mfernandapsico

mfernandapsico Psicóloga
Atendo adolescentes, adultos, casais e famílias. Abordagem Familiar Sistêmica. Uso obrigatório de Máscaras.

Seguindo todos os protocolos de segurança para os atendimentos presenciais.

Hoje, 11 de setembro, é um dia que carrega muitas memórias.Memórias de uma violência que marcou o mundo e que, para tant...
12/09/2026

Hoje, 11 de setembro, é um dia que carrega muitas memórias.
Memórias de uma violência que marcou o mundo e que, para tantas famílias, se transformou em uma história que atravessou gerações.

E hoje também se inicia o Ano-Novo judaico, Rosh Hashaná — um tempo de reflexão, de olhar para o ano que passou e para aquilo que desejamos transformar no ano que começa.

Talvez por isso eu tenha pensado no filme “Não Odeie”.

Um filme italiano (Baseado em história real), que fala sobre ódio, preconceito, culpa, memória e sobre aquilo que herdamos de nossas famílias.

O protagonista carrega a história de seu pai, um sobrevivente do Holocausto. Do outro lado, uma família carrega e reproduz uma história marcada pelo nazismo.

Duas histórias familiares diferentes.
Duas heranças.
Duas formas de transmitir a dor.

E uma pergunta que permanece:

O que fazemos com aquilo que herdamos?

Na perspectiva da psicologia sistêmica, sabemos que não herdamos apenas histórias. Herdamos também valores, crenças, medos, silêncios, lealdades e, algumas vezes, até formas de nos relacionarmos com o outro.

Mas aquilo que recebemos não precisa determinar aquilo que iremos transmitir.

Podemos reconhecer nossa história sem f**ar aprisionados a ela.

Podemos honrar a memória sem perpetuar o ódio.

Podemos compreender de onde vem uma dor e, ainda assim, escolher não passá-la adiante.

Talvez uma das maiores possibilidades de transformação esteja justamente aí:

não escolher o que recebemos, mas escolher o que faremos com aquilo que recebemos.

Neste 11 de setembro, e neste início de um novo ano judaico, f**a para mim uma reflexão sobre memória e responsabilidade.

Porque lembrar é importante.

Mas talvez a pergunta mais profunda seja:

o que a nossa memória nos ensina sobre aquilo que queremos — e aquilo que não queremos — continuar transmitindo às próximas gerações?

Talvez valha a pena assistir não apenas para conhecer uma história, mas para olhar para as nossas próprias histórias familiares e perguntar:

O que chegou até mim?
O que escolho transformar?
E o que desejo deixar como herança?
F**a aqui o meu desejo de paz e respeito entre as pessoas.
Com carinho 🧡🧡🧡
Maria Fernanda

Me chamo Maria Fernanda, sou psicóloga e atuo na área há mais de 20 anos. Minha trajetória profissional começou nas área...
12/09/2026

Me chamo Maria Fernanda, sou psicóloga e atuo na área há mais de 20 anos. Minha trajetória profissional começou nas áreas de Recursos Humanos, avaliação psicológica para o trânsito e orientação profissional, experiências que contribuíram para ampliar meu olhar sobre as pessoas, suas escolhas e diferentes momentos de vida.

Em 2018, iniciei uma nova etapa da minha carreira com a abertura do meu consultório e a dedicação à Psicologia Clínica.

Desde então, acompanho adolescentes, adultos, casais e famílias por meio da Abordagem Familiar Sistêmica, oferecendo um espaço de acolhimento e escuta para auxiliar em processos de autoaceitação, autovalorização, fortalecimento das relações e diminuição do sofrimento emocional.

Ao longo dessa caminhada, busco constantemente ampliar meus conhecimentos e minha formação para oferecer um atendimento cada vez mais cuidadoso e qualif**ado.

Para mim, o sentido da psicoterapia está em ajudar as pessoas a viverem melhor, compreendendo suas histórias, suas relações e encontrando novas possibilidades para seguir em frente.

F**arei feliz em acompanhar você em seu processo de transformação.

Especializações

Avaliação Psicológica
Terapia Familiar Sistêmica
Terapia de Casais
Curso Intensivo com Dr. Maurizio Andolfi — Roma, Itália | julho de 2023 e 2026
Em formação em Psicologia Financeira

Segura que vai ter textão… 🧡Ontem, na minha sessão de terapia, minha psicóloga me perguntou por que eu escolhi ser psicó...
27/08/2026

Segura que vai ter textão… 🧡

Ontem, na minha sessão de terapia, minha psicóloga me perguntou por que eu escolhi ser psicóloga.

