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Atendo adolescentes, adultos, casais e famílias. Abordagem Familiar Sistêmica. Uso obrigatório de Máscaras.

Seguindo todos os protocolos de segurança para os atendimentos presenciais.

Que as crianças possam, sempre, ser crianças. 🧡Que possam brincar sem que tudo precise ter um objetivo, imaginar sem lim...
12/10/2026

Que as crianças possam, sempre, ser crianças. 🧡

Que possam brincar sem que tudo precise ter um objetivo, imaginar sem limites, correr, fazer perguntas, descobrir o mundo, sujar-se, errar e recomeçar.

Que tenham tempo para brincar, espaço para explorar e liberdade para descobrir quem são — sem precisar crescer antes da hora, corresponder a tantas expectativas ou carregar responsabilidades que ainda não lhes pertencem.

A infância não precisa ser apressada. Ela precisa ser vivida.

Em um mundo que valoriza tanto o desempenho, os resultados e a produtividade, é importante lembrar que brincar não é perder tempo. É uma das formas mais genuínas de aprender sobre si, sobre o outro e sobre o mundo.

As crianças precisam de adultos que as protejam, estabeleçam limites, ofereçam segurança e, sobretudo, respeitem sua infância. Adultos que compreendam que educar não é antecipar etapas, mas oferecer condições para que cada uma delas possa ser vivida.

Porque a maneira como uma criança é acolhida, escutada e respeitada participa da construção de quem ela será.

Neste Dia das Crianças, que possamos olhar para a infância com mais presença, menos pressa e mais respeito.

Que nenhuma criança precise deixar de ser criança para caber nas expectativas dos adultos.

Feliz Dia das Crianças!
Com carinho 🧡🧡🧡
Maria Fernanda

PsicologiaSistêmica

🎬 Indicação de filme: Um Sonho PossívelUm Sonho Possível (2009) é um filme que nos convida a refletir sobre o poder dos ...
10/10/2026

🎬 Indicação de filme: Um Sonho Possível

Um Sonho Possível (2009) é um filme que nos convida a refletir sobre o poder dos vínculos, o acolhimento e as oportunidades que podem transformar uma trajetória de vida.

Baseado em uma história real, o longa acompanha Michael Oher, um adolescente que vive em situação de vulnerabilidade e encontra, na família de Leigh Anne Tuohy, não apenas um lar, mas a possibilidade de construir novos caminhos.

Mais do que uma história sobre superação, o filme nos faz pensar sobre como o ambiente, as relações e as pessoas que cruzam nosso caminho podem influenciar a maneira como nos percebemos e as possibilidades que passamos a enxergar para o nosso futuro.

Sob um olhar sistêmico, somos convidados a refletir: o quanto somos atravessados pelas relações que estabelecemos? E o que acontece quando alguém nos oferece um lugar de pertencimento, reconhece nossas potencialidades e nos ajuda a descobrir recursos que talvez ainda não conseguíssemos enxergar em nós mesmos?

Nem sempre podemos mudar a história que alguém viveu, mas podemos participar da construção de novos capítulos.

Uma história sensível sobre pertencimento, oportunidades, vínculos e a importância de sermos vistos para além das circunstâncias que nos cercam.

🧡 Vale a pena assistir e refletir: quantas possibilidades podem nascer quando alguém encontra espaço para ser reconhecido, acolhido e acreditado?
Com carinho 🧡🧡🧡
Maria Fernanda

VínculosAfetivos Pertencimento RelaçõesHumanas

Amanhã será um dia importante para o nosso país.As escolhas que fazemos hoje ajudam a construir o país que encontraremos...
04/10/2026

Amanhã será um dia importante para o nosso país.

As escolhas que fazemos hoje ajudam a construir o país que encontraremos amanhã. E talvez seja justamente por isso que votar não deveria ser apenas escolher entre nomes ou partidos, mas refletir sobre os valores, os princípios e o futuro que desejamos construir.

Independentemente da sua escolha, faça-a com consciência. Pense no que faz sentido para você, para a sua família e para o futuro que deseja.

No consultório, uma das perguntas que muitas vezes faço aos meus pacientes é: “Como você gostaria de estar daqui a 4, 10 ou 20 anos?”

