15/01/2025
A comunicação é a base das nossas interações e vai muito além do que falamos. Ela envolve tudo o que usamos para expressar nossos desejos, necessidades e emoções.
🔸 Comunicação verbal: palavras faladas ou escritas, o que consideramos a forma mais tradicional de se comunicar.
🔸 Comunicação não verbal: abrange todas as formas de expressão que não envolvem palavras. É aqui que entra o tom de voz, expressões faciais, gestos, postura corporal, contato visual e até o silêncio!
🔸 Comunicação alternativa: ferramentas e estratégias que ajudam quem tem dificuldade de se comunicar, como figuras, pranchas de comunicação, sinais ou dispositivos eletrônicos.
Para crianças com autismo que são não verbais, é fundamental entender que elas têm, sim, formas incríveis de se comunicar! Aqui estão algumas delas:
✨ Gestos e apontar: quando a criança aponta para algo que deseja ou faz um gesto para indicar o que quer.
✨ Levar pela mão: puxar o adulto até o que precisa, como um brinquedo ou alimento.
✨ Expressões faciais: o olhar ou as emoções no rosto também dizem muito!
✨ Corpo e postura: como a criança se posiciona ou se move para demonstrar interesse ou desconforto.
✨ Vocalizações e sons: mesmo sem palavras, os sons que a criança faz podem ser uma forma de comunicação.
✨ Interesse compartilhado: quando ela mostra algo ou te olha enquanto segura um objeto de interesse.
✨ Tecnologias de apoio: aplicativos, pranchas e dispositivos que ajudam a expressar ideias e necessidades.
✨ Desenhos ou escrita: para algumas crianças, essa pode ser uma forma mais natural de comunicação.
A comunicação acontece de muitas formas, e cada uma delas é valiosa! O papel do fonoaudiólogo é ajudar as crianças (e as famílias!) a potencializar essas formas de se expressar, garantindo que todas as vozes sejam ouvidas – mesmo que não sejam faladas.