15/05/2026

Entre mães e filhas existe amor, mas também existem histórias que o silêncio não permitiu curar.
Muitas vezes, a relação mais fundamental da nossa vida é atravessada por lacunas que não sabemos explicar. É o “primeiro espelho” onde aprendemos quem somos, mas que também pode refletir dores que vêm de muito antes de nós nascermos. 🪞

Pela perspectiva da psicanálise, o que não é elaborado pela mãe, acaba sendo transmitido à filha — não por maldade, mas por falta de recurso emocional. Entender que sua mãe também foi uma menina que talvez não tenha tido colo, não anula a sua dor, mas permite que você pare de esperar dela algo que ela nunca recebeu para te dar.

Crescer emocionalmente é ter a coragem de olhar para essa história com verdade, sem precisar negar a dor, mas também sem viver presa a ela. É transformar o “herdei” em “escolho o que fazer com isso”.

O Encontro Raízes nasce desse desejo: criar um território seguro para que mães e filhas (juntas ou individualmente) possam fiar uma nova história. Mais leve, mais honesta e, acima de tudo, mais autoral.
Espero que faça sentido por aí e, se você sentiu que “apertou o peito”, talvez seja o convite que precisava para olhar com mais carinho para as suas raízes. 💌

Com carinho,

Bianca C. F. de Lima 
Psicóloga Clínica | CRP 07/34460

 

O Dia das Mães costuma vir acompanhado de uma enxurrada de idealizações que, muitas vezes, mais sufocam do que celebram....
10/05/2026

O Dia das Mães costuma vir acompanhado de uma enxurrada de idealizações que, muitas vezes, mais sufocam do que celebram. Colocar a maternidade em um altar é uma forma sutil de desumanizar a pessoa que está ali, impedindo-a de cansar, de duvidar e de ter desejos que não passem apenas pelos filhos.

Como psicóloga, percebo que a cura de muitos vínculos começa justamente aqui: no momento em que a filha consegue enxergar a mãe além da função, e quando a mãe consegue se enxergar além do cuidado.

É na aceitação da “mãe possível” — aquela que amou com os recursos e as sombras que tinha — que a filha encontra a liberdade para construir sua própria história.

Que este domingo seja um convite ao encontro real, aquele que suporta as imperfeições e celebra a vida como ela é. 💌

Com carinho, inclusive para aquelas que estiveram comigo, com afeto, cuidado e amadurecimento.

Bianca C. F. de Lima
Psicóloga Clínica | CRP 07/34460

O que você sabe sobre a pessoa que te deu a vida, para além do papel de “mãe”?Muitas vezes, o cotidiano nos faz viver no...
04/05/2026

O que você sabe sobre a pessoa que te deu a vida, para além do papel de “mãe”?

Muitas vezes, o cotidiano nos faz viver no automático. Enxergamos nossa mãe apenas como uma função ou um porto seguro. Do outro lado, filh@s crescem e se tornam adultos que a mãe nem sempre consegue acompanhar de perto.

Neste mês de maio, convidamos você para um movimento de retorno à essência. O encontro Raízes é uma tarde de imersão conduzida pelas psicólogas Bianca Lima (CRP 07/34460) e Carla Manosso (07/33708), desenhada para mães e filh@s que desejam:

✨ Pausar o ruído externo para escutar o que o vínculo tem a dizer;
✨ Humanizar a relação, descobrindo a pessoa por trás dos títulos;
✨ Ressignif**ar memórias através de dinâmicas fundamentadas na Psicanálise e na TCC;
✨ Cultivar o afeto em um espaço seguro, com café, escrita e presença.

Um encontro para quem tem sua mãe por perto, para quem a carrega na ancestralidade e para quem deseja que o presente deste ano seja, finalmente, tempo e conexão.

