Odille Mazzetto - Clínica de Psicologia

Odille Mazzetto - Clínica de Psicologia Odille tem mais de 10 anos de experiência. Oferece atendimentos individuais, de casal e para crianças, seja presencial ou online.

Porque eu sei que mudar de país muda muito mais do que um endereço.Ao longo da minha vida, mudei diversas vezes por caus...
14/07/2026

Porque eu sei que mudar de país muda muito mais do que um endereço.

Ao longo da minha vida, mudei diversas vezes por causa do trabalho. Morei em diferentes estados brasileiros e também tive experiências na África do Sul, no Canadá e, mais recentemente, vivi por quatro anos nos Estados Unidos.

Essas mudanças me ensinaram, na prática, que a imigração não é apenas uma questão de passaporte.
É organizar uma mudança, reconstruir uma casa e uma rotina, lidar com burocracias, adaptar o corpo a um novo clima, compreender uma cultura diferente e, muitas vezes, construir relações e uma rede de apoio começando praticamente do zero.

Morar fora pode realizar sonhos, abrir portas e transformar vidas. Mas também pode despertar uma sensação difícil de explicar: a de estar entre dois lugares e, por algum tempo, não sentir que pertença completamente a nenhum deles.

Durante esse processo, também fiz psicoterapia. Além da minha experiência pessoal, busquei estudar e compreender os impactos emocionais da imigração, tanto como pessoa quanto como profissional.

Hoje, uno essa vivência à minha formação e à minha atuação fundamentada na Psicologia científica para oferecer um espaço de escuta qualificada, acolhimento e cuidado.

Posso auxiliar você durante o processo de adaptação, mas também na construção de uma vida que faça sentido, seja qual for o país em que você esteja.
Os atendimentos podem ser realizados em português ou em inglês.

Cuidar da saúde emocional longe de casa também envolve escolher um atendimento seguro, ético e responsável. 🌿

Como escolher um psicoterapeuta?Depois de verificar se o profissional possui registro ativo no CRP, existem outras pergu...
09/07/2026

Como escolher um psicoterapeuta?
Depois de verificar se o profissional possui registro ativo no CRP, existem outras perguntas que merecem atenção.
Você pesquisou sua trajetória profissional?
Observou sua atuação?
Conheceu sua formação, experiências e os caminhos que percorreu ao longo da carreira?
Tudo isso importa.
Mas existe uma pergunta que quase ninguém faz:
Seu psicólogo faz ou já fez psicoterapia?
Já ocupou o lugar de paciente?
Já experimentou a vulnerabilidade de falar sobre as próprias dores, medos, conflitos e limitações?
Por incrível que pareça, existem profissionais que nunca passaram por esse processo.
Durante os cinco anos da minha graduação em Psicologia, estive em análise. Depois da formação, continuei esse caminho com outros profissionais, em diferentes momentos da minha vida, inclusive durante o período em que morei fora do Brasil.
Acredito que a formação de um psicólogo não acontece apenas na universidade.
Ela também acontece dentro de seu processo de análise/psicoterapia
Nós trabalhamos com histórias humanas. E para escutar profundamente a história do outro, considero importante que o profissional também tenha desenvolvido a capacidade de olhar para a própria.
Por isso, quando estiver escolhendo um psicoterapeuta, faça essa pergunta -
Porque esse caminho silencioso e invisível também faz parte do cuidado que eu ofereço. 🤍

Cada espaço da clínica foi pensado minuciosamente para garantir discrição, sigilo e cuidado emocional de alto nível.A cl...
06/07/2026

Cada espaço da clínica foi pensado minuciosamente para garantir discrição, sigilo e cuidado emocional de alto nível.

A clínica conta com três ambientes destinados ao meu uso exclusivo, assegurando atendimentos sem interrupções e com total atenção ao paciente.

A recepção é um espaço de transição: silencioso, organizado e acolhedor — ela foi pensada para você desacelerar e entrar em sessão com presença. Os horários são agendados de forma que não haja cruzamento entre pacientes, preservando a privacidade e permitindo que esse momento seja vivido com tranquilidade.

A área infantojuvenil foi desenvolvida considerando a complexidade desse universo, com uma ampla variedade de recursos lúdico-terapêuticos (mais de 600 itens), cuidadosamente selecionados para possibilitar expressão, elaboração emocional e intervenção qualificada.

