Adriana Ângela Roveda

Adriana Ângela Roveda Apaixonada pela nutrição, atuo há mais de 10 anos através do atendimento clínico (para diferentes objetivos), palestras e também como personal diet.

Menopausa também acontece no cérebro.Quando falamos nessa fase, muitas mulheres pensam primeiro em calorões, ganho de pe...
27/07/2026

Menopausa também acontece no cérebro.

Quando falamos nessa fase, muitas mulheres pensam primeiro em calorões, ganho de peso ou irregularidade menstrual.

Mas o cérebro também sente.

Dificuldade de concentração, lapsos de memória, irritabilidade, ansiedade, piora do sono e sensação de “neblina mental” são queixas comuns em mulheres nessa transição.

Isso não significa incapacidade.

Também não deveria ser tratado como frescura.

O cérebro responde às mudanças hormonais, ao sono, ao estresse, à glicemia, à alimentação e à rotina.

Por isso, o cuidado na menopausa precisa olhar para o corpo inteiro.

Não é só sobre peso.

É sobre qualidade de vida, energia, clareza, saúde metabólica e autonomia.

Compartilhe com uma mulher que precisa saber que isso não é “coisa da cabeça dela”.

Adriana Angela Roveda | Nutricionista

CRN 8-2821

23/07/2026

Depois da bariátrica, a alimentação precisa ser acompanhada com atenção.

Não é apenas sobre comer menos.

É sobre comer melhor, proteger massa muscular, evitar deficiências nutricionais, acompanhar exames e manter saúde no longo prazo.

Produtos “fit” nem sempre são boas escolhas.

O melhor caminho é entender o que o seu corpo precisa, quais são suas tolerâncias e como organizar uma rotina alimentar possível.

Entre em contato pelo WhatsApp se você quer mais conteúdos sobre alimentação no pós-operatório e manutenção de resultados.

Adriana Angela Roveda | Nutricionista

CRN 8-2821

Exercício não deve ser visto apenas como uma forma de “queimar calorias”.Ele participa da preservação de massa muscular,...
22/07/2026

Exercício não deve ser visto apenas como uma forma de “queimar calorias”.

Ele participa da preservação de massa muscular, da saúde óssea, da sensibilidade à insulina, da disposição e da autonomia ao longo da vida.

Isso se torna ainda mais importante em fases como menopausa, emagrecimento, pós-bariátrica e uso de GLP-1.

Nutrição e exercício precisam conversar.

Porque o objetivo não é apenas reduzir peso.

É cuidar do corpo que vai sustentar essa mudança.

Adriana Angela Roveda | Nutricionista

CRN 8-2821

Vamos falar de doce sem terrorismo?A melhor hora para comer doce não deveria ser a hora da culpa, da fome extrema ou da ...
15/07/2026

Vamos falar de doce sem terrorismo?

A melhor hora para comer doce não deveria ser a hora da culpa, da fome extrema ou da compensação.

Muitas vezes, a vontade intensa de doce aparece porque o dia inteiro foi desorganizado: pouca proteína, longos intervalos sem comer, sono ruim, estresse e refeições que não sustentam.

Por isso, antes de culpar sua força de vontade, olhe para a construção do seu dia.

O doce pode fazer parte da rotina.

Mas ele precisa entrar com consciência, não como resposta a uma alimentação restritiva e cheia de culpa.

Adriana Angela Roveda | Nutricionista

CRN 8-2821

08/07/2026

Diabetes gestacional não é sobre cortar todos os carboidratos.

É sobre aprender a escolher, combinar e acompanhar a resposta do corpo.

O tipo de carboidrato importa.

A quantidade importa.

O horário importa.

A combinação com proteína, fibras e gordura também importa.

Com acompanhamento nutricional, a alimentação pode ser organizada com mais segurança para a mãe e para o bebê.

Se você está grávida e recebeu esse diagnóstico, me chame no WhatsApp para entender como funciona o acompanhamento.

Adriana Angela Roveda | Nutricionista

CRN 8-2821

Imagine viver os sintomas da sua TPM todos os meses, mas sem a parte em que eles vão embora.Se você é mulher, talvez con...
06/07/2026

Imagine viver os sintomas da sua TPM todos os meses, mas sem a parte em que eles vão embora.

Se você é mulher, talvez conheça bem esse roteiro: alguns dias antes de menstruar, o metabolismo parece desacelerar, o corpo retém água, a balança sobe, a vontade por doces ou massas aparece com força, a autoestima oscila e a sensibilidade aumenta.

Na TPM, a gente aguenta firme porque sabe que o alívio vem em poucos dias.

