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Instituto LUNER FORMAÇÃO;
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SISTÊMICA EMPRESARIAL; CONSTELAÇÃO SISTÊMICA FAMILIAR/ EMPRESARIAL;
CONSTELAÇÃO COM CAVALOS; HIPNOTERAPIA CLÍNICA; DESPROGR.

15/09/2026

Fizeram-nos acreditar que depois da morte, existe um céu ou um inferno com um julgamento final que determina recompensa ou castigo.

Fizeram-nos acreditar que somos seres imperfeitos e que, por isso, vivemos em culpas, carências, vergonha e medos.

Fomos feitos para acreditar que submissão é o mesmo que amor.

Fizeram-nos acreditar que a Vida só tem sentido se encontrarmos a nossa outra metade, alguém que pensa e age como nós.

Fizeram-nos acreditar que as doenças são hereditárias, genéticas ou contagiosas e que só a medicina as pode curar.

Fomos feitos para acreditar que a prosperidade não é para todos.

Fomos levados a acreditar que líderes religiosos e políticos são necessários.

Fizeram-nos acreditar que há datas em que o consumismo é a demonstração do Amor.

Fomos levados a acreditar que a intuição é pura fantasia.

Fizeram-nos acreditar que se critica e/ou sai de um Sistema, você é um Rebelde.

Fizeram-nos acreditar que o Poder Interior do Ser Humano é apenas conto de fadas.

Fizeram-nos acreditar que somos os únicos no universo e tantas outras coisas.

Quando você se dá conta de tantas mentiras e manipulações retoma o controle, tornando sua realidade diferente da maioria, recebendo a Abundância em todos os níveis por Direito Divino. (Sur le chemin de L'éveil)

Também te fizeram acreditar nessas e em outras crenças? 😳

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01/09/2026

Se a sua hombridade não admite ser contrariada, talvez o problema não seja quem te contrariou. Seja a sua definição de homem.

Homem não precisa vencer toda discussão.
Homem precisa ter maturidade para permanecer na conversa quando ela f**a desconfortável.

Ficar horas ou dias em silêncio para punir sua esposa, criar tensão dentro de casa e obrigar todo mundo a pisar em ovos até você decidir voltar ao normal não é autoridade.

É birra com barba.

Existe diferença entre se afastar alguns minutos para organizar as emoções e usar o silêncio como arma para ferir quem você ama.

O primeiro é autocontrole.
O segundo é manipulação.

Sua família não deveria precisar adivinhar quando você vai voltar a falar, qual palavra vai despertar sua ira ou quanto tempo vai durar o seu castigo.

Homem conversa. Homem resolve. Homem suporta ser confrontado sem transformar a casa inteira em refém do próprio ego.

Porque se toda vez que você é contrariado você fecha a cara, cruza os braços e pune os seus com silêncio…

Você não está sendo homem.

Está sendo um princeso.

Concorda ou discorda?

30/08/2026
CONSTELAÇÃO EM GRUPO PRESENCIAL!                                                                     Vagas limitadas.Vem...
06/08/2026

CONSTELAÇÃO EM GRUPO PRESENCIAL! Vagas limitadas.
Vem Constelar!

41 996609059

27/06/2026

Ele foi internado três vezes em hospitais psiquiátricos pelos próprios pais e, anos depois, ainda enfrentou a tortura durante a ditadura militar brasileira.

Mas aquele jovem tratado como “louco” por querer escrever se tornaria o autor vivo mais traduzido do mundo, com mais de 320 milhões de livros vendidos.

O mundo conhece Paulo Coelho como o escritor que fala sobre destino, coragem e sobre ouvir a voz do coração. Mas pouca gente conhece o caminho brutal que ele precisou atravessar antes de se tornar um dos autores mais lidos do planeta.

Na adolescência, Paulo contou aos pais que queria ser escritor. No Brasil dos anos 1960, esse sonho parecia absurdo demais para uma família tradicional. Para eles, aquilo não era vocação, era sinal de desequilíbrio.

Aos 17 anos, foi internado em um hospital psiquiátrico. Não uma, mas três vezes. Tentou fugir, foi levado de volta e passou por sessões de eletrochoque, usadas na época como tentativa de “corrigir” aquilo que seus pais não conseguiam aceitar: o desejo de viver da escrita.

Muitos teriam enterrado o sonho ali. Paulo não.

Ao sair, mergulhou em uma vida rebelde e artística. Escreveu letras de rock, aproximou-se da contracultura e, ao lado de nomes como Raul Seixas, desafiou a censura e o clima sufocante da ditadura militar brasileira.

O preço foi alto. Paulo Coelho foi sequestrado, preso e torturado. Para sobreviver, precisou fingir surtos de loucura, usando ironicamente aquilo que havia aprendido dentro dos hospitais psiquiátricos para convencer seus torturadores a libertá-lo.

Mesmo depois de tudo isso, ele chegou perto dos 40 anos com a sensação de fracasso. Tentou ser ator, jornalista, diretor, letrista, mas o sonho de escrever um grande livro continuava queimando dentro dele.

Então nasceu O Alquimista.

A obra foi publicada por uma pequena editora brasileira, mas o começo foi desanimador. O livro vendeu apenas cerca de 900 exemplares. A editora desistiu, cancelou o contrato e devolveu os direitos ao autor.

