Psicóloga Jéssica Bordin de Campos

Psicóloga Jéssica Bordin de Campos Psicóloga Clínica especialista em TCC e psicologia hospitalar. Formação em luto, esquemas e psicopatologia. Atendimento para adultos 🤍

Olá

Me chamo Jéssica Bordin de Campos, Graduada em Psicologia pelo Centro Universitário da Serra Gaúcha no ano de 2017 e pós graduada em Terapia Cognitivo-Comportamental. Atualmente atendo em consultório particular na cidade de Caxias do Sul. Além disso, tenho formação em aconselhamento psicológico para o luto.


“Conheça todas as teorias, domine todas as técnicas, mas ao tocar uma alma humana, seja apenas outra alma humana”

17/07/2026

O vínculo nasce da escuta, do acolhimento e da presença.

15/07/2026

De volta a rotina 🤩

Do que estamos fugindo quando nos mantemos tão ocupados?Vivemos em uma cultura que valoriza a produtividade. Quanto mais...
13/07/2026

Do que estamos fugindo quando nos mantemos tão ocupados?
Vivemos em uma cultura que valoriza a produtividade. Quanto mais fazemos, mais sentimos que estamos “dando conta”. Mas existe uma pergunta importante:
E quando a ocupação deixa de ser escolha e passa a ser uma tentativa de anestesia?
Às vezes, preenchemos cada espaço da agenda para não entrar em contato com o vazio, a tristeza, o medo, a solidão ou a ansiedade. O silêncio pode nos colocar diante de sentimentos que estamos tentando evitar.
Estar ocupado nem sempre significa estar bem.
Descansar, desacelerar e olhar para dentro podem ser desconfortáveis, mas também são caminhos para compreender o que realmente precisamos. As emoções que evitamos não desaparecem; elas apenas encontram outras formas de se manifestar.
Talvez a pergunta não seja: “Como faço para dar conta de tudo?”
Mas sim: “Do que estou tentando me proteger quando não consigo parar?”
✨ O autoconhecimento começa quando deixamos de fugir de nós mesmos.

“Na psicoterapia, nem todo silêncio é ausência. Às vezes, ele é o momento em que a mente organiza o que o coração ainda ...
07/07/2026

“Na psicoterapia, nem todo silêncio é ausência. Às vezes, ele é o momento em que a mente organiza o que o coração ainda está aprendendo a dizer. O terapeuta não escuta apenas palavras; escuta pausas, respirações e silêncios. Porque, muitas vezes, é justamente ali que a mudança começa.”

Na Terapia do Esquema, entendemos que a maneira como falamos com nós mesmos muitas vezes não nasceu conosco. Ela foi con...
03/07/2026

Na Terapia do Esquema, entendemos que a maneira como falamos com nós mesmos muitas vezes não nasceu conosco. Ela foi construída a partir das experiências que vivemos, especialmente na infância.
É assim que surge aquela voz crítica que diz:
“Você nunca é suficiente.”
“Vai dar errado.”
“Ninguém vai ficar.”
Com o tempo, essas mensagens podem parecer verdades, quando, na realidade, são ecos de necessidades emocionais que não foram atendidas.
O processo terapêutico não é sobre criar um pensamento “positivo” a qualquer custo. É sobre desenvolver uma voz mais saudável, compassiva e realista, capaz de acolher a dor sem reforçar a culpa, a vergonha ou o medo.
Mudar a conversa interna não apaga o passado. Mas transforma a maneira como você vive o presente e constrói o futuro.
🤍 Afinal, a forma como você fala consigo mesmo também é uma forma de cuidado.

Vivemos cercados pela ideia de que sempre deveríamos fazer mais, produzir mais, dar conta de tudo e sermos nossa “melhor...
28/06/2026

Vivemos cercados pela ideia de que sempre deveríamos fazer mais, produzir mais, dar conta de tudo e sermos nossa “melhor versão”. Mas a vida real não acontece no ideal. Ela acontece no possível.

Há dias em que o possível é levantar da cama. Em outros, é trabalhar, cuidar de quem amamos, estudar, descansar ou simplesmente respirar fundo e seguir.

Buscar o ideal o tempo todo pode nos afastar daquilo que realmente importa: reconhecer nossos limites, respeitar nosso momento e agir com gentileza conosco.

Fazer o possível não significa desistir ou se acomodar. Significa compreender que cada fase da vida tem recursos, desafios e condições diferentes. E é a partir da realidade e não da perfeição que o crescimento acontece.

Talvez hoje o seu possível pareça pequeno. Mas ele ainda é um passo. E passos, por menores que sejam, também constroem caminhos.

Troque a cobrança pela presença. O ideal pode esperar. O possível é o que transforma o hoje.