Mas o que acontece quando você entra no climatério e na menopausa?

A queda dos hormônios, como estrogênio e progesterona, não dura apenas 5 dias. Ela é progressiva e muda a forma como o corpo responde.

Aquela “pane química” que antes bagunçava sua mente e seu corpo por alguns dias no mês pode começar a aparecer com mais frequência: mais vontade de doce, mais irritabilidade, piora do sono, acúmulo de gordura abdominal, mais dificuldade para emagrecer e sensação de que o corpo não responde como antes.

Por isso, os 40 anos são uma fase preparatória.

Você não precisa esperar os hormônios despencarem para começar a cuidar do seu metabolismo, das suas mitocôndrias, do seu fígado, da sua massa muscular e da sua rotina alimentar.

Tratar o emagrecimento após os 40 não é sobre “fechar a boca” ou se punir com dietas radicais.

É sobre conforto bioquímico, estratégia e, acima de tudo, empatia com a sua história.

Você já tinha parado para pensar na menopausa por esse ângulo?

Adriana Angela Roveda | Nutricionista
CRN 8-2821

Você já percebeu que alguns sintomas da TPM também aparecem na transição para a menopausa?Na TPM, muitas mulheres sentem...
06/07/2026

Você já percebeu que alguns sintomas da TPM também aparecem na transição para a menopausa?

Na TPM, muitas mulheres sentem inchaço, irritabilidade, tristeza, vontade intensa de doce, cansaço, alteração no sono e mudanças no apetite.

A diferença é que, no ciclo menstrual, esses sintomas costumam durar alguns dias.

Já no climatério e na menopausa, as mudanças hormonais podem ser mais longas, progressivas e impactar o corpo de forma mais constante.

Por isso, muitas mulheres começam a perceber mais dificuldade para emagrecer, mais gordura abdominal, mais vontade de doce, piora do sono, irritabilidade, cansaço e sensação de que o corpo “não responde mais como antes”.

Mas isso não é falta de disciplina.

É uma mudança de fase.

E uma nova fase exige uma nova estratégia.

Depois dos 40, o cuidado nutricional precisa olhar para massa muscular, metabolismo, intestino, fígado, glicemia, sono, exames e rotina alimentar.

Não é sobre fechar a boca.
É sobre entender o que o seu corpo precisa agora.

Você já tinha pensado na menopausa por esse ângulo?

Adriana Angela Roveda | Nutricionista
CRN 8-2821

01/07/2026

Quem usa GLP-1 costuma sentir menos fome.

Isso pode ser positivo dentro do tratamento, mas também exige mais estratégia.

Com menos apetite, cada refeição precisa entregar mais qualidade nutricional.

Proteína, fibras, hidratação, alimentos minimamente processados e praticidade precisam entrar na rotina.

Alimentos que contém mais água também.

A medicação pode ajudar no processo, mas a nutrição protege a saúde durante a mudança.

Adriana Angela Roveda | Nutricionista

CRN 8-2821

A perimenopausa pode ser uma fase muito confusa para muitas mulheres.O ciclo ainda existe, mas o corpo começa a dar sina...
29/06/2026

A perimenopausa pode ser uma fase muito confusa para muitas mulheres.

O ciclo ainda existe, mas o corpo começa a dar sinais: sono pior, irritabilidade, mudanças de humor, mais gordura abdominal, mais dificuldade para emagrecer, mais vontade de doce, cansaço e aquela sensação de que “algo mudou”.

E mudou mesmo.

A perimenopausa não afeta apenas a parte hormonal. Ela também pode impactar metabolismo, cérebro, intestino, energia, composição corporal e resposta à alimentação.

Por isso, insistir nas mesmas estratégias de antes costuma gerar frustração.

O caminho começa por entender o momento do corpo.

Adriana Angela Roveda | Nutricionista

CRN 8-2821

26/06/2026

GLP-1 não precisa ser tratado como tabu.

Quando há indicação médica e acompanhamento adequado, pode ser uma ferramenta importante dentro de um tratamento metabólico.

Mas a medicação não substitui nutrição.

Durante o uso, é preciso olhar para proteína, hidratação, intestino, exames, massa magra, rotina alimentar e sintomas.

Comer menos não significa, necessariamente, comer melhor.

E perder peso não deveria significar perder saúde.

Se você usa ou pensa em usar GLP-1, faça isso com acompanhamento.

Entre em contato pelo link na bio para saber mais sobre como a nutrição pode ajudar nesse processo.

Adriana Angela Roveda | Nutricionista

CRN 8-2821

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Curitiba, PR

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