Para muitos, aquilo seria o fim.

Para Paulo Coelho, foi apenas mais uma prova.

Aos 41 anos, sem editora e carregando um livro considerado fracassado, ele saiu em busca de uma nova chance. Bateu em portas, insistiu, acreditou quando quase ninguém acreditava e encontrou uma editora maior disposta a apostar naquela história.

Foi então que tudo mudou.

O Alquimista explodiu no mundo inteiro. De poucas centenas de cópias vendidas, tornou-se um fenômeno global, ultrapassando dezenas de milhões de exemplares e entrando para a lista dos livros mais lidos da história moderna.

O homem que recebeu eletrochoques para deixar de sonhar acabou inspirando sonhos em presidentes, artistas, líderes e milhões de leitores ao redor do planeta.

A história de Paulo Coelho deixa uma lição poderosa:

A sociedade costuma chamar de loucura todo sonho grande demais para caber na cabeça de quem não consegue enxergar além do comum.

Sua família, o sistema, a indústria ou o mundo podem tentar “curar” você da sua ambição. Podem dizer que não faz sentido, que você está perdido, que é melhor escolher um caminho seguro e medíocre.

E mesmo quando você finalmente criar sua obra, talvez o primeiro resultado seja um fracasso doloroso.

Mas fracasso não é uma sentença final. Às vezes, é apenas o teste que separa quem desiste de quem nasceu para cumprir um destino maior.

Como Paulo Coelho escreveu: “Quando você quer alguma coisa, todo o universo conspira para que você realize o seu desejo.”

Mas antes da conspiração do universo, vem a prova. E só vence quem continua caminhando.

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14/02/2026

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11/02/2026

No dia 1º de julho de 1976, Tina Turner esperou que o marido, Ike Turner, adormecesse no quarto de hotel em Dallas. O rosto estava inchado. O corpo, marcado por mais uma agressão. A alma exausta — mas ainda viva.

No bolso, havia apenas 36 centavos e um cartão de gasolina da Mobil. Nada mais. Nenhum plano. Nenhuma rede de apoio. Apenas a decisão que mudaria tudo.

Saiu em silêncio do Statler Hilton. Não chamou um táxi. Não pediu ajuda. Não havia ninguém para quem ligar.
Ela correu.

Correu pela autoestrada 30, no escuro, desviando do trânsito, quase sendo atingida por um caminhão. Cada passo era instinto puro. Não era fuga — era sobrevivência. Do outro lado da estrada, o Ramada Inn.

O gerente reconheceu-a imediatamente, mesmo ferida, mesmo sem glamour. Deu-lhe um quarto no 11º andar e colocou um guarda à porta.
Durante três dias, Tina permaneceu escondida ali. Machucada demais para comer direito. Deixando o corpo começar, lentamente, a cicatrizar.

Poucas semanas depois, pediu o divórcio. Quando lhe perguntaram o que queria após 16 anos de casamento, a resposta silenciou a sala:
não queria casa, nem dinheiro, nem direitos autorais.
Queria apenas o nome.

Tina Turner.

Um nome criado para controlá-la — e agora a única coisa que ela levaria para reconstruir a própria vida.

Saiu com dívidas, um embargo fiscal do IRS e uma indústria convencida de que estava acabada. Tinha quase 40 anos, era uma mulher negra em um mercado obcecado pela juventude e não possuía direitos sobre grande parte da música que ajudou a criar. As probabilidades eram brutais.

Mas Tina recusou-se a desaparecer.

Aproximou-se do budismo de Nichiren, cantando diariamente para encontrar forças. Aceitou todo trabalho possível: programas de auditório, salões de hotel, feiras do interior, eventos corporativos. Limpou casas entre apresentações. Enquanto o mundo a chamava de “passado”, ela se reconstruía em silêncio, peça por peça.

Então veio 1984.

Aos 44 anos, lançou Private Dancer. E tudo mudou. O álbum vendeu mais de 12 milhões de cópias. What’s Love Got to Do with It chegou ao primeiro lugar das paradas — seu primeiro grande sucesso solo. Vieram três prêmios Grammy, o Live Aid, Mad Max: Beyond Thunderdome. O mundo, finalmente, viu quem ela sempre foi.

Sua segunda vida artística durou décadas. Turnês históricas. Estádios lotados. Doze Grammys no total. Mais de 100 milhões de discos vendidos. Uma carreira reconstruída nos próprios termos.

E o amor também a encontrou. Erwin Bach conheceu Tina em um aeroporto em 1986 e nunca mais saiu de sua vida. Quando os rins dela falharam, ele não hesitou: ofereceu um dos seus. Em 2017, cumpriu a promessa e salvou-lhe a vida.

Em 24 de maio de 2023, Tina Turner faleceu em paz, na Suíça, aos 83 anos, com Erwin ao seu lado.

Ela deixou mais do que música.
Deixou uma prova.

Nunca é tarde para recuperar a própria vida.
É possível recomeçar aos 40. Aos 50. Em qualquer idade.

Às vezes, tudo o que você precisa é atravessar a estrada.

Trinta e seis centavos.
Um cartão de gasolina.
E uma vontade inquebrável.

É assim que as lendas são forjadas.

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23/11/2025

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Curitiba, PR

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