O espaço com vista panorâmica foi destinado aos pais e adultos. Um ambiente reservado que sustenta conversas difíceis, decisões importantes e processos que exigem profundidade.

A clínica reflete a minha consistência, o meu cuidado e a minha responsabilidade técnica.

Se isso faz sentido para o seu momento ou para o seu filho, você pode entrar em contato para agendamento ou para esclarecer dúvidas.

Eu sei, você quer ver o espaço lindo da clínica! Estão salvos nos meus destaques. É só clicar

Registro de Pessoa Jurídica no Conselho de Psicologia: CRP - 12/2598-PJ 
Responsável Técnica: Odille Mazzetto

Você verificaria se um médico possui CRM.Por que não faria o mesmo com quem está cuidando da sua saúde mental?Se uma pes...
01/07/2026

Você verificaria se um médico possui CRM.
Por que não faria o mesmo com quem está cuidando da sua saúde mental?
Se uma pessoa se apresenta como psicóloga, ela deve possuir registro ativo no Conselho Regional de Psicologia (CRP).
Além disso, quando utiliza redes sociais para divulgação profissional, o número do CRP deve constar nas informações do perfil, conforme as normas da profissão.
Se você acessar meu perfil, verá que meu registro está identificado na biografia. Isso permite que qualquer pessoa consulte minha inscrição junto ao Conselho e confirme que sou uma profissional regularmente habilitada para exercer a Psicologia.
Pode parecer um detalhe, mas não é.
Hoje, milhares de pessoas oferecem "terapia", "atendimento terapêutico", "cura emocional" e outros serviços semelhantes nas redes sociais. Nem todas possuem formação em Psicologia ou estão submetidas às normas éticas e à fiscalização profissional.
Antes de confiar sua saúde mental a alguém, faça uma pergunta simples:
"Qual é o seu CRP?"
Leva menos de um minuto para conferir.
E esse minuto pode fazer toda a diferença na sua vida.

Quer verificar se sua psicóloga pode exercer a profissão? Escreva CRP nos comentarios que envio o link para consulta.

O que você encontra nos meus stories?A minha vida realAs fotos são minhas.
As paisagens são aquelas diante das quais eu ...
29/06/2026

O que você encontra nos meus stories?

A minha vida real

As fotos são minhas.
As paisagens são aquelas diante das quais eu parei para contemplar.
Os animais fazem parte da minha rotina.
As viagens são aquelas que vivi.
E as reflexões são fruto das experiências que atravessei, das histórias que escutei e dos anos que dediquei a compreender pessoas.

Por aqui você vai encontrar uma psicóloga, mas também uma mulher, uma filha, uma amiga, uma esposa e tantas outras versões de mim.

Compartilho bastidores da clínica, músicas, viagens, natureza, pequenos momentos do cotidiano e reflexões autorais sobre saúde mental, relações humanas e os desafios de quem tem suas responsabilidades.

Não produzo conteúdo em escala industrial.
Não publico frases prontas, feitas apenas para gerar impacto.
Não vendo performance.
Não terceirizo minhas experiências.

Porque, antes de ser conteúdo, é a minha vida.

Meu interesse pela Psicologia começou em uma biblioteca.Quando eu era adolescente, meus pais participavam de um grupo te...
22/06/2026

Meu interesse pela Psicologia começou em uma biblioteca.
Quando eu era adolescente, meus pais participavam de um grupo terapêutico. Quem conduzia o grupo era uma senhora que havia iniciado sua trajetória na Psicologia. Às vezes eu participava dos encontros. Outras vezes, aguardava na biblioteca da casa dela.
Foi ali, aos quinze anos, que comecei a ler sobre Psicologia.
Naquela época, eu imaginava seguir Medicina. Fazia sentido para mim admirar uma profissão capaz de aliviar a dor das pessoas.
Mas algo começou a me intrigar.
Como uma conversa poderia transformar alguém?
Como uma escuta poderia aliviar sofrimentos que nenhum exame mostrava?
Como palavras, vínculos e significados poderiam produzir mudanças tão profundas na vida de uma pessoa?
Aquelas perguntas despertaram uma curiosidade que nunca mais me deixou.
Foi assim que a Psicologia ocupou o lugar da carreira que eu imaginava seguir.
Anos depois, ingressei na Universidade Estadual de Maringá, uma formação intensa e integral.
Desde então, percorro caminhos na pesquisa, na saúde pública e na clínica.