E eu respondi rapidamente:

“Desde criança, eu achava que precisava ter um propósito. Que a minha passagem pela Terra precisava fazer sentido e, de alguma forma, trazer algo de bom. Eu queria poder ajudar as pessoas. Por isso escolhi essa profissão.”

Mas a história não foi tão simples assim.

Quando me formei, eu acreditava que ainda precisava de mais experiência profissional e, principalmente, mais experiência de vida para trabalhar na clínica.

Então fui trabalhar em outras áreas: Recursos Humanos, Trânsito… E, mesmo vivendo experiências importantes e aprendendo muito em cada uma delas, sempre parecia faltar alguma coisa.

Até que, em 2018, depois de muita insistência de alguns amigos, decidi começar a atender na clínica.

E foi aqui que eu realmente me encontrei.

Foi aqui que percebi o quanto o meu trabalho fazia sentido para mim.

Desde então, tenho o privilégio de acompanhar histórias, dores, medos, traumas, descobertas, alegrias e conquistas. Pessoas que chegam ao meu consultório — ou que compartilham comigo uma tela todas as semanas — e que, pouco a pouco, vão construindo novas possibilidades para suas vidas.

Acompanhar essas transformações, testemunhar cada pequena conquista e perceber a coragem de cada pessoa ao se permitir olhar para si é uma das partes mais bonitas da minha profissão.

Hoje, tenho certeza de que encontrei o meu propósito.

E sou profundamente feliz por ser psicóloga. 🧡

Neste Dia do Psicólogo, quero agradecer a cada pessoa que, em algum momento, confiou em mim, na minha escuta e no meu trabalho.

Cada história que passou por mim também deixou algo em mim.

E talvez seja justamente isso que torna essa profissão tão especial: enquanto ajudamos alguém a transformar a própria história, também somos transformados por ela.

Feliz Dia do Psicólogo, para todos nós que escolhemos, diariamente, cuidar de histórias e pessoas. 🌷
🌷Um agradecimento especial aos meus professores, supervisores e a minha querida psicóloga Milena Lhano

Esse filme foi aquela surpresa boa. Parecia um filme bobo, mas acabou entregando reflexões. E além disso, me fez lembrar...
07/08/2026

Esse filme foi aquela surpresa boa. Parecia um filme bobo, mas acabou entregando reflexões. E além disso, me fez lembrar bons momentos da minha vida, das minhas escolhas de vida e do meu casamento. Me fez recordar a minha viagem de volta ao mundo com o meu marido em 2011 e tb as nossas viagens de férias e da nossa lealdade. E no final teve choro de alegria e felicidade por ter relembrado esses momentos.
Quem sabe esse filme tb te traga reflexões.
Com carinho 🧡🧡🧡
Maria Fernanda

Ao assistir a Mini Série Uma Casa na Pradaria, enxergamos apenas uma história sobre uma família vivendo no campo. Mas há...
01/08/2026

Ao assistir a Mini Série Uma Casa na Pradaria, enxergamos apenas uma história sobre uma família vivendo no campo. Mas há uma camada muito mais profunda: a experiência de recomeçar.

Na segunda metade do século XIX, milhares de famílias deixaram suas origens em busca de um lugar onde pudessem construir uma nova vida. Migrar de uma região para outra distinta dentro do mesmo país, signif**ava enfrentar longas viagens, incertezas, perdas, saudades e a necessidade de reconstruir a própria identidade em um território desconhecido. Em uma época em que os recursos eram escassos e não existia nenhum tipo de tecnologia.

A família Ingalls representa essa coragem cotidiana. Cada mudança exigia deixar para trás pessoas, lembranças e referências para criar novos vínculos e um novo sentimento de pertencimento.

Sob o olhar da psicologia, migrar não é apenas uma mudança geográf**a. É também uma transformação emocional e relacional. Cada recomeço traz consigo lutos, medos, esperanças e a oportunidade de escrever uma nova história.

Talvez seja por isso que essa série seja tão emocionante. Ela nos lembra, que o ser humano é capaz de encontrar força mesmo diante da incerteza e que, muitas vezes, o verdadeiro lar é construído nas relações que cultivamos ao longo do caminho.