📍 Informações:
Data: 23 de maio (Sábado)
Horário: 15h às 18h
Local: Caxias do Sul/RS

Sua inscrição contempla uma jornada guiada de (re)conexão, ferramentas exclusivas de diálogo, registros afetivos e um café artesanal planejado para nutrir o vínculo e a presença.

🎟️ Inscrições e Investimento:
As vagas são limitadas para garantir a intimidade do grupo. Consulte os valores para duplas, trios ou participação individual no link da nossa bio.

🔗 Acesse o link no perfil ou comente “RAÍZES” que enviamos os detalhes diretamente para você.

Honrar nossas raízes é a forma mais bonita de entender o nosso próprio florescer. Esperamos por vocês para essa tarde de (re)encontro. 💌

Neste Dia do Trabalho, escolhi abrir a porta dos bastidores aqui da clínica para vocês! 🌙Muitas vezes, a imagem da psicó...
01/05/2026

Neste Dia do Trabalho, escolhi abrir a porta dos bastidores aqui da clínica para vocês! 🌙

Muitas vezes, a imagem da psicóloga é cercada de estereótipos: ou somos figuras inabaláveis e perfeitamente organizadas, ou operadoras puramente técnicas. A realidade, no entanto, é bem mais humana. Atuar de forma autônoma tem me permitido ser a curadora do meu próprio tempo. Isso não signif**a que a rotina seja sempre leve, mas que ela é fruto de escolhas intencionais que fazem sentido para quem eu sou.

Na psicologia, entendemos que o trabalho exerce uma função psíquica fundamental. Ele é o que nos vincula ao social, à cultura e à nossa própria identidade. Mas, para que ele não se torne um fardo exaustivo, é preciso que seja atravessado pelo desejo. Sob esse viés, o trabalho deixa de ser apenas subsistência para se tornar um dos modos mais potentes de nos colocarmos e nos reconhecermos no mundo.

Quando identif**amos o que nos motiva a continuar, f**a mais fácil desenhar um caminho que seja realmente nosso, protegendo nossa saúde mental das comparações e das expectativas alheias que tanto nos sufocam.

Conciliar família, lazer, docência e a clínica é um exercício diário de priorizar o que me nutre. Afinal, a mudança e a realização não acontecem apenas através do esforço, mas também na clareza de saber por que (e para quem) estamos trabalhando.

Hoje, vivo o que um dia foi sonho, ciente de que o equilíbrio não é um destino final, mas um movimento constante e nem sempre linear.

E por aí, como você tem cuidado do sentido do seu trabalho? 💌

Bianca C. F. de Lima
Psicóloga Clínica | CRP 07/34460

No Dia Mundial do Livro, resolvi trazer algumas indicações que frequentemente atravessam o espaço da clínica. Alguns liv...
23/04/2026

No Dia Mundial do Livro, resolvi trazer algumas indicações que frequentemente atravessam o espaço da clínica.

Alguns livros funcionam como um verdadeiro espelho: nos devolvem imagens de nós mesmas que ainda não tínhamos conseguido traduzir em palavras.

Por que eu indicaria essas leituras se você fosse minha paciente? Indico porque elas retiram o peso da “culpa individual” e revelam o cansaço como um sintoma que compartilhamos coletivamente. São páginas que dão contorno e voz àquelas sensações estranhas de não pertencimento, nos lembrando que a vida não acontece no vácuo: ela é o encontro profundo entre quem você é e o mundo que te atravessa.

Depois que a gente começa a ler de maneira densa, f**a impossível continuar confortável no raso. Você passa a perceber padrões, a nomear afetos e a questionar o que antes parecia “normal” ou imutável. A literatura, assim como o processo terapêutico, nos retira da passividade e nos convida a assumir, enfim, a autoria da nossa própria história.

