Mariana Lupi

Mariana Lupi Psicóloga | CRP-SP: 06/218049
| Diminua sua ansiedade e viva com leveza
| Terapias Comportamentais

A mente acelerada cobra. Pressiona. Dramatiza.E muitas vezes, você acredita em tudo que ela diz.Mas e se você pudesse mu...
06/09/2025

A mente acelerada cobra. Pressiona. Dramatiza.
E muitas vezes, você acredita em tudo que ela diz.

Mas e se você pudesse mudar esse diálogo?

✨ A terapia não “silencia” a sua mente — ela te ajuda a entender o que está por trás de cada pensamento, cada cobrança, cada sobrecarga.
Ela te ensina a escutar com compaixão — e responder com autocuidado.

🧠 Organizar a mente não é sobre controlar tudo. É sobre não se perder dentro de si mesma.

Se você se identificou com essa conversa, talvez seja hora de começar a sua própria.
📩 Link na bio pra agendar sua sessão.

Você sabia que milhares de mulheres convivem com a sensação de estarem no limite — mas continuam sorrindo, entregando, c...
04/09/2025

Você sabia que milhares de mulheres convivem com a sensação de estarem no limite — mas continuam sorrindo, entregando, cuidando de tudo?

Muitas delas já pensaram em buscar ajuda, mas ficaram paralisadas pelo medo, pela dúvida ou por acharem que “não é o suficiente”.

A verdade é: você não precisa chegar ao fundo do poço pra merecer apoio emocional.
Se você sente que sua mente está bagunçada e sua rotina emocional te consome, você já pode começar.

🌿 A terapia é um espaço de construção — leve, respeitoso e profundo.
📩 Se esse post te tocou, clique no link da bio e agende sua primeira sessão.
Vamos organizar isso juntas.

Eu percebi que havia chegado ao meu limite quando o cansaço nunca ia embora.Mas, como muitos de nós, eu achava que isso ...
02/09/2025

Eu percebi que havia chegado ao meu limite quando o cansaço nunca ia embora.
Mas, como muitos de nós, eu achava que isso era normal — “a tal da vida adulta”.

Na época, eu já sabia que tinha ansiedade e tinha iniciado meu processo de terapia. Em uma dessas tentativas de autocuidado, resolvi participar de uma aula de yoga oferecida onde estudava. Lembro que estava com amigas. A sala estava silenciosa, os alongamentos intensos, e o professor trazia reflexões profundas sobre corpo e mente.

Foi nesse momento, entre uma respiração e outra, tentando me conectar comigo mesma, ao mesmo tempo que tentava tocar o meu pé, que algo estranho aconteceu.
O suor começou a escorrer em uma sala gelada pelo ar condicionado. O coração disparou. Mãos trêmulas, lábios formigando, um aperto no peito e a sensação de que o ar não entrava.

Naquele instante, eu entendi: não era apenas cansaço. Era uma crise de ansiedade.

Saí da sala, fui ao banheiro, molhei o rosto, me sentei no gramado e chorei.
Com as mãos na cabeça, a pergunta ecoava: “Por que eu? Por que comigo?”.
E ali, tentando respirar fundo e aplicar técnicas que havia pesquisado no Google, senti os sintomas diminuírem. O vento no rosto me trouxe algum alívio, junto com a presença cuidadosa de uma monitora que perguntou se eu estava bem.

Mas dentro de mim ficou a certeza: eu tinha ultrapassado meus limites.
O corpo vinha sinalizando há muito tempo, mas eu não quis ouvir. Sempre existia um “final de semana eu descanso”, “depois eu resolvo”, “uma hora eu marco aquele exame”. O autocuidado nunca era prioridade.

Foi naquele dia que eu entendi: não havia estudos, carreira ou sonhos se eu não cuidasse primeiro de mim. Eu precisava existir antes de qualquer conquista.

Alguns anos depois, já na Psicologia, percebi que minha dor poderia se transformar em caminho. Que assim como eu aprendi a me reconstruir, poderia também guiar outras pessoas nesse processo.

Se você se vê nessa história, saiba que não está só.
O autocuidado não é egoísmo. É sobrevivência.
E eu posso caminhar com você para que sua vida volte a ter leveza e sentido.

Vamos juntas? 🌿

Setembro Amarelo nos lembra de um tema que deveria estar presente o ano inteiro: a importância de falar sobre a morte se...
01/09/2025

Setembro Amarelo nos lembra de um tema que deveria estar presente o ano inteiro: a importância de falar sobre a morte sem tabus, de abrir espaço não só para quem precisa falar, mas também nos colocar à disposição para ouvir o que não é fácil.

