Dr.Alysson Matioski

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Pequenas diferenças entre os dois lados do busto são extremamente comuns, e isso inclui não apenas o volume da mama, mas...
21/08/2026

Pequenas diferenças entre os dois lados do busto são extremamente comuns, e isso inclui não apenas o volume da mama, mas também a posição da aréola e do mamilo. Muitas pacientes notam essa diferença ao se olhar no espelho e acabam associando o achado a algo anormal, quando na verdade se trata de uma variação anatômica frequente. Essa percepção gera insegurança, principalmente quando a assimetria é mais perceptível em roupas de banho ou peças mais ajustadas.

Durante a avaliação para mastopexia, procedimento que eleva a mama e corrige a queda causada pela ptose, o cirurgião analisa não apenas o posicionamento geral da mama, mas também a altura e o tamanho da aréola em cada lado. Quando há diferença signif**ativa, é possível reposicionar a aréola e o mamilo durante o mesmo procedimento, ajustando a simetria entre os dois lados sem a necessidade de uma cirurgia adicional. Essa correção é feita a partir de marcações pré-operatórias precisas, que consideram a anatomia individual de cada mama.

É importante entender que o objetivo da cirurgia não é criar uma simetria perfeita e artificial, já que nenhum corpo humano é absolutamente simétrico, mas sim reduzir diferenças que incomodam e comprometem a harmonia visual do busto. O tamanho da aréola também pode ser reduzido durante a mastopexia, quando há dilatação associada à queda da mama, o que contribui para um contorno mais proporcional ao volume final.

Se você percebe diferença na posição do mamilo ou no tamanho da aréola entre os dois lados, essa observação deve ser levada à consulta de avaliação. Esses detalhes fazem parte do planejamento cirúrgico e influenciam diretamente o resultado da mastopexia. Agende uma avaliação para entender como sua anatomia específ**a pode ser tratada.

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Quando o assunto é aumentar o volume das mamas, a prótese de silicone não é a única possibilidade. A lipoenxertia, també...
20/08/2026

Quando o assunto é aumentar o volume das mamas, a prótese de silicone não é a única possibilidade. A lipoenxertia, também chamada de transferência de gordura, pode ser uma alternativa para pacientes que buscam resultados mais discretos e naturais. A diferença está principalmente no volume que cada técnica consegue proporcionar.

A prótese de silicone permite um aumento mais expressivo e previsível em uma única cirurgia. Já a lipoenxertia utiliza gordura retirada de outras regiões do próprio corpo, que é preparada e aplicada nas mamas. Como parte dessa gordura pode ser reabsorvida pelo organismo, o ganho de volume tende a ser mais limitado.

Por isso, a lipoenxertia costuma ser indicada para aumentos discretos, correção de assimetrias ou refinamento do contorno. Quando o objetivo é um aumento signif**ativo, a prótese geralmente oferece maior previsibilidade. Em alguns casos, as duas técnicas também podem ser combinadas para alcançar um resultado mais harmonioso.

A escolha depende da anatomia, da quantidade de gordura disponível e, principalmente, do resultado desejado. Uma avaliação individualizada é fundamental para entender qual técnica faz mais sentido para cada paciente.

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Pacientes que emagreceram muito, seja por mudança de hábitos, uso de medicação ou cirurgia bariátrica, costumam chegar à...
14/08/2026

Pacientes que emagreceram muito, seja por mudança de hábitos, uso de medicação ou cirurgia bariátrica, costumam chegar à consulta com uma expectativa diferente da de quem busca apenas contorno corporal.

O excesso de pele que sobra após a perda de peso signif**ativa gera desconforto físico e estético, e muitas vezes surpreende quem esperava que a pele acompanhasse a redução do volume corporal. Essa realidade é pouco discutida antes do processo de emagrecimento, o que faz com que a busca por avaliação cirúrgica aconteça depois, já com a pele instalada de forma definitiva.

A elasticidade da pele depende de fatores como idade, predisposição genética e velocidade da perda de peso, e uma vez que as fibras de colágeno e elastina se rompem por distensão prolongada, elas não retomam a tensão original de forma espontânea.