Qual desses livros já cruzou o seu caminho ou sente que precisa entrar na sua lista? Me conta aqui nos comentários ou salve este post para a sua próxima visita à livraria. 💌📖

Bianca C. F. de Lima
Psicóloga Clínica | CRP 07/34460

Aceita uma dose de lembretes gentis para a sua semana? 💌Às vezes, no meio da correria, a gente esquece de olhar para o ó...
16/04/2026

Aceita uma dose de lembretes gentis para a sua semana? 💌

Às vezes, no meio da correria, a gente esquece de olhar para o óbvio. Mas, na clínica, aprendo diariamente que o óbvio também precisa ser dito, escrito e elaborado para ganhar lugar dentro de nós.

Estes são pensamentos que nasceram das escutas por aqui, pela minha análise pessoal e supervisão clínica. Falam sobre aqueles momentos em que a culpa, o medo ou o peso do que esperam de você falam mais alto que a sua própria voz. Para quando você duvidar da sua dor, das suas escolhas ou do seu valor.

Espero que esses lembretes façam companhia no seu processo e te toquem de alguma forma. 🌙

Com carinho,

Bianca C. F. de Lima
Psicóloga Clínica | CRP 07/34460

Hoje é o “dia da mentira”, mas existem frases sobre psicoterapia que você ouve por aí que já passaram da hora de serem v...
01/04/2026

Hoje é o “dia da mentira”, mas existem frases sobre psicoterapia que você ouve por aí que já passaram da hora de serem vistas sob uma nova perspectiva.

Muitas mulheres deixam de buscar ajuda porque acreditam que precisam “estar no limite” para ocupar o divã. Ou pior: acham que a psicóloga é um ser intocável e sem problemas.

A verdade é que a psicoterapia é o lugar do real. É onde a gente para de fingir que está tudo bem e começa a organizar o que dói. Não é sobre receber conselhos, mas sobre ganhar ferramentas para decidir o que é melhor para si — de dentro para fora.

Na Clínica Selene, a sua humanidade é acolhida por outra pessoa, sem máscaras, sem julgamentos e com muito respeito ao seu tempo. 💌

Qual dessas mentiras você já ouviu (ou ainda conta para si mesma)?

Bianca C. F. de Lima
Psicóloga Clínica | CRP 07/34460

Se a infância é o chão que pisamos a vida toda, como é o caminhar de quem cresceu em areia movediça?Muitas mulheres cheg...
27/03/2026

Se a infância é o chão que pisamos a vida toda, como é o caminhar de quem cresceu em areia movediça?

Muitas mulheres chegam ao consultório orgulhosas da própria força, mas exaustas pelo preço que pagam por ela. Ser “a filha que nunca deu trabalho” raramente foi uma escolha; foi uma adaptação silenciosa para manter o vínculo e a paz em lares onde não havia espaço para o choro ou para a dúvida.

Na Clínica Selene, observo como esse rótulo molda identidades rígidas. A criança que “entendia tudo” vira a adulta que não se sente segura para falhar. O que parecia maturidade era, muitas vezes, a única forma de continuar pertencendo. Como aponta a psicanálise, o que não pôde ser integrado e simbolizado lá atrás, permanece como um “voto” de fidelidade ao sacrifício na vida adulta.

Mas até quando você pretende carregar esse fardo invisível?

O convite da psicoterapia é justamente dar uma “sepultura simbólica” para esse papel de salvadora e abrir espaço para uma vida onde você possa ser cuidada, errar e, acima de tudo, existir emocionalmente sem pedir desculpas.

Se você sente que vive forte demais por fora e exausta por dentro, este post é para você. Não é tarde para mudar o curso dessa história.

Me conte nos comentários: você também foi a criança que “não dava trabalho”? Vamos juntas transformar essa força em autonomia real. ❤️‍🩹



Bianca C. F. de Lima
Psicóloga Clínica | CRP 07/34460

Se você tem acompanhado o mundo “cronicamente online” ou os portais de notícias, já percebeu: ser mulher atualmente exig...
08/03/2026

Se você tem acompanhado o mundo “cronicamente online” ou os portais de notícias, já percebeu: ser mulher atualmente exige uma hipervigilância exaustiva. A violência, que outrora era velada e jogada para debaixo do tapete, agora ganha contornos explícitos, alimentada por movimentos extremistas e um inconformismo social que tenta, a todo custo, nos empurrar de volta para roteiros de submissão.