Essa série pode te trazer muitas reflexões, de diferentes pontos de vista, de acordo com a história de cada um.
Espero que te traga alguma reflexão.
Com carinho 🧡🧡🧡
Maria Fernanda S Ribas

O self do terapeuta refere-se ao principal instrumento de trabalho do psicoterapeuta. Envolve a consciência de sua própr...
25/07/2026

O self do terapeuta refere-se ao principal instrumento de trabalho do psicoterapeuta. Envolve a consciência de sua própria história, dos vínculos familiares, das crenças, emoções, vulnerabilidades e recursos. Quanto mais o terapeuta conhece a si mesmo, mais consegue estar presente de forma autêntica, diferenciando o que pertence à sua experiência do que pertence ao paciente. Assim, utiliza sua humanidade como recurso terapêutico, sem perder a postura ética e clínica.

O trabalho com as ressonâncias consiste em reconhecer como as histórias, emoções e dinâmicas trazidas pelos pacientes despertam sentimentos, lembranças e experiências no próprio terapeuta. Em vez de ignorar essas reações, o terapeuta as observa e as compreende como uma importante fonte de informação clínica. Quando elaboradas com reflexão, supervisão e autoconhecimento, as ressonâncias ampliam a empatia e favorecem intervenções mais conscientes e ef**azes, evitando que questões pessoais interfiram no processo terapêutico.

Na abordagem de Andolfi, esses dois aspectos caminham juntos: o desenvolvimento contínuo do self do terapeuta permite que as ressonâncias sejam utilizadas como instrumentos de compreensão e conexão, transformando a relação terapêutica em um espaço de encontro genuíno, sem perder os limites profissionais.
Por isso é tão importante para o Psicólogo se manter em um trabalho de psicoterapia e supervisão, porque mesmo com a experiência clínica nós precisamos trabalhar as nossas questões individuais e as ressonâncias que irão surgir no decorrer dos nossos atendimentos. Cada pessoa que atendemos é única e aprendemos um pouco com cada uma delas a sermos um pessoa e um profissional melhor.
Com carinho 🧡🧡🧡
Maria Fernanda

O filme “Somos Todos Iguais” (Same Kind of Different as Me, 2017) é baseado em uma história real e acompanha o encontro ...
24/07/2026

O filme “Somos Todos Iguais” (Same Kind of Different as Me, 2017) é baseado em uma história real e acompanha o encontro entre pessoas de realidades muito diferentes: um empresário, sua esposa e um homem em situação de rua. A narrativa aborda temas como:

* empatia e acolhimento;
* preconceitos e julgamentos;
* vulnerabilidade humana;
* perdão e reconciliação;
* transformação por meio do encontro com o outro;
* propósito e solidariedade.

Sob um olhar da Terapia Familiar Sistêmica, o filme oferece bons elementos para refletir sobre como nossas histórias de vida, contextos familiares e experiências moldam a forma como nos relacionamos. Também convida a pensar sobre a importância de enxergar a pessoa para além de seus sintomas, de sua condição social ou de seus comportamentos.

Ao mesmo tempo, vale fazer uma ressalva: o filme tem uma forte inspiração cristã e alguns momentos podem soar idealizados. Isso não diminui seu valor, mas é interessante apresentá-lo como uma obra que provoca reflexões, e não como um retrato completo da complexidade da pobreza ou do sofrimento humano.
Sem dúvida é um filme tocante e vai te levar a muitas reflexões.
Prepare a caixinha de lenços…
Com carinho 🧡🧡🧡
Maria Fernanda

Participar do curso “Sendo Você Mesmo”, conduzido pelo Dr. Maurizio Andolfi, foi uma oportunidade de revisitar não apena...
18/07/2026

Participar do curso “Sendo Você Mesmo”, conduzido pelo Dr. Maurizio Andolfi, foi uma oportunidade de revisitar não apenas recursos terapêuticos, mas também refletir sobre o instrumento mais importante da prática clínica: o próprio terapeuta.

Maurizio Andolfi é um dos grandes pioneiros da Terapia Familiar Sistêmica no mundo. Sua trajetória influenciou gerações de terapeutas ao defender uma clínica viva, ética, profundamente humana e relacional, na qual a técnica nunca se sobrepõe à autenticidade do encontro. Na perspectiva sistêmica, falamos do self do terapeuta como a capacidade de utilizar a própria história, a sensibilidade, as emoções, os valores e a presença de forma consciente e responsável no processo terapêutico. Não se trata de colocar o terapeuta no centro da sessão, mas de reconhecer que somos parte da relação que construímos com cada família, casal ou indivíduo que nos procura. A forma como nos colocamos diante do outro também comunica, acolhe, transforma e possibilita novas narrativas.