Por isso, a lipoaspiração isolada não resolve esse tipo de quadro, já que ela remove apenas o tecido gorduroso e não atua sobre o excesso de pele. Quando há flacidez signif**ativa associada a sobra de pele na região abdominal, a abdominoplastia se torna o procedimento indicado, pois remove o excesso e reposiciona o contorno de forma definitiva.

A avaliação, nesses casos, também considera a presença de diástase, comum em quem teve grande variação de peso, e a extensão da pele a ser removida, o que pode alterar a técnica cirúrgica e o desenho da incisão.

Muitas vezes a abdominoplastia é combinada com lipoaspiração de áreas adjacentes, como flancos, para uniformizar o contorno corporal em um único procedimento, quando as condições clínicas permitem. Essa combinação exige planejamento detalhado, já que envolve maior extensão de tecido tratado.

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Uma das perguntas mais frequentes entre mulheres que consideram colocar prótese de mama antes de engravidar é se o impla...
12/08/2026

Uma das perguntas mais frequentes entre mulheres que consideram colocar prótese de mama antes de engravidar é se o implante vai impedir a amamentação no futuro. Esse receio faz sentido, já que a amamentação é uma preocupação legítima para quem planeja ter filhos, e a informação disponível sobre o tema costuma ser confusa ou incompleta. Muitas pacientes acabam adiando a cirurgia por medo de comprometer essa função, mesmo sem saber exatamente como a prótese interage com o tecido mamário.

A prótese de mama, na grande maioria dos casos, é posicionada atrás da glândula mamária ou atrás do músculo peitoral, sem envolver diretamente os ductos que produzem e conduzem o leite. Isso signif**a que a capacidade de produção de leite não depende da presença do implante, e sim da integridade do tecido glandular e dos ductos mamários, estruturas que a cirurgia bem planejada preserva. O tipo de incisão escolhido também influencia esse aspecto, e por isso incisões que evitam a região da aréola tendem a interferir menos nas estruturas ligadas à amamentação.

Vale destacar que algumas mulheres já apresentam dificuldade para amamentar antes mesmo da cirurgia, por razões anatômicas próprias, como pouca quantidade de tecido glandular. Nesses casos, a limitação não é causada pela prótese, mas por uma característica que já existia. Durante a consulta, é possível discutir a técnica de incisão mais adequada para quem pretende engravidar e amamentar no futuro, personalizando o planejamento cirúrgico de acordo com esse objetivo.

Se a amamentação faz parte dos seus planos, essa é uma informação que deve ser levada à consulta de avaliação, para que o planejamento cirúrgico já considere essa prioridade.

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A escolha entre prótese redonda e anatômica é uma das dúvidas mais comuns entre pacientes que buscam aumento mamário. Mu...
07/08/2026

A escolha entre prótese redonda e anatômica é uma das dúvidas mais comuns entre pacientes que buscam aumento mamário. Muitas chegam à consulta com uma preferência formada por pesquisas na internet ou por indicação de amigas, sem saber que a decisão depende de fatores anatômicos individuais.

Essa confusão é natural, já que os dois formatos produzem resultados visualmente diferentes e cada um se adapta melhor a determinados tipos de mama. Esclarecer essa diferença ajuda a paciente a entender por que a recomendação médica pode não seguir a preferência inicial.

A prótese redonda tem o mesmo formato em toda a sua extensão, o que garante maior projeção e preenchimento da parte superior da mama, também chamado de polo superior. Já a prótese anatômica, ou em formato de gota, tem mais volume na parte inferior e menos na superior, reproduzindo uma transição mais suave e semelhante à mama natural.

A escolha entre os dois formatos considera a quantidade de tecido mamário existente, a distância entre os mamilos, a distensibilidade da pele e o resultado estético que a paciente deseja alcançar. Mamas com pouco tecido tendem a se beneficiar de próteses anatômicas, que disfarçam melhor os contornos do implante sob a pele.