Porque o futuro não começa amanhã.
O futuro começa nas escolhas que fazemos hoje.

Eu não falo de política no consultório. Respeito profundamente as diferenças e a liberdade de cada pessoa pensar e escolher de maneira diferente.

Mas este tema me atravessou — e me atravessou especialmente nesta semana. Talvez por isso eu tenha estado mais ausente por aqui.

Também me incomoda perceber como, algumas vezes, criamos rótulos para dizer como um determinado profissional deveria pensar, votar, se posicionar, ouvir, vestir ou se comportar para ser considerado um “bom” profissional.

Profissionais da saúde também são seres humanos. Temos histórias, valores, experiências, dúvidas e diferentes formas de enxergar o mundo.

E que bom que podemos ser diferentes.

Acredito que uma sociedade democrática — e também uma comunidade profissional saudável — precisa ser capaz de conviver com a diversidade sem transformar a diferença em ameaça.

Que possamos exercer nossas escolhas com liberdade, responsabilidade e consciência.

Que tenhamos eleições democráticas, honestas e pacíf**as.

E que, independentemente dos resultados, possamos continuar encontrando caminhos para o diálogo, o respeito e a construção de um futuro melhor.

Um bom domingo para todos nós.

Com carinho, 🧡🧡🧡
Maria Fernanda

🎬 DestemidaAlgumas histórias falam sobre coragem. Outras nos lembram que, muitas vezes, coragem não é deixar de ter medo...
25/09/2026

🎬 Destemida

Algumas histórias falam sobre coragem. Outras nos lembram que, muitas vezes, coragem não é deixar de ter medo, mas encontrar espaço para descobrir quem somos.

Destemida nos convida a olhar para a adolescência como um período de descobertas, escolhas e construção de identidade. Um momento em que os sonhos dos filhos começam a se encontrar — e, às vezes, a se confrontar — com as expectativas da família.

Porque amar também é aprender a reconhecer que nossos filhos não vieram para realizar aquilo que sonhamos para eles.

Como pais, podemos desejar, orientar, proteger e até temer pelos caminhos que eles escolherão. Mas existe uma parte essencial do desenvolvimento que acontece quando conseguimos permitir que eles descubram seus próprios caminhos.

Na perspectiva sistêmica, olhamos para a família como um sistema de relações em constante transformação. Quando um membro muda, todos são convidados a se reorganizar.

E talvez uma das tarefas mais bonitas da parentalidade seja justamente essa: estar perto o suficiente para oferecer segurança e longe o suficiente para permitir que o outro cresça.

Destemida é um convite para refletirmos sobre autonomia, expectativas familiares e sobre o delicado processo de deixar nossos filhos se tornarem quem eles são.

E você? Consegue perceber quando uma expectativa sua está falando mais alto do que o desejo do seu filho?
Com carinho 🧡🧡🧡
Maria Fernanda

Parentalidade Família Vínculos Autonomia Destemida

Hoje, em Belo Horizonte, tive a oportunidade de aprender com a psicóloga sistêmica e financeira Luciana Cardoso Luciana ...
17/09/2026

Hoje, em Belo Horizonte, tive a oportunidade de aprender com a psicóloga sistêmica e financeira Luciana Cardoso Luciana Cardoso , em um curso sobre técnicas terapêuticas.

Conheci novos recursos projetivos, especialmente por meio dos desenhos, que ampliam as possibilidades de acessar histórias, signif**ados e emoções que nem sempre encontram palavras.

Também pude aprofundar o olhar para a relação com o dinheiro — um tema que atravessa indivíduos, casais e famílias e que carrega tantos signif**ados para além do aspecto financeiro.

Volto para a clínica com novas ferramentas, mas, sobretudo, com perguntas e possibilidades que ampliam o meu olhar para cada história que chega até mim.

Porque, na clínica, aprender novas técnicas também é uma forma de continuar aprendendo a olhar. 🧡
E sábado tem mais curso por aqui!
Com carinho 🧡🧡🧡
Maria Fernanda

Hoje, 11 de setembro, é um dia que carrega muitas memórias.Memórias de uma violência que marcou o mundo e que, para tant...
12/09/2026

Hoje, 11 de setembro, é um dia que carrega muitas memórias.
Memórias de uma violência que marcou o mundo e que, para tantas famílias, se transformou em uma história que atravessou gerações.

