Gabrieli Dal'Acua

Gabrieli Dal'Acua Sou Psicóloga e Mentora de líderes

Departamento Pessoal e RH estratégico fazem, no papel, o mesmo tanto de coisas — folha, admissão, desligamento. A difere...
13/08/2026

Departamento Pessoal e RH estratégico fazem, no papel, o mesmo tanto de coisas — folha, admissão, desligamento. A diferença nunca esteve na tarefa. Está no momento em que ela acontece.

Um executa depois que o problema já é fato consumado. O outro antecipa, com dado, antes que o problema vire prejuízo.

Se você se reconheceu em pelo menos 2 desses pontos, seu RH ainda opera no atraso — e isso tem conserto.

Comenta "SINAIS" que eu te explico o que muda quando o RH sai do operacional e senta na estratégia.

A carta de demissão quase nunca é o início do problema. É o fim dele.Antes de sair, a pessoa já parou de sugerir ideia e...
11/08/2026

A carta de demissão quase nunca é o início do problema. É o fim dele.

Antes de sair, a pessoa já parou de sugerir ideia em reunião. Já parou de cobrir ausência do colega. Passou a fazer só o que foi pedido — nem um pouco a mais. Isso tem nome, e não é preguiça: é desengajamento silencioso, e ele é visível pra quem sabe onde olhar.

O problema é que a maioria das empresas só enxerga o desligamento — nunca o processo que levou até ele.

Comenta "ALERTA" que eu te explico quais sinais de desengajamento sua empresa provavelmente está ignorando agora.

Existe um erro que mata mais pilotos do que qualquer falha mecânica: continuar voando enquanto se guia pelo que enxerga ...
05/08/2026

Existe um erro que mata mais pilotos do que qualquer falha mecânica: continuar voando enquanto se guia pelo que enxerga mesmo depois que as condições mudam.

O nome técnico é desorientação espacial: o momento em que os sentidos internos dizem que está tudo certo, enquanto os instrumentos, se alguém estivesse olhando, mostrariam uma queda.

Na gestão acontece o mesmo. O instinto que funcionou quando você enxergava cada detalhe da operação continua ativo mesmo depois que a empresa cresceu e a visibilidade caiu, só que agora ele não é mais confiável sozinho.

RH estratégico é o conjunto de instrumentos que faltava: turnover, clima, produtividade, custo por área, tudo lido antes da decisão, não depois do acidente.

A IBM enfrentava alta rotatividade em funções críticas. Usou People Analytics para cruzar dados de recrutamento, desempe...
31/07/2026

A IBM enfrentava alta rotatividade em funções críticas. Usou People Analytics para cruzar dados de recrutamento, desempenho e histórico salarial antes de decidir onde agir. O resultado: economia de R$ 1,53 bilhão em quatro anos, com a rotatividade nessas funções caindo 25%.

Sua empresa não precisa ser a IBM pra fazer isso. Precisa é parar de decidir só no feeling.

Comenta "DADO" que eu te mostro por onde começar a olhar os números da tua empresa.

Tem uma diferença entre RH que participa da reunião e RH que participa da decisão. Nas quatro comparações desse carrosse...
30/07/2026

Tem uma diferença entre RH que participa da reunião e RH que participa da decisão. Nas quatro comparações desse carrossel dá pra ver exatamente onde ela aparece — na contratação, no turnover, no crescimento e na decisão estratégica.

Quando o RH senta na mesa com dado na mão, a conversa muda: deixa de ser "o que fazer com essa vaga" e vira "o que esse número tá dizendo sobre o negócio".

Não substituo sua decisão. Trago o que faltava pra ela ser mais segura.

Comenta "MESA" que eu te mostro como isso entra na tua empresa.

Já passou na Câmara. Agora tá no Senado.Se virar lei, a jornada muda de 44h pra 40h semanais — sem corte de salário prev...
17/07/2026

Já passou na Câmara. Agora tá no Senado.

Se virar lei, a jornada muda de 44h pra 40h semanais — sem corte de salário previsto no texto.

Ainda não é lei. Mas quem só for pensar em escala, custo e cultura depois que sair no Diário Oficial vai correr atrás do prejuízo.

RH estratégico não é sobre reagir à lei. É sobre já ter o plano B pronto antes dela virar manchete.

Comenta "PLANO B" que eu te mostro por onde começar.

Todo empresário testa a própria sorte sozinho - até o tabuleiro ficar grande demais pra uma pessoa só enxergar. Processo...
15/07/2026

Todo empresário testa a própria sorte sozinho - até o tabuleiro ficar grande demais pra uma pessoa só enxergar.

Processo trabalhista, gente boa que sai calada, clima que ninguém nomeia... nenhum desses problemas nasce da noite pro dia. Eles crescem enquanto o Rei tá de costas, resolvendo outra coisa.

RH estratégico não é sobre burocracia. É sobre ter, do teu lado, quem vê o tabuleiro inteiro antes do xeque chegar.

O Brasil hoje lidera o ranking mundial de rotatividade — bem à frente do período pré-pandemia. O Brasil vem registrando ...
14/07/2026

O Brasil hoje lidera o ranking mundial de rotatividade — bem à frente do período pré-pandemia.

O Brasil vem registrando a maior taxa de turnover no mundo, com aumento de 56% em relação ao período pré-pandemia, segundo levantamento da Robert Half com base em dados do CAGED.

E substituir um funcionário custa, em média, entre 50% e 200% do salário anual dele — recrutamento, treinamento e a produtividade que cai enquanto o novo aprende o que o antigo já sabia.

A reposição de um colaborador pode custar entre 50% e 200% do salário anual, considerando despesas com recrutamento, seleção, treinamento e perda de produtividade.

Não é economia deixar o RH pra depois. É conta que chega mais cara — só que disfarçada de "não deu tempo agora".

Comenta "RETENÇÃO" que eu te explico como calcular isso na tua empresa.

Fernanda pagou o salário da recepcionista por dois anos. E por dois anos continuou agendando ela mesma.Toda vez que cheg...
15/06/2026

Fernanda pagou o salário da recepcionista por dois anos. E por dois anos continuou agendando ela mesma.

Toda vez que chegava uma cliente nova, ela largava o que estava fazendo, pegava o celular e encaixava o horário. "Porque só eu sei como funciona a minha agenda."

Na superfície, parece um problema de perfil. A funcionária não tem iniciativa. Não é proativa. Precisa ser trocada.

Mas quando eu perguntei pra Fernanda o que exatamente a recepcionista podia decidir sozinha, ela ficou em silêncio.

Quais eram os critérios pra encaixar um horário? O que fazer quando duas clientes queriam o mesmo dia? Até onde ia a autonomia dela?

Não havia resposta. Porque nunca tinha sido definido.

E aí a gente chega no ponto que ninguém quer ouvir: a recepcionista não estava sendo omissa. Ela estava sendo racional. Quando você não sabe o que pode decidir, você não decide. Você espera. Você faz o mínimo seguro.

Não foi contratada uma profissional com um cargo. Foi contratada uma pessoa pra executar uma lista de tarefas sem dono.

Ajudante executa o que é pedido e para quando ninguém pede. Cargo real tem escopo, tem responsabilidade autônoma, tem critério de qualidade — e funciona sem precisar ser acionado.

Fernanda não precisava de uma pessoa melhor. Precisava transformar a vaga que criou em um cargo de verdade.

Sua equipe tem cargos reais ou tem ajudantes disfarçados de cargos?

"Tenho medo de contratar alguém, mas depois não ter serviço pra conseguir pagar."Essa frase chegou na minha DM mais veze...
08/06/2026

"Tenho medo de contratar alguém, mas depois não ter serviço pra conseguir pagar."

Essa frase chegou na minha DM mais vezes do que eu consigo contar. E toda vez que eu leio, eu vejo o mesmo padrão escondido nela.

A lógica parece sólida: primeiro eu cresço, aí eu contrato, aí eu estruturo. Parece responsável. Parece o caminho certo.

Só que tem um problema sério nessa lógica: você não consegue crescer porque está sozinha no centro de tudo.

Sua agenda está cheia de execução. Não tem espaço pra vender mais. Não tem tempo pra prospectar. Não tem uma tarde livre pra sentar e pensar estrategicamente no negócio. Cada cliente novo que aparece é mais uma coisa que vai passar por você — e você já não aguenta mais nada.

Então você espera crescer pra contratar. Mas não cresce porque não contratou.

É um ciclo. E ele não se resolve sozinho.

O que a maioria das fundadoras não calcula é o custo de não contratar. Quanto faturamento ficou na mesa porque a agenda estava travada? Quantos clientes foram embora porque o atendimento demorou? Quantas oportunidades você deixou passar porque não tinha uma hora livre pra pensar?

O primeiro cargo certo não é um peso sobre o faturamento que você tem. É o que te libera pra construir o faturamento que você ainda não tem.

Mas — e esse "mas" importa muito — o cargo precisa ser o certo. Contratar a pessoa errada, pro momento errado, com o escopo errado, vai te convencer de que o problema era você. E não era.

O medo de contratar quase sempre esconde uma pergunta que ninguém respondeu ainda: qual é o cargo certo pra contratar primeiro?

Essa é exatamente a pergunta que eu ajudo a responder.

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Caxias Do Sul, RS

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