Laura santiago de fraga

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Laura santiago de fraga Avaliação psicológica

03/08/2026

Existem datas que o tempo não transforma em dias comuns.Hoje é uma delas para mim.Hoje seria o aniversário do meu filho....
03/08/2026

Existem datas que o tempo não transforma em dias comuns.

Hoje é uma delas para mim.

Hoje seria o aniversário do meu filho.

E, como acontece com tantas mães e tantos pais que vivem o luto, essa data desperta uma mistura de sentimentos difíceis de explicar. Saudade. Amor. Gratidão por tudo o que foi vivido. E, ao mesmo tempo, a dor de imaginar tudo o que poderia ter sido.

Perder um filho muda a forma como olhamos para o calendário.

O aniversário continua existindo.

As lembranças continuam chegando.

O amor continua presente.

Mesmo que a cadeira esteja vazia.

Mesmo que o abraço não possa mais acontecer.

Aprendi que o luto não é esquecer.

É encontrar novas maneiras de amar alguém que permanece vivo em nossas memórias, em nossa história e em tudo o que deixou em nós.

Hoje escrevo não apenas como psicóloga.

Escrevo como mãe.

E quero abraçar cada família que também enfrenta datas como esta.

Se hoje o seu coração também está apertado por causa de um aniversário, de uma despedida ou de qualquer outra data especial, saiba que você não está sozinho.

A saudade é o preço do amor.

E amar um filho nunca termina.

🤍

Com carinho,

**Laura Santiago**
Psicóloga | CRP 18/04797

🚨 **Quem cuida da dor dos órfãos do feminicídio?**Quando uma mulher é vítima de feminicídio, a violência não termina com...
02/08/2026

🚨 **Quem cuida da dor dos órfãos do feminicídio?**

Quando uma mulher é vítima de feminicídio, a violência não termina com a sua morte.

Ela continua na vida dos filhos.

Essas crianças não perdem apenas a mãe. Muitas vezes, perdem também a referência paterna, já que, em grande parte dos casos, o autor do crime é o próprio pai. De uma única vez, elas enfrentam um luto duplo: pela morte da mãe e pela ruptura da figura paterna, seja pela prisão, pela condenação ou pela impossibilidade de manter esse vínculo.

Além da dor da perda, surgem mudanças bruscas na rotina, insegurança, rompimento de laços familiares, alterações no ambiente em que vivem e inúmeras perguntas que, muitas vezes, permanecem sem resposta.

O impacto desse trauma pode acompanhar toda a vida quando não há acolhimento adequado.

Essas crianças não precisam apenas de justiça.

Precisam de uma rede de proteção.

Precisam ser ouvidas.

Precisam de vínculos seguros.

Precisam de acompanhamento psicológico para que possam elaborar uma dor que nenhuma criança deveria experimentar.

Falar sobre os órfãos do feminicídio é reconhecer que eles também são vítimas da violência e que seu sofrimento não pode permanecer invisível.

🤍 Que possamos construir uma sociedade que não apenas combata o feminicídio, mas que também acolha aqueles que permanecem e precisam reconstruir suas histórias.

💬 Você já havia refletido sobre o impacto do feminicídio na vida dos filhos?

—

**Psicóloga Laura Santiago**
CRP/18:04797

**Quantas vítimas um feminicídio faz?**A resposta talvez seja maior do que você imagina.Quando uma mulher perde a vida p...
01/08/2026

**Quantas vítimas um feminicídio faz?**

A resposta talvez seja maior do que você imagina.

Quando uma mulher perde a vida para a violência, ela não é a única vítima.

Ficam os filhos que crescerão sem o abraço da mãe.

Ficam mães que precisarão sepultar suas filhas.

Ficam pais, irmãos, avós e amigos tentando aprender a viver com uma ausência que nunca deveria existir.

Em muitos casos, os filhos enfrentam um luto duplo: perdem a mãe e também a figura paterna, quando o próprio pai é o autor da violência.

O feminicídio interrompe uma vida, mas seus impactos atravessam gerações.

Neste **Agosto Lilás**, precisamos ampliar o olhar. Combater a violência contra a mulher não é apenas evitar uma morte. É preservar famílias, proteger crianças, impedir que novos lutos sejam vividos e oferecer acolhimento a quem ficou.