E hoje também se inicia o Ano-Novo judaico, Rosh Hashaná — um tempo de reflexão, de olhar para o ano que passou e para aquilo que desejamos transformar no ano que começa.

Talvez por isso eu tenha pensado no filme “Não Odeie”.

Um filme italiano (Baseado em história real), que fala sobre ódio, preconceito, culpa, memória e sobre aquilo que herdamos de nossas famílias.

O protagonista carrega a história de seu pai, um sobrevivente do Holocausto. Do outro lado, uma família carrega e reproduz uma história marcada pelo nazismo.

Duas histórias familiares diferentes.
Duas heranças.
Duas formas de transmitir a dor.

E uma pergunta que permanece:

O que fazemos com aquilo que herdamos?

Na perspectiva da psicologia sistêmica, sabemos que não herdamos apenas histórias. Herdamos também valores, crenças, medos, silêncios, lealdades e, algumas vezes, até formas de nos relacionarmos com o outro.

Mas aquilo que recebemos não precisa determinar aquilo que iremos transmitir.

Podemos reconhecer nossa história sem f**ar aprisionados a ela.

Podemos honrar a memória sem perpetuar o ódio.

Podemos compreender de onde vem uma dor e, ainda assim, escolher não passá-la adiante.

Talvez uma das maiores possibilidades de transformação esteja justamente aí:

não escolher o que recebemos, mas escolher o que faremos com aquilo que recebemos.

Neste 11 de setembro, e neste início de um novo ano judaico, f**a para mim uma reflexão sobre memória e responsabilidade.

Porque lembrar é importante.

Mas talvez a pergunta mais profunda seja:

o que a nossa memória nos ensina sobre aquilo que queremos — e aquilo que não queremos — continuar transmitindo às próximas gerações?

Talvez valha a pena assistir não apenas para conhecer uma história, mas para olhar para as nossas próprias histórias familiares e perguntar:

O que chegou até mim?
O que escolho transformar?
E o que desejo deixar como herança?
F**a aqui o meu desejo de paz e respeito entre as pessoas.
Com carinho 🧡🧡🧡
Maria Fernanda

Me chamo Maria Fernanda, sou psicóloga e atuo na área há mais de 20 anos. Minha trajetória profissional começou nas área...
12/09/2026

Me chamo Maria Fernanda, sou psicóloga e atuo na área há mais de 20 anos. Minha trajetória profissional começou nas áreas de Recursos Humanos, avaliação psicológica para o trânsito e orientação profissional, experiências que contribuíram para ampliar meu olhar sobre as pessoas, suas escolhas e diferentes momentos de vida.

Em 2018, iniciei uma nova etapa da minha carreira com a abertura do meu consultório e a dedicação à Psicologia Clínica.

Desde então, acompanho adolescentes, adultos, casais e famílias por meio da Abordagem Familiar Sistêmica, oferecendo um espaço de acolhimento e escuta para auxiliar em processos de autoaceitação, autovalorização, fortalecimento das relações e diminuição do sofrimento emocional.

Ao longo dessa caminhada, busco constantemente ampliar meus conhecimentos e minha formação para oferecer um atendimento cada vez mais cuidadoso e qualif**ado.

Para mim, o sentido da psicoterapia está em ajudar as pessoas a viverem melhor, compreendendo suas histórias, suas relações e encontrando novas possibilidades para seguir em frente.

F**arei feliz em acompanhar você em seu processo de transformação.

Especializações

Avaliação Psicológica
Terapia Familiar Sistêmica
Terapia de Casais
Curso Intensivo com Dr. Maurizio Andolfi — Roma, Itália | julho de 2023 e 2026
Em formação em Psicologia Financeira

Segura que vai ter textão… 🧡Ontem, na minha sessão de terapia, minha psicóloga me perguntou por que eu escolhi ser psicó...
27/08/2026

Segura que vai ter textão… 🧡

Ontem, na minha sessão de terapia, minha psicóloga me perguntou por que eu escolhi ser psicóloga.

E eu respondi rapidamente:

“Desde criança, eu achava que precisava ter um propósito. Que a minha passagem pela Terra precisava fazer sentido e, de alguma forma, trazer algo de bom. Eu queria poder ajudar as pessoas. Por isso escolhi essa profissão.”

