10/05/2026
Existem muitos tipos de amor… mas o amor de mãe é diferente.
E mesmo entre os amores maternos, nenhum é igual ao outro.
Existe o amor que você recebe da sua mãe… e também de todas as mães que vieram antes dela.
Ele começa naquele cuidado imensurável de avó, que acolhe sem pedir nada em troca. Depois se estende para madrinhas, tias, mulheres que nos cercam e, por fim, chega na nossa mãe — a grande presença.
Aquele amor que te carrega, não importa a idade.
Que te fortalece e te protege, mesmo quando você já cresceu.
Às vezes, só a presença dela já basta… o amor já está no ar.
E então, um dia, nasce outro amor.
O amor pelos filhos.
Um amor conjugado de forma diferente… porque agora você é a figura de proteção e acolhimento.
E esse amor é ainda mais intenso. Mais profundo. Mais visceral.
É um amor que não diminui: só cresce dentro do peito.
E vai mudando de fase…
No começo, você é absolutamente necessária.
Mas o objetivo final — a conclusão desse processo tão bonito e tão doloroso — é se tornar, aos poucos, menos necessária.
Estar ali como porto seguro.
Como abrigo.
Como amparo.
Mas permitir que eles sigam…
E como é difícil chegar na fase do deixar ir.
Neste Dia das Mães, deixo meu abraço apertado a todas as mulheres que representaram essa figura materna na minha vida.
À minha mãezinha, com toda a gratidão.
E agradeço a Deus pela oportunidade da maternidade, tão bem vivida até aqui… pedindo força e fé para continuar, inclusive quando for preciso deixá-los voar.
Eu amo conjugar o verbo maternar. 💛
E meu carinho especial também a todas as mulheres que já passaram por mim em atendimentos e que hoje vivem, de alguma forma, a maternidade.
🌷 Feliz Dia das Mães.