A violência deixa marcas invisíveis que podem acompanhar uma pessoa por toda a vida. Por isso, falar sobre prevenção, proteção e saúde mental também é uma forma de salvar vidas.

💜 Se esta mensagem fez sentido para você, compartilhe. Ela pode alcançar alguém que precise refletir, acolher ou até buscar ajuda.

💬 Quero ouvir sua opinião: **qual é o papel de cada um de nós no combate à violência contra a mulher?**

—

**Psicóloga Laura Santiago**
CRP 18/04797

💜 Agosto Lilás é um convite para quebrarmos o silêncio.Falar sobre violência contra a mulher é falar sobre vidas que pod...
28/07/2026

💜 Agosto Lilás é um convite para quebrarmos o silêncio.

Falar sobre violência contra a mulher é falar sobre vidas que podem ser protegidas, famílias que podem ser preservadas e histórias que não precisam terminar em dor.

É também reconhecer que a violência deixa marcas que vão muito além das agressões físicas. Ela atinge a saúde mental, rompe vínculos, afeta crianças, transforma famílias e, em muitos casos, deixa um luto que atravessa gerações.

Por isso, recebi com muita honra o convite para participar deste encontro ao lado da Delegada de Polícia Jannira Laranjeira e da Assistente Social Jéssica Maria, para conversarmos sobre um tema que precisa ser discutido com responsabilidade, acolhimento e compromisso.

Será um momento de informação, reflexão e diálogo sobre prevenção, proteção e enfrentamento da violência contra a mulher.
Laura Santiago
Psicóloga Clínica | CRP 18/04797

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🌿 **Nem todo luto acontece quando perdemos alguém pela morte.**Alguns começam quando percebemos que, para preservar noss...
10/07/2026

🌿 **Nem todo luto acontece quando perdemos alguém pela morte.**

Alguns começam quando percebemos que, para preservar nossa saúde emocional, será necessário estabelecer limites em relações que amamos.

E isso pode acontecer, inclusive, dentro da própria família.

Essa decisão raramente é simples. Ela costuma vir acompanhada de culpa, tristeza, saudade e da sensação de estar abrindo mão da família que sempre sonhamos ter.

Mas criar limites não significa deixar de amar.

Significa reconhecer que uma relação saudável precisa de respeito, reciprocidade e segurança emocional. Quando esses elementos faltam de forma persistente, proteger a si mesmo pode ser uma escolha difícil — e, ao mesmo tempo, necessária.

É importante lembrar que estabelecer limites não significa romper relações. Em muitos casos, os limites fortalecem os vínculos, tornando a convivência mais respeitosa. Em outros, podem exigir um maior distanciamento para preservar o bem-estar. Cada história é única e merece ser compreendida dentro de seu contexto.

O luto, nesse processo, não é apenas pela relação que muda.

É também pela expectativa de que ela pudesse ter sido diferente.

Se este conteúdo fez sentido para você, compartilhe com alguém que talvez esteja vivendo esse tipo de dor em silêncio.

🤍 **Psicóloga Laura Santiago**
CRP 18/04797

**Nem todo luto acontece porque alguém morreu.**Algumas perdas começam no momento em que percebemos que o vínculo que ta...
09/07/2026

**Nem todo luto acontece porque alguém morreu.**

Algumas perdas começam no momento em que percebemos que o vínculo que tanto valorizávamos talvez não ocupasse o mesmo espaço no coração da outra pessoa.

É quando você percebe que era lembrado para ouvir, ajudar, resolver problemas ou estar disponível... mas raramente era incluído nos momentos de alegria, celebração ou simplesmente para compartilhar a vida.

Essa descoberta pode despertar tristeza, decepção e um profundo sentimento de solidão.

E isso não significa que a relação tenha sido uma mentira ou que a outra pessoa nunca tenha sentido carinho por você. Muitas vezes, significa apenas que cada um vivia aquele vínculo de uma forma diferente.

O sofrimento nasce quando a expectativa de reciprocidade encontra uma realidade diferente daquela que imaginávamos.

Esse também pode ser um tipo de luto.

O luto pela relação idealizada.
Pela expectativa que precisou ser ressignificada.
Pela versão daquele vínculo que existia dentro de nós.

Reconhecer essa dor não é alimentar mágoas. É dar um nome ao que sentimos e compreender que cuidar da nossa saúde emocional também passa por construir relações em que o cuidado, o interesse e a presença aconteçam nos dois sentidos.

