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As novas evidências no tratamento das neoplasias hematológicas e seus impactos na prática clínica estarão no centro das ...
16/09/2026

As novas evidências no tratamento das neoplasias hematológicas e seus impactos na prática clínica estarão no centro das discussões da 3ª edição do Hemato Update Curitiba, que acontece neste sábado (19), no Radisson Hotel Curitiba.

O encontro reunirá especialistas regionais e nacionais para uma atualização sobre os principais avanços apresentados no EHA2026, com uma programação dedicada ao mieloma múltiplo, linfomas, leucemias, síndrome mielodisplásica e neoplasias mieloproliferativas.

Voltado a hematologistas, hemoterapeutas, oncologistas clínicos e médicos residentes, o Hemato Update será também um espaço para troca de experiências e discussão sobre como as novas evidências podem ser incorporadas à prática clínica.

📅 19 de setembro | 8h às 13h
📍 Radisson Hotel Curitiba – Sala Ametista
Av. Sete de Setembro, 5190 – Batel
Inscrições gratuitas.

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O estudo HOVON156/AMLSG28-18/PASHA avaliou pacientes com leucemia mieloide aguda recém-diagnosticada e mutação de FLT3 e...
16/09/2026

O estudo HOVON156/AMLSG28-18/PASHA avaliou pacientes com leucemia mieloide aguda recém-diagnosticada e mutação de FLT3 elegíveis para tratamento intensivo.

Os participantes receberam gilteritinibe ou midostaurina associados à terapia intensiva.

O estudo não atingiu seu desfecho primário de demonstrar superioridade do gilteritinibe em relação à midostaurina.

O estudo randomizado AIEOP-BFM ALL 2017 avaliou crianças e adolescentes com leucemia linfoblástica aguda de células B de...
14/09/2026

O estudo randomizado AIEOP-BFM ALL 2017 avaliou crianças e adolescentes com leucemia linfoblástica aguda de células B de alto risco recém-diagnosticada.

A pesquisa comparou o tratamento convencional com uma estratégia na qual blocos de quimioterapia de alta intensidade foram substituídos pelo blinatumomabe.

Os resultados apresentados no EHA Congress 2026 mostraram melhora de eficácia e segurança com a estratégia que incluiu o medicamento.

O estudo de fase 2 ImmunoPRISM avaliou pacientes com mieloma múltiplo assintomático (smoldering multiple myeloma) de alt...
09/09/2026

O estudo de fase 2 ImmunoPRISM avaliou pacientes com mieloma múltiplo assintomático (smoldering multiple myeloma) de alto risco.

O teclistamabe foi comparado à combinação de lenalidomida e dexametasona.

Os resultados apresentados no EHA Congress 2026 mostraram respostas mais profundas e melhora da sobrevida livre de progressão no grupo tratado com teclistamabe. O trabalho permanece como estudo de fase 2.

O estudo MonumenTAL-3 avaliou talquetamabe associado ao daratumumabe, com ou sem pomalidomida, em pacientes com mieloma ...
08/09/2026

O estudo MonumenTAL-3 avaliou talquetamabe associado ao daratumumabe, com ou sem pomalidomida, em pacientes com mieloma múltiplo recidivado ou refratário previamente tratados.

As combinações contendo talquetamabe apresentaram maior sobrevida livre de progressão em comparação ao esquema com daratumumabe, pomalidomida e dexametasona.

Os resultados foram apresentados durante o EHA Congress 2026 e publicados simultaneamente no New England Journal of Medicine.

O estudo de fase 3 ENDURANCE avaliou estratégias de manutenção com lenalidomida em pacientes com mieloma múltiplo recém-...
02/09/2026

O estudo de fase 3 ENDURANCE avaliou estratégias de manutenção com lenalidomida em pacientes com mieloma múltiplo recém-diagnosticado.

Os pacientes foram randomizados para manutenção contínua até progressão ou para uma estratégia de duração fixa.

O trabalho avaliou desfechos como sobrevida global, sobrevida livre de progressão e segurança, sem demonstrar benefício de sobrevida global para a estratégia de manutenção indefinida no grupo estudado.

