Dr. Gustavo Brianeze

Dr. Gustavo Brianeze Dr. Gustavo Brianeze é especialista em doenças que afetam a coluna vertebral.

A dor nas costas após a academia geralmente ocorre por sobrecarga, má execução de exercícios ou fraqueza no core (abdôme...
25/06/2026

A dor nas costas após a academia geralmente ocorre por sobrecarga, má execução de exercícios ou fraqueza no core (abdômen e lombar). Pode ser uma dor muscular normal (que passa em até 3 dias) ou um sinal de alerta

Possíveis Causas
Má execução do movimento: Postura incorreta durante exercícios como agachamento ou levantamento terra sobrecarrega a coluna.
Falta de ativação do abdômen: Quando o core não está contraído, o corpo transfere a carga do movimento diretamente para a região lombar.
Excesso de carga: Treinar acima da capacidade técnica do corpo ou sem o fortalecimento prévio.
Falta de alongamento e mobilidade: Rigidez muscular pode comprometer os movimentos e predispor a lesões.

Consulte um ortopedista ou especialista em coluna imediatamente se a dor apresentar mais de 3 a 7 dias, Irradiar para os braços ou pernas, Causar "travamento" da coluna ou perda de força.

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A cirurgia para estenose do canal vertebral é indicada principalmente quando o tratamento conservador falha e o estreita...
23/06/2026

A cirurgia para estenose do canal vertebral é indicada principalmente quando o tratamento conservador falha e o estreitamento ósseo comprime os nervos, provocando dor persistente, formigamento ou perda de força nas pernas, o que limita severamente a capacidade de caminhar.

O principal objetivo do procedimento cirúrgico é realizar a descompressão das estruturas nervosas, devolvendo o espaço adequado dentro da coluna vertebral.

Principais Técnicas Cirúrgicas
Laminectomia: Remoção da lâmina vertebral (uma parte do osso da vértebra) para aliviar a pressão.
Cirurgia Endoscópica: Técnica minimamente invasiva que utiliza uma pequena câmera de vídeo para remodelar o canal com cortes mínimos.
Microcirurgia: Uso de microscópios e cânulas finas para remover ligamentos espessados ou bicos de papagaio de forma precisa.
Artrodese (Fusão): Fixação de duas ou mais vértebras com parafusos, indicada apenas se houver instabilidade na coluna.

Indicações para a Cirurgia

Falha clínica: Sintomas que não melhoram após meses de fisioterapia e medicações.
Claudicação neurogênica: Dor, peso ou cãibras nas pernas que pioram rapidamente ao caminhar curtas distâncias.
Déficit neurológico: Perda progressiva de força muscular ou perda de sensibilidade nos membros inferiores

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A Pubalgia do Atleta é uma doença caracterizada por dor na região púbica ou inguinal. Esta doença está associada a ativi...
18/06/2026

A Pubalgia do Atleta é uma doença caracterizada por dor na região púbica ou inguinal. Esta doença está associada a atividade física em esportes que exijam mudanças bruscas na direção do movimento ou chutes repetitivos.

Modalidades como o futebol, atletismo, baseball, basquete, tênis e natação estão entre as causas mais comuns.

O desequilíbrio entre a musculatura abdominal (enfraquecida) e os adutores do quadril, associado aos microtraumas de repetição durante atividade desportiva, levaria à lesão da musculatura ao redor da sínfise púbica e da cartilagem articular da própria sínfise

A lesão é mais comum em homens. Acredita-se que o formato da pelve das mulheres atuaria como fator de proteção. Geralmente a dor tem caráter progressivo, e o praticante de atividade física procura auxilio médico meses após o início dos sintomas.

Alguns problemas de saúde devem ser afastados durante a investigação diagnóstica, devido à semelhança dos sintomas que ocasionam (e algumas doenças podem até mesmo coexistir com a Pubalgia).

Doenças do quadril, fratura por stress da pelve, hérnia Inguinal, doença inflamatória intestinal, diverticulite, infecção urinária, osteomielite, complicações de cirurgias urologias, patologias genitourinárias nos homens (tais como epididimite, prostatite, tumores de testículo), patologias intra-pélvicas nas mulheres (endometriose, cistos de ovário e doença inflamatória pélvica).

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A dor nas costas em adolescentes não deve ser ignorada, pois, embora a maioria dos casos seja de origem muscular e benig...
16/06/2026

A dor nas costas em adolescentes não deve ser ignorada, pois, embora a maioria dos casos seja de origem muscular e benigna, o aumento de queixas nessa faixa etária está diretamente ligado ao estilo de vida moderno e ao crescimento acelerado. Diferente dos adultos, dores persistentes em jovens exigem atenção para descartar problemas estruturais na coluna.

