psicologa_cristalfarias

psicologa_cristalfarias Psicóloga - CRP 18/00787
Psicoterapeuta Individual, Casal e Família; vou acolher famílias em cris

Psicóloga atuante à 19 anos, atendo adolescente e adulto (individual, Casal e Familiar). Por meio da minha capacidade de ouvir; vou acolher famílias em crises existenciais, emocionais e conjugal, ao considerar a individualidade de cada ser, a fim de ajudá-las a ressignif**ar suas experiências/traumas e dificuldades no relacionamento. Realizo atendimento presencial e on-line, no Espaço La Provence.

Meu amor, hoje eu celebro não apenas o seu aniversário, mas o chamado que Deus colocou sobre a sua vida como homem, mari...
20/02/2026

Meu amor, hoje eu celebro não apenas o seu aniversário, mas o chamado que Deus colocou sobre a sua vida como homem, marido, pai e sacerdote do nosso lar.
Na perspectiva das Escrituras, o casamento não é apenas uma união de sentimentos, mas uma aliança diante de Deus, um reflexo do relacionamento entre Cristo e a Igreja (Efésios 5).
E é isso que eu vejo em você.
Uma liderança que não domina, mas serve.
Uma autoridade que não impõe, mas protege.
Um amor que não é apenas emocional, mas sacrificial, responsável e constante.
Quando você assume o seu lugar, eu encontro o meu.
Sua firmeza me conduz à segurança.
Sua constância me permite descansar.
Sua liderança amorosa me chama a viver a feminilidade, auxiliadora, parceira na missão e edif**adora do nosso lar.
Ao seu lado, nossa família encontra ordem.
E nessa ordem, nossos filhos estão sendo formados para compreender o desenho de Deus.
um homem e uma mulher que vivem em aliança, sob autoridade do Senhor e para a Sua glória.
Hoje eu agradeço a Deus pela sua vida.
Porque homens assim sustentam mais do que uma casa, eles constroem um legado de fé.
Que o Senhor continue te fortalecendo para amar como Cristo ama, liderar com sabedoria e permanecer firme no chamado que Ele confiou a você.
Feliz aniversário preto ❤️
Nossa casa é fruto da graça de Deus sobre a sua vida.

O papel dos pais não é decidir o caminho.É preparar o filho para escolher com consciência.“Meu filho tem potencial para ...
13/02/2026

O papel dos pais não é decidir o caminho.
É preparar o filho para escolher com consciência.

“Meu filho tem potencial para Medicina.
Eu quero que ele faça Medicina.”

Essa é uma frase que escuto com frequência no consultório.

E antes de qualquer coisa, é importante dizer:

Não se trata sobre a Medicina.
A Medicina é uma profissão linda, necessária e extremamente valiosa.

O ponto aqui não é a profissão.

O ponto é a pressão social que transforma algumas carreiras em sinônimo de sucesso, status e garantia de realização.

E é nesse lugar que muitos pais, sem perceber, começam a olhar mais para o prestígio da profissão…
do que para a identidade do filho.

A função da família não é projetar caminhos.
Mas também não é se omitir.

Direção não é controle.
Direção é responsabilidade.

O papel dos pais é:

– ter clareza de propósito
– observar o temperamento
– reconhecer habilidades
– perceber inclinações
– desenvolver competências
– ampliar a consciência sobre vocação, trabalho e realidade de vida

Porque profissão não é apenas status.

Profissão é vocação.
Mas também é trabalho.
É mercado.
É oportunidade.
É resultado.
É realidade financeira.

E, acima de tudo, precisa estar alinhada com quem a pessoa é.

Quando o sistema familiar cumpre essa função, o filho não escolhe pela pressão social…
nem pela expectativa externa.

Ele escolhe com consciência.

E isso muda tudo.

Porque o sucesso não está no nome da profissão.

O sucesso está em um adulto que se torna:
disciplinado,
responsável,
comprometido,
emocionalmente maduro
e alinhado com sua identidade.

Pessoas assim constroem uma trajetória bem-sucedida em qualquer área.

Foi exatamente esse processo que vivemos aqui em casa.

Quando nossa filha, Agatha manifestou o desejo de cursar Psicologia, nós a direcionamos para um processo de orientação profissional com a querida e excelente .gislaynerodrigues , neuropsicóloga.
Continua nos Comentários…
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A celebração, pra mim, já começa antes.Depois de um dia de trabalho, eu chego no meu lugar seguro… e algo por dentro des...
29/01/2026

A celebração, pra mim, já começa antes.