No Brasil, os dados de feminicídio e as medidas protetivas nos mostram uma realidade dura: o esforço individual para “se manter segura” já não é o suficiente. Como psicóloga, entendo que meu dever ético vai além do consultório; é preciso nomear a estrutura.

Muitas vezes, o que chamamos de “personalidade” é, na verdade, um modo de sobrevivência para não sermos alvo. Mas o custo disso é o exílio de nós mesmas. Como aponta a Revista Entrelinhas (CRP-RS, 2025), o feminicídio não é um ato isolado, mas o desfecho extremo de um ciclo de violências sistemáticas que fere a dignidade humana.

A mudança dessa estrutura, replicada há séculos, já começou. Ela acontece quando exigimos equidade nas tarefas domésticas, quando ocupamos lideranças nas exatas e nos negócios, e quando nos recusamos a ser apenas o “pilar do cuidado” alheio.

Mas ainda há estrada.

Seja através da psicoterapia pessoal — para integrar marcas do passado e transformar o “não apropriado” em história viva — ou através do fortalecimento e sensibilização das redes de apoio.

Não somos posse. Não somos objeto de consumo para descarte ou desrespeito após um “não”. Somos seres humanos com desejos e atravessamentos. Merecemos uma liberdade que saia do discurso e se torne prática no real: sem medo, sem inibição, sem pedir licença para existir.

Se essa mensagem te atravessou, saiba: você não está sozinha. Vamos juntas transformar o silêncio em voz e a sobrevivência em autonomia. 🌙

Em situação de risco, ligue 180 ou procure a Delegacia da Mulher mais próxima.

Bianca C. F. de Lima
Psicóloga Clínica | CRP 07/34460
Referências:
Revista Entrelinhas: Violência contra as mulheres como violação dos direitos humanos, Ed. 98, CRP-RS, 2025.

Às vezes, a vida parece um “bola de neve” de repetições. Você se vê reagindo da mesma forma, sentindo as mesmas angústia...
04/03/2026

Às vezes, a vida parece um “bola de neve” de repetições. Você se vê reagindo da mesma forma, sentindo as mesmas angústias e se perguntando: por que eu não consigo agir diferente?

Segundo Roussillon (2012), muitas vezes nós sofremos daquilo que não conseguimos nos apropriar em nossa história. São marcas do passado (expectativas alheias, traumas não ditos, silenciamentos forçados) que permanecem sem uma “sepultura simbólica”. Como não foram integrados, eles continuam vivos, ditando suas escolhas e drenando sua energia.
O receio em começar a terapia pode ser, no fundo, o medo de perder o controle sobre essas defesas que te ajudaram a sobreviver até aqui. Mas a psicoterapia faz o caminho inverso, de forma acolhedora e no seu ritmo.

Para Minerbo (2024), o processo terapêutico serve para expandir sua capacidade de pensar e integrar esses elementos. Não se trata de “mudar” sua essência, mas de mudar a sua posição diante do que te aconteceu.
E o ganho real? A liberdade, para fazer escolhas “de dentro para fora”, e não mais para atender ao que vem “de fora para dentro”. É deixar de ser refém das marcas do passado para se tornar autora do seu novo agora.
Vamos dar um lugar para essa história? Se você sente que este é o seu momento de resgate, entre em contato pelo link da bio. 💌

Bianca C. F. de Lima
Psicóloga Clínica | CRP 07/34460

Referências:
MINERBO, M. Para que serve uma análise? 2024
ROUSSILLON, R. O sofrimento da apropriação subjetiva da história, 2012.

Endereço

Caxias Do Sul, RS

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Terça-feira 08:00 - 19:00
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