Avaliação de tisagenlecleucel, terapia CAR-T anti-CD19, em pacientes pediátricos e adultos jovens com leucemia linfoblás...
31/08/2026

Avaliação de tisagenlecleucel, terapia CAR-T anti-CD19, em pacientes pediátricos e adultos jovens com leucemia linfoblástica aguda de células B de alto risco que permanecem com doença residual mensurável após a quimioterapia inicial.

A proposta é relevante porque a presença de doença residual após tratamento de primeira linha está associada a maior risco de recaída. O estudo sugere que o uso antecipado do CAR-T, antes da recidiva clínica, pode ser uma estratégia para reduzir esse risco em pacientes selecionados. Ainda é uma abordagem que exige validação cuidadosa, especialmente por envolver custo, toxicidade e logística complexa.

Confira mais em: https://www.curetoday.com/view/top-5-takeaways-from-eha-2026-that-patients-should-know

Dados apresentados no EHA 2026 avaliaram ziftomenibe, um inibidor de menina, em associação à quimioterapia intensiva 7+3...
26/08/2026

Dados apresentados no EHA 2026 avaliaram ziftomenibe, um inibidor de menina, em associação à quimioterapia intensiva 7+3 em pacientes recém-diagnosticados com LMA com mutação NPM1 ou rearranjo KMT2A. Esses subgrupos têm biologia molecular específica e vêm sendo alvo de terapias dirigidas mais precisas.

A combinação alcançou taxas de remissão completa composta entre aproximadamente 90% e 96%, além de negatividade de doença residual mensurável acima de 80%. Embora os dados ainda precisem de confirmação em estudo randomizado, o resultado reforça o avanço da medicina de precisão na LMA, especialmente quando a decisão terapêutica é guiada por perfil molecular logo no diagnóstico.

Confira o artigo completo em: https://www.curetoday.com/view/top-5-takeaways-from-eha-2026-that-patients-should-know

O estudo fase 3 BRUIN CLL-322 avaliou pirtobrutinibe + venetoclax + rituximabe versus venetoclax + rituximabe em pacient...
24/08/2026

O estudo fase 3 BRUIN CLL-322 avaliou pirtobrutinibe + venetoclax + rituximabe versus venetoclax + rituximabe em pacientes com leucemia linfocítica crônica ou linfoma linfocítico pequeno recidivado/refratário. A população estudada era de maior risco, já que cerca de 80% dos pacientes haviam recebido previamente um inibidor covalente de BTK.

A combinação com pirtobrutinibe reduziu em 45% o risco de progressão ou morte, com HR de 0,547. Também houve maior taxa de doença residual mensurável indetectável ao final do tratamento: 52,1% no braço com pirtobrutinibe contra 35% no controle. O resultado é especialmente relevante porque aborda uma necessidade clínica importante: o tratamento de pacientes que já passaram por BTK covalente.

Confira o estudo em: https://www.ajmc.com/view/eha-2026-late-breakers-deliver-practice-shifting-phase-3-data-and-novel-car-t-approaches-across-hematology

O estudo fase 3 SUCCESSOR-2 comparou mezigdomida + carfilzomibe + dexametasona com carfilzomibe + dexametasona em pacien...
20/08/2026

O estudo fase 3 SUCCESSOR-2 comparou mezigdomida + carfilzomibe + dexametasona com carfilzomibe + dexametasona em pacientes com mieloma múltiplo recidivado ou refratário. Todos os participantes haviam recebido ao menos uma linha prévia de tratamento.

Os resultados foram expressivos: a mediana de sobrevida livre de progressão foi de 18 meses no grupo da mezigdomida, contra 8,3 meses no braço controle. O risco de progressão ou morte foi reduzido em 52%, com HR de 0,48. A toxicidade hematológica, especialmente neutropenia, foi considerada manejável, e apenas um paciente interrompeu o tratamento por esse motivo.

Confira a pesquisa completa em: https://www.ajmc.com/view/eha-2026-late-breakers-deliver-practice-shifting-phase-3-data-and-novel-car-t-approaches-across-hematology

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