08/05/2026
Que esse abraço dure a vida inteira meus filhos.
Mesmo quando a vida levar vocês para longe.
Mesmo quando os caminhos forem diferentes dos meus.
Mesmo quando eu não puder mais proteger do mundo como antes.
Porque existe um tipo de abraço que não termina no corpo.
Ele permanece como memória, como afeto, como lugar interno para voltar.
A maternidade tem dessas contradições bonitas e doloridas: passamos anos ensinando os filhos a criar asas, até chegar o dia em que precisamos confiar que tudo aquilo que construímos dentro deles também irá acompanhá-los.
Talvez amar seja exatamente isso:
segurar com presença, mas soltar com confiança.
Feliz Dia das Mães para todas as mães que amam com coragem, presença e confiança.
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