Mas a história não foi tão simples assim.

Quando me formei, eu acreditava que ainda precisava de mais experiência profissional e, principalmente, mais experiência de vida para trabalhar na clínica.

Então fui trabalhar em outras áreas: Recursos Humanos, Trânsito… E, mesmo vivendo experiências importantes e aprendendo muito em cada uma delas, sempre parecia faltar alguma coisa.

Até que, em 2018, depois de muita insistência de alguns amigos, decidi começar a atender na clínica.

E foi aqui que eu realmente me encontrei.

Foi aqui que percebi o quanto o meu trabalho fazia sentido para mim.

Desde então, tenho o privilégio de acompanhar histórias, dores, medos, traumas, descobertas, alegrias e conquistas. Pessoas que chegam ao meu consultório — ou que compartilham comigo uma tela todas as semanas — e que, pouco a pouco, vão construindo novas possibilidades para suas vidas.

Acompanhar essas transformações, testemunhar cada pequena conquista e perceber a coragem de cada pessoa ao se permitir olhar para si é uma das partes mais bonitas da minha profissão.

Hoje, tenho certeza de que encontrei o meu propósito.

E sou profundamente feliz por ser psicóloga. 🧡

Neste Dia do Psicólogo, quero agradecer a cada pessoa que, em algum momento, confiou em mim, na minha escuta e no meu trabalho.

Cada história que passou por mim também deixou algo em mim.

E talvez seja justamente isso que torna essa profissão tão especial: enquanto ajudamos alguém a transformar a própria história, também somos transformados por ela.

Feliz Dia do Psicólogo, para todos nós que escolhemos, diariamente, cuidar de histórias e pessoas. 🌷
🌷Um agradecimento especial aos meus professores, supervisores e a minha querida psicóloga Milena Lhano

Esse filme foi aquela surpresa boa. Parecia um filme bobo, mas acabou entregando reflexões. E além disso, me fez lembrar...
07/08/2026

Esse filme foi aquela surpresa boa. Parecia um filme bobo, mas acabou entregando reflexões. E além disso, me fez lembrar bons momentos da minha vida, das minhas escolhas de vida e do meu casamento. Me fez recordar a minha viagem de volta ao mundo com o meu marido em 2011 e tb as nossas viagens de férias e da nossa lealdade. E no final teve choro de alegria e felicidade por ter relembrado esses momentos.
Quem sabe esse filme tb te traga reflexões.
Com carinho 🧡🧡🧡
Maria Fernanda

Ao assistir a Mini Série Uma Casa na Pradaria, enxergamos apenas uma história sobre uma família vivendo no campo. Mas há...
01/08/2026

Ao assistir a Mini Série Uma Casa na Pradaria, enxergamos apenas uma história sobre uma família vivendo no campo. Mas há uma camada muito mais profunda: a experiência de recomeçar.

Na segunda metade do século XIX, milhares de famílias deixaram suas origens em busca de um lugar onde pudessem construir uma nova vida. Migrar de uma região para outra distinta dentro do mesmo país, signif**ava enfrentar longas viagens, incertezas, perdas, saudades e a necessidade de reconstruir a própria identidade em um território desconhecido. Em uma época em que os recursos eram escassos e não existia nenhum tipo de tecnologia.

A família Ingalls representa essa coragem cotidiana. Cada mudança exigia deixar para trás pessoas, lembranças e referências para criar novos vínculos e um novo sentimento de pertencimento.

Sob o olhar da psicologia, migrar não é apenas uma mudança geográf**a. É também uma transformação emocional e relacional. Cada recomeço traz consigo lutos, medos, esperanças e a oportunidade de escrever uma nova história.

Talvez seja por isso que essa série seja tão emocionante. Ela nos lembra, que o ser humano é capaz de encontrar força mesmo diante da incerteza e que, muitas vezes, o verdadeiro lar é construído nas relações que cultivamos ao longo do caminho.

Essa série pode te trazer muitas reflexões, de diferentes pontos de vista, de acordo com a história de cada um.
Espero que te traga alguma reflexão.
Com carinho 🧡🧡🧡
Maria Fernanda S Ribas

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