Psicóloga Danielle Martins

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Psicóloga Danielle Martins Relacionamentos

07/08/2026

Seria possível entregar de volta a vida tudo aquilo que você não pode carregar? Tudo aquilo que já não cabe mais? Os medos que te fizeram acreditar que você precisava lutar o tempo todo, provar teu valor, antecipar perdas ou viver em estado de alerta…

E se algo que ainda permanece ai por medo, pudesse transformado em coragem. Cor-agem, agir a partir do coração.

Eu desejo que o que aí permanece por escassez, que seja transformado em abundância. E que o que permanece por culpa, que seja transformado em aprendizado e compaixão.

Agradeça por tudo o que já viveu meu amor. Até os caminhos difíceis te ensinaram a reconhecer a sua força, a sua sensibilidade e a profundidade do teu coração. Que você possa dizer sim ao que te expande e não ao que te diminui.

Que você entregue aquilo que ainda não consegue compreender. Que confie que nem tudo precisa ser entendido imediatamente para fazer sentido.

Que se lembre, todos os dias, de que a paz não depende das circunstâncias, mas da forma como escolhe caminhar por elas.

22/04/2026

Se você deixa de explicar, traduzir e aprofundar pelo outro e o outro não acompanha, não sustenta esse nível e não se movimenta. O que acontece com a relação?

Já percebeu como criar um personagem, seja pra punir ou pra agradar pode nos levar a um desequilíbrio interno? O ciúme, ...
29/11/2024

Já percebeu como criar um personagem, seja pra punir ou pra agradar pode nos levar a um desequilíbrio interno?

O ciúme, muitas vezes, não é só sobre o outro – é sobre a tentativa de controlar a narrativa, de moldar dinâmicas para nos sentirmos seguros.

Mas o custo disso é invisível e alto: a tentativa de controle externo nos leva a descontroles internos que drenam nossa energia e a longo prazo a falha em fazer das nossas relações um lugar seguro.

Aceitar a vida como ela é, e ao mesmo tempo, buscar crescer em cada experiência ✨
24/11/2024

Aceitar a vida como ela é, e ao mesmo tempo, buscar crescer em cada experiência ✨

A diferença entre carência e solidão está relacionada ao que cada uma dessas experiências envolve emocionalmente e como ...
14/10/2024

A diferença entre carência e solidão está relacionada ao que cada uma dessas experiências envolve emocionalmente e como elas impactam o comportamento e os sentimentos de uma pessoa. Embora ambas possam ser experiências naturais e humanas, elas despertam um desconforto e são associadas à necessidade de conexão, além disso, há distinções importantes.

Carência é uma demanda emocional imediata por atenção e afeto, que resulta de uma percepção de falta, nada do que o outro faça é o suficiente.

Solidão é um sentimento mais profundo e abrangente de desconexão, que pode ocorrer mesmo com pessoas ao redor.
Ambas as experiências são diferentes, mas podem se entrelaçar. Por exemplo, alguém que se sente carente pode experimentar solidão quando apresenta tantos comportamentos disfuncionais a ponto de afastar as pessoas.

Lembrando fazer movimentos para buscar conexão nas relações é algo natural e esperado, o problema muitas vezes é o exagero diante da indisponibilidade do outro.

Um dia você vai entender a importância de escolher com quem você vai compartilhar suas gargalhas e seus domingos, porque...
29/09/2024

Um dia você vai entender a importância de escolher com quem você vai compartilhar suas gargalhas e seus domingos, porque são os momentos em que seu coração e sua alma respiram ✨🫶

“Uma garota de muita sorte” é um filme da Netflix que tá dando o que falar, e não é só pela história (baseada em fatos r...
19/10/2022

“Uma garota de muita sorte” é um filme da Netflix que tá dando o que falar, e não é só pela história (baseada em fatos reais) mas principalmente como ela é narrada, como ela vai se conectando com partes em nós que muitas vezes nem nos conta que existem.

Ps. O filme contém gatilhos

Eu já falei da teoria do apego de John Bowlby há um tempo atrás lá nos storys e agora resolvi trazer pra cá. A hipótese ...
07/06/2022

Eu já falei da teoria do apego de John Bowlby há um tempo atrás lá nos storys e agora resolvi trazer pra cá.

A hipótese é que o estilo de apego é determinado pelo seu temperamento natural junto a maneira que cuidaram de você quando você era criança: com cuidadores sensíveis e disponíveis, você desenvolveu estilo de apego seguro; Se eles eram inconscientes em suas reações, você desenvolveu um estilo de apego ansioso; Com cuidadores frios e indisponíveis, a criança desenvolve um estilo de apego evitativo; E com cuidadores abusivos, você pode ter desenvolvido um apego desorganizado (a junção dos dois últimos).

Quanto mais você conhecer seu estilo de apego e identificar o estilo de apego das relações a sua volta, maior sua capacidade de desenvolver relações satisfatórias.

❤️
03/06/2022

❤️

Comentei há umas semanas com vocês sobre como o BBB e a forma que ele é conduzido (a decoração, as provas, a dinâmica) t...
21/03/2021

Comentei há umas semanas com vocês sobre como o BBB e a forma que ele é conduzido (a decoração, as provas, a dinâmica) tem como objetivo despertar o lado vulnerável do ser humano e quem esse ele se torna quando colocado pra competir.

E já é de se esperar que naturalmente podem aparecer lados não tão compassivos assim de cada integrante, pois no desenrolar do jogo as outras partes que existem dentro da gente vão aparecendo. Mas o que aconteceu nessa edição foi diferente, o próprio Projota admitiu ao sair, que o grupo foi formado por “pessoas excêntricas que queriam fazer acontecer”. O que significa isso? A gente cria laço e forma grupos com pessoas que a gente possui mais afinidade e que as características de cada integrante do grupo alimentam algo dentro nós.

E a forma que esse grupão se desenvolveu no jogo faz lembrar algumas dinâmicas que ocorrem em famílias disfuncionais: (1) imprevisibilidade, um (ou mais) dos membros pode explodir a qualquer momento um medo eminente da instabilidade no ambiente. (2) Manipulação e distorção da realidade e das pessoas. (3) Triangulações, envolver terceiros em brigas para criar alianças. (4) Agressões psicológicas como linguagem depreciativa, ameaças, tratamento de silêncio. (5) Perseguição àqueles que não se encaixam no grupo. (6) alguns membros se sentem inseguros, sem suporte.

Mas tem uma outra característica em especial que chama a atenção, que é comum em todas as alianças altamente disfuncionais: (7) o pacto do silêncio. A maioria de nós enquanto assistia se perguntava: “porque ninguém intervém?”, os membros do grupo sabiam que o que um dos membros fazia era maldade, que alguém estava desumanizando outro ser humano, mas não se falava sobre.

Somente quando eles foram retirados do ambiente, é que tanto quem saiu, quanto quem ficou, começa a se tocar “ahh por isso que Lucas descompensou”. Individualmente talvez os membros não trariam à tona essas características, no grupo em si elas se potencializaram.

E ai? você já foi em algum momento peça de uma dinâmica altamente disfuncional?

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