Principais Causas
Má postura e sedentarismo: O uso prolongado de celulares e telas tensiona o pescoço e a lombar, enquanto a falta de exercícios enfraquece os músculos de sustentação.
Mochila pesada: Carregar cargas superiores a 10% ou 15% do peso corporal gera sobrecarga crônica na coluna.
Estirão de crescimento: O rápido crescimento dos ossos na puberdade pode ser desproporcional ao desenvolvimento muscular, causando desequilíbrios.
Lesões esportivas (Espondilólise): Práticas intensas de esportes com movimentos repetitivos de flexão e extensão (como futebol ou ginástica) podem gerar microfraturas por estresse nas vértebras.
Escoliose: Uma curvatura lateral anormal da coluna que se acentua na adolescência e pode gerar desconforto.
Fatores emocionais: Problemas de saúde mental, como altos níveis de ansiedade e estresse, estão fortemente conectados a dores lombares físicas.

Quando Procurar um Médico (Sinais de Alerta)

Você deve agendar uma consulta com um ortopedista ou pediatra se o adolescente apresentar:

Dor persistente por mais de duas semanas.
Dor noturna que atrapalha ou acorda o jovem durante o sono.
Dor acompanhada de febre, perda de peso sem motivo ou mal-estar.
Dormência, formigamento ou perda de força nas pernas ou braços.
Dor após um trauma recente relevante, como quedas ou pancadas fortes no esporte.

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A principal diferença entre a dor na coluna de origem mecânica e a inflamatória está no comportamento em relação ao repo...
10/06/2026

A principal diferença entre a dor na coluna de origem mecânica e a inflamatória está no comportamento em relação ao repouso e ao movimento.

Dor Mecânica
Geralmente está relacionada a esforços físicos, má postura, sobrecarga ou desgaste das articulações e discos.
Melhora com o repouso e piora ao longo do dia com as atividades.
Piora com esforço físico, movimentos repetitivos ou ao se curvar.
Costuma ser mais intensa no fim do dia.
A rigidez ao acordar costuma ser leve e passa rápido.
Causas comuns: hérnia de disco, artrose e tensão muscular.

Dor Inflamatória
Geralmente está ligada a doenças autoimunes/reumatológicas (como a espondilite anquilosante), onde o sistema imunológico ataca as articulações da coluna.
Melhora com o movimento e com a prática de exercícios.
Piora com o repouso e não passa ao deitar.
É comum acordar com dor na segunda metade da madrugada.
Apresenta forte rigidez matinal ao acordar, que demora mais de 30 minutos (ou até horas) para melhorar.
Costuma surgir antes dos 40-45 anos de idade

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A obesidade sobrecarrega diretamente a coluna vertebral, acelerando o desgaste dos discos intervertebrais, causando dore...
02/06/2026

A obesidade sobrecarrega diretamente a coluna vertebral, acelerando o desgaste dos discos intervertebrais, causando dores crônicas (como lombalgia) e aumentando o risco de hérnias de disco. O excesso de peso, especialmente o abdominal, altera a postura, gera inflamação crônica e enfraquece a musculatura estabilizadora

Sobrecarga Mecânica: O peso extra comprime os discos intervertebrais, levando à discopatia degenerativa e hérnias.

Alteração Postural: A gordura abdominal projeta o centro de gravidade para frente, aumentando a lordose lombar e forçando a musculatura das costas.Processos

Inflamatórios: O tecido adiposo libera substâncias inflamatórias que agravam dores nas articulações e ossos.

Limitação Funcional: A dor constante e a sobrecarga reduzem a mobilidade, limitando atividades diárias.

Complicações Cirúrgicas: Pacientes obesos têm maior risco de infecções e falhas na cicatrização pós-cirurgia de coluna.

Benefícios da Perda de Peso:A redução de peso é uma forma eficaz de aliviar a pressão sobre as vértebras e diminuir as dores. Perder peso ajuda a estabilizar a coluna, melhora a postura e reduz a inflamação, sendo essencial o fortalecimento muscular (core) e o acompanhamento médico especializado.

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O desenvolvimento do pé infantil é um processo gradual, passando de uma estrutura cartilaginosa e arredondada (pé chato ...
28/05/2026

O desenvolvimento do pé infantil é um processo gradual, passando de uma estrutura cartilaginosa e arredondada (pé chato fisiológico) para a formação do arco longitudinal, que geralmente se consolida até os 6-8 anos. O crescimento é rápido, com o pé crescendo cerca de \\(1-2\\text{ mm}\\) por mês, exigindo troca frequente de calçados. O uso de pés descalços é recomendado para estimular a musculatura e a sensibilidade tátil.