O suicídio ainda é cercado de muitos preconceitos. Mas não se trata de egoísmo, nem de falta de amor, fé ou força. Quem passa por isso está tomado por um sofrimento profundo, por uma desesperança tão grande que o futuro deixa de ser visível. Não é sobre não valorizar a vida, mas sobre sentir que carregar o peso dela se tornou insuportável. E neste cenário, sentir muitas vezes que você é o peso na vida dos outros.

Falar sobre isso salva vidas. Reconhecer sinais de isolamento, desesperança, mudanças de comportamento e falas sobre sumir, cansar e morrer é fundamental para oferecer acolhimento e buscar ajuda.

E é importante lembrar: o cuidado emocional não deve se limitar a setembro. Ele é diário, silencioso e contínuo.

Se você ou alguém próximo está em sofrimento, procure ajuda profissional. O CVV atende 24 horas, gratuitamente, pelo telefone 188.

Você não está sozinho! 💛🌻

Me deparei com essa frase de Guimarães Rosa — tão simples e tão profunda — pela primeira vez numa sala com 200 alunos, q...
29/08/2025

Me deparei com essa frase de Guimarães Rosa — tão simples e tão profunda — pela primeira vez numa sala com 200 alunos, quando eu tinha 18 anos.
Naquela época, o conhecimento me encantava, e as dores da vida, embora presentes, ainda eram vistas com certa inocência, ingenuidade… talvez esperança.

De tempos em tempos, revisito essas frases que me marcaram.
Foi já na faculdade de Psicologia que olhei novamente para a dureza contida nela.
Refleti o quanto a dor é parte inevitável da existência humana — e o quanto, diante do sofrimento, somos chamados a nos reinventar… ou seguir apesar dele.

Hoje, com um pouco mais de maturidade (ou talvez só menos ingenuidade), entendo essa frase de outro lugar: da vivência, da escuta e dos estudos que integrei ao longo do tempo.

Hoje sei que a dor faz parte da vida — o sofrimento, não necessariamente.
A dor é inevitável.
O sofrimento nasce, muitas vezes, do apego ao que fomos ou de tentativas desesperadas de evitar certas experiências.
E são essas fugas que nos prendem.

Você pode pensar:
“Mas que perspectiva dura da vida…”
E eu te digo: não é negativa.
É humana.

Estar disposto a “rasgar-se e remendar-se”, vez após vez, é um gesto de coragem.
É o que nos move.
É o que nos transforma.

Quando me perguntam como é o processo de cura na psicoterapia, eu gostaria de imprimir essa frase em cada canto do consultório.
Porque sim, terapia é isso: um rasgar-se e remendar-se constante.

É se abrir para o incômodo.
Não aceitar no sentido de tolerar ou se resignar, mas no sentido de encarar.
De estar presente.
De acolher.

E sim, esse processo dói.
Envolve desconstruir pensamentos, crenças, padrões que um dia nos sustentaram… mas que agora não nos levam mais adiante.

Exige coragem.
Exige flexibilidade.

Mas também, como já diria outro clichê verdadeiro:
“Somente quem sustenta o caminho aproveita a vista.”

Porque mesmo com os altos e baixos, com dúvidas, idas e voltas — é esse movimento que permite que a gente se aproxime, de verdade, de quem somos.

Que tenhamos paciência, coragem e presença para viver esse eterno rasgar-se e remendar-se.

28/08/2025

Você não precisa esperar a próxima segunda-feira para recomeçar.
Nem o próximo mês, nem o “momento ideal”.
O próximo passo pode ser agora — mesmo que pequeno.

A vida é feita de ciclos, ajustes e recomeços.
E o que nos fortalece não é nunca falhar, mas aprender a acolher nossas quedas e continuar, com gentileza e presença.

✨ Como disse uma seguidora:
“Eu não esperava a próxima semana quando falhava na dieta. Eu esperava a próxima refeição.”
Essa é a potência do recomeço.
Da escolha de hoje.
Do cuidado de agora.

Talvez você só precise lembrar que: as emoções são sempre válidas — e recomeçar também é.

🧠 Vamos construir uma vida que valha a pena ser vivida?

Hoje é Dia do Psicólogo!Quero parabenizar a todos os colegas que, diariamente, se dedicam a acolher, escutar e ajudar pe...
27/08/2025

Hoje é Dia do Psicólogo!
Quero parabenizar a todos os colegas que, diariamente, se dedicam a acolher, escutar e ajudar pessoas a reconstruírem histórias e encontrarem novos caminhos.