Nem toda relação precisa terminar.

Mas toda relação merece ser observada com honestidade, respeito e limites saudáveis.

🤍 Você já viveu essa experiência? Como foi perceber que precisava olhar para esse vínculo de outra forma?

**Psicóloga Laura Santiago**
CRP 18/04797

Nem toda perda acontece porque alguém morreu. Algumas acontecem quando percebemos que estávamos sustentando uma relação ...
08/07/2026

Nem toda perda acontece porque alguém morreu. Algumas acontecem quando percebemos que estávamos sustentando uma relação praticamente sozinhos.

É doloroso reconhecer que você sempre lembrava, procurava, convidava, acolhia e fazia questão da presença do outro, enquanto esse cuidado raramente era retribuído.

Nesses momentos, o sofrimento não está apenas na relação que se transforma, mas também na perda da expectativa de que um dia ela seria diferente.

Esse também é um tipo de luto.

O luto de aceitar que nem todo amor é recíproco.

E isso vale para amizades, relacionamentos amorosos e até vínculos familiares.

Escolher se afastar não significa deixar de amar.

Muitas vezes, significa reconhecer que amar também inclui cuidar de si.

🤍 Você já viveu uma situação parecida? Compartilhe sua reflexão nos comentários.

Psicóloga Laura Santiago
CRP 18/04797

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🧸 Nem todo luto acontece após uma morte.Existe um tipo de luto que poucas pessoas reconhecem: o luto pela infância que n...
07/07/2026

🧸 Nem todo luto acontece após uma morte.

Existe um tipo de luto que poucas pessoas reconhecem: o luto pela infância que não foi vivida.

É o luto de quem cresceu cedo demais.
De quem precisou ser forte quando ainda era criança.
De quem aprendeu a sobreviver antes mesmo de aprender a brincar.

É a dor por não ter recebido o colo que precisava.
Pela segurança que nunca existiu.
Pelo carinho que fazia falta.
Pela proteção que não veio.

Muitas pessoas chegam à vida adulta carregando uma tristeza difícil de explicar. Sentem um vazio, uma sensação de que "algo ficou faltando", sem perceber que estão vivendo o luto pelas experiências que nunca puderam ter.

Reconhecer essa dor não significa permanecer preso ao passado.

Significa olhar para sua história com compaixão, compreender que algumas feridas não foram escolhidas por você e permitir-se construir, na vida adulta, aquilo que um dia lhe faltou: acolhimento, cuidado, respeito e segurança.

Você não pode mudar a infância que viveu.

Mas pode escolher, a partir de hoje, como deseja cuidar da pessoa que essa criança se tornou.

🌿 Curar não é apagar o passado.
É deixar que ele deixe de definir completamente o seu futuro.

Se este conteúdo fez sentido para você, compartilhe. Talvez alguém precise descobrir que o que sente também tem um nome — e que essa dor merece ser acolhida.

🤍 Psicóloga Laura Santiago
CRP 18/04797

Nem toda grande perda acontece dentro da família.Às vezes, é um amigo quem conhece nossos medos, acompanha nossas conqui...
04/07/2026

Nem toda grande perda acontece dentro da família.

Às vezes, é um amigo quem conhece nossos medos, acompanha nossas conquistas, escuta nossos silêncios e compartilha momentos que ajudam a construir quem somos.

Quando esse amigo parte, perdemos muito mais do que uma companhia. Perdemos uma testemunha da nossa história, alguém que conhecia versões de nós que talvez ninguém mais conheça.

Infelizmente, esse tipo de luto costuma ser minimizado. Frases como "era só um amigo" ignoram a profundidade que um vínculo de amizade pode ter.

Não existe hierarquia para a dor.

O sofrimento não é medido pelo grau de parentesco, mas pela intensidade do vínculo construído.

Se você perdeu um grande amigo, permita-se viver esse luto sem culpa. Chore, lembre, fale sobre ele, preserve as memórias e acolha o tempo que seu coração precisar.

Porque algumas amizades deixam saudades que nunca desaparecem. Elas apenas aprendem a morar em outro lugar: nas lembranças, nas histórias contadas e no amor que continua existindo.

💙 Dedique este post a um amigo que marcou sua vida ou compartilhe nos comentários uma lembrança especial de alguém que continua vivo em seu coração.

Psicóloga Laura Santiago
CRP 18/04797

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