Não existe um formato melhor de forma absoluta, existe o mais indicado para cada anatomia e para cada expectativa de resultado. Se você está em dúvida sobre qual prótese se encaixa no seu caso, essa é uma conversa importante para a consulta de avaliação. Marque um horário para discutir as opções com base nas suas medidas e objetivos.

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Muitas pacientes que já colocaram prótese de mama, ou que ainda avaliam a cirurgia, têm receio de que o implante atrapal...
06/08/2026

Muitas pacientes que já colocaram prótese de mama, ou que ainda avaliam a cirurgia, têm receio de que o implante atrapalhe os exames de imagem de rotina, principalmente a mamografia. Essa dúvida aparece com frequência na consulta, sobretudo entre mulheres com histórico familiar de câncer de mama.

O receio de adiar ou até deixar de realizar o exame por causa da prótese é comum e merece ser esclarecido com informação técnica precisa. Entender como funciona o acompanhamento evita que a cirurgia se torne motivo de insegurança em vez de satisfação com o resultado.

A prótese de mama não impede a realização da mamografia, mas exige uma técnica específ**a durante a captura das imagens. O radiologista utiliza manobras conhecidas como deslocamento de Eklund, que afastam o tecido mamário da prótese para permitir a visualização completa da glândula.

Esse cuidado é padrão em serviços de imagem preparados para atender pacientes com implante mamário. A prótese, esteja ela posicionada atrás ou na frente do músculo peitoral, não se sobrepõe de forma que impeça a análise do tecido nas incidências corretas.

É fundamental informar à equipe de radiologia, antes do exame, que há prótese mamária, para que a equipe já utilize a técnica adequada e, quando necessário, aumente o número de incidências. Dependendo da avaliação clínica, a investigação pode ser complementada com ultrassonografia das mamas.

A recomendação de rastreamento por idade e histórico familiar continua valendo da mesma forma, a cirurgia não altera esse protocolo. Manter os exames em dia faz parte do cuidado com a saúde mamária, independentemente de ter ou não implante.

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Durante muito tempo, associar lipoaspiração e abdominoplastia na mesma cirurgia foi considerado arriscado. A abdominopla...
31/07/2026

Durante muito tempo, associar lipoaspiração e abdominoplastia na mesma cirurgia foi considerado arriscado. A abdominoplastia clássica descola uma área extensa da parede abdominal para remover o excesso de pele e corrigir a diástase, e acrescentar lipoaspiração nessa mesma região signif**ava mexer na circulação de um tecido que já havia sido bastante manipulado.

A lipoabdominoplastia resolveu esse impasse. É uma técnica brasileira, descrita por Osvaldo Saldanha, que inverte a ordem: a lipoaspiração é feita primeiro, no abdome inteiro e nos flancos, e o descolamento da pele f**a limitado a um túnel central. Com isso, os vasos que irrigam o retalho e boa parte da drenagem linfática são preservados.

A diferença não é apenas conceitual. Uma metanálise que reuniu 17 estudos e mais de 14 mil pacientes encontrou menos complicações no grupo operado por lipoabdominoplastia do que por abdominoplastia tradicional, com taxas menores de hematoma e de seroma.

O que muda para a paciente é o contorno. Tratar só a pele deixa intocado o excesso de gordura nos flancos e no abdome superior, e a silhueta continua sem definição de cintura. A técnica trata as duas camadas em um tempo cirúrgico só.

Nem toda paciente é candidata. A indicação depende da quantidade de pele, do grau de diástase e da distribuição da gordura, e isso se define em exame físico.

Agende uma avaliação para entender qual técnica se aplica ao seu caso.

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Uma das orientações mais frequentes antes de uma cirurgia plástica de contorno corporal é atingir - e manter - um peso e...
28/07/2026

Uma das orientações mais frequentes antes de uma cirurgia plástica de contorno corporal é atingir - e manter - um peso estável. E não se trata de uma exigência estética: tem base técnica direta.

O resultado de uma abdominoplastia, lipoaspiração ou mamoplastia é planejado a partir da anatomia atual da paciente. Se o peso muda de forma signif**ativa depois da cirurgia, o resultado muda junto.