A formação me trouxe conhecimento técnico. A prática me permitiu testemunhar, repetidas vezes, aquilo que antes apenas despertava minha curiosidade.
Hoje, já não me pergunto como uma conversa pode transformar alguém... eu vejo isso acontecer todos os dias.

Vejo quando alguém encontra palavras para uma dor que carregou em silêncio por anos.
Vejo quando uma criança consegue expressar aquilo que antes só aparecia em comportamentos.
Vejo quando alguém deixa de apenas sobreviver e começa, pouco a pouco, a construir uma vida com mais sentido.

Foi por isso que escolhi a Psicologia.
E, tantos anos depois, continuo acreditando que compreender a experiência humana é uma das tarefas mais bonitas que existem 🤍

Sou o tipo de pessoa que gosta de desacelerar para realmente estar em algum lugar.Gosto de sentar em silêncio, ouvir mús...
11/06/2026

Sou o tipo de pessoa que gosta de desacelerar para realmente estar em algum lugar.

Gosto de sentar em silêncio, ouvir música, contemplar uma paisagem e perceber detalhes que passam despercebidos.

Tenho uma ligação profunda com os animais. Eles ocupam um espaço importante na minha vida e me lembram diariamente que presença, lealdade e afeto não precisam necessariamente de palavras.

Tenho fascínio por baleias. Existe algo na força tranquila delas que sempre me encantou. Com elas, aprendo que profundidade e potência não precisam fazer barulho.

Sou apaixonada por viagens, mas não pelas viagens apressadas. Gosto de conhecer lugares com calma, observar as pessoas, compreender culturas, experimentar sabores e voltar para casa com memórias, não apenas com fotografias.

Pratico jiu-jitsu — uma visceralidade apaixonante. Um esporte que me ensina diariamente sobre disciplina, estratégia, resistência emocional e a importância de permanecer presente mesmo sob pressão.

Também sou uma pessoa resolutiva. Quando não sei fazer algo, aprendo. Quando não encontro uma resposta, estudo. Quando surge um problema, procuro caminhos. Sempre acreditei que a coragem não está em não sentir medo, mas em seguir adiante apesar dele.

Tenho pouca paciência para excessos, discursos vazios e performances que existem apenas para impressionar. Gosto do que é autêntico, consistente e verdadeiro.

No fim das contas, sou alguém que aprecia profundidade, autenticidade e presença. 🤍

26/05/2026

A minha dor ocupa espaço físico?

A acumulação pode falar sobre perdas que não foram elaboradas, sobre medo da falta, sobre solidão, sobre vazio, sobre tentativas silenciosas de manter perto aquilo que emocionalmente parece ter ido embora.

Nem sempre é desorganização ou preguiça.
E quase nunca é tão simples quanto parece.

Às vezes a dor vai ocupando espaço devagar… uma gaveta, uma caixa, um canto da casa.

21/05/2026

Enquanto alguns ficam presos no “quando eu estiver pronto”, outros pegam o que têm e vão viver.

E talvez, daqui muitos anos, essas crianças lembrem da praia, do vento no rosto, da diversão, do cachorro junto e do pai que simplesmente foi.

Me responde:
o que você está adiando viver esperando ficar “perfeito”?
seguranca

19/05/2026

“Mas eu sempre contei tudo pro meu filho… qual o problema nisso?”

O problema é quando a criança deixa de ocupar o lugar de filho… e começa a carregar o peso emocional dos pais.
A criança não deveria crescer ouvindo detalhes das dificuldades financeiras da casa, conflitos do casamento, críticas sobre o outro pai, traumas não resolvidos ou inseguranças emocionais de adultos.
Porque ela ainda não tem estrutura psíquica para processar isso.
E, muitas vezes, ela tenta acolher, entender..."ser madura"
Mas por dentro, começa a desenvolver culpa, ansiedade, hipervigilância, medo, sensação de responsabilidade emocional e dificuldade até de viver a própria infância com leveza.
Existe uma diferença entre incluir a criança na realidade… e transformá-la em suporte emocional da família.
Filhos precisam de verdade.
Mas também precisam de proteção emocional.
Nem tudo que é vivido pelos adultos deveria ser colocado nos ombros de uma criança.
E talvez muita gente só perceba isso… quando já virou adulto e continua carregando pesos que nunca foram seus.
Quantas pessoas você conhece que cresceram sendo emocionalmente adultas cedo demais?

Autoria de Sabina Christensen

Fui eu quem fiz a tradução!

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