Depois de um dia de trabalho, eu chego no meu lugar seguro… e algo por dentro desacelera por fora, mas acelera por dentro: véspera do meu aniversário. Coração acelerado, gratidão no peito e muito signif**ado no silêncio.
Entre a saudade e a celebração, sigo aprendendo a comemorar sem a presença física do meu pai, mas com o amor e as memórias que seguimos vivendo.
A véspera do aniversário sempre mexe comigo. É como se o coração f**asse mais atento, um pouquinho mais sensível, porque não é só mais um dia no calendário é um lugar de signif**ado.
Hoje eu percebo um misto bom e verdadeiro: gratidão pelo caminho, expectativa pelo que vem e uma saudade que não pede licença. O aniversário nunca é só “meu”; ele é um fio que me liga à minha história, às minhas raízes, às pessoas que me fizeram ser quem eu sou.
E tem um fio específico que toca mais forte: eu comemorava esse dia junto com o meu pai. Em um tempo da vida, eu fui o seu melhor presente 😍 Ele se foi há dois anos, e ainda é recente aprender a celebrar sem a presença física dele, especialmente porque ele celebrava esse dia com tanta alegria, como quem dizia: “a vida vale ser lembrada”. E eu aprendi a deixar ele planejar tudo, do jeitinho dele 😍
Eu entendo que a saudade não compete com a alegria. Ela é o amor continuando de outro jeito. Às vezes o corpo acelera porque o coração está tentando segurar duas coisas ao mesmo tempo: a ausência e a gratidão, o luto e a vida, a memória e o agora. E eu não preciso “resolver” isso para que a celebração seja legítima, apenas me permitir sentir ambos, do meu jeito.
E talvez seja exatamente por isso que celebrar tem valor: porque celebrar não é negar a dor, é honrar a vida apesar dela. É marcar o tempo com presença. É dar nome ao que importa.
*
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Continuação nos comentários…

Virar o ano me lembra do essencial, em dias de muitas oportunidades e conquistas: nenhum sucesso vale o fracasso da famí...
02/01/2026

Virar o ano me lembra do essencial, em dias de muitas oportunidades e conquistas: nenhum sucesso vale o fracasso da família.
Que 2026 tenha direção — Deus em primeiro lugar, família por perto como prioridade e oração como meio de graça, o caminho pelo qual Ele nos comunica e nos sustenta.

Que a gente não confunda resultado com propósito.
Entre sorrisos e abraços, seguimos no que importa: Deus, família e um caminho simples e verdadeiro, diante de tudo que Ele nos proporciona.
Sucesso é consequência — Deus é o centro, e que Ele, me@ajude, para que os meus olhos estejam voltados para este lugar seguro.






Feliz Ano Novo! 🙏

O caminho que você escolhe por dentro… sustenta o que aparece por fora.Hoje eu parei diante de dois caminhos.E pensei: f...
31/12/2025

O caminho que você escolhe por dentro… sustenta o que aparece por fora.

Hoje eu parei diante de dois caminhos.
E pensei: fim de ano é isso… uma pausa entre o que foi e o que pode ser.

Só que não é só sobre 2026.
É sobre quem você decide ser.

Existe um caminho que nasce da dor:
aquele em que você vive reagindo, se defendendo, endurecendo, tentando controlar…
e exigindo do outro o que nem você consegue sustentar por dentro.

E existe outro caminho — mais profundo:
voltar para si.
Olhar para suas emoções, para o seu corpo e para sua espiritualidade com verdade.
E lembrar que existe direção.
Que existe graça para recomeçar, sabedoria para decidir, e força para continuar — sem perder a ternura.

Você não precisa virar o ano com tudo resolvido.
Mas pode virar com um posicionamento interno:

eu não sou refém do meu cansaço.
eu não sou refém da minha história.
eu não sou refém do ciclo que minha família repete.

Que este novo ciclo te encontre com mais consciência, direção e paz por dentro.
E se você quiser caminhar com apoio — no seu vínculo, na sua família, na sua fé e na sua saúde emocional — eu estou aqui.

A sensação que ninguém confessa: por dentro, tudo parece tremendo…. Mesmo quando por fora a vida segue “bonita”.Fim de a...
30/12/2025

A sensação que ninguém confessa: por dentro, tudo parece tremendo…. Mesmo quando por fora a vida segue “bonita”.

Fim de ano tem luz, encontros, fotos, metas…
mas dentro de casa, muitas vezes, o que cresce é um silêncio difícil de explicar: tensão, irritação, distância, insegurança.

Por que a gente vive um tempo de instabilidades na economia, saúde, emoções, futuro, o sistema familiar sente.
E o que era “só estresse” vira padrão:
um f**a mais reativo, o outro se fecha.
um cobra, o outro evita.
um tenta controlar, o outro explode.
E, sem perceber, o casal entra num ciclo que enfraquece o vínculo.

