Felipe Cerci - Cirurgia de Mohs

Felipe Cerci - Cirurgia de Mohs Especialista em cirurgia micrográfica de Mohs, realizou 2 anos e 4 meses de treinamento nos EUA.

O motivo da postagem é porque o carcinoma basocelular, na sua fase inicial, pode ser parecido com uma espinha. Espinhas ...
29/05/2026

O motivo da postagem é porque o carcinoma basocelular, na sua fase inicial, pode ser parecido com uma espinha.

Espinhas são lesões inflamatórias comuns.
Elas costumam surgir rapidamente, podem apresentar dor ou sensibilidade e, na maioria das vezes, desaparecem em poucos dias ou semanas.

Já alguns tipos de câncer de pele como o carcinoma basocelular, podem inicialmente parecer com pequenas lesões ou “espinhas”, mas apresentam características diferentes ao longo do tempo. Um sinal de alerta importante é quando a lesão não cicatriza, persiste por várias semanas ou cresce progressivamente.. Além disso, geralmente são assintomáticos.

Sempre que uma “espinha” não melhora após algumas semanas, apresenta sangramento recorrente ou comportamento diferente do habitual, é importante procurar avaliação dermatológica.

O diagnóstico precoce é fundamental para um tratamento eficaz do câncer de pele.

Dr. Felipe Cerci CRM 24825 | RQE 1023
Dermatologista – Cirurgia Micrográfica de Mohs

🔗 www.drfelipecerci.com.br

Sim.Quando o paciente apresenta mais de um câncer de pele diagnosticado, é possível avaliar a remoção de múltiplas lesõe...
29/05/2026

Sim.

Quando o paciente apresenta mais de um câncer de pele diagnosticado, é possível avaliar a remoção de múltiplas lesões no mesmo procedimento.

Esse cenário é relativamente comum, ocorrendo 2 a 3 vezes ao mês na minha prática.

Essa decisão depende de alguns fatores importantes, como a localização dos tumores, o tamanho das lesões, a complexidade das reconstruções necessárias e o tempo estimado da cirurgia.

Quando as condições são favoráveis, tratar mais de um carcinoma no mesmo dia pode ser uma opção segura e prática para o paciente.

Dr. Felipe Cerci CRM 24825 | RQE 1023
Dermatologista – Cirurgia Micrográfica de Mohs

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It is with great pleasure that we () would like to announce the release of our book "COMBINATION FACIAL RECONSTRUCTION A...
23/05/2026

It is with great pleasure that we () would like to announce the release of our book "COMBINATION FACIAL RECONSTRUCTION AFTER MOHS SURGERY - A CASE BASED ATLAS" on its Mandarin version!

When we started the original project years ago, we didn’t even think of a possible translation into another language. We hope that this Mandarin version will contribute to the growth of Mohs micrographic surgery and reconstructive techniques in Mandarin speaking countries such as China, Taiwan and Singapore and, above all, benefit many patients.

Stan and Felipe

É com grande prazer que nós () anunciamos o lançamento da versão em Mandarim ("Chinês") do nosso livro “COMBINATION FACIAL RECONSTRUCTION AFTER MOHS SURGERY – A CASE BASED ATLAS”!

Quando iniciamos o projeto original, anos atrás, nem imaginávamos uma possível tradução para outro idioma. Esperamos que esta versão em Mandarim contribua para o crescimento da cirurgia micrográfica de Mohs e das técnicas reconstrutivas em países de língua Mandarim, como China, Taiwan e Singapura e, acima de tudo, beneficie muitos pacientes.

Stan e Felipe

Muito feliz com a publicação do artigo “How to minimize pain with local anesthesia and improve patient experiences: a re...
19/05/2026

Muito feliz com a publicação do artigo “How to minimize pain with local anesthesia and improve patient experiences: a review”.

O artigo reúne evidências científicas e estratégias práticas para minimizar a dor durante a aplicação de anestesia local, tornando a experiência mais tranquila para o paciente. Costumo dizer para os pacientes e residentes que a anestesia local é uma arte, pois exige delicadeza e paciência. Além disso, também exige estudo e reflexão.

O artigo foi fruto de um excelente trabalho em equipe ao longo de meses, com os colegas dos EUA: Umer Nadir (), George Michael Jeha (.jeha.md) e Stan Tolkachjov (), além da Isadora Rinaldo Scaburi (), residente do Serviço de Dermatologia do Hospital Universitário Evangélico Mackenzie.

Um agradecimento especial à Isadora, que aceitou esse desafio como trabalho de conclusão da residência quando conversei com ela sobre a ideia há 2 anos.

Dr. Felipe Cerci CRM 24825 | RQE 1023 Dermatologista – Cirurgia Micrográfica de Mohs 🔗 www.drfelipecerci.com.br

Não. Casos iniciais localizados em áreas nobres da face, também se beneficiam muito da técnica devido à maior taxa de cu...
14/05/2026

Não. Casos iniciais localizados em áreas nobres da face, também se beneficiam muito da técnica devido à maior taxa de cura e à preservação de tecido sadio, levando a menores cicatrizes.

A indicação sempre deve ser individualizada, levando em consideração as características do tumor e as necessidades de cada paciente.

Dr. Felipe Cerci CRM 24825 | RQE 1023
Dermatologista – Cirurgia Micrográfica de Mohs
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06/05/2026

Faço uso de Anticoagulantes ou antiagregantes plaquetários, posso ser submetido à Cirurgia Micrográfica de Mohs?