E aproveito o gancho para compartilhar 5 coisas que parecem óbvias para nós, mas que nem sempre são tão claras e que gostaríamos que todo mundo soubesse:

1️⃣ Psicoterapia não é só para “quem está mal”.
Ela também é para quem busca se conhecer, desenvolver hábitos mais saudáveis e viver com mais leveza.

2️⃣ Chorar na terapia não é fraqueza.
É expressão. Emoção é movimento — e o espaço terapêutico é seguro para isso.

3️⃣ Psicólogo não dá conselho.
Nosso papel é ajudar você a refletir, encontrar clareza e desenvolver ferramentas para suas escolhas.

4️⃣ Não existe emoção errada.
Raiva, tristeza, ansiedade… todas têm função. O que importa é como aprendemos a lidar com elas.

5️⃣ Terapia não é mágica.
É processo. É um rasgar-se e remendar-se constante — mas que transforma vidas.

✨ Aos colegas: parabéns pelo trabalho e pela coragem de caminhar com tantas histórias.
💛 À você que lê: se já pensou em procurar terapia, esse pode ser um bom lembrete.

Comente aqui: qual dessas 5 coisas você gostaria que mais pessoas soubessem?

Durante minha iniciação científica, aprendi o conceito de Educação para a Morte, de Maria Júlia Kovács.A morte é um even...
27/08/2025

Durante minha iniciação científica, aprendi o conceito de Educação para a Morte, de Maria Júlia Kovács.
A morte é um evento inevitável e profundamente humano.
Minha mãe, com sua sabedoria simples, sempre disse:
“A única certeza da vida… é a morte.”

E então surge a pergunta que atravessa os estudos e também a vida:
Por que evitamos tanto falar sobre a morte?
Por que não somos educados para lidar com ela e com o luto?

Nos últimos dias, ao assistir às homenagens feitas para Preta Gil, e observar como ela enfrentou publicamente o adoecimento e o fim da vida, vi algo raro:
Coragem para falar sobre o elefante branco na sala.
Coragem para se despedir sem fugir.

Preta foi potente.
Falou da cor, do corpo, da sexualidade, do divórcio, da dor — e até da morte.
Ela viveu tudo com presença.

Lembro que a primeira vez que vi a morte sendo espetacularizada foi aos 11 anos, quando o mundo se despedia de Michael Jackson. Desde então, acompanhei tantas outras despedidas públicas: H**e, Gugu, Jô, Marília… e percebi como a morte ainda nos invade, mesmo sendo tão certa.

Mas talvez, seja exatamente isso que torna Preta tão simbólica nesse momento:
Ela nos ensinou, mais uma vez, que precisamos falar sobre os assuntos difíceis.
E talvez, falar da morte seja uma forma de viver com mais verdade.

🖤 Que ela descanse em paz.
E que a gente siga com coragem de ser, existir, viver — e sim, de morrer.

Você sabia que o autoconhecimento é essencial para a saúde mental?🔬 O  autoconhecimento pode fortalecer o autocontrole e...
26/08/2025

Você sabia que o autoconhecimento é essencial para a saúde mental?

🔬 O autoconhecimento pode fortalecer o autocontrole emocional
💡 E esse processo melhora a forma como nos relacionamos com o mundo — e com nós mesmas

Quando você se conhece, você entende o que sente, por que sente e como agir com mais consciência.
E isso reflete em tudo: nas suas relações, no seu trabalho, na forma como você lida com a ansiedade e a sobrecarga.

✨ Você não precisa continuar sendo refém das suas emoções e comportamentos.
Organizar a mente é possível — e a terapia pode ser esse ponto de partida.

“Segunda eu começo.”Quem nunca pensou isso, que atire o primeiro planner.O problema é que essa frase carrega, muitas vez...
25/08/2025

“Segunda eu começo.”
Quem nunca pensou isso, que atire o primeiro planner.

O problema é que essa frase carrega, muitas vezes, uma armadilha:
- A ideia de que, se não for pra ser 100%, nem vale a pena tentar.
- Que se você “falhou” na quarta, precisa esperar a próxima segunda.
- Que uma escorregada anula todo o processo.

Mas a verdade é: você não precisa esperar a segunda pra recomeçar.
Você pode recomeçar amanhã. Ou ainda hoje.

✨ Um hábito se constrói com tentativas.
✨ E mesmo as tentativas “falhas” contam — porque é tentando, errando, ajustando e repetindo que você se fortalece.

Melhor 10 tentativas do que 0.
Melhor insistir mil vezes com gentileza do que desistir na primeira frustração.

Você não precisa ser perfeita.
Precisa ser constante — dentro do possível.
E confiar que o processo também é feito de tropeços.

Respira. Recomeça.
Hoje é um ótimo dia pra continuar.



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Cotia, SP
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