E aqui tem uma verdade simples:
se a gente não olhar pra dentro, não sustenta um externo belo.
Não existe aparência que compense uma casa emocional desorganizada.
E não existe “amor” que aguente sem fundamento.

A tempestade chega pra todos.
A diferença não é se vai tremer… é onde o relacionamento está construído.

Quando o casal constrói na “areia”, costuma aparecer:
Trocar de relacionamento, pressa, orgulho, vaidade, rigidez, tentativa de ganhar a discussão, necessidade de ter razão.
Por fora, a vida segue… por dentro, o vínculo vai se desgastando.

Quando o casal constrói na “rocha”, aparece: O que podemos fazer juntos pra melhorar?
humildade, verdade, responsabilidade emocional, submissão ao que é certo, decisão diária de reparar, alinhar, fortalecer.
Fundamento ninguém posta. Ninguém vê.
Mas ele aparece no testemunho: na forma como vocês se tratam no conflito, como se regulam, como conversam, como se perdoam, como recomeçam.
Eu te pergunto:
Quais são seus planos para 2026?
E mais profundo: o que vai permanecer quando tudo tremer?

Se o conflito virou rotina aí dentro…
talvez não seja falta de amor.
Talvez seja falta de estrutura.
E estrutura a gente constrói juntos, e não é sobre ser perfeito, mas precisa ser bem edif**ado.

Dezembro tem um jeito de bater na porta por dentro.Ele chega trazendo luz pra quem tem memória de abraço… e um silêncio ...
22/12/2025

Dezembro tem um jeito de bater na porta por dentro.
Ele chega trazendo luz pra quem tem memória de abraço… e um silêncio estranho pra quem tem memória de falta.

Porque datas não são só datas.
Elas carregam histórias.
Elas acendem o sistema, vínculos, ausências, expectativas, lutos, comparações.
E às vezes o que dói não é o Natal é o contraste entre o que eu vivo e o que eu gostaria de viver. E quando fico com os olhos naquilo que gostaria de ser e ter, terei um Coração sem contentamento.

E ainda tem o peso do “fechamento de ciclo”.
Como se dezembro fosse uma prova final; o que você concluiu? o que faltou? por que não mudou?
Mas você não é uma lista de metas e check list. Você é um processo.
A vida real nem sempre é “virar a página”; muitas vezes é continuar escrevendo com mais consciência, no tempo certo, ser mais intencional.

Se as emoções f**arem confusas, talvez não seja fraqueza.
Talvez seja proteção.
A ansiedade tenta dar controle ao incerto.
A tristeza tenta honrar o que foi importante.
A irritação, às vezes, é uma dor mais vulnerável pedindo cuidado.

Você não precisa se obrigar a “entrar no clima”.
Você precisa caber na verdade com gentileza.

Você não precisa performar felicidade.
Você não precisa terminar o ano “pronto”.
Que o novo seja construção, presença, sentido e verdade.

E pra você: o que dezembro costuma despertar? Conte comigo, estou aqui 🤍


Minha agenda lotou. Meu corpo falou.E, se eu quero ser boa terapeuta, eu preciso me cuidar.Depois de um ano com a agenda...
20/12/2025

Minha agenda lotou. Meu corpo falou.
E, se eu quero ser boa terapeuta, eu preciso me cuidar.

Depois de um ano com a agenda cheia e com gente especial em lista de espera eu chego ao fim desse ciclo com o coração cheio de histórias e com uma gratidão que não cabe em palavras.

Como psicóloga, eu não caminho só com indivíduos ou casais. Eu caminho com famílias inteiras: com padrões que atravessam gerações, vínculos que doem, promessas quebradas e recomeços corajosos. Eu vejo de perto o que quase ninguém vê: o esforço silencioso, o medo por trás da raiva, a solidão escondida na rigidez… e a esperança tímida que reaparece quando alguém finalmente se sente seguro.

Nos últimos dois meses, eu fui além do natural de atendimento. Estendi horários, reorganizei espaços, fiz encaixes onde dava. Não por “produtividade”, mas por propósito. Porque cuidado, pra mim, é presença, responsabilidade e compromisso com a história do outro.

E sabe o que me emociona? Eu amo viver meu propósito. Amo essa rotina que me exige e, ao mesmo tempo, me revela. Amo oferecer um espaço seguro, com verdade, método e humanidade.

E justamente por amar o que faço, eu preciso pausar.

Por 30 dias, vou diminuir o ritmo e voltar pra rotina simples: estar com os meus, cuidar da casa, tomar meu chimarrão no fim de tarde, tomar sol, respirar sem pressa. Essa pausa não é abandono do cuidado — é parte do cuidado. Porque eu acredito no que ensino: vínculo saudável também inclui limites, descanso e reparo.

Obrigada por confiarem em mim com tanta coragem. 🤍
Retorno em 19/01/2026.




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