Uma perda de peso importante após a abdominoplastia pode gerar novo excesso de pele na região tratada. Um ganho de peso após a lipoaspiração não volta para as áreas onde a gordura foi retirada - as células adiposas foram removidas - mas a gordura é depositada em outras regiões do corpo, o que pode comprometer o contorno geral.

O objetivo não é que a paciente chegue ao peso "ideal". Esse conceito é subjetivo e, em muitos casos, inatingível. O que importa é que o peso esteja relativamente estável por pelo menos alguns meses antes da cirurgia, para que o planejamento seja feito sobre uma base sólida.

Quando há perda de peso signif**ativa em andamento - seja por mudança de hábitos ou acompanhamento médico - o momento de operar é depois que o peso se estabilizar, não durante o processo.

Essa discussão acontece na consulta. Não existe regra única: o cirurgião avalia o histórico de peso, o objetivo da paciente e o procedimento considerado para indicar o momento mais adequado.

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A lipoenxertia mamária (também chamada de lipomodelação ou fat grafting) é uma técnica que usa a gordura da própria paci...
24/07/2026

A lipoenxertia mamária (também chamada de lipomodelação ou fat grafting) é uma técnica que usa a gordura da própria paciente para adicionar volume à mama, sem o uso de prótese de silicone.

O processo envolve duas etapas: primeiro, a gordura é retirada de uma região com excesso, como abdome, flancos ou coxas, por meio de lipoaspiração. Depois, ela é processada e reinjetada na mama em pequenas quantidades e em camadas, para garantir a integração com o tecido local.

A técnica tem vantagens claras: usa material do próprio organismo, não introduz corpo estranho e trata duas regiões ao mesmo tempo. Mas tem também uma limitação importante: o aumento de volume possível é menor do que o obtido com prótese. Em geral, o ganho por sessão f**a entre 150 e 300 ml por mama, com parte desse volume sendo reabsorvido pelo organismo nos meses seguintes.

Por isso, a lipoenxertia mamária é mais indicada para casos de aumento discreto, correção de assimetrias leves, reconstrução parcial ou complementação de resultado após cirurgia de mama.

Para quem deseja uma mudança expressiva de volume, a prótese ainda é a principal indicação. A quantidade de gordura disponível para doação também é um fator determinante. Pacientes muito magras podem não ter volume suficiente para o procedimento.

Se você tem interesse na técnica, a consulta de avaliação é o momento de entender se o seu caso é candidato.

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Quando o assunto é gordura abdominal, existe uma distinção que precisa ser entendida antes de qualquer conversa sobre li...
22/07/2026

Quando o assunto é gordura abdominal, existe uma distinção que precisa ser entendida antes de qualquer conversa sobre lipoaspiração.

Há dois tipos principais: a gordura subcutânea, que f**a logo abaixo da pele e pode ser pinçada com os dedos; e a gordura visceral, que envolve os órgãos abdominais internos - fígado, intestinos, pâncreas. Essa segunda não é visível nem palpável por fora, mas aparece em exames de imagem e está diretamente associada a risco cardiovascular, diabetes tipo 2 e síndrome metabólica.

A lipoaspiração acessa a camada subcutânea. Ela reduz o volume de gordura nessa região e melhora o contorno externo do abdome, mas não alcança a gordura visceral. Não há instrumento cirúrgico que a remova com segurança.

A gordura visceral responde à alimentação, ao exercício aeróbico e, quando necessário, ao tratamento médico. Não tem solução cirúrgica.

Por que isso importa na prática? Porque algumas pacientes chegam à consulta esperando que a lipoaspiração vá "tirar aquela gordura de dentro". Quando a maior parte do volume abdominal é visceral - o que acontece principalmente em mulheres no período pós-menopausa ou com sobrepeso signif**ativo - o resultado da cirurgia é mais limitado do que o esperado.

Essa avaliação é feita antes de qualquer decisão. O cirurgião consegue identif**ar no exame físico qual é a composição predominante e orientar sobre o que a cirurgia pode e não pode entregar.

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