Fases do Desenvolvimento do Pé:
Recém-nascido ao 1 ano: O pé é gordinho e reto, com ossos macios. É uma fase sensorial, onde o bebê descobre o ambiente.

1 a 3 anos: Início da marcha independente. O arco do pé começa a se formar, e os ossos começam a ossificar.

3 a 6 anos: O arco longitudinal continua a se firmar, e a coordenação motora fina melhora com a corrida e pulos.

6 anos em diante: O pé assume uma forma mais madura, aproximando-se da estrutura adulta

Dicas para o Desenvolvimento Saudável:
Descalço é melhor: Permitir que a criança fique descalça em casa fortalece a musculatura.

Escolha do calçado: Deve ser flexível, leve e com espaço na ponta (cerca de \\(10-12\\text{ mm}\\) a mais que o pé).

Acompanhamento: É normal o pé ser "chato" até os 3 ou 4 anos, mas se houver dor ou rigidez, um especialista deve ser consultado.

Crescimento: O pé das meninas cresce até os 12-14 anos, e dos meninos até os 15-18 anos.

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A cirurgia minimamente invasiva da coluna (MIS) é um procedimento moderno que utiliza pequenas incisões (1-3 cm), tubos ...
26/05/2026

A cirurgia minimamente invasiva da coluna (MIS) é um procedimento moderno que utiliza pequenas incisões (1-3 cm), tubos retratores e câmeras de alta resolução para tratar problemas na coluna com menor dano muscular, sangramento reduzido e recuperação mais rápida, muitas vezes permitindo alta hospitalar no mesmo dia.

Principais Técnicas e Indicações
Endoscopia da Coluna: Uso de câmera para visualizar e remover hérnias de disco.

Microdiscectomia: Padrão-ouro para hérnias de disco, com visualização ampliada.

Artrodese Minimamente Invasiva: Colocação de parafusos e pinos com auxílio de raio-x em tempo real.

Infiltrações/Bloqueios: Procedimentos para dor, com injeção de medicação.

Indicações Comuns: Hérnia de disco, estenose do canal vertebral e instabilidades da coluna

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"Perna cambaia" (ou perna cambota) refere-se ao genu varum, uma curvatura onde os joelhos se afastam para fora, formando...
21/05/2026

"Perna cambaia" (ou perna cambota) refere-se ao genu varum, uma curvatura onde os joelhos se afastam para fora, formando um "O". É comum em bebês e crianças até 2 anos devido à posição no útero, mas em adultos pode indicar artrose ou desvios ósseos. O tratamento varia com a idade, incluindo fisioterapia ou cirurgia.

Pontos principais sobre pernas cambaias (genu varum):

Causa e Normalidade: Em bebês, o arqueamento costuma desaparecer sozinho até os 2 anos. Se persistir, pode indicar condições como a Doença de Blount.

Sinais de Alerta: Procurar ortopedista se o arqueamento for assimétrico (uma perna mais torta que a outra), piorar após os 2 anos, causar dores ou dificuldade de andar.

Adultos: A "perna cambota" em adultos pode aumentar a carga na parte interna do joelho, acelerando a artrose.

Tratamentos: Para casos severos, osteotomia (cirurgia para realinhar o osso) pode ser necessária.

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O Gustavo Brianeze é um médico ortopedista e traumatologista com atuação em Cuiabá, reconhecido pelo trabalho especializ...
19/05/2026

O Gustavo Brianeze é um médico ortopedista e traumatologista com atuação em Cuiabá, reconhecido pelo trabalho especializado no diagnóstico e tratamento das patologias da coluna vertebral. Com formação sólida, graduou-se em Medicina pela Universidade de Cuiabá e realizou residência em Ortopedia e Traumatologia no Hospital Santa Marcelina, em São Paulo, onde também se especializou em cirurgia da coluna.

Membro titular de importantes instituições, como a Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia (SBOT) e a Sociedade Brasileira de Coluna (SBC), além de possuir formação complementar em avaliação e tratamento da dor pela Universidade de São Paulo (USP). Também integra a AOSpine, uma das principais organizações internacionais voltadas ao estudo da coluna vertebral.

Seu trabalho é pautado pela atualização constante, uso de tecnologia e atendimento humanizado, características essenciais para quem busca soluções eficazes para dores e problemas na coluna vertebral.

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