Um dos momentos mais signif**ativos dessa experiência foi ter a oportunidade de ser atendida pelo próprio Dr. Andolfi. Ao trabalhar aspectos do meu genograma familiar, pude vivenciar o lugar de quem se permite olhar para a própria história, revisitar vínculos, reconhecer heranças familiares e construir novos signif**ados. Essa vivência reforçou algo em que acredito profundamente: quanto mais o terapeuta conhece a si mesmo e compreende sua própria trajetória, mais disponível e sensível ele se torna para acolher a história do outro. Ao lado do Dr. Andolfi, tivemos a alegria de aprender também com as psicólogas Francesca Ferraguzzi e Milena Lhano, profissionais de excelência, que compartilharam conhecimento, experiência clínica e uma condução sensível e generosa. Suas contribuições enriqueceram profundamente cada discussão, cada vivência e cada reflexão proposta ao longo do curso. Continua nos comentários

Em 2023, tive a oportunidade de participar, em Roma, de um curso do Dr. Maurizio Andolfi voltado exclusivamente para bra...
17/07/2026

Em 2023, tive a oportunidade de participar, em Roma, de um curso do Dr. Maurizio Andolfi voltado exclusivamente para brasileiros. Neste ano, a experiência se ampliou, reunindo colegas do Brasil e de Portugal.

Foram dias de intenso aprendizado, trocas generosas e encontros que reafirmam a importância das conexões que construímos ao longo da nossa trajetória profissional. Além do conhecimento compartilhado, foi muito especial conhecer novas pessoas e reencontrar amigas e colegas de profissão vindas de diferentes lugares, todas unidas pelo desejo de continuar aprendendo e cuidando de famílias.

Sinto uma profunda gratidão por viver momentos como esse ao lado de pessoas que são referências na Terapia Familiar e que, ao longo do tempo, também se tornaram amigas tão queridas.

Que venham os próximos cursos, os próximos reencontros e as novas histórias que ainda construiremos, em qualquer lugar do mundo.

Muito obrigada a cada uma de vocês por fazer parte desta caminhada.

Com carinho, 🧡

Maria Fernanda

A Itália é sem dúvida um país único e mora no meu coração. E poder entrar em contato com a minha história, um pedacinho ...
16/07/2026

A Itália é sem dúvida um país único e mora no meu coração. E poder entrar em contato com a minha história, um pedacinho da minha família materna e paterna. Roma é uma verdadeira aula de história da humanidade, um encontro com uma culinária super saborosa e claro, estar em contato também com o caos. Tem barulho, gente falando alto, música, briga, sujeira, mas também tem afeto e gentileza. Aqui vão algumas curiosidades sobre Roma:

1. Poucas pessoas sabem, mas há uma Pirâmide em Roma. Na região central próxima ao famoso Coliseu. A Pirâmide de Cestio foi construída entre os anos 18 e 12 a.C. e é o Túmulo do Magistrado romano Caio Cestio. Isso aconteceu logo após Roma conquistar o Egito, e nessa época havia uma grande adoração dos romanos pelo Egito. A pirâmide tem 37 metros de altura, é feita de concreto romano e revestida por finas camadas de mármore de Carrara Romano. Levou 330 dias para ser construída.
2. Há muitas bancas de jornais e revistas em toda a Itália, principalmente em Roma. Muitos italianos ainda compram jornais e revistas impressos e nas bancas que vendem tb os bilhetes de metro e ônibus (além das máquinas de bilhetes).
3. É comum também encontrarmos bancas de flores nas ruas, como tinham no Brasil até a década de 1990. Eles ainda tem o hábito de dar flores e compram nessas bancas. Há 2 bancas de flores perto da Universidade que acontecia o meu curso.
4. É comum encontrarmos ruas tão estreitas no centro de Roma e de outras cidades da Itália, que passa apenas uma pessoa.
5. Encontramos Piano no shopping, aeroporto, na Universidade… Qualquer pessoa pode tocar a música que quiser, mas não pode brincar com o piano. E todos respeitam essa regra.
6. Queijos, Salames e presuntos são vendidos no aeroporto para que as pessoas possam levar um pouco do melhor da Itália para casa. Patrimônio cultural da Itália.
7. Em Roma nos encontramos a pizza quadrada/ retangular, vendida por pedaço por peso. “Pizza al Taglio”, uma forma simples rápida e barata de se almoçar. Mas tb encontramos a pizza tradicional que é essa redonda fina e crocante individual que cada um pede a sua.
8. Gelato que tem a ordem certa de servir de acordo com a consistência daquele sabor no dia.

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