Pouco importa se a chance de algo acontecer é mínima. Para o medo, basta que exista uma possibilidade.É por isso que, mu...
14/06/2026

Pouco importa se a chance de algo acontecer é mínima. Para o medo, basta que exista uma possibilidade.
É por isso que, muitas vezes, sofremos por situações que nunca aconteceram. Criamos cenários, antecipamos perdas, imaginamos rejeições e nos preparamos para dores que talvez jamais cheguem.
Enquanto a razão calcula probabilidades, o medo amplia possibilidades.
Ele nos convence de que o improvável merece a mesma atenção que o provável. E, sem perceber, passamos a viver mais conectados ao que tememos do que ao que realmente está acontecendo.
Reconhecer isso não faz o medo desaparecer. Mas nos ajuda a compreender que nem todo pensamento é uma previsão, nem toda preocupação é um aviso.
Às vezes, o medo está apenas fazendo aquilo que sabe fazer: tentando nos proteger de algo que pode acontecer, sem considerar o quanto também pode não acontecer.

E entre a possibilidade e a realidade existe um espaço importante: o presente. É nele que a vida acontece. 🌿

Vivemos em uma cultura que nos ensinou a procurar o amor nos grandes acontecimentos: no encontro perfeito, nas declaraçõ...
05/06/2026

Vivemos em uma cultura que nos ensinou a procurar o amor nos grandes acontecimentos: no encontro perfeito, nas declarações marcantes, nos momentos que parecem dignos de um filme. Mas, com o tempo, a vida revela algo diferente. O amor verdadeiro raramente se sustenta apenas nos instantes extraordinários. Ele ganha forma, profundidade e significado nas pequenas escolhas de todos os dias.
O amor está no bom-dia dito com presença, na mensagem enviada durante uma rotina corrida, na escuta atenta quando o outro precisa falar, no cuidado oferecido sem que seja solicitado. Está na disposição de permanecer, de compreender, de reparar erros e de seguir construindo pontes mesmo quando seria mais fácil erguer muros.
Talvez o amor seja menos um acontecimento e mais uma prática cotidiana. Menos sobre sentir intensamente o tempo todo e mais sobre escolher, repetidamente, cuidar de alguém. Porque os sentimentos oscilam, os dias mudam, as circunstâncias se transformam. O que mantém os vínculos vivos é aquilo que fazemos com constância.
No fim, o amor não se revela apenas nos grandes gestos que todos veem. Ele se revela, sobretudo, nas delicadezas silenciosas que acontecem quando ninguém está olhando. É ali, no ordinário da vida, que ele deixa de ser apenas uma emoção e se torna uma forma de estar no mundo e de caminhar ao lado de alguém. ❤️

Nem toda conversa difícil ameaça um vínculo. Em relações emocionalmente seguras, discordâncias, frustrações e sentimento...
28/05/2026

Nem toda conversa difícil ameaça um vínculo. Em relações emocionalmente seguras, discordâncias, frustrações e sentimentos difíceis podem ser colocados em palavras sem que isso signifique abandono, punição ou rejeição.
Conversas honestas exigem coragem: dizer o que sentimos, colocar limites, admitir dores, reconhecer erros e também escutar o outro sem transformar toda divergência em ataque. Segurança emocional não significa ausência de desconforto, significa confiança suficiente para atravessá-lo.
Quando um vínculo é seguro, há espaço para frases como: “isso me machucou”, “preciso de algo diferente”, “não concordo com você” ou “errei”, sem que o relacionamento desmorone.
Relações maduras não se sustentam pelo silêncio, mas pela possibilidade de verdade com respeito.

“Autonomia é a capacidade de separar-se da própria família e funcionar de forma independente, no nível de pessoas da mes...
26/05/2026

“Autonomia é a capacidade de separar-se da própria família e funcionar de forma independente, no nível de pessoas da mesma idade.” — Jeffrey Young, Janet Klosko & Marjorie Weishaar (2008)

Ao ouvir essa definição, muitas pessoas podem pensar que autonomia significa “não precisar de ninguém”. Mas talvez a reflexão seja outra.
Crescer emocionalmente não é romper vínculos — é conseguir existir para além deles.
É aprender a tomar decisões próprias sem culpa excessiva. É sustentar escolhas, construir identidade, lidar com frustrações e responsabilidades compatíveis com a própria fase de vida. É amar a família sem depender dela para validar cada passo.
Por vezes, percebemos na clínica o quanto algumas dores emocionais aparecem quando essa separação saudável não pôde acontecer: medo de decepcionar, dificuldade em decidir, dependência emocional, insegurança diante da vida adulta ou sensação constante de incapacidade.
Autonomia não significa solidão. Significa ter raízes, mas também asas. ✨
Como você percebe sua autonomia hoje: ela foi construída com segurança ou atravessada por medo e culpa?

Endereço

Avenida Rio Branco, 7/Sala 503/São Pelegrino
Caxias Do Sul, RS
95010-060

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