Na maioria dos casos, essas medicações são mantidas, apesar do aumento leve de sangramento intra-operatório e equimoses (“roxos”) mais evidentes no pós-operatório. Os sangramentos no intra-operatório são controláveis com técnica adequada. A decisão deve ser sempre individualizada e orientada pelo cardiologista ou neurologista, que são geralmente os médicos que prescrevem tais medicações.

Interromper o uso sem indicação pode trazer riscos importantes à saúde do paciente.

Se você conhece alguém com essa dúvida, compartilhe este conteúdo.

Felipe Bochnia Cerci
Médico: CRM 24825
Dermatologista: RQE Nº: 1023
Confira o meu site: www.drfelipecerci.com.br

30/04/2026

A Cirurgia Micrografica de Mohs envolve etapas sequenciais: o tumor é removido, o material é preparado para análise microscópica e o paciente aguarda o resultado. Caso ainda haja células tumorais nas margens, uma nova etapa de remoção é realizada. Esse processo pode prolongar o tempo total da cirurgia.

Por esse motivo, a anestesia local é a forma anestésica mais utilizada, especialmente nos Estados Unidos, onde a técnica foi desenvolvida. Entre os métodos anestésicos disponíveis, ela é considerada a opção mais segura para a grande maioria dos pacientes, principalmente em uma população que frequentemente apresenta comorbidades como hipertensão, diabetes ou doenças cardíacas.

Em alguns casos, no entanto, a sedação também pode ser utilizada. Isso pode ocorrer quando o paciente prefere maior conforto, possui fobia de agulhas ou quando a cirurgia envolve áreas mais sensíveis, como pálpebras ou regiões mais extensas da face.

A escolha do método anestésico deve sempre levar em consideração a segurança e o conforto do paciente, sendo definida de forma individualizada.

Se você tem dúvidas sobre o tema, deixe sua pergunta nos comentários.

Dr. Felipe Cerci CRM 24825 | RQE 1023
Dermatologista – Cirurgia Micrográfica de Mohs
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anestesialocal dermatologia

13/04/2026

Estudos realizados nos Estados Unidos avaliaram a segurança da Cirurgia Micrográfica de Mohs em pacientes com 85 anos ou mais, mostrando resultados bastante positivos.

No maior estudo até hoje, com 1.683 cirurgias, ocorreram apenas 30 complicações, todas consideradas leves e tratáveis no pós-operatório, como pequenos hematomas ou infecções.

Nenhum paciente apresentou complicações graves durante ou após o procedimento.

Esses dados reforçam que, quando bem indicada e realizada com anestesia local, a cirurgia de Mohs pode ser uma opção segura também para pacientes em idade mais avançada.

Se você tem dúvidas sobre o tema, deixe sua pergunta nos comentários.

Dr. Felipe Cerci CRM 24825 | RQE 1023
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carcinomabasocelular dermatologia

A resposta é: nem todo carcinoma basocelular precisa da técnica de Mohs, mas ela é o tratamento de escolha para tumores ...
20/03/2026

A resposta é: nem todo carcinoma basocelular precisa da técnica de Mohs, mas ela é o tratamento de escolha para tumores localizados na cabeça, principalmente face e orelhas.

A principal vantagem da técnica reside em dois pilares fundamentais: a alta taxa de cura e a preservação de pele sadia.

Ao contrário da cirurgia convencional, na técnica de Mohs conseguimos analisar 100% das margens durante o procedimento. Isso permite a remoção completa do tumor enquanto poupamos o tecido saudável ao redor da lesão.

É importante ressaltar que os demais métodos de tratamento (curetagem, crioterapia, terapias tópicas, etc) têm seu lugar no manejo do CBC. O mais importante é a indicação correta de cada um deles, a fim de evitar recidivas e desfechos desfavoráveis aos pacientes.

Dr. Felipe Cerci CRM 24825 | RQE 1023 Dermatologista – Cirurgia Micrográfica de Mohs 🔗 www.drfelipecerci.com.br

mohsurgery

É com grande satisfação que recebi o convite para coordenar, juntamente com  (El Salvador)  e   (Rep. Dominicana),  a se...
06/03/2026

É com grande satisfação que recebi o convite para coordenar, juntamente com (El Salvador) e (Rep. Dominicana), a sessão sobre Câncer de pele não melanoma no Congresso Iberolatino Americano de Dermatologia (CILAD), que será realizado no Porto, em outubro de 2026.

Coordenar uma sessão científica em um evento dessa magnitude, que reúne grandes especialistas da América Latina e da Península Ibérica, é uma oportunidade valiosa para discutir os avanços no tratamento do câncer de pele.
Estarei à frente de debates sobre as melhores práticas e inovações no manejo dos carcinomas, temas que são centrais no meu dia a dia.

Além disso, tive a honra de ser convidado para dar as seguintes aulas:

Sessão “Cirugía dermatológica avanzada”. Palestra: “Reconstrucción nasal”

Sessão “Cirugía básica”. Palestra: “Mis tres plastias favoritas” (Minhas 3 reconstruções prediletas).

Sessão “Câncer de pele não melanoma”. Palestra: “Reconstrucción tras la extirpación del carcinoma basocelular”

A troca de experiências em fóruns internacionais é fundamental para mantermos o padrão de excelência nos tratamentos oferecidos aos nossos pacientes, trazendo o que há de mais atual na dermatologia mundial para a nossa prática.

Agradeço os convites da comissão organizadora.

Dr. Felipe Cerci CRM 24825 | RQE 1023 Dermatologista –[e] Cirurgia Micrográfica de Moh[f]s 🔗 www.drfelipecerci.com.br

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