20/04/2026
Não é sobre encontrar uma resposta definitiva,
nem chegar a um lugar onde tudo finalmente se encaixa. É, muitas vezes, caminhar mesmo quando ainda não há clareza,
sustentar os próprios conflitos sem fugir deles,
e se responsabilizar, pouco a pouco, pela própria existência. Jung sempre nos convida a olhar para dentro não como quem busca perfeição, mas como quem aceita o desafio de se tornar quem se é. Com luz, sombra, contradições e verdades que nem sempre são confortáveis. Porque o sentido não está dado. Ele não vem de fora, não é imposto, nem herdado. Ele é construído na forma como atravessamos nossas experiências, na coragem de nos confrontarmos com aquilo que evitamos e na escolha de viver com mais consciência e menos automatismo. Dar sentido à vida é, no fundo, um ato de presença. É deixar de apenas existir
e começar, de fato, a se implicar na própria história. Como